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Wi-Fi e Cloud Computing Para Empresa: Como Manter o Acesso Seguro

Tanto a conexão Wi-Fi quanto a computação em nuvem são soluções que podem ser implementadas em todas as empresas, desde que sejam adotadas as devidas regras de segurança

Segurança Wifi e Cloud Computing

O desenvolvimento da tecnologia faz com que novas soluções sejam lançadas, de modo a tornar a vida de todos os usuários muito mais simples e prática. Porém, muitas pessoas ainda são receosas quanto a elas.

No começo, é até normal que haja um certo estranhamento, já que são soluções que ainda não são tão conhecidas no mercado. Porém, quando esse medo continua mesmo depois de um tempo, a situação já pode ficar preocupante.

Duas das soluções que se destacam são o Wi-Fi e o cloud computing. Ambas oferecem a possibilidade de navegar sem fios, e é exatamente isso o que traz desconfiança às pessoas que não conhecem exatamente como é o funcionamento de cada uma delas.

É possível manter total controle sobre a segurança de ambas opções em um ambiente empresarial, para que não haja interceptação de dados e informações. Para isso, porém, é preciso tomar certos cuidados, que farão toda a diferença no perfeito desempenho das redes de internet e computação sem fio.

 

Como Manter a Segurança das Redes Wi-Fi

Uma rede Wi-Fi em um ambiente de trabalho não é exatamente igual à utilizada em uma casa, principalmente se ela oferecer acesso a informações e dados mais sigilosos. Logo, caso ela caia em mãos erradas, os prejuízos podem ser irreversíveis.

Porém, não é apenas esse acesso que representa um risco à conexão: muitos outros detalhes também devem ser observados, ainda mais pelo fato de que seu perfeito funcionamento é determinante para o cloud computing.

Por isso, conhecer os principais cuidados é fundamental.

Utilizando o Computador da Empresa Cuidados

Cuidado Com a Senha

Essa é a dica mais óbvia de todas, mas que nem por isso deixa de ser importante. Sua empresa, o wireless e a mobilidade são coisas que andam juntas, mas é preciso tomar muito cuidado com esse assunto.

A senha do Wi-Fi deve ser restrita apenas aos funcionários, e não liberada para outras pessoas. Para que isso seja possível, é importante conscientizar os colaboradores da confidencialidade dessa informação, já que o acesso de terceiros à conexão também pode prejudicar seu trabalho.

Como é mais seguro prevenir do que remediar, o ideal é trocar a senha periodicamente, para evitar imprevistos.

 

Utilize Redes Wi-Fi Privadas

Se as pessoas soubessem mais sobre as redes Wi-Fi públicas e seus riscos, tomariam muito mais cuidado ao utilizar essas redes. Se como usuário essas redes já são perigosas, quanto mais quando se trata de uma empresa.

Esse tipo de rede nunca pode ser utilizado em um ambiente comercial, já que ela torna mais fácil a invasão de dados e arquivos confidenciais. Pessoas de má fé podem encontrar redes sem fio desprotegidas e interceptar esses dados, o que pode ter consequências drásticas.

Por isso, a conexão deve ser privada, pois isso traz muito mais segurança e permite que a rede seja usada tranquilamente, inclusive com o cloud computing.

 

Tenha Uma Conexão Estável

Quando se trata de segurança, é comum relacionar os problemas com internet apenas com invasões e interceptações, mas existe outro problema que também pode ser muito prejudicial:a instabilidade da conexão.

Imagine a seguinte situação: o colaborador da empresa está em uma ligação importante com um cliente e, para isso, acessa informações através do sistema de cloud computing. Porém, de um minuto para o outro, a conexão cai e ele perde o acesso a todos os dados.

Isso acontece devido à falta de estabilidade da conexão, que faz com que os próprios funcionários da empresa não confiem nela e tenham medo de que ela pare de funcionar justamente naquele momento importante.

Por isso, o melhor a se fazer é investir em uma infraestrutura de boa qualidade, que consiga oferecer tudo aquilo que a empresa precisa. Assim, tanto o sistema de cloud computing quanto a conexão Wi-Fi e até mesmo a cabeada funcionarão perfeitamente.

