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Não basta capturar dados, é preciso saber usá-los

Cleber Calegari é Diretor Comercial - Educação do Grupo Binário

Cleber Calegari é Diretor Comercial – Educação do Grupo Binário

Da era em que a tecnologia era uma ferramenta que automatizava determinadas demandas nas empresas até a atualidade, um grande caminho foi percorrido. Das grandes e pesadas máquinas aos menores dispositivos do mundo, a evolução tecnológica se tornou a chave para que as organizações alcançassem posições que antes eram inimagináveis. No entanto, uma questão sempre esteve no centro estratégico dos negócios: os dados.

Muitas empresas obtêm informações estratégicas, porém, a maioria não tem noção de como utilizá-las com eficiência. É imprescindível compreender que os dados reunidos de forma eficaz e segura geram decisões fundamentais para o crescimento da empresa.

O volume de informação é intenso e se modifica com facilidade. Além disso, investir na solução correta é fundamental para que a mesma seja aproveitada por completo. Muitas empresas não escolhem suas ferramentas de acordo com as reais demandas e acabam tendo prejuízo quando analisado o seu custo-benefício.

Quanto mais rapidamente as informações forem capturadas, analisadas e estrategicamente utilizadas, maior será o poder competitivo da empresa. Por isso, há uma grande vantagem das organizações que implantam sistemas informatizados, pois o tempo em que as outras perdem verificando e analisando dados é o mesmo que as concorrentes que usufruem da tecnologia usam para tomar as decisões que geram os resultados.

A grande preocupação das empresas se dá pela crença de que todas as tecnologias são caras. Além disso, as mesmas desconhecem que para todo tipo de organização há uma ferramenta que se encaixa tanto no valor como no que foi predestinada a fazer por quem a contratou. Ademais, o preço que se paga por não contratar é muito maior.

Estamos falando em otimizar tempo e aumentar produtividade, claro. No entanto, esses investimentos também interferem na relação com o cliente, pois, se bem aproveitados, os dados podem corrigir falhas e aumentar a confiança na marca de uma empresa, por exemplo. Para isso, além da ferramenta ideal, é necessário contratar os profissionais certos e capacitar a equipe para a compreensão da importância desse processo.

Sucesso sem tecnologia não existe e tecnologia sem investimento é impossível.

Grupo Binário

A gestão de qualquer negócio é peça-chave para que o sucesso aconteça e isso já não é novidade para ninguém. O que precisamos debater com continuidade é as formas de fazer isso e como as coisas estão se transformando. Somente com o debate acirrado poderemos chegar a algum lugar.

Para falarmos de sucesso é claro que precisamos abordar a gestão do negócio. Porém, não há como discorrer sobre gestão sem falar em Tecnologia. A Alberdeen Research divulgou um estudo que revela que empresas que utilizam software para auxiliar na gestão do negócio são 73% mais produtivas do que as que não o fazem, e têm redução de 18% nos custos operacionais e de 16% nos custos administrativos.

Somente nesses dados já temos os dois termos em um: para uma gestão de excelência é preciso uma ferramenta tecnológica que aumente a produtividade reduzindo o tempo gasto. Outra pesquisa importante, feita pela TNS Research, revelou que empresas de 11 países que investem em tecnologia têm crescimento que chega a 53% a mais em receita do que as demais.

Portanto, já temos aí informações suficientes para defender com afinco o investimento em tecnologia. Porém, claro, sabemos que um dos maiores desafios da tecnologia é provar o ROI. No entanto, é necessário fazermos um cálculo que vai além do que os empresários enxergam em um primeiro momento.

Mas afinal, qual o preço de não investir em tecnologia?

Não automatizar demandas utilizando mão-de-obra no lugar de softwares é voltar ao passado e ficar fora da corrida pela competitividade. Quando as pessoas operam atividades que não precisam ser manuais, elas deixam de pensar o estratégico e o custo disso é consideravelmente maior do que seria com um investimento inteligente na gestão tecnológica da organização.

