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Cloud Computing – Adoção e Maturidade

João Vitor

João Victor Soares, Cloud Architect.

A Tecnologia é o alicerce de todo e qualquer negócio na atualidade e a expansão das empresas está diretamente ligada ao uso inteligente dos benefícios que ela proporciona. A questão a ser discutida não é mais se as empresas ainda precisam investir em Data Center para acompanhar o ritmo da transformação digital, mas de que forma devem usufruir da Tecnologia em Nuvem.

É evidente que os Data Centers são mais caros, pois não estamos falando apenas em custo de hardware, mas também em mão de obra especializada, espaço físico apropriado para os equipamentos e, claro, energia. Por essas e outras razões é que a Computação em Nuvem ganha espaço nas organizações, otimizando o uso de recursos e aumentando a produtividade por meio de um sistema com alta disponibilidade, com grande segurança e menor custo.

A partir do momento em que sua infraestrutura de Data Center começa a se tornar obsoleta, muitas empresas começam a considerar a possibilidade de migração para nuvem em detrimento de investir na renovação de seu parque.

No entanto, um ponto importante deve ser levado em consideração  nesse momento de mudança. Muito embora a tecnologia de nuvem esteja tomando espaço pelo mundo, muitas empresas não compreenderam ainda os benefícios desse caminho. Há de se entender a diferença entre adotar o sistema e utilizá-lo para obter resultados precisos.

Um estudo global divulgou que 68% das empresas já aderiram à tecnologia de nuvem, porém, quase 70% destas não utilizam tal tecnologia de forma estratégica, ou seja, não geram resultados.

Os dados indicam ainda que apenas 3% das organizações utilizam a tecnologia de nuvem para geração de resultados de negócios superiores. Tais organizações veem um “benefício anual por aplicativo baseado em nuvem de US$ 3 milhões em receitas adicionais e US$ 1 milhão em economia de custos”.

O estudo ainda concluiu que 95% dessas empresas conseguiram adquirir um ambiente de TI híbrido, que maneja suas demandas entre múltiplas nuvens públicas e privadas, além de não focar apenas na inovação de uma forma geral, o que implica em gestão eficaz baseada na economia e nas políticas de governança.

Já está na hora de vencer o segundo desafio da Nuvem: saber utilizá-la. Vale lembrar que gigantes já aderiram à Computação em Nuvem e sabem exatamente onde e como utilizar o que a tecnologia propõe: Coca-Cola, SulAmérica, The Hartford e Pearson são apenas alguns exemplos.

Você vai questionar: Mas essas são empresas mundiais e a minha é uma organização pequena. Todas as empresas começaram como a sua e o que vai fazer você chegar lá é saber modelar o que as grandes fizeram. Lembre-se que a Computação em Nuvem é para qualquer porte e deve ser utilizada por toda organização que deseja reduzir custos, compartilhar infraestrutura avançada em TI, trabalhar com acessibilidade, além de expandir os negócios e alcançar o seu lugar ao sol.

http://blog.safetec.com.br/cloud-computing/o-que-e-cloud-computing/

http://computerworld.com.br/69-das-empresas-ainda-nao-possui-estrategias-maduras-de-nuvem

http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/119659/4-beneficios-financeiros-da-nuvem-para-os-negocios

Política de Segurança da Informação não pode esquecer do USB

alex-vieira

Alex Vieira, Analista de T.I.

Dos mais de 398 milhões de ataques de malware registrados na América Latina entre agosto de 2015 e agosto de 2016, mais de 82% ocorreram offline, por meio de USBs contaminados, pirataria de softwares ou outros meios

O dado, resultante de uma pesquisa feita por um fornecedor global de soluções de segurança, revela a importância da inclusão dos dispositivos não conectados à Política de Segurança da Informação (PSI) das empresas.

Se é importante proteger as redes, e-mails, sistemas online, diretórios e controlar todos os acessos web, mantendo um arsenal de firewall, antivírus, IPS, filtros de bloqueio de sites, antispam e afins, também é fundamental manter olho vivo sobre os dispositivos utilizados dentro da organização: o perigo pode morar bem ao lado, naquele pen drive plugado para armazenamento de documentos ou naquele inocente smartphone conectado ao PC para transmissão de fotos.