Wifi e Cloud Computing no seu Computador

Tome Cuidado Com Seu Celular

Esse assunto pode parecer estranho, já que o celular não tem, aparentemente, nenhuma relação direta com o trabalho. Porém, não há como negar isso, principalmente nos dias de hoje.

Muitos colaboradores acessam seus e-mails corporativos pelo celular pessoal, para poder tê-los à mão mais facilmente. Além disso, é possível até mesmo utilizar o cloud computing no celular, o que abre um leque ainda maior de oportunidades.

Logo, como alguns colaboradores acessam dados sigilosos de seus smartphones, eles também merecem toda a atenção e cuidado. Portanto, é essencial que eles sejam desbloqueados apenas com senha, impressão digital, reconhecimento facial ou da íris, que são soluções já disponíveis em aparelhos atuais.

Ao fazer isso, é fechada uma porta importante de acesso aos dados da empresa, que muitas vezes passa despercebida.

Garanta a Segurança dos Dados da Empresa

Ao seguir todas essas dicas, ficará muito mais fácil manter a salvo aquelas informações sigilosas da empresa ou de seus clientes, além de permitir que os colaboradores trabalhem com mais conforto e tranquilidade.

Assim, será possível ter segurança mesmo usando a cloud computing pública, o que possibilita à empresa adotar as soluções de tecnologia mais avançadas disponíveis atualmente, mas sem abrir mão da proteção no mundo virtual.

Outsourcing: três aspectos para vencer os desafios

Leandro Bastos é gerente de Engenharia

Leandro Bastos é Gerente de Engenharia do Grupo Binário.

Vamos combinar: terceirização de serviços de TI tem, sim, um aspecto econômico agregado, mas tem mais a ver com ganhar flexibilidade e escala do que com poupar dinheiro. O outsourcing é uma parte fundamental da cultura de trabalho: terceirizar parte ou todo o desenvolvimento de software, administração do ambiente de TI ou outros serviços aparece como opção para inúmeras organizações, independente do porte ou do setor em que atuam. Mas além dos benefícios, há os desafios a enfrentar, obstáculos que podem impedir o sucesso de um projeto terceirizado. Vamos então conversar sobre isso, abordando três aspectos fundamentais para que seu projeto de terceirização não fracasse: liderança, planejamento e comunicação.

Vamos começar pela LIDERANÇA, considerando que ela é o pilar sobre o qual se assenta a responsabilidade pela condução e, em última análise, pelo sucesso ou insucesso do projeto. Os CIOS devem, portanto, estar cientes de seu papel de ponte entre a equipe de TI e o CEO, entender de modo abrangente todas as implicações do projeto para o negócio e comunicar-se com todos os integrantes, estimulando e motivando-os. Um bom líder também tem consciência de como o projeto se integra aos outros produtos da empresa e leva em consideração todos os processos e fluxos do negócio. Essa visão abrangente e a consciência de todas as implicações do projeto evitarão a criação de um produto isolado que, afinal, enfrente tanto desgaste que acabe não sendo implementado.

Levando tudo isso em conta, passemos à fase de PLANEJAMENTO. Primeiro aspecto a se ter atenção: trabalhar muito junto do cliente para compreender bem o que ele precisa e o que é mais importante, para em seguida poder planejar cada aspecto do processo. É fundamental que as preferências e os padrões sejam muito claros, cada fase bem definida e as tarefas em cada fase também.

O planejamento correto facilita que o projeto siga sempre na direção desejada, portanto aplique-se em pré-definir o que for necessário, como estilo, maneira de comunicação, documentação, arquitetura… É aqui no planejamento, também, que se pode contar com um parceiro confiável – obviamente, escolhido anteriormente, seja um fornecedor e/ou um desenvolvedor. Assim, é possível se concentrar no que é mais importante sem estar o tempo todo perguntando e demandando tempo das equipes.