Se a compra de uma solução, independente de qual área seja aplicada, significa um custo para a empresa, a não utilização de tecnologia, com certeza, será maior. Além de representar muito mais prejuízo de tempo e produtividade, também torna a operação mais arriscada, pois a segurança dos dados está diretamente relacionada aos erros humanos.

O mercado oferece soluções que lidam de forma eficaz com uma gama de demandas. Tecnologia serve não somente para reduzir falhas, como já disse, mas também reduzindo o tempo gasto com operações manuais e permitindo voltar o foco para tarefas que envolvam criatividade.

Se você ainda tem dúvidas quanto ao otimizar ou não sua empresa, por favor, reveja seu conceito. As coisas mudaram e exigem que sua postura acompanhe o processo para seguir em frente. Sucesso sem tecnologia não existe e tecnologia sem investimento é impossível. Portanto, seja competitivo, ativo e inteligente para alçar voos mais altos e certeiros.

Fontes:

https://endeavor.org.br/gestao-de-ti/

http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/a-importancia-da-tecnologia-de-informacao-nas-organizacoes/44712/

http://www.consist.com.br/consist/web/index.php/1/691/noticias-e-eventos/a-vantagem-competitiva-de-uma-eficiente-gestao-de-pessoas

Conscientização em primeiro lugar

Grupo Binário

A transformação dos dados da empresa acontece em tempo real. Com um volume maior e contínuo de troca de informações dentro das organizações, proteger os documentos não é mais questão de segurança somente, mas requisito fundamental para permanecer ativo no mercado corporativo.

Já sabemos que a base da segurança da informação dentro da empresa fica por conta do usuário, ou seja, o primeiro passo para que os dados estejam protegidos é garantir que os colaboradores tenham isso como prioridade. Um estudo do Instituto Ponemon revelou que apenas 39% dos colaboradores questionados tomam todos os passos necessários para proteger esses dados. Em 2014 o percentual era de 56%, o que nos indica urgência no trato do assunto.

A mesma pesquisa revelou que 52% dos funcionários acreditam nas políticas contra o uso inadequado dos dados da empresa em que trabalha. Porém, apenas 35% afirma que a organização promove uma política de proteção de dados que realmente aconteça.

Mas de que forma sua empresa pode proteger realmente suas informações? Diversas soluções agregam segurança às demandas de toda e qualquer área de instituição. A computação em nuvem é uma boa ideia para que troca de dados seja gerenciada com eficácia.

Além disso, as soluções disponíveis no mercado permitem monitorar os dispositivos e todo conteúdo armazenado, gerado e trocado dentro deles. Vale lembrar que o custo alto dos investimentos em infraestrutura, implantação, além de treinamento da equipe, diminui consideravelmente com esse tipo de tecnologia.

É preciso salientar que a utilização de criptografia, senhas, VPNs ou termos de confiabilidade de forma separadas também não irá auxiliar na proteção de suas informações. O conjunto de ações aliado às soluções tecnológicas e, mais ainda, à conscientização dos colaboradores é que garantem excelência nesse importante quesito corporativo.

Ainda sobre a conscientização e na urgência de uma mudança nesse sentido, a companhia que tiver regras para que os colaboradores estejam preparados para lidar com as informações da empresa é que seguirão fortes no mercado

Com regras esclarecidas entre todas as áreas da organização, escritas e ditadas na contratação, ferramentas apropriadas para cada empresa e uma força-tarefa que deve partir da diretoria (exemplo é fundamental), muito possivelmente conseguiremos melhorar esses dados para os próximos anos.

Cloud Computing é a boa notícia para a crise

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Otimização do tempo e aumento da produtividade são dois dos ingredientes necessários para enfrentar a competitividade acirrada entre as companhias. Em tempos de crise e instabilidade, visar a satisfação do cliente em primeiro lugar é regra básica para continuar no jogo. A Cloud Computing vem transformando a realidade das empresas e auxiliando para que esse processo de renovação aconteça.

Flexibilidade, economia, produtividade, portabilidade e sustentabilidade são alguns dos pontos importantes que a Cloud Computing proporciona. À empresa cabe apenas a função de acessar e utilizar o que lhe é oferecido, sem que precise se preocupar com desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, entre outras ações que antes eram de sua responsabilidade.