Políticas de segurança para estratégias BYOD são vitais neste sentido, já que, ao permitir que os funcionários utilizem equipamentos pessoais para realizar tarefas profissionais as empresas abrem espaço para riscos – que, é claro, podem ser gerenciados, tornando o BYOD uma ação controlada e produtiva.

O risco dos dispositivos offline reside na possibilidade de vazamento ou perda de dados, já que um usuário mal intencionado pode utilizar tais equipamentos para levar para fora da empresa conteúdos internos sem seu consentimento. Isto, obviamente, se tais conteúdos ou dispositivos não estiverem sendo monitorados.

Além disso, há o risco de dispositivos autorizados a armazenarem e trafegarem dados corporativos serem perdidos ou roubados, caindo nas mãos de quem possa fazer mau uso deles.

Para garantir segurança total da informação, a PSI deve estar embutida nos processos de negócios em várias camadas, do dispositivo ao aplicativo e ao usuário. Ações como autenticação de usuário e criptografia, ferramentas para gerenciamento de dispositivos móveis (MDM), recursos de delimitação geográfica, limpeza remota e rastreamento de equipamentos são aliados na busca pela proteção integral das informações de uma empresa.

O mais importante é que a PSI esteja clara para todos os usuários. De nada adiantará um aparato completo de soluções e ações se os colaboradores não estiverem cientes de como agir para proteger os dados e redes da companhia.

O recurso humano é o principal componente da PSI, e investir em uma política clara, objetiva e forte de correto uso de USB, download, acesso aos recursos da rede, armazenamento e backup é a forma mais assertiva de garantir tranquilidade e continuidade ao negócio.

Conscientização em primeiro lugar

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprises

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprise

A transformação dos dados da empresa acontece em tempo real. Com um volume maior e contínuo de troca de informações dentro das organizações, proteger os documentos não é mais questão de segurança somente, mas requisito fundamental para permanecer ativo no mercado corporativo.

Já sabemos que a base da proteção de dados e segurança da informação dentro da empresa fica por conta do usuário, ou seja, o primeiro passo para que os dados estejam protegidos é garantir que os colaboradores tenham isso como prioridade. Um estudo do Instituto Ponemon revelou que apenas 39% dos colaboradores questionados tomam todos os passos necessários para proteger esses dados. Em 2014 o percentual era de 56%, o que nos indica urgência no trato do assunto.

A mesma pesquisa revelou que 52% dos funcionários acreditam nas políticas contra o uso inadequado dos dados da empresa em que trabalha. Porém, apenas 35% afirma que a organização promove uma política de proteção de dados que realmente aconteça.

Mas de que forma sua empresa pode proteger realmente suas informações? Diversas soluções agregam segurança às demandas de toda e qualquer área de instituição. A computação em nuvem é uma boa ideia para que troca de dados seja gerenciada com eficácia.

Além disso, as soluções disponíveis no mercado permitem monitorar os dispositivos e todo conteúdo armazenado, gerado e trocado dentro deles. Vale lembrar que o custo alto dos investimentos em infraestrutura, implantação, além de treinamento da equipe, diminui consideravelmente com esse tipo de tecnologia.

É preciso salientar que a utilização de criptografia, senhas, VPNs ou termos de confiabilidade de forma separada também não irá auxiliar na proteção de suas informações. O conjunto de ações aliado às soluções tecnológicas e, mais ainda, à conscientização dos colaboradores é que garantem excelência nesse importante quesito corporativo.

Ainda sobre a conscientização e na urgência de uma mudança nesse sentido, a companhia que tiver regras para que os colaboradores estejam preparados para lidar com as informações da empresa é que seguirão fortes no mercado.

Com regras esclarecidas entre todas as áreas da organização, escritas e ditadas na contratação, ferramentas apropriadas para cada empresa e uma força-tarefa que deve partir da diretoria (exemplo é fundamental), muito possivelmente conseguiremos melhorar esses dados para os próximos anos.