E aqui entramos no terceiro aspecto fundamental, a COMUNICAÇÃO. É imperativo que se explique cada fase do projeto, cada etapa, em detalhes, sem omitir nada, nem o que pareça ser “óbvio”. Afinal, o que é óbvio para sua empresa ou para as pessoas que trabalham com você pode não estar tão claro para uma equipe terceirizada que está começando um projeto – mesmo que não seja a primeira experiência desta equipe com o tipo de projeto ou tarefa a ser feita. O parceiro também pode não dominar todas as nuances do setor em que a sua empresa atua, e sempre há aspectos ou detalhes pertinentes ao processos de negócio da sua empresa que podem ter impacto sobre o projeto. Novamente, é dever do líder garantir que essa comunicação e o entendimento cheguem a todos os envolvidos. Projetos que utilizam o trabalho remoto sofrem com falhas de comunicação, então o planejamento deve contemplar a realização frequente de reuniões via vídeo para atenuar os gaps desta comunicação e manter o cuidado com os detalhes. É melhor sobrar comunicação do que faltar entendimentos em aspectos que, por parecerem óbvios, acabam recebendo menos atenção do que deveriam.

Mesmo com todos esses cuidados, ainda poderá haver problemas a resolver. Mas com uma liderança ativa, informada e comunicativa, relatórios e revisões regulares, um planejamento bem pensado e bem executado, aliados a uma comunicação estruturada entre equipes bem informadas e bem entrosadas, auxiliam na compreensão total do escopo. E tudo isso alinhado com as demandas e os objetivos das áreas de negócios pode significar a diferença entre um projeto de terceirização bem-sucedido e um fracasso em outsourcing.

Fontes:

http://goo.gl/3V1Vg4

http://goo.gl/X0hKCX

http://goo.gl/Flr7xa

Experiência do usuário é a chave da inovação

Rafael Guerrero é gerente de contas do Grupo Binário

Rafael Guerrero é gerente de contas do Grupo Binário

O motivo de uma empresa existir são seus clientes. Afinal, sem venda, sem lucro, sem condições de se manter. Apesar da importância disso, ao que parece as companhias estão deixando a desejar na atenção a este quesito – pelo menos é o que mostra um estudo do Gartner segundo o qual a grande maioria dos executivos tem afinidade com projetos de inovação mas, na verdade, não consegue inovar de fato por não dar atenção à experiência do usuário com o produto/serviço oferecido.

Trocando em miúdos, a preocupação em inovar está superando a de satisfazer com a inovação proposta. E esta fórmula não é boa… Mas pode melhorar. Como? Vamos a alguns pontos.

O cliente sempre tem razão. Eu sei, a frase é clichê, mas não perde sua validade, pois mesmo que uma tecnologia seja considerada extremamente inovadora por todo o mercado, se não atender às necessidades do usuário, ele a recusará – e com razão, afinal, por que investir em algo que não traz reais ganhos ao negócio?

É importante ter em mente que o que for oferecido deve ter como base a demanda do usuário. Ao pensar em inovar, pergunte-se como isso se aplicará às rotinas das empresas que compõem seu público alvo, como poderá expandir seus potenciais, como será útil para melhorar seus processos, agilizar suas rotinas, aumentar sua produtividade e suas vendas.

Para isso é bom que a distância entre você e o usuário seja a menor possível, e este estreitamento pode começar pela sua consciência de usuário sobre o produto ou serviço. Utilize-o, crie cenários de uso dele em negócios reais – o seu, por exemplo. Isso o permitirá tirar conclusões a partir do ponto de vista do cliente e ser mais assertivo.

E claro: ouvir seu público nunca é demais.  Esteja atento ao negócio de seus clientes, tenha equipes preparadas para conhecê-los e avaliar suas demandas diárias. Isso permitirá que sua oferta se antecipe aos gargalos do usuário, provendo soluções que não apenas o surpreenderão, mas o satisfarão. Resultado óbvio: ganho para os dois lados.

A abordagem é outro quesito chave. Em algumas situações, somente palavras não farão efeito, então procure mostrar na prática os benefícios que sua inovação oferece. Não fale somente sobre features, mas demonstre resultados. Exponha números. Aborde percentuais de aumento ou redução potencialmente oferecidos pela solução. Tente fazer com que sua oferta possa ser ouvida, vista e realmente compreendida. Isso será um passo grande para torna-la necessária.

Além disso, o Gartner recomenda maior atenção ao desenho das soluções não apenas para efetivar a venda, mas principalmente para melhorar a experiência posterior. Convenhamos, um produto ou serviço definido de acordo com o que o cliente realmente precisa terá bem menos chances de precisar daqueles mil e um ajustes que podem complicar muito o processo de implantação e pós-venda e acabar, muitas vezes, “azedando” a relação cliente-fornecedor.

