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Conscientização em primeiro lugar

Grupo Binário

A transformação dos dados da empresa acontece em tempo real. Com um volume maior e contínuo de troca de informações dentro das organizações, proteger os documentos não é mais questão de segurança somente, mas requisito fundamental para permanecer ativo no mercado corporativo.

Já sabemos que a base da segurança da informação dentro da empresa fica por conta do usuário, ou seja, o primeiro passo para que os dados estejam protegidos é garantir que os colaboradores tenham isso como prioridade. Um estudo do Instituto Ponemon revelou que apenas 39% dos colaboradores questionados tomam todos os passos necessários para proteger esses dados. Em 2014 o percentual era de 56%, o que nos indica urgência no trato do assunto.

A mesma pesquisa revelou que 52% dos funcionários acreditam nas políticas contra o uso inadequado dos dados da empresa em que trabalha. Porém, apenas 35% afirma que a organização promove uma política de proteção de dados que realmente aconteça.

Mas de que forma sua empresa pode proteger realmente suas informações? Diversas soluções agregam segurança às demandas de toda e qualquer área de instituição. A computação em nuvem é uma boa ideia para que troca de dados seja gerenciada com eficácia.

Além disso, as soluções disponíveis no mercado permitem monitorar os dispositivos e todo conteúdo armazenado, gerado e trocado dentro deles. Vale lembrar que o custo alto dos investimentos em infraestrutura, implantação, além de treinamento da equipe, diminui consideravelmente com esse tipo de tecnologia.

É preciso salientar que a utilização de criptografia, senhas, VPNs ou termos de confiabilidade de forma separadas também não irá auxiliar na proteção de suas informações. O conjunto de ações aliado às soluções tecnológicas e, mais ainda, à conscientização dos colaboradores é que garantem excelência nesse importante quesito corporativo.

Ainda sobre a conscientização e na urgência de uma mudança nesse sentido, a companhia que tiver regras para que os colaboradores estejam preparados para lidar com as informações da empresa é que seguirão fortes no mercado

Com regras esclarecidas entre todas as áreas da organização, escritas e ditadas na contratação, ferramentas apropriadas para cada empresa e uma força-tarefa que deve partir da diretoria (exemplo é fundamental), muito possivelmente conseguiremos melhorar esses dados para os próximos anos.

Cloud Computing é a boa notícia para a crise

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Otimização do tempo e aumento da produtividade são dois dos ingredientes necessários para enfrentar a competitividade acirrada entre as companhias. Em tempos de crise e instabilidade, visar a satisfação do cliente em primeiro lugar é regra básica para continuar no jogo. A Cloud Computing vem transformando a realidade das empresas e auxiliando para que esse processo de renovação aconteça.

Flexibilidade, economia, produtividade, portabilidade e sustentabilidade são alguns dos pontos importantes que a Cloud Computing proporciona. À empresa cabe apenas a função de acessar e utilizar o que lhe é oferecido, sem que precise se preocupar com desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, entre outras ações que antes eram de sua responsabilidade.

Um estudo Dell State of IT Trends 2016, divulgou que na atual economia, orientada por dados, agilidade, estabilidade e eficiência são aspectos prioritários. Além disso, o aumento da produtividade do negócio é a principal demanda para 81% dos gestores de tecnologia e para 77% dos gestores de negócios.

Quando questionados se a Cloud era a tendência mais importante para suas organizações, 62% dos decisores de TI e 51% dos decisores de negócios disseram que sim. Quase a totalidade dos 10 entrevistados (8) para promover inovação é necessário centrar na computação para desenvolvimento de soluções de data center.

Para os negócios baseados em dispositivos móveis, redes sociais e Big Data já é constatação que Cloud é a principal chave para a nova geração de empresas. Além disso, para as mais experientes que já estão nesse processo de transformação o caminho é promissor, pois podem agregar a expertise que já possuem com a inovação transformadora que a Cloud representa.