Um estudo Dell State of IT Trends 2016, divulgou que na atual economia, orientada por dados, agilidade, estabilidade e eficiência são aspectos prioritários. Além disso, o aumento da produtividade do negócio é a principal demanda para 81% dos gestores de tecnologia e para 77% dos gestores de negócios.

Quando questionados se a Cloud era a tendência mais importante para suas organizações, 62% dos decisores de TI e 51% dos decisores de negócios disseram que sim. Quase a totalidade dos 10 entrevistados (8) para promover inovação é necessário centrar na computação para desenvolvimento de soluções de data center.

Para os negócios baseados em dispositivos móveis, redes sociais e Big Data já é constatação que Cloud é a principal chave para a nova geração de empresas. Além disso, para as mais experientes que já estão nesse processo de transformação o caminho é promissor, pois podem agregar a expertise que já possuem com a inovação transformadora que a Cloud representa.

Prepare seu ambiente, capacite sua equipe para utilizar mais e melhor as novas plataformas que a Tecnologia dispõe. Avalie suas demandas e conheça tudo o que a sua empresa precisa para focar nos pilares de sustentação da inovação. Uma grande quantidade de serviços na nuvem está pronta para ser utilizada, desde que você compreenda quais são e de que forma elas se encaixam nas suas necessidades.

A Cloud Computing seguirá impulsionando os negócios das empresas que acreditarem na inovação como processo fundamental para o sucesso. Para isso, use a crise a seu favor e permita-se. Você está preparado para isso?

Prevenir ainda é o melhor negócio

André Pastre é Gerente de Unidade de Negócios - Trust Advisor

André Pastre é Gerente de Unidade de Negócios – Trust Advisor

O Gartner realizou uma pesquisa que estimou que 60% dos negócios digitais sofrerão grandes falhas em seus serviços até o ano de 2020. Mas o que de fato estimula essa porcentagem, que deveria ser bem menor? Ainda segundo a empresa de consultoria, a incapacidade de controlar e administrar os riscos digitais ainda é a principal causa das falhas.

A grande questão é: de que forma as empresas podem precaver os riscos e, caso aconteçam, o que pode ser feito rapidamente para amenizar os danos? Liderança é a primeira palavra que as empresas devem levar em consideração, visto que sem a mesma – aliada a uma gestão eficiente, a chance de um programa integrado e focado na produtividade acontecer diminui consideravelmente.

Também temos a palavra Segurança Digital, muito falada, mas talvez ainda pouco utilizada por grande parte das organizações. Com as novas estruturas de cloud computing e mobilidade, não proteger as informações é um risco que as empresas não devem assumir. O estudo divulgou, inclusive, que até 2018, 25% do tráfego de dados corporativos fluirá diretamente dos dispositivos móveis para a nuvem, o que certamente evitará muitos dos controles de segurança por parte da empresa. Ou seja, é preciso agir agora para evitar ainda mais danos.

Aproximar o gestor de TI dos processos da empresa é outra forma de evitar os problemas causados pelas falhas digitais. É ele quem alimentará a organização, inclusive, sobre os novos riscos. Além disso, claro, esses profissionais entendem tecnicamente do processo como um todo e quanto mais integrados às outras áreas, mais inteiros estarão nos projetos desenvolvidos, desde a sua concepção até os possíveis reparos que eles exigirão.

É preciso saber que gerenciar os riscos é extremamente desafiador nesse mercado em constante transformação. A complexidade da gestão é um fator que não deve ser ignorado, mas o investimento no conjunto de ações que faz esse trabalho com excelência deve ser levado em consideração com mais afinco. É a velha história de parar de pensar no que pode dar errado e começar a focar no que pode dar certo. Focar e agir.

Uma gestão proativa deve investir em uma série de rotinas para evitar que problemas em TI impactem o funcionamento do negócio. Gestores da área trabalham ao lado de analistas e técnicos para evitar que o impacto causado por falhas de sistemas, mau desempenho de servidores e vulnerabilidades de segurança seja o menor possível. No entanto, muitas vezes as políticas de prevenção de riscos acabam falhando, o que pode levar a graves problemas e diminuição dos índices do setor.