Como já dissemos aqui no blog em outras oportunidades, a resiliência é importante, é preciso dar ouvidos às mudanças de estratégia demandadas pelo público e pelas adversidades e se redesenhar, mas o caminho que as empresas resilientes percorrem é sempre longo. Por isso é fundamental estar atento a detalhes desde o início, discutir ideias com o cliente, reavaliar constantemente processos e atendimento. Assim será mais fácil detectar a necessidade de correções e alterações que poderão ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso de uma venda ou de um projeto em andamento.

E neste processo todo, aposte forte no engajamento. Incentive suas equipes a buscar mudanças e inovar, ouça o que eles têm a dizer. Segundo o Gartner, um dos maiores empecilhos para o processo de inovação nas empresas é a escassa coleta das ideias vindas de setores diversificados. Preste atenção: quem sabe o detalhe que falta para sua oferta ficar perfeita esteja naquela sugestão da área técnica, operacional, comercial etc.

Lembre-se que os colaboradores que estão na ponta, muitas vezes, possuem mais contato com os clientes do que os profissionais que estão em níveis hierárquicos mais altos. E não precisamos repetir o quanto ouvir o cliente é importante.

O consumidor de qualquer área está a cada dia mais informado e exigente. Ele vai comparar sua solução com a da concorrência, e um detalhe poderá fazer toda a diferença. Tenha em mente inovação como sinônimo de satisfação e será difícil não acertar.

Fontes:

http://goo.gl/NLRnPP
http://goo.gl/vZTR8n
https://goo.gl/kvykDG

Acompanhar a inovação não é um desafio da TIC: é de todas as mentes do negócio

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão - Data Center

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão – Data Center

Alinhar a estratégia de TI ao negócio, trazendo mais competitividade. Acompanhar as inovações diárias. Manter o parque de hardware, software e comunicações atualizado, preservando investimento legado. Adaptar a empresa à mobilidade e às novas formas de trabalho sem perder de vista a segurança da rede e dados.

A vida do CIO moderno não está fácil. Agora, além de correr atrás do atendimento de todas estas demandas e conceitos, ele também precisa escolher assertivamente entre as a cada dia mais abundantes e diversificadas ofertas de produtos, serviços, fornecedores e modelos de contratação para preencher cada quesito.

Como acompanhar esta avalanche de inovação e mudança, alcançando o desenvolvimento contínuo da TI corporativa?

Em primeiro lugar, o conselho de ouro é: não espere para ver. Um dos mais ativos articulistas da TI atual, Cesar Taurion (ex-IBM, CEO da Litteris Consulting e autor de seis livros sobre Open Source, Inovação, Cloud Computing e Big Data) é categórico em afirmar que esta postura pode ser prejudicial, pois a lentidão trará à empresa risco de perda de espaço e relevância no mercado.

Ao invés de se prostrar e esperar a conclusão dos atuais movimentos da TIC para decidir se estão de acordo com as estratégias e modelos traçados aí na sua empresa, os acompanhe. Pois o maior desafio reside aí mesmo, nas cabeças que pensam a sua TIC. E a todas elas, é preciso fazer entender que moldes tradicionais não podem ficar cimentados, ao contrário, precisam se renovar, mudar, sem medo e com embasamento.

Não é um caminho simples, portanto, comece pela segurança do conhecimento. Faça o seu setor de tecnologia caminhar ao lado das tendências atuais. Isso não significa aderir a todas as ondas, mas sim se manter atento ao que surge de novo e não apenas ler no noticiário, mas também verificar se, na prática, há necessidade, oportunidade e viabilidade para aderir a isso ou aquilo na empresa.

Busque exemplos. Ver o que os demais estão utilizando ou inovando e os resultados e desafios que vêm tendo é uma ótima maneira de dar consistência a decisões sobre como, quando e para o que mudar sua estratégia de TIC – ou quando manter exatamente o que já tem, da forma como está.

Quando falamos desta mudança de pensamento, não estamos falando apenas do CIO, nem tampouco da equipe de TIC, mas da empresa inteira.

É preciso trazer as discussões para o âmbito do negócio. Afinal, ele é o contexto e o motivo de seu setor existir, e é para potencializá-lo que suas decisões e soluções se direcionam. Por outro lado, é também ele que viabiliza ou não seus avanços, guinadas ou pés no freio. Engaje-se ao negócio e una cabeças para pensar a inovação dentro da companhia. A velha máxima de duas pensam melhor do que uma nunca foi tão produtiva.