Fontes:

 

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI307528-17157,00-COMO+PROTEGER+OS+DADOS+DA+MINHA+EMPRESA.html

http://ipnews.com.br/seguranca-de-dados-em-nuvem-ainda-e-um-desafio-para-as-empresas-diz-pesquisa/

http://computerworld.com.br/apenas-39-dos-funcionarios-protegem-dados-corporativos-aponta-pesquisa

Foque no que pode dar certo

Ary Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

Ari Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

 

Sua empresa está acompanhando a real transformação digital que vivemos atualmente? Segundo pesquisa divulgada pelo Gartner, apenas 41% dos profissionais de Tecnologia da Informação confiam que sim, que estão prontos para os negócios digitais nos próximos dois anos.

E mesmo que os profissionais focados diretamente em estratégias digitais possuam a fórmula certa para aplicar os benefícios desta transformação em suas demandas, qual espaço eles têm para isso?

Vale lembrar que não estamos falando apenas de automação de demandas embora seja fundamental otimizar o tempo e aumentar a produtividade. A transformação digital inclui, além da transformação dos processos desde o modelo de negócio até a sua execução, uma nova forma de pensar a empresa.

O impacto pode ser medido no que a sociedade nos apresenta todos os dias com os números impressionantes que cercam o uso da internet das coisas, por exemplo. O consumidor mudou e sua forma de comprar tomou outras proporções, são clientes ativos, atentos e que requerem resposta imediata para todo e qualquer processo que envolve o produto ou serviço que estão adquirindo.

Ainda de acordo com o Gartner, a maioria dos setores de tecnologia não está pronta para as transformações dos novos negócios digitais, sendo que 91% dos profissionais de TI estão cientes de sua importante função nessa transformação (que acontece dentro e fora da sua empresa).

Porém, 59% reconhecem que seus departamentos estão despreparados para os negócios digitais previstos para os próximos dois anos. A mesma pesquisa revelou também que as áreas de tecnologia mais influentes nas demandas de tecnologia são computação em nuvem, analytics, mobilidade e segurança.

Que o mundo digital chegou não é novidade para ninguém, mas o quão preparado você está para enfrentá-lo? E sua equipe? Pense sobre isso, pois não se trata mais de um diferencial, mas de uma regra básica de sobrevivência: se acompanhar a transformação é uma coisa e participar dela é outra bem diferente.

Caso escolha a segunda opção, é necessário caminhar para frente, ainda que a crise dite um caminho no sentido contrário. Utilize a crise a seu favor e faça dela uma ponte confiável para que sua empresa cresça e se desenvolva além das expectativas. Chegou a hora de sair da zona de conforto e esquecer o que pode dar errado.

Foque no que pode dar certo! E claro, acredite nisso.

http://www.transformacaodigital.com.br/

 

http://computerworld.com.br/ti-se-sente-despreparada-para-negocios-digitais-indica-gartner

 

http://computerworld.com.br/quatro-pilares-fundamentais-para-transformacao-digital-na-america-latinaAry Montoya é Gerente Comercial do Grupo Binário

Pequena empresa, grande preocupação

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Lincoln Netto é Solution Engineer do Grupo Binário

Um estudo da Juniper Research, divisão de pesquisas de nosso parceiro Juniper Networks, mostrou que 85% das pequenas e médias empresas analisadas acredita estar segura contra ciberataques. O índice inclui até mesmo aquelas companhias que já foram atingidas por algum hacker – aliás, tais empresas são metade dos entrevistados.

Conforme o estudo, o que leva à crença da segurança é o porte: as PMEs acreditam que por não serem grandes não atraem atenção dos cibercriminosos.

Ledo engano: só em 2015, um levantamento da FIESP mostrou que as micro, pequenas e médias empresas foram o alvo favorito de hackers no Brasil, sendo vítimas de 65,2% dos ataques cibernéticos sofridos no país com foco na área financeira.

Um fato favorecido pela vulnerabilidade a que se expõem as PMEs, tanto por desconhecimento dos perigos da rede, quanto por ignorar as tecnologias que estão a seu alcance para protege-las.

Muitas vezes o erro está dentro de casa, com a falta de uma política de segurança da informação, descontrole de acesso a dados, dispositivos e redes, falta de gerenciamento dos usuários e funções. De fato, só 50% das PMEs entrevistadas pela Juniper orientam os colaboradores sobre questões de segurança.