Voltamos ao ponto central: Qual a função da TI nesse processo todo? É vital. A área de TI é capaz de prevenir os riscos e indicar as medidas mais apropriadas de administrar as falhas, caso aconteçam. Além disso, você sabe o quanto sua empresa pode estar perdendo oportunidades e dinheiro por conta das falhas digitais que estão acontecendo? Se o seu gestor de TI estiver realmente com espaço participativo nos seus negócios, certamente conseguirá não apenas responder essa questão, mas muitas outras que você necessita para se manter ativo no mercado atual (e no futuro, também).

Estratégia e agilidade para seguir no jogo

Martha Leite é gerente de negócios do Grupo Binário.

Martha Leite é Gerente de Negócios do Grupo Binário.

O mundo vem passando por uma série de transformações, principalmente nas economias dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. A economia, apesar da crise, já conta com a presença da tecnologia como fator importante para a sobrevivência das empresas.

A informação é a chave que move a engrenagem da evolução, tornando cada vez mais claro e dinâmico o processo da conectividade entre as pessoas, suas marcas e sua interação com o que produz e o que consome.

Um estudo feito pela Mckinsey divulgou que só a internet móvel deve movimentar US$ 11 trilhões para a economia mundial. E não para por aí, a pesquisa também revelou que as principais tecnologias disruptivas devem aumentar os fluxos econômicos em até US$ 30 trilhões.

Ainda de acordo com a Consultoria, 48% da população mundial tem acesso à internet, à computação em nuvem. Ou seja, os dados apontam que não existe outro caminho além desse para onde o mundo se movimenta. É necessário acompanhar o percurso ou algumas empresas ficarão para trás.

Houve um tempo em que falávamos de mobilidade como tendência e não como realidade. Hoje, as empresas debatem as melhores soluções para suas demandas, visto que nada mais é precisão. É no agora que a capacidade de distribuição de informações e atualizações em tempo real acontece e quem ainda não compreendeu isso está ficando de fora do mercado global.

Em um mundo onde o cliente recebe as informações em tempo real e as respostas precisam ser ágeis e confiáveis, o foco no aprimoramento de processos é a base de qualquer organização. Otimizar o tempo, aumentar a produtividade, reduzir custos e se comunicar com o cliente em tempo real são as únicas formas de continuar no jogo.

Se o usuário pode estar em qualquer lugar que desejar e ter os dados que precisar em questão de poucos segundos, de que forma uma empresa que não investe em tecnologia vai sobreviver? Vivemos na era da facilitação da rotina e é isso que as empresas precisam entender.

As organizações de qualquer segmento ou porte têm espaço na teia da mobilidade desde que saibam aproveitar todos os espaços e brechas das ferramentas existentes. No entanto, para que o processo funcione com sucesso, é preciso pensar estrategicamente, colhendo os dados do negócio e analisando-os com eficácia para que sirvam de direção na tomada de decisões.

O intercâmbio dos dados, a segurança e a capacitação da equipe para movimentar as informações que recebe são outros pontos importantes. Estamos falando, entre outras coisas, de tecnologia móvel, o que nos garante acesso aos dados de todo e qualquer lugar. Além disso, é justamente essa agilidade no intercâmbio de informações que garante aos gestores a confiabilidade necessária para movimentar a estratégia da empresa.

A mobilidade determina a forma como a empresa se comunica com o cliente e vice-versa e o processo de integração das equipes dentro de uma organização. Quando bem aproveitados e alinhados, fica mais fácil analisar a melhor direção a seguir ou, se for o caso, quando e como será preciso modificar a rota para não perder espaço nesse caminho longo, rápido e transformador.

 

Redes 100 G: velocidade, disponibilidade e desafios

Ary Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

Ary Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

Interfaces de alta velocidade, capazes de reduzir o custo por bit e melhorar a eficiência operacional das redes corporativas, além de reduzir o número de comprimentos de onda a serem gerenciados: esta é a promessa das redes 100 G, estruturas aptas a transmitir dados em até 100 Gigabytes por segundo.