Prepare seu ambiente, capacite sua equipe para utilizar mais e melhor as novas plataformas que a Tecnologia dispõe. Avalie suas demandas e conheça tudo o que a sua empresa precisa para focar nos pilares de sustentação da inovação. Uma grande quantidade de serviços na nuvem está pronta para ser utilizada, desde que você compreenda quais são e de que forma elas se encaixam nas suas necessidades.

A Cloud Computing seguirá impulsionando os negócios das empresas que acreditarem na inovação como processo fundamental para o sucesso. Para isso, use a crise a seu favor e permita-se. Você está preparado para isso?

Prevenir ainda é o melhor negócio

André Pastre é Gerente de Unidade de Negócios - Trust Advisor

André Pastre é Gerente de Unidade de Negócios – Trust Advisor

O Gartner realizou uma pesquisa que estimou que 60% dos negócios digitais sofrerão grandes falhas em seus serviços até o ano de 2020. Mas o que de fato estimula essa porcentagem, que deveria ser bem menor? Ainda segundo a empresa de consultoria, a incapacidade de controlar e administrar os riscos digitais ainda é a principal causa das falhas.

A grande questão é: de que forma as empresas podem precaver os riscos e, caso aconteçam, o que pode ser feito rapidamente para amenizar os danos? Liderança é a primeira palavra que as empresas devem levar em consideração, visto que sem a mesma – aliada a uma gestão eficiente, a chance de um programa integrado e focado na produtividade acontecer diminui consideravelmente.

Também temos a palavra Segurança Digital, muito falada, mas talvez ainda pouco utilizada por grande parte das organizações. Com as novas estruturas de cloud computing e mobilidade, não proteger as informações é um risco que as empresas não devem assumir. O estudo divulgou, inclusive, que até 2018, 25% do tráfego de dados corporativos fluirá diretamente dos dispositivos móveis para a nuvem, o que certamente evitará muitos dos controles de segurança por parte da empresa. Ou seja, é preciso agir agora para evitar ainda mais danos.

Aproximar o gestor de TI dos processos da empresa é outra forma de evitar os problemas causados pelas falhas digitais. É ele quem alimentará a organização, inclusive, sobre os novos riscos. Além disso, claro, esses profissionais entendem tecnicamente do processo como um todo e quanto mais integrados às outras áreas, mais inteiros estarão nos projetos desenvolvidos, desde a sua concepção até os possíveis reparos que eles exigirão.

É preciso saber que gerenciar os riscos é extremamente desafiador nesse mercado em constante transformação. A complexidade da gestão é um fator que não deve ser ignorado, mas o investimento no conjunto de ações que faz esse trabalho com excelência deve ser levado em consideração com mais afinco. É a velha história de parar de pensar no que pode dar errado e começar a focar no que pode dar certo. Focar e agir.

Uma gestão proativa deve investir em uma série de rotinas para evitar que problemas em TI impactem o funcionamento do negócio. Gestores da área trabalham ao lado de analistas e técnicos para evitar que o impacto causado por falhas de sistemas, mau desempenho de servidores e vulnerabilidades de segurança seja o menor possível. No entanto, muitas vezes as políticas de prevenção de riscos acabam falhando, o que pode levar a graves problemas e diminuição dos índices do setor.

Voltamos ao ponto central: Qual a função da TI nesse processo todo? É vital. A área de TI é capaz de prevenir os riscos e indicar as medidas mais apropriadas de administrar as falhas, caso aconteçam. Além disso, você sabe o quanto sua empresa pode estar perdendo oportunidades e dinheiro por conta das falhas digitais que estão acontecendo? Se o seu gestor de TI estiver realmente com espaço participativo nos seus negócios, certamente conseguirá não apenas responder essa questão, mas muitas outras que você necessita para se manter ativo no mercado atual (e no futuro, também).

Estratégia e agilidade para seguir no jogo

Martha Leite é gerente de negócios do Grupo Binário.

Martha Leite é Gerente de Negócios do Grupo Binário.

O mundo vem passando por uma série de transformações, principalmente nas economias dos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. A economia, apesar da crise, já conta com a presença da tecnologia como fator importante para a sobrevivência das empresas.

