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Mudanças tecnológicas redefinem o papel dos CIOS

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão do Grupo Binário

O surgimento de tecnologias heterogêneas como smartphones, tablets, PCs, aplicativos de internet, redes sociais e gerenciamento de dados virtual, redefinirá o papel do Chief Information Office (CIO). Essas tecnologias emergentes farão com que o CIO transforme-se em Chief Integration Office e assuma função estratégica mais central nos negócios.  (fonte: CIO)

Essas mudanças vêm ocorrendo com o amadurecimento da mobilidade. As integrações com o IPv6, segurança,  cloud, virtualização massiva e conexões entre o mundo real e virtual trazem mudanças na estratégia das empresas e apresentam novos desafios para os CIO’s. Esses profissionais deverão administrar estrategicamente a chegada, implementação e administração desses meios.

Dentro da mesma seara torna-se ainda mais importante contar com empresas parceiras capazes de integrar este ambiente de forma eficaz e segura. Um dos papéis dos integradores é investir massivamente nessas plataformas para atender os mercados de Enterprise, Governo e Service Providers.

Comunicação digital beneficia profissionais com atitude Y

Eduardo Maffessoni é coordenador pré vendas do Grupo Binário

Hoje, as redes sociais, internet e mídia digital fazem com que fotos, vídeos e informações, que antes ficavam restritas da “porta para dentro”, fiquem disponíveis ao mundo. As pessoas estão menos suscetíveis ao self-control de sua personalidade, afinal, parte de suas vidas podem ser encontradas na internet.

O acesso mais fácil à web permite que pessoas criativas e inteligentes exponham suas ideias, conceitos e métodos de trabalho mais informalmente e abertamente. Com isso, talentos e não talentos ficam mais visíveis, dando oportunidade para empresas selecionarem seus colaboradores.

A área de RH, inteligente e esperta, é aquela que sabe aproveitar esses talentos, hoje mais espontâneos e extrovertidos, se compararmos aos conceitos trabalhistas anteriores ao ano de 2000.

No artigo “Não basta ser da geração Y, é preciso ter atitude Y”, de Roberto Miranda, presidente da Tesa Telecom, esse assunto é debatido. Ele expõe seu alerta à sociedade, que hoje insiste em responsabilizar as novas gerações pelo sucesso ou fracasso no ambiente corporativo. Ele afirma que a considerada geração Y, formada por jovens criativos e bem articulados, possui, sim, em sua personalidade, força suficiente para transformar este ambiente, mas que não devemos focar em uma única geração e nem responsabiliza-lá por tudo. Ele diz:

“O que precisamos, na verdade, são de pessoas de qualquer idade, que acompanham a evolução da sociedade, conhecem os paradigmas do mundo empresarial e criam soluções inovadoras. Profissionais com atitudes Y são fundamentais. É preciso aliar a experiência profissional adquirida ao longo da carreira para gerar novos negócios e isso definitivamente não tem idade!”

Eu compartilho com esse tipo de approach.

O que temos que repensar são os paradigmas baseados em costumes e ética de uma época em que a sociedade era menos exposta e vulnerável.  No século passado, a internet não era popular, e isso fazia com que as pessoas adotassem uma aparência mais “séria” e formal.

Atualmente, as empresas estão mais flexíveis em relação às vestimentas e ao horário de entrada e saída de seus colaboradores, inclusive algumas organizações não exigem que seus funcionários se desloquem até o ambiente de trabalho. Particularmente, concordo com essa visão e prefiro que minha equipe me entregue os resultados sem precisar trabalhar todos os dias de terno e gravata.