Tais redes permitem que fornecedores de nuvem, data centers e operadoras de telefonia, por exemplo, ofereçam redes muito mais velozes a seus clientes, capazes de suportar com alta qualidade serviços dos mais variados – voz, dados, IPTV, jogos online, VoD (Video on Demand), entre outros.

No âmbito corporativo, o padrão 100 G terá um papel essencial na conectividade das redes multisserviços, por garantir o tráfego entre switches e roteadores de alta capacidade sem alterar a arquitetura da rede, além de melhorar acessos móveis de banda larga, como Wi-Fi, WiMAX, HSPA (High Speed Packet Access) e LTE (Long Term Evolution).

Armazenamento virtual é outro tipo de serviço que demandará as redes 100 G, especialmente para aplicações pesadas, como vídeo de alta definição, que demandam maior largura de banda para uplink.

Sistemas de comunicação via Internet e comércio eletrônico também se beneficiarão muito das redes de altíssima velocidade, melhorando a capacidade de entrega de serviços, conteúdos e produtos.

É claro que nem tudo são flores: há desafios no caminho do 100 G. Principalmente, no que tange à estrutura física, pois é preciso garantir a integridade de cabos de fibra ótica nas conexões terrestres, já que qualquer interferência – sujeira, por exemplo – entre as fibras pode derreter com o calor propagado pelo alto tráfego de dados, prejudicando o sinal.

Assim, uma tendência a seguir as redes 100 G é o SDN (Software Defined Network, ou Redes Definidas por Software), que agrega robustez e flexibilidade às estruturas, melhorando a gestão de tráfego e de ambiente.

O monitoramento do tráfego hiper rápido é outro desafio, que irá demandar a melhoria dos recursos de computação para gerenciamento das redes. Sem falar nos recursos humanos: capacitação contínua será demandada para gestão destas estruturas.

Capacidade, velocidade, tudo em larga escala. Com as redes 100 G, o futuro que nos espera é mega – ou melhor, é giga.

Fontes:
http://www.teleco.com.br/pdfs/tutorialethernet100.pdf
https://www.cpqd.com.br/cadernosdetecnologia/Vol7_N2_jul_dez_2011/pdf/artigo2.pdf

Profissionais de TI integrados aos projetos aprimoram os negócios das empresas

Bruno Adorno é Gerente Comercial da B.U. de Segurança do Grupo Binário

Bruno Adorno é Gerente Comercial da B.U. de Segurança do Grupo Binário

A questão mais importante para que qualquer projeto seja desenvolvido é a estratégia por trás do negócio. Essa é uma realidade não apenas para o segmento de Tecnologia, como para todos os outros. O que diferencia a TI de outras áreas é a forma como isso se dá, visto que os maiores responsáveis pela qualidade estratégica não estão envolvidos diretamente no processo, pelo menos não desde o início dele.

Uma pesquisa realizada pela Dimensional Research revelou que 97% dos 631 gestores entrevistados investem em soluções focadas na inteligência de negócios, mas apenas 18% da área de segurança das empresas participa do início desses projetos. No entanto, em contraponto à realidade, 85% dos entrevistados entendem a necessidade de que os profissionais da TI que atendem essas demandas, participem dos processos ligados à transformação digital.

Se estamos falando de uma plataforma que transforme a forma de gerir das empresas, otimizando o tempo de operação e aumento a produtividade, como os profissionais que mais entendem das soluções não estão dentro desse contexto? Os gestores de TI fazem a diferença não apenas na consultoria de execução do projeto, mas desde o surgimento da ideia, a pesquisa do formato até a tomada de decisões, trabalhando junto à diretoria e aos outros setores da empresa.

O primeiro motivo pelo qual devemos mudar essa realidade (que já está em transformação) é compreender que quem possui o conhecimento técnico é o profissional de TI, portanto, ele pode avaliar a melhor solução para as demandas em pauta. Quando o profissional conhece esses e outros processos e está integrado a eles, certamente desenvolve ferramentas mais adequadas às necessidades da organização.