Além disso, faltam profissionais dedicados a pensar e aplicar ferramentas de proteção da informação. É claro que o orçamento das PMEs é reduzido, e, portanto, muitas vezes um profissional não poderá ser destinado unicamente para a segurança da informação, mas é imprescindível que algum dos membros capacitados da firma esteja atento a esta área, inclusive para analisar as tecnologias disponíveis e tomar decisões assertivas sobre investimentos.

Comprar a solução apropriada ao tipo de proteção necessária para cada negócio é fundamental. Nem sempre aquele antivírus famoso fará todo o serviço. Nem sempre a solução ideal é a mais cara – nem a gratuita, que é opção favorita de muitos micro, pequenos e médios negócios.

O pulo do gato é investir bem, analisar as necessidades específicas da empresa e determinar as soluções necessárias para tais gargalos. Lembrando-se sempre que:

– Cibercriminosos dão atenção, sim, a PMEs. Aliás, muitas vezes eles as preferem, já que seus sistemas modestos de segurança da informação são mais fáceis de atacar.

– Relatório da Kaspersky Lab indica que, muitas vezes, pequenas empresas são usadas por cibercriminosos para atacar companhias maiores. A pouca proteção das pequenas redes facilita o ataque, o que facilita o caminho dos ciberespiões para chegar a multinacionais por meio de seus parceiros, fornecedores ou mesmo clientes.

– Como são redes pequenas, muitas vezes um só ataque pode fazer com que uma PME perca todo seu banco de dados, ou tenha todos os seus sistemas afetados, podendo paralisar ou encerrar operações.

– Em geral – com exceção de golpes de retaliação –, os cibercriminosos são pouco seletivos e lançam seus golpes de forma pulverizada. Ou seja: o alvo é vasto, e onde houver uma brecha de segurança, seja ela no grande ou no pequeno negócio, haverá uma vítima.

– Globalmente, o número de ataques virtuais aumentou 38% em 2015. Só no Brasil, país mais atacado da América Latina, o crescimento foi de 274%, indica estudo da PwC. Tem hacker para todo mundo.

– Pesquisa mostra que 96% das organizações globais são atacadas por criminosos virtuais anualmente sem sequer ficarem sabendo das invasões.

O foco na segurança da informação tem que ser constante, seja qual for o porte ou segmento da empresa. Estar atento às tecnologias para proteger redes e dispositivos é imprescindível para a continuidade dos negócios.

Compliance e segurança têm de andar de mãos dadas

Bruno Adorno é Gerente Comercial da B.U. de Segurança do Grupo Binário

Bruno Adorno é Gerente Comercial da B.U. de Segurança do Grupo Binário

Compliance é vital – obedecer requisitos, normas e prazos setoriais, econômicos, fiscais e outros é mandatório para qualquer empresa que não queira correr risco de punições ou multas por descumprimentos legais.

Entretanto, o cumprimento de tais obrigações não pode ser a única preocupação da companhia. Mais do que isso, a definição de uma política de compliance, detalhada em estratégias e ações e atrelada ao plano de segurança da informação, é fundamental.

Muitas vezes, os profissionais se veem pressionados a cumprir prazos, regras e obrigações legais. Neste cenário, a chance de erros em relação à segurança aumenta, já que para não desobedecer as regras de compliance as equipes podem recorrer a procedimentos e tecnologias não usuais, ou seja, que estão fora do escopo de monitoramento.

E isso pode ocorrer até mesmo com o consentimento da gestão: não é raro as empresas decidirem pela aquisição de soluções externas para gerenciamento de compliance. Se tais softwares não forem incluídos nas políticas de segurança imediatamente pode-se estar a um passo de um problema sério.

Não caia no erro de repassar ao fornecedor a responsabilidade por adequar o software ou serviço às regras de segurança e gestão da empresa. É a própria companhia que deve inserir a ferramenta contratada a suas estratégias de proteção de dados, redes e dispositivos. Só assim estará garantido o monitoramento correto, que poderá evitar falhas e brechas passíveis de expor a organização a riscos cibernéticos.

Outro engano a ser evitado é a estratégia de proibição total. Cortar acesso geral a uma ou outra ferramenta ou diretório, a dispositivos USB e outros, só fará com que colaboradores que eventualmente precisem acessar tais recursos encontrem maneiras de fazê-lo, seja adotando caminhos alternativos, seja utilizando soluções de fora do escopo da companhia, o que abrirá os flancos da segurança e se tornará um caminho para os criminosos virtuais.