A informação é a chave que move a engrenagem da evolução, tornando cada vez mais claro e dinâmico o processo da conectividade entre as pessoas, suas marcas e sua interação com o que produz e o que consome.

Um estudo feito pela Mckinsey divulgou que só a internet móvel deve movimentar US$ 11 trilhões para a economia mundial. E não para por aí, a pesquisa também revelou que as principais tecnologias disruptivas devem aumentar os fluxos econômicos em até US$ 30 trilhões.

Ainda de acordo com a Consultoria, 48% da população mundial tem acesso à internet, à computação em nuvem. Ou seja, os dados apontam que não existe outro caminho além desse para onde o mundo se movimenta. É necessário acompanhar o percurso ou algumas empresas ficarão para trás.

Houve um tempo em que falávamos de mobilidade como tendência e não como realidade. Hoje, as empresas debatem as melhores soluções para suas demandas, visto que nada mais é precisão. É no agora que a capacidade de distribuição de informações e atualizações em tempo real acontece e quem ainda não compreendeu isso está ficando de fora do mercado global.

Em um mundo onde o cliente recebe as informações em tempo real e as respostas precisam ser ágeis e confiáveis, o foco no aprimoramento de processos é a base de qualquer organização. Otimizar o tempo, aumentar a produtividade, reduzir custos e se comunicar com o cliente em tempo real são as únicas formas de continuar no jogo.

Se o usuário pode estar em qualquer lugar que desejar e ter os dados que precisar em questão de poucos segundos, de que forma uma empresa que não investe em tecnologia vai sobreviver? Vivemos na era da facilitação da rotina e é isso que as empresas precisam entender.

As organizações de qualquer segmento ou porte têm espaço na teia da mobilidade desde que saibam aproveitar todos os espaços e brechas das ferramentas existentes. No entanto, para que o processo funcione com sucesso, é preciso pensar estrategicamente, colhendo os dados do negócio e analisando-os com eficácia para que sirvam de direção na tomada de decisões.

O intercâmbio dos dados, a segurança e a capacitação da equipe para movimentar as informações que recebe são outros pontos importantes. Estamos falando, entre outras coisas, de tecnologia móvel, o que nos garante acesso aos dados de todo e qualquer lugar. Além disso, é justamente essa agilidade no intercâmbio de informações que garante aos gestores a confiabilidade necessária para movimentar a estratégia da empresa.

A mobilidade determina a forma como a empresa se comunica com o cliente e vice-versa e o processo de integração das equipes dentro de uma organização. Quando bem aproveitados e alinhados, fica mais fácil analisar a melhor direção a seguir ou, se for o caso, quando e como será preciso modificar a rota para não perder espaço nesse caminho longo, rápido e transformador.

 

Redes 100 G: velocidade, disponibilidade e desafios

Ary Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

Ary Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

Interfaces de alta velocidade, capazes de reduzir o custo por bit e melhorar a eficiência operacional das redes corporativas, além de reduzir o número de comprimentos de onda a serem gerenciados: esta é a promessa das redes 100 G, estruturas aptas a transmitir dados em até 100 Gigabytes por segundo.

Tais redes permitem que fornecedores de nuvem, data centers e operadoras de telefonia, por exemplo, ofereçam redes muito mais velozes a seus clientes, capazes de suportar com alta qualidade serviços dos mais variados – voz, dados, IPTV, jogos online, VoD (Video on Demand), entre outros.

No âmbito corporativo, o padrão 100 G terá um papel essencial na conectividade das redes multisserviços, por garantir o tráfego entre switches e roteadores de alta capacidade sem alterar a arquitetura da rede, além de melhorar acessos móveis de banda larga, como Wi-Fi, WiMAX, HSPA (High Speed Packet Access) e LTE (Long Term Evolution).

Armazenamento virtual é outro tipo de serviço que demandará as redes 100 G, especialmente para aplicações pesadas, como vídeo de alta definição, que demandam maior largura de banda para uplink.