O mesmo estudo também revelou que, muito embora as empresas já estejam em um processo de transformação digital, os gestores de TI não reconhecem essa realidade. Apenas 27% percebem que suas companhias estão nesse processo. Diante disso, também cabe ao próprio profissional mostrar seu valor e o quanto sua participação reduz custos e acarreta novos processos importantes para a organização como um todo.

Outras questões interessantes apresentadas pela pesquisa estão relacionadas justamente ao motivo pelo qual as empresas não integram os gestores de TI. Cerca de 85% dos entrevistados dizem que o receio das empresas é terem suas iniciativas bloqueadas. Ao mesmo tempo, 63% acreditam que essas preocupações não têm fundamento.

Da mesma forma como levamos o carro ao mecânico ou o filho com febre ao médico, devemos conceder interação a quem compreende do assunto e permitir que contribua com a gestão dos processos da empresa, fazendo com que o ecossistema da mesma esteja forte e preparado para os desafios da competitividade.

Fontes:

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43059&sid=18

http://blog.unipe.br/graduacao/por-que-sua-empresa-precisa-de-um-gestor-em-tecnologia-da-informacao

http://siteware.com.br/nosso-negocio/o-papel-da-ti-na-execucao-da-estrategia-das-empresas-parte-final/

Mobilidade, o que você tem feito por sua empresa?

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprises

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprises

4,6 bilhões de usuários de serviços móveis até 2020 é a estimativa do estudo da GSMA, o que nos mostra que realmente a mobilidade é e será o centro do mundo. As empresas que souberem aproveitar esse movimento terão um up significativo e permanecerão competitivos em todos os mercados de atuação.

Mas os dados não param por aí: ainda pelas informações da GSMA, a base de conexões M2M aumentará 25% até 2020 na América Latina, e o melhor de tudo isso: nosso país será o líder desse processo. Vamos além, pois a solidez dos smartphones sairá dos seus 38% há dois anos para 72% em 2020. Você acredita que ainda pode deixar sua empresa esperando?

Já passou a hora de aproveitar o “boom” da internet a seu favor criando as melhores oportunidades para fazer hoje e colher “amanhã”. Vejam bem, segundo estudo a previsão 2015 a 2020 sobre o tráfego da Internet no Brasil mostra que em apenas quatro anos será equivalente a 397 vezes o volume de toda a Internet brasileira em 2005, por exemplo. Portanto, foque nas tendências globais direcionadas ao seu segmento em particular, mas com a visão do todo.

Sua empresa está conectada via mobile? Essa resposta necessariamente precisa ser positiva. Caso não seja, o caminho a percorrer será ainda mais longo. Longo, porém, não tardio. Não permita que seus negócios se tornem obsoletos, pois você tem alternativas para que isso não aconteça. Desenvolva com foco na mobilidade antes de qualquer coisa, mas não antes de compreender tudo o que pode fazer pelo seu nicho de mercado. É claro que o profissional de TI é o mais indicado para essa análise e toda a implantação dessa mudança.

Falando neles, também será indispensável que equilibrem inovação e integração das novas tecnologias não esquecendo das soluções que já existem. É preciso que os processos andem juntos. Quais são os pilares da sua empresa? Você já reviu isso? Se eles não estiverem baseados na conexão humana e na satisfação do usuário, você pode estar no caminho errado.

A mobilidade exige que você tenha as informações relevantes em tempo real para que possam ser acessadas a todo e qualquer tempo e espaço. Seja qual for a sua área de atuação, tenha em mente que o perfil do consumidor mudou.

Ou seja, os clientes estão pautados por informações que não param e que chegam a todo instante por meio da mobilidade. Isso não apenas faz com que escolha o produto ou serviço com consciência do que realmente precisa, mas também está por dentro dos seus concorrentes e dos benefícios que eles oferecem.