Criar exceções às regras de controle de acesso também é arriscado. Se uma vez, para cumprir determinado prazo, um colaborador recebe acesso a uma ferramenta ou local a que geralmente não tem, isso pode auxiliar na tarefa pontual, mas tende seriamente a se tornar um perigoso padrão.

Isto porque prazos apertados, desafios de compliance, ocorrerão outras vezes, e novamente será solicitado à TI que faça a liberação de exceção, o que também pode abrir portas para o vazamento de dados ou invasão de sistemas.

Então, o que fazer? Um bom começo é fazer um mapeamento seleto e inteligente dos dados, utilizando tecnologias que permitam garimpar conteúdos relevantes de acordo com parâmetros pré-estabelecidos. Isso permitirá detectar falhas e fraudes mais rapidamente, agilizando a ação de contenção.

Além disso, contar com bons profissionais e tecnologias para gestão de compliance e risco é fundamental. Nisso, a decisão pode ser por ter estes recursos em casa ou terceirizar, mas é preciso ter em mente que o outsourcing nesta seara não é tão simples, já que as leis, tributos, normas e regras dos mais diversos setores da indústria não param de mudar. Ou seja, se decidir pela terceirização, certifique-se de encontrar um parceiro comprometido com atualização e foco no seu negócio.

Gestão de compliance aliada à gestão de segurança da informação é uma receita básica para o bom funcionamento de uma empresa, seja ela de que segmento for. Tendo isto sob controle, será mais assertivo gerir os negócios sem o risco de sustos ou perdas prejudiciais. Pense nisso.

Fontes:

http://cio.com.br/gestao/2016/09/06/compliance-quatro-erros-comuns-que-devem-ser-evitados/

http://itforum365.com.br/blogs/post/113864/seguranca-e-fator-critico-para-compliance-da-informacao

http://cio.com.br/opiniao/2014/10/03/desafios-de-compliance-com-outsourcing/

 

 

Cresce a importância da mobilidade corporativa

Diego Souza é Supervisor de TI do Grupo Binário

Diego Souza é Supervisor de TI do Grupo Binário

Em 2015 o celular ultrapassou, pela primeira vez, o computador como dispositivo mais utilizado para acessar a Internet no Brasil. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2015 do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), dentre os internautas com 10 anos de idade ou mais, que compõem 58% da população, 89% usam o telefone para navegar na web, contra 65% que o fazem pelo desktop, notebook ou tablet.

No total dos usuários de Internet, 35% acessaram a rede apenas pelo celular no ano passado.

Dados que elevam a importância da definição de estratégias de atuação planejada no ambiente mobile. As empresas precisam dar atenção a este nicho, ou ficarão para trás na corrida contra a concorrência.

Se o acesso à web via celular cresce, isso só demonstra uma coisa: seu público, seja você fornecedor do que quer que seja, está, cada vez mais, lá. Lá, no ambiente online. Lá, no dispositivo móvel. Lá, em uma plataforma dinâmica, ágil, portátil, que permite conexão e usabilidade em qualquer lugar e onde seu negócio deveria estar também.

Porém, para estar no ambiente móvel, é preciso ter planejamento. Cercar-se de boas ferramentas para garantir produtividade neste âmbito é fundamental. Tecnologias para trabalho móvel estão disponíveis no mercado e são uma verdadeira mão na roda para ajudar empresas, colaboradores e gestores a realizar tarefas a partir de qualquer lugar, com conforto, agilidade e segurança.

Falando em segurança, este é um item que não pode ficar em segundo plano quando se fala em mobilidade corporativa. Se é verdade que utilizar os dispositivos móveis tanto para trabalhar quanto para atingir stakeholders é importante, também o é que garantir a proteção dos dados das empresas é fundamental.

Assim, ferramentas para gerenciamento do ambiente móvel, gestão de acesso e de usuários, bem como softwares de segurança contra ameaças cibernéticas são essenciais e devem estar na planilha de investimentos de quem se prepara para adotar ou evoluir sua estratégia mobile.