Contudo, não pense que engajamento será uma tarefa fácil. “Sair da zona de conforto e entrar em um conjunto de novas tecnologias, novas práticas e novos modelos organizacionais causa, naturalmente, reações contrárias”, afirma Taurion em uma de suas análises. É exatamente isso, ao pensar fora da caixa, ao propor a análise da inovação como possibilidade para uma estratégia que já está em andamento – muitas vezes, por anos a fio – você irá se deparar com opiniões divergentes, com o medo do novo, com o desconforto de mudar uma realidade a que todos já estão habituados.

Para avançar esta linha, uma dica boa é fazer compreender que as novas tecnologias e processos exigem novas estruturas e planejamentos – de rede, de máquinas, de software e de mentes. Sim, porque não adianta modernizar um disquete quando todos estão na era do armazenamento em nuvem, certo?

Adotar inovações requer inovar o meio em que serão implantadas. Renove a empresa e a estratégia, renove o pensar a TIC, e a renovação da TIC virá mais naturalmente.

Nesta caminhada, um passo fundamental é capacitar equipes. Profissionais disruptivos, é disso que você precisa. Não, não é necessário cessar a busca por desenvolvedores de tecnologias tradicionais – que, no fim das contas, continuarão na base dos seus sistemas mais arraigados -, mas um olhar precisa ser lançado aos designers e suportes de novas interfaces e aplicativos, aos gestores de mobilidade, aos que são capazes de customizar novidades à realidade do seu negócio. Reflita, nem sempre uma parruda e essencial formação e experiência em Java trarão estas novas características.

Porém tudo estará concentrado em você, CIO. Seu método e postura serão o centro do qual irradiará a sugestão para repensar, acompanhar tendências e, se assim decidido, mudar e inovar. É de você que partirá a iniciativa, e para ajudar nesta tarefa, forme alianças – e aqui voltamos ao ponto de engajamento. O ciclo é inevitável: para engajar, você tem de começar, para manter apoio, você tem de fomentar a participação.

É mais trabalhoso do que difícil. E para um ano que está apenas começando, é também uma boa meta. Proponha-se a inovar o pensamento da TIC no seu negócio e prepare-se para contabilizar um balanço diferente em 2015.

Fontes:

http://goo.gl/y9SwA5
http://goo.gl/ME9sLt
http://goo.gl/nLTYAy

IT Roadmapping: o provedor de TIC tem o mapa da mina

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

No começo deste ano, a consultoria IDC divulgou que o mercado brasileiro vai investir US$ 175 bilhões em TIC em 2014, dos quais US$ 569 milhões deverão ir para infraestrutura – puxados, em grande parte, pela demanda de readequação das redes corporativas ao crescente volume de aplicações, redefinição de data centers, adaptação aos modelos de nuvem e conceito SDN (Software Defined Network).

Dentro desta cifra bilionária está o investimento da sua empresa, e sabemos que todo capital aplicado a TI precisa ser assertivo, afinal recursos destinados erroneamente implicarão em prejuízo direto ou indireto para todo o negócio.

Disto isto, o desafio é planejar o caminho que sua infraestrutura de rede tomará em perfeito acordo com o andamento do negócio de sua empresa e de seus clientes, vencendo uma batalha pelo mapeamento coordenado de tudo isso. E agora, quem poderá ajudar? O super-herói deste cenário: o provedor de tecnologia, que usará a armadura do IT Roadmapping para lutar contra os perigos de projetos inadequados e chegar à vitória com investimentos certeiros.

Um bom roadmap possibilitará fazer dos investimentos em infraestrutura de TI e definir ações que tragam valor adicional à sua empresa. Sem ele, servidores, switches, roteadores, cabos, computadores, telefonia e muitos outros itens afins poderão resultar em um gasto isolado que somará peças sem garantir o perfeito funcionamento da engrenagem.

O provedor de tecnologia especializado saberá cuidar do seu legado, otimizando o que for possível em adequação com novos investimentos, a ponto de construir integração de tecnologias satisfatória para os objetivos específicos do seu negócio.