Sistemas de comunicação via Internet e comércio eletrônico também se beneficiarão muito das redes de altíssima velocidade, melhorando a capacidade de entrega de serviços, conteúdos e produtos.

É claro que nem tudo são flores: há desafios no caminho do 100 G. Principalmente, no que tange à estrutura física, pois é preciso garantir a integridade de cabos de fibra ótica nas conexões terrestres, já que qualquer interferência – sujeira, por exemplo – entre as fibras pode derreter com o calor propagado pelo alto tráfego de dados, prejudicando o sinal.

Assim, uma tendência a seguir as redes 100 G é o SDN (Software Defined Network, ou Redes Definidas por Software), que agrega robustez e flexibilidade às estruturas, melhorando a gestão de tráfego e de ambiente.

O monitoramento do tráfego hiper rápido é outro desafio, que irá demandar a melhoria dos recursos de computação para gerenciamento das redes. Sem falar nos recursos humanos: capacitação contínua será demandada para gestão destas estruturas.

Capacidade, velocidade, tudo em larga escala. Com as redes 100 G, o futuro que nos espera é mega – ou melhor, é giga.

Fontes:
http://www.teleco.com.br/pdfs/tutorialethernet100.pdf
https://www.cpqd.com.br/cadernosdetecnologia/Vol7_N2_jul_dez_2011/pdf/artigo2.pdf

Profissionais de TI integrados aos projetos aprimoram os negócios das empresas

Bruno Adorno é Gerente Comercial da B.U. de Segurança do Grupo Binário

Bruno Adorno é Gerente Comercial da B.U. de Segurança do Grupo Binário

A questão mais importante para que qualquer projeto seja desenvolvido é a estratégia por trás do negócio. Essa é uma realidade não apenas para o segmento de Tecnologia, como para todos os outros. O que diferencia a TI de outras áreas é a forma como isso se dá, visto que os maiores responsáveis pela qualidade estratégica não estão envolvidos diretamente no processo, pelo menos não desde o início dele.

Uma pesquisa realizada pela Dimensional Research revelou que 97% dos 631 gestores entrevistados investem em soluções focadas na inteligência de negócios, mas apenas 18% da área de segurança das empresas participa do início desses projetos. No entanto, em contraponto à realidade, 85% dos entrevistados entendem a necessidade de que os profissionais da TI que atendem essas demandas, participem dos processos ligados à transformação digital.

Se estamos falando de uma plataforma que transforme a forma de gerir das empresas, otimizando o tempo de operação e aumento a produtividade, como os profissionais que mais entendem das soluções não estão dentro desse contexto? Os gestores de TI fazem a diferença não apenas na consultoria de execução do projeto, mas desde o surgimento da ideia, a pesquisa do formato até a tomada de decisões, trabalhando junto à diretoria e aos outros setores da empresa.

O primeiro motivo pelo qual devemos mudar essa realidade (que já está em transformação) é compreender que quem possui o conhecimento técnico é o profissional de TI, portanto, ele pode avaliar a melhor solução para as demandas em pauta. Quando o profissional conhece esses e outros processos e está integrado a eles, certamente desenvolve ferramentas mais adequadas às necessidades da organização.

O mesmo estudo também revelou que, muito embora as empresas já estejam em um processo de transformação digital, os gestores de TI não reconhecem essa realidade. Apenas 27% percebem que suas companhias estão nesse processo. Diante disso, também cabe ao próprio profissional mostrar seu valor e o quanto sua participação reduz custos e acarreta novos processos importantes para a organização como um todo.

Outras questões interessantes apresentadas pela pesquisa estão relacionadas justamente ao motivo pelo qual as empresas não integram os gestores de TI. Cerca de 85% dos entrevistados dizem que o receio das empresas é terem suas iniciativas bloqueadas. Ao mesmo tempo, 63% acreditam que essas preocupações não têm fundamento.

Da mesma forma como levamos o carro ao mecânico ou o filho com febre ao médico, devemos conceder interação a quem compreende do assunto e permitir que contribua com a gestão dos processos da empresa, fazendo com que o ecossistema da mesma esteja forte e preparado para os desafios da competitividade.