Há tempos que os dispositivos móveis deixaram de ter papel somente instrumental, corriqueiro, de comunicação.

Embora esta seja, sim, sua atribuição de base, tais equipamentos são hoje plataformas para disseminação, uso e oferta de aplicações de negócio, produtos, serviços.

Adentrar a mobilidade é garantir aumento da produtividade e da visibilidade dos negócios. É aproximar-se de um público cada vez mais vasto, ampliando o escopo de relacionamento das empresas e, com isso, ganhando respaldo, influência e credibilidade.

Não é à toa que a mobilidade corporativa só faz crescer no país: conforme dados da Embratel, os smartphones já são mais de 60% dos dispositivos fornecidos pelas Teles às empresas e mais de 70% das companhias com mais de 100 colaboradores usam celulares e smartphones corporativos.

A mobilidade é uma aposta certeira, voltada ao crescimento e ao sucesso. Vale a pena investir nesta ideia.

Não basta capturar dados, é preciso saber usá-los

Cleber Calegari é Diretor Comercial - Educação do Grupo Binário

Cleber Calegari é Diretor Comercial – Educação do Grupo Binário

Da era em que a tecnologia era uma ferramenta que automatizava determinadas demandas nas empresas até a atualidade, um grande caminho foi percorrido. Das grandes e pesadas máquinas aos menores dispositivos do mundo, a evolução tecnológica se tornou a chave para que as organizações alcançassem posições que antes eram inimagináveis. No entanto, uma questão sempre esteve no centro estratégico dos negócios: os dados.

Muitas empresas obtêm informações estratégicas, porém, a maioria não tem noção de como utilizá-las com eficiência. É imprescindível compreender que os dados reunidos de forma eficaz e segura geram decisões fundamentais para o crescimento da empresa.

O volume de informação é intenso e se modifica com facilidade. Além disso, investir na solução correta é fundamental para que a mesma seja aproveitada por completo. Muitas empresas não escolhem suas ferramentas de acordo com as reais demandas e acabam tendo prejuízo quando analisado o seu custo-benefício.

Quanto mais rapidamente as informações forem capturadas, analisadas e estrategicamente utilizadas, maior será o poder competitivo da empresa. Por isso, há uma grande vantagem das organizações que implantam sistemas informatizados, pois o tempo em que as outras perdem verificando e analisando dados é o mesmo que as concorrentes que usufruem da tecnologia usam para tomar as decisões que geram os resultados.

A grande preocupação das empresas se dá pela crença de que todas as tecnologias são caras. Além disso, as mesmas desconhecem que para todo tipo de organização há uma ferramenta que se encaixa tanto no valor como no que foi predestinada a fazer por quem a contratou. Ademais, o preço que se paga por não contratar é muito maior.

Estamos falando em otimizar tempo e aumentar produtividade, claro. No entanto, esses investimentos também interferem na relação com o cliente, pois, se bem aproveitados, os dados podem corrigir falhas e aumentar a confiança na marca de uma empresa, por exemplo. Para isso, além da ferramenta ideal, é necessário contratar os profissionais certos e capacitar a equipe para a compreensão da importância desse processo.

Sucesso sem tecnologia não existe e tecnologia sem investimento é impossível.

Grupo Binário

A gestão de qualquer negócio é peça-chave para que o sucesso aconteça e isso já não é novidade para ninguém. O que precisamos debater com continuidade é as formas de fazer isso e como as coisas estão se transformando. Somente com o debate acirrado poderemos chegar a algum lugar.

Para falarmos de sucesso é claro que precisamos abordar a gestão do negócio. Porém, não há como discorrer sobre gestão sem falar em Tecnologia. A Alberdeen Research divulgou um estudo que revela que empresas que utilizam software para auxiliar na gestão do negócio são 73% mais produtivas do que as que não o fazem, e têm redução de 18% nos custos operacionais e de 16% nos custos administrativos.

Somente nesses dados já temos os dois termos em um: para uma gestão de excelência é preciso uma ferramenta tecnológica que aumente a produtividade reduzindo o tempo gasto. Outra pesquisa importante, feita pela TNS Research, revelou que empresas de 11 países que investem em tecnologia têm crescimento que chega a 53% a mais em receita do que as demais.