Maior produtividade, economia, processos mais eficientes, um cotidiano funcional, organizado e de alto desempenho. Este é o mundo dos sonhos da infraestrutura de TIC, e um bom IT Roadmapping é o segredo para alcança-lo.

Este bom IT Roadmapping trará, sem dúvida, a atenção ao inventário atualizado de todo seu ambiente de TI, verificação da necessidade de atualização de equipamentos e sistemas, identificação de possíveis gargalos e vulnerabilidades, bem como dos riscos que possam trazer à performance de trabalho e vendas, em um trabalho permeado por atuação preventiva, que projetará cenários de demandas e crises ao invés de fazê-lo correr atrás para solucioná-los.

Um trabalho minucioso que requer expertise. Quer um bom conselho? Inclua o IT Roadmapping especializado em seus planos de investimento. Sua infraestrutura de TIC sairá bem alinhada, seu negócio, beneficiado, e você, tranquilo.

 

Quer aumentar a performance da rede? Leia isso.

Wallace Figueiredo é gerente de negócios do Grupo Binário.

Wallace Figueiredo é gerente de negócios do Grupo Binário.

Este post é uma pequena contribuição para auxiliar sua empresa a otimizar a performance de sua rede. O intuito não é tratar de problemas, mas, principalmente, de como evita-los. Porém, se ocorrerem, a primeira dica de ouro é: detectá-los.

Parece óbvio, parece chover no molhado, mas não é. Em muitas organizações, a demora na percepção de um problema de rede acarreta o agravamento dos danos causados por ele e, infelizmente, esta não é uma situação rara.

Detectar problemas de rede começa pela previsão de gargalos. Mapeie seu negócio e identifique nele tudo o que depende da rede, partindo disso para a projeção de todos os possíveis riscos a esta rede, desde os que pareçam mais insignificantes – eles podem crescer por não serem notados, lembra?

Para realizar esta previsão, você não vai precisar de uma bola de cristal, mas de uma equipe de TI profundamente conhecedora de sua infraestrutura, aplicações e serviços suportados e utilizados em seu ambiente corporativo, além de acompanhar o tráfego constante de dados e voz. Com estas informações em mãos, será mais fácil perceber o que pode comprometer o funcionamento do negócio em caso de falha e, consequentemente, se preparar para evitar tal resultado.

Ok, você e sua TI já estão plenamente inteirados sobre a estrutura de rede, as aplicações, os serviços e tudo o que roda aí na empresa. Tudo tranquilo, certo? Errado: a consciência de que isso basta leva a uma estagnação que impede, muitas vezes, a visão das necessidades por atualização. E aí encontramos um novo problema.

Para solucioná-lo, a dica é simples: não se atenha aos atuais conceitos utilizados em sua companhia, esteja atento ao mercado, à concorrência, às tendências, ao que a TIC mostra diariamente em termos de inovação. Filtre o que pode auxiliar seu negócio a produzir mais com menos custo e calcule o resultado. Muitas vezes você concluirá que abandonar o confortável presente e substituí-lo pelo novo é muito mais rentável do que fazer sua equipe trabalhar incansavelmente na adaptação de uma plataforma antiga a soluções de última geração. O obsoleto é… Bem, obsoleto. Reconheça e vá em frente.

Outra dica é ter em mente duas palavras de ordem: capacidade e desempenho. Perceba que espremer o máximo de discos rígidos que um rack possa suportar nem sempre será a melhor solução custo X benefício para sua demanda. Mais do que isso, é preciso estar atento também à velocidade dos discos, às operações de entrada e saída por segundo que conseguem realizar.

Para melhor definir esta infraestrutura de acordo com suas demandas, defina, primeiro estas demandas. Que discos necessitam de mais alta performance? Que operações precisam desta infra mais robusta? Respondendo a perguntas simples como esta será mais fácil identificar os padrões necessários e investir de forma certeira, sem gastar demais com plataformas exageradas ou economizar em estruturas que fiquem aquém das suas necessidades.

Mais um conselho para sua infraesturura: não a resuma à performance de processamento. Sua avaliação deste ambiente tem de ir além da matemática dos computadores em uso divididos por processadores mais discos mais RAM. É importante ter em mente que a estrutura de provimento do tráfego de dados (Fiber Channel, RPM, SAS) também tem de entrar nesta conta.