Fontes:

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43059&sid=18

http://blog.unipe.br/graduacao/por-que-sua-empresa-precisa-de-um-gestor-em-tecnologia-da-informacao

http://siteware.com.br/nosso-negocio/o-papel-da-ti-na-execucao-da-estrategia-das-empresas-parte-final/

Mobilidade, o que você tem feito por sua empresa?

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprises

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprises

4,6 bilhões de usuários de serviços móveis até 2020 é a estimativa do estudo da GSMA, o que nos mostra que realmente a mobilidade é e será o centro do mundo. As empresas que souberem aproveitar esse movimento terão um up significativo e permanecerão competitivos em todos os mercados de atuação.

Mas os dados não param por aí: ainda pelas informações da GSMA, a base de conexões M2M aumentará 25% até 2020 na América Latina, e o melhor de tudo isso: nosso país será o líder desse processo. Vamos além, pois a solidez dos smartphones sairá dos seus 38% há dois anos para 72% em 2020. Você acredita que ainda pode deixar sua empresa esperando?

Já passou a hora de aproveitar o “boom” da internet a seu favor criando as melhores oportunidades para fazer hoje e colher “amanhã”. Vejam bem, segundo estudo a previsão 2015 a 2020 sobre o tráfego da Internet no Brasil mostra que em apenas quatro anos será equivalente a 397 vezes o volume de toda a Internet brasileira em 2005, por exemplo. Portanto, foque nas tendências globais direcionadas ao seu segmento em particular, mas com a visão do todo.

Sua empresa está conectada via mobile? Essa resposta necessariamente precisa ser positiva. Caso não seja, o caminho a percorrer será ainda mais longo. Longo, porém, não tardio. Não permita que seus negócios se tornem obsoletos, pois você tem alternativas para que isso não aconteça. Desenvolva com foco na mobilidade antes de qualquer coisa, mas não antes de compreender tudo o que pode fazer pelo seu nicho de mercado. É claro que o profissional de TI é o mais indicado para essa análise e toda a implantação dessa mudança.

Falando neles, também será indispensável que equilibrem inovação e integração das novas tecnologias não esquecendo das soluções que já existem. É preciso que os processos andem juntos. Quais são os pilares da sua empresa? Você já reviu isso? Se eles não estiverem baseados na conexão humana e na satisfação do usuário, você pode estar no caminho errado.

A mobilidade exige que você tenha as informações relevantes em tempo real para que possam ser acessadas a todo e qualquer tempo e espaço. Seja qual for a sua área de atuação, tenha em mente que o perfil do consumidor mudou.

Ou seja, os clientes estão pautados por informações que não param e que chegam a todo instante por meio da mobilidade. Isso não apenas faz com que escolha o produto ou serviço com consciência do que realmente precisa, mas também está por dentro dos seus concorrentes e dos benefícios que eles oferecem.

Seja ágil, pois a mobilidade exige isso. Aproveite os dados que as soluções oferecem sobre a sua empresa e faça com que isso gere um atendimento de excelência. Atente para o novo sem medo de errar a mão. Você só vai se arrepender se não fizer, pois vai ficar para trás na primeira corrida pela sobrevivência. Aliás, esqueça a sobrevivência e tenha em mente apenas uma coisa: é preciso muito mais do que sobreviver, é preciso fazer a diferença para permanecer.

http://computerworld.com.br/como-preparar-o-departamento-de-ti-de-sua-empresa-para-o-futuro
http://www.baguete.com.br/noticias/28/06/2013/a-ti-os-negocios-e-as-novas-ideias
https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/70-da-populacao-mundial-usara-mobilidade-em-2020/

SDN: o que saber, por que usar

Tiago Cadorin é Gerente de Pré Vendas

Tiago Cadorin é Gerente de Pré Vendas

Até 2018, o mercado mundial de SDN (Software Defined Network, ou redes definidas por software) irá movimentar R$ 13 bilhões em investimentos, segundo dados da Transparency Market Research.