Seja ágil, pois a mobilidade exige isso. Aproveite os dados que as soluções oferecem sobre a sua empresa e faça com que isso gere um atendimento de excelência. Atente para o novo sem medo de errar a mão. Você só vai se arrepender se não fizer, pois vai ficar para trás na primeira corrida pela sobrevivência. Aliás, esqueça a sobrevivência e tenha em mente apenas uma coisa: é preciso muito mais do que sobreviver, é preciso fazer a diferença para permanecer.

http://computerworld.com.br/como-preparar-o-departamento-de-ti-de-sua-empresa-para-o-futuro
http://www.baguete.com.br/noticias/28/06/2013/a-ti-os-negocios-e-as-novas-ideias
https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/70-da-populacao-mundial-usara-mobilidade-em-2020/

SDN: o que saber, por que usar

Tiago Cadorin é Gerente de Pré Vendas

Tiago Cadorin é Gerente de Pré Vendas

Até 2018, o mercado mundial de SDN (Software Defined Network, ou redes definidas por software) irá movimentar R$ 13 bilhões em investimentos, segundo dados da Transparency Market Research.

Reflexo do mercado para uma tendência que só mostra benefícios: estudo de nosso parceiro Juniper Networks feito com 2,7 mil executivos e tomadores de decisão de empresas globais mostra que, dentre os que já utilizam SDN ou NFV (Network Functions Virtualization, ou virtualização de funções de rede), 93% garantem que isso lhes traz vantagens competitivas.

Para os entrevistados pela Juniper, os principais ganhos trazidos pelo SDN foram a virtualização do data center e a automação da segurança.

Reunindo tecnologias de automatização, virtualização, orquestração de recursos de rede e outras, o SDN é uma tendência capaz de tornar as redes corporativas mais ágeis e flexíveis, além de facilitar o gerenciamento da infraestrutura, entregando funções via software para que gestores de TI identifiquem e solucionem no menor espaço de tempo possível gargalos e demandas.

Uma facilidade que será cada vez mais valorizada, à medida em que as estratégias de negócios passam a exigir maior engajamento da TI e os administradores de tecnologia precisam de automatização para gerenciar funções, recursos e estruturas, deixando-lhes tempo disponível para pensar e produzir para o core business das empresas.

Esta maneira inovadora de arquitetura de redes entrega um plano de controle baseado em software para gestão da infraestrutura, possibilitando a intercomunicação entre todos os dispositivos da rede e, com isso, melhorando a tomada de decisões sobre liberação de dados e usuários, melhores caminhos para o tráfego de dados, entre outros pontos cruciais para a continuidade e performance dos negócios.

Assim, mostra-se fundamental para as empresas da atualidade e, principalmente, para aquelas que quiserem manter-se competitivas no futuro próximo – o futuro da disrupção, da transformação digital, conforme colocam consultorias globais como Gartner e IDC.

E se a sua empresa ainda não pensou em SDN, é bom começar a dar atenção a este assunto e se preparar para sua adoção. Para facilitar o caminho, sugiro alguns passos:

– Diagnostique sua rede. Tenha noção de todos os ativos, dispositivos, recursos e pessoas envolvidos. Isso facilitará o mapeamento da automatização necessária.

– Adote iniciativas de automatização de gerenciamento – pode ser de dispositivos, sistemas, até de elementos da própria rede. Isso colocará a empresa no caminho da implantação do SDN, ou de qualquer outra cultura de redução da intervenção manual, sem traumas.

– Avalie os fornecedores, escolha aquele que estiver mais apto a analisar seu negócio de forma a incrementar a rede, mas não inutilizar os investimentos legados.

– Defina políticas de segurança específicas para a rede definida por software, pois os requisitos são diferentes da rede física.

– Capacite seu time para o novo modelo de gestão de rede. Inovação requer gerenciamento e qualificação.

Isto posto, prepare-se para a melhoria que o SDN trará aos negócios. Espere benefícios como maior agilidade do time de TI, mais aplicação deste mesmo time às demandas de negócio, flexibilidade na engenharia da rede, agilidade nas mudanças necessárias à infraestrutura de TI, mais produtividade.

Um cenário convidativo, promissor e cada vez mais próximo.

Fontes:
http://www.juniper.net/us/en/dm/sdn-nfv-executive-report/
http://corporate.canaltech.com.br/noticia/redes/as-diferencas-entre-sdn-e-nfv-65583/
https://www.binarionet.com.br/blog/recomendacoes-para-adotar-sdn-com-tranquilidade/