Já que mencionamos novamente o tráfego, vamos aproveitar para ver também a questão do aumento contínuo do volume de dados na rede corporativa. Como lidar com esta expansão e, ao mesmo tempo, poupar em espaço e garantir performance? Uma boa pedida é começar por tirar de casa todo o resíduo armazenado nos backups de dados, deixando salvo somente o que é útil. A deduplicação é sua amiga, confie nela.

E quem é amigo se ajuda, é claro. Para fazer sua parte nesse trabalho, contrate soluções de backup que permitam resgate automático de dados em eventuais situações de perda.

Com tudo isso em mãos, ainda será necessário sempre – repito: sempre – investir na manutenção. Toda a engrenagem de rede, dados, voz, sistemas, backups, aceleradores e tudo mais precisa estar em dia, com todas as peças funcionando perfeitamente, para garantir um bom resultado.

E se ficar salgado pensar no custo de um suporte ativo e reativo constante, pense no preço de perder algum destes componentes ou de parar seu negócio por falha de algum deles. Agora ficou mais fácil a conta, não?

Resumindo, mapeie suas demandas, projete os resultados desejados de negócio e, com base nisso, defina sua TI da infraestrutura até a solução de ponta, lá na sua mesa, e na mão do seu colaborador que trabalha em BYOD. Incremente isso tudo com uma boa estratégia de backup e manutenção. Cremos que suas noites serão mais bem dormidas a partir daqui.

 

 

Gartner aponta novas tendências para infraestrutura de TI

banner_empresa_ptPor Grupo Binário

Em última conferência, a consultoria Gartner divulgou suas previsões e sugestões sobre as tendências de mercado para os próximos anos no setor de infraestrutura de TI, operações e data centers. O evento discutiu as estratégias tecnológicas para entregar excelência operacional com a pressão por redução de custos sofridas pelas equipes de TI.

Entre as principais tendências apontadas pela consultoria está o Data Center inteligente: constituído por uma topologia global (considerando a atual hiperconectividade do mundo), combinação de capacidade originada internamente e externamente – um modelo dinâmico baseado em necessidades e requisitos de negócios. Uma caracterização do Data Center inteligente inclui a virtualização de infraestrutura e componentes de serviço, aplicações que abrangem tanto a orquestração física quanto a lógica e um fluxo de trabalho que se estende por todos os sites.

“Um dos principais desafios é lidar com esse crescimento que época ocorre mais forte, época mais fraco. Essa área de infraestrutura e operações de data center é muito crítica e precisa estar sempre preparada para atender as demandas da área de negócio”, afirmou o diretor de pesquisa do Gartner, Henrique Cecci.

Para ter um data center inteligente, o Gartner indica que as empresas comecem a implantar novas tecnologias de processamento, memória e energia mais eficiente. Isso, pois são ambientes complexos, formados por vários equipamentos e vários elementos com diferentes ciclos de vida. “E eles estão se modificando para ficarem cada vez mais eficientes para cuidar dos recursos que estão disponíveis. No momento que você tem soluções mais modulares, virtualizadas, você consegue atualizar esses elementos de maneira gradativa”, explica Cecci.

Outro ponto abordado na conferência é que o Brasil vai precisar criar uma estratégia para aumentar a competitividade dos data centers no país e se preparar para Internet das Coisas e os novos serviços em nuvem que vão demandar processamento de grandes volumes de dados em tempo real.  Estudos da consultoria apontam que o volume de dados vai crescer 800% nos próximos cinco anos, sendo que 80% serão informações não estruturadas.

Para a consultoria, o problema dos data centers no Brasil é mais técnico e precisa de uma solução rápida para atender as demandas da economia digital.Cecci citou em caráter de urgência, entre outras questões, a ampliação da localização geográfica das empresas. Ele observa que a concentração dos data centers no eixo São Paulo/Rio não vai dar conta do crescimento da economia digital e que muitas regiões do Brasil estão carentes desses serviços, como é o caso do Nordeste. As recomendações da consultoria é que corporações globais tenham diversos data centers espalhados pelo mundo.

Diante desse cenário, os executivos de decisão deverão ter uma mudança de perfil e adquirir novas habilidade, além de um bom entendimento dos benefícios que esses modelos podem trazer para dentro das empresas.

 