Reflexo do mercado para uma tendência que só mostra benefícios: estudo de nosso parceiro Juniper Networks feito com 2,7 mil executivos e tomadores de decisão de empresas globais mostra que, dentre os que já utilizam SDN ou NFV (Network Functions Virtualization, ou virtualização de funções de rede), 93% garantem que isso lhes traz vantagens competitivas.

Para os entrevistados pela Juniper, os principais ganhos trazidos pelo SDN foram a virtualização do data center e a automação da segurança.

Reunindo tecnologias de automatização, virtualização, orquestração de recursos de rede e outras, o SDN é uma tendência capaz de tornar as redes corporativas mais ágeis e flexíveis, além de facilitar o gerenciamento da infraestrutura, entregando funções via software para que gestores de TI identifiquem e solucionem no menor espaço de tempo possível gargalos e demandas.

Uma facilidade que será cada vez mais valorizada, à medida em que as estratégias de negócios passam a exigir maior engajamento da TI e os administradores de tecnologia precisam de automatização para gerenciar funções, recursos e estruturas, deixando-lhes tempo disponível para pensar e produzir para o core business das empresas.

Esta maneira inovadora de arquitetura de redes entrega um plano de controle baseado em software para gestão da infraestrutura, possibilitando a intercomunicação entre todos os dispositivos da rede e, com isso, melhorando a tomada de decisões sobre liberação de dados e usuários, melhores caminhos para o tráfego de dados, entre outros pontos cruciais para a continuidade e performance dos negócios.

Assim, mostra-se fundamental para as empresas da atualidade e, principalmente, para aquelas que quiserem manter-se competitivas no futuro próximo – o futuro da disrupção, da transformação digital, conforme colocam consultorias globais como Gartner e IDC.

E se a sua empresa ainda não pensou em SDN, é bom começar a dar atenção a este assunto e se preparar para sua adoção. Para facilitar o caminho, sugiro alguns passos:

– Diagnostique sua rede. Tenha noção de todos os ativos, dispositivos, recursos e pessoas envolvidos. Isso facilitará o mapeamento da automatização necessária.

– Adote iniciativas de automatização de gerenciamento – pode ser de dispositivos, sistemas, até de elementos da própria rede. Isso colocará a empresa no caminho da implantação do SDN, ou de qualquer outra cultura de redução da intervenção manual, sem traumas.

– Avalie os fornecedores, escolha aquele que estiver mais apto a analisar seu negócio de forma a incrementar a rede, mas não inutilizar os investimentos legados.

– Defina políticas de segurança específicas para a rede definida por software, pois os requisitos são diferentes da rede física.

– Capacite seu time para o novo modelo de gestão de rede. Inovação requer gerenciamento e qualificação.

Isto posto, prepare-se para a melhoria que o SDN trará aos negócios. Espere benefícios como maior agilidade do time de TI, mais aplicação deste mesmo time às demandas de negócio, flexibilidade na engenharia da rede, agilidade nas mudanças necessárias à infraestrutura de TI, mais produtividade.

Um cenário convidativo, promissor e cada vez mais próximo.

Fontes:
http://www.juniper.net/us/en/dm/sdn-nfv-executive-report/
http://corporate.canaltech.com.br/noticia/redes/as-diferencas-entre-sdn-e-nfv-65583/
https://www.binarionet.com.br/blog/recomendacoes-para-adotar-sdn-com-tranquilidade/

Cidades Digitais – TI para um mundo mais inteligente e funcional

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Lincoln Netto é Engenheiro de Soluções do Grupo Binário

A sociedade está cada vez mais consciente do papel da tecnologia em todas as áreas da sua vida. A transformação que a revolução tecnológica proporciona, seja nos segmentos de trabalho, saúde, educação, transporte, alimentação ou segurança, abriu as portas para que as Cidades Digitais tomassem força pelo mundo.

Para que uma cidade seja considerada digital é fundamental que ela atende alguns pré-requisitos como sinal de internet gratuito em todo território ou em determinada área; disponibilidade de ferramentas que executem serviços de atendimento online ou ligação de órgãos e prédios públicos por meio de cabeamento óptico.