Portanto, já temos aí informações suficientes para defender com afinco o investimento em tecnologia. Porém, claro, sabemos que um dos maiores desafios da tecnologia é provar o ROI. No entanto, é necessário fazermos um cálculo que vai além do que os empresários enxergam em um primeiro momento.

Mas afinal, qual o preço de não investir em tecnologia?

Não automatizar demandas utilizando mão-de-obra no lugar de softwares é voltar ao passado e ficar fora da corrida pela competitividade. Quando as pessoas operam atividades que não precisam ser manuais, elas deixam de pensar o estratégico e o custo disso é consideravelmente maior do que seria com um investimento inteligente na gestão tecnológica da organização.

Se a compra de uma solução, independente de qual área seja aplicada, significa um custo para a empresa, a não utilização de tecnologia, com certeza, será maior. Além de representar muito mais prejuízo de tempo e produtividade, também torna a operação mais arriscada, pois a segurança dos dados está diretamente relacionada aos erros humanos.

O mercado oferece soluções que lidam de forma eficaz com uma gama de demandas. Tecnologia serve não somente para reduzir falhas, como já disse, mas também reduzindo o tempo gasto com operações manuais e permitindo voltar o foco para tarefas que envolvam criatividade.

Se você ainda tem dúvidas quanto ao otimizar ou não sua empresa, por favor, reveja seu conceito. As coisas mudaram e exigem que sua postura acompanhe o processo para seguir em frente. Sucesso sem tecnologia não existe e tecnologia sem investimento é impossível. Portanto, seja competitivo, ativo e inteligente para alçar voos mais altos e certeiros.

Fontes:

https://endeavor.org.br/gestao-de-ti/

http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/a-importancia-da-tecnologia-de-informacao-nas-organizacoes/44712/

http://www.consist.com.br/consist/web/index.php/1/691/noticias-e-eventos/a-vantagem-competitiva-de-uma-eficiente-gestao-de-pessoas

Conscientização em primeiro lugar

Grupo Binário

A transformação dos dados da empresa acontece em tempo real. Com um volume maior e contínuo de troca de informações dentro das organizações, proteger os documentos não é mais questão de segurança somente, mas requisito fundamental para permanecer ativo no mercado corporativo.

Já sabemos que a base da segurança da informação dentro da empresa fica por conta do usuário, ou seja, o primeiro passo para que os dados estejam protegidos é garantir que os colaboradores tenham isso como prioridade. Um estudo do Instituto Ponemon revelou que apenas 39% dos colaboradores questionados tomam todos os passos necessários para proteger esses dados. Em 2014 o percentual era de 56%, o que nos indica urgência no trato do assunto.

A mesma pesquisa revelou que 52% dos funcionários acreditam nas políticas contra o uso inadequado dos dados da empresa em que trabalha. Porém, apenas 35% afirma que a organização promove uma política de proteção de dados que realmente aconteça.

Mas de que forma sua empresa pode proteger realmente suas informações? Diversas soluções agregam segurança às demandas de toda e qualquer área de instituição. A computação em nuvem é uma boa ideia para que troca de dados seja gerenciada com eficácia.

Além disso, as soluções disponíveis no mercado permitem monitorar os dispositivos e todo conteúdo armazenado, gerado e trocado dentro deles. Vale lembrar que o custo alto dos investimentos em infraestrutura, implantação, além de treinamento da equipe, diminui consideravelmente com esse tipo de tecnologia.

É preciso salientar que a utilização de criptografia, senhas, VPNs ou termos de confiabilidade de forma separadas também não irá auxiliar na proteção de suas informações. O conjunto de ações aliado às soluções tecnológicas e, mais ainda, à conscientização dos colaboradores é que garantem excelência nesse importante quesito corporativo.

Ainda sobre a conscientização e na urgência de uma mudança nesse sentido, a companhia que tiver regras para que os colaboradores estejam preparados para lidar com as informações da empresa é que seguirão fortes no mercado

Com regras esclarecidas entre todas as áreas da organização, escritas e ditadas na contratação, ferramentas apropriadas para cada empresa e uma força-tarefa que deve partir da diretoria (exemplo é fundamental), muito possivelmente conseguiremos melhorar esses dados para os próximos anos.