Você sabe onde estão as Cidades Digitais? Um estudo da Huawei destacou os locais que desenvolveram os projetos digitais mais inovadores. Londres e Bristol ocupam o topo da lista, na frente de Birmingham, Glasgow, Manchester e Milton Keynes, cidades do Reino Unido. Para termos uma ideia, Londres lidera um esquema de cobrança para veículos motorizados em zonas de congestionamento, além de uma série de outros sistemas que facilitam a vida dos motoristas.

Por aqui, São Paulo implantou recentemente o pagamento por celular para estacionamento de carros em uma das quase 40 mil vagas públicas existentes. O funcionamento da ferramenta é simples, pois exige apenas que o motorista baixe um aplicativo no celular. Com isso, ao estacionar é necessário informar a placa do veículo e o tempo que deseja deixar o carro no local. O condutor é avisado quando o prazo estiver encerrando. Mas não para por aí, pois ao que tudo indica, para um futuro próximo, os motoristas poderão adquirir os créditos digitais em locais físicos, como bancas de jornal, por exemplo. Assim, o usuário informará ao estabelecimento a placa do veículo e obterá o crédito.

Esses e outros exemplos devem ser impulsores para que o mundo utilize de forma mais inteligente os dados e a tecnologia disponíveis, como é o caso de Bristol, a sexta cidade mais populosa da Inglaterra, que disponibiliza de dados abertos a pilotos com carros autônomos. As Cidades Digitais se dão pela combinação da inovação tecnológica, técnica e estratégia capaz de desenvolver projetos que beneficiem a vida da sociedade e a evolução da cidade como um todo, integrando as áreas e informações.

O Brasil segue seu caminho a passos lentos, claro, mas o importante é que não estamos parados. No Rio de Janeiro, há um centro de operações com 30 órgãos que monitoram o cotidiano da cidade durante 24 horas. A intenção é atender com mais agilidade incidentes e ocorrências, além de monitorar chuvas fortes passíveis de acarretar desastres naturais e acidentes de trânsito. São cerca de 560 câmeras espalhadas pela cidade. Outro exemplo de evolução é a prefeitura de São José dos Campos que, em parceria com a Ericsson, implantou uma plataforma que conecta 500 câmeras por 160 Km de fibra óptica para monitoramento 24/7.

Entre as tecnologias utilizadas nas Cidades Digitais estão soluções de infraestrutura e comunicações, como recursos ponto-a-ponto, que atuam por meio de rádios que funcionam nas frequências de 4.9 Hz, 5.4 Hz e 5.8 Hz. Com isso, é possível interligar as estações, inclusive nos pontos mais remotos. Esse caminho é ideal para locais que demandem a conexão sem fio como escolas e hospitais, por exemplo. A tecnologia Wi-fi é a mais utilizada, pois oferece uma conexão em alta velocidade e sem fios a uma frequência de 2.4 Ghz e 5.8 Ghz e uma taxa de transmissão de dados de 54 Mbps. Para grandes áreas urbanas que dependem da velocidade na conexão, o mais indicado é a tecnologia Wimax, de banda larga que também opera sem fio, mas com um alcance consideravelmente mais longo.

Soluções em nuvem para armazenamento de grandes quantidades de dados, infraestrutura de rede para dar sustentação às soluções e sistemas utilizados para fornecer serviços aos moradores, ferramentas de controle e gestão, segurança para toda esta gama de ferramentas digitais: a TI está disponível para fornecer o arsenal de recursos que as Cidades Digitais precisam para existir. Tudo isso pode tornar a vivência nas cidades muito mais aprazível, produtiva, estratégica, com benefícios para áreas das mais diversas, como transporte, saúde, educação, segurança pública, entre outras.

Falar em Cidades Digitais é falar na construção de um mundo mais inteligente, e a tecnologia é o cerne para atingir este objetivo.

A tecnologia em prol da educação

Cleber Calegari é Diretor Comercial - Educação do Grupo Binário

Cleber Calegari é Diretor Comercial – Educação do Grupo Binário

O maior desafio das instituições de ensino é aprimorar sua capacidade de gestão, o que envolve uma série de processos como otimizar recursos financeiros, agilizar a tomada de decisões estratégicas e garantir a segurança das informações e dos dados da organização. Ao mesmo tempo em que as soluções tecnológicas estão disponíveis a toda e qualquer instituição que necessita aprimorar esses fatores com ferramentas eficazes, o receio de que as mesmas substituam os educadores se torna um dos empecilhos para que as instituições evoluam.

Com relação à aprendizagem, ainda que a escola tenha mais autonomia nos processos educacionais, nenhuma transformação será eficaz sem educadores e profissionais da tecnologia que direcionem essas novas ferramentas juntos. O mesmo ocorre com a gestão da instituição, que necessita de gestores capacitados para administrar os novos instrumentos em prol da melhoria de todos os processos de forma integrada.

A tecnologia agrega não apenas valor à educação, mas proporciona uma nova forma de pensar e enriquecer as estratégicas pedagógicas e administrativas. Além disso, as ferramentas de inovação fortalecem a segurança e a precisão das informações de alunos, pais, comunidade, condições financeiras das famílias, etc. São esses dados que farão com que a organização execute seu papel enquadrada na realidade em que vive de fato.

Outro ponto fundamental refere-se à integração de todos esses dados em uma única solução, o que otimiza não apenas o tempo, mas a produtividade dos colaboradores e a possibilidade de que os gestores não se prendam ao operacional, direcionando sua expertise ao gerenciamento estratégico da instituição.

A gestão escolar por meio da inovação é fundamental para que as instituições sobrevivam não apenas à crise, como também aos desafios do tempo e da transformação da educação, processos essenciais para a evolução da sociedade.

Acompanhar ao mesmo passo tudo isso é o segredo para permanecer ativo e otimista diante do mundo em transformação constante. Nesse ecossistema de mudanças, multiplicidade e integração são os pilares do novo modelo educacional que precisamos construir com urgência não apenas no Brasil, mas no mundo todo.

Se antes podíamos dizer que os gestores não sabiam do que a tecnologia era capaz no quesito gerenciamento, hoje essa justificativa não cabe mais. Uma pesquisa realizada pela ADVANCE revelou que 95% dos entrevistados consideram a tecnologia como fator relevante para amenizar os efeitos da crise. Além disso, 84% deles estão insatisfeitos com seu Sistema de Gestão Educacional, considerando justamente a confiabilidade e a integração como pontos fracos.

Se mais de 62% dos entrevistados utilizam um sistema desenvolvido dentro da instituição, por que não abrir espaço para as ferramentas e soluções que foram criadas especificamente para o mercado educacional? É preciso mudar essa cultura com urgência, visto que o estudo também apontou que a maioria não pretende trocar de sistema, ainda que seja ineficiente e inoperante para a organização.

Portanto, investir em tecnologia é dizer sim para uma gestão participativa, uma mudança de contexto nas organizações já ultrapassadas e na dinâmica de ensino, que também não acompanha as novas gerações cheias de conhecimento, curiosidade e, claro, tecnologia.

Se a inovação tecnológica transformou a maneira como as pessoas consomem, trabalham, se divertem e se relacionam, por qual motivo a educação não acompanha esse processo? O fato é que temos um caminho valioso pela frente que passa pela gestão inteligente das instituições, pela comunicação eficiente com os alunos, metodologias ativas no ensino e pelos mais diferentes recursos educacionais interativos.

http://startupi.com.br/2016/06/tecnologia-vai-mudar-o-cenario-da-educacao-no-brasil/

http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/118249/tres-tendencias-da-tecnologia-que-nos-levarao-a-educacao-do-futuro

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2015/10/22/1132674/principais-tendencias-educacao-futuro.html

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2075

http://unifia.edu.br/revista_eletronica/revistas/educacao_foco/artigos/ano2011/gest_tec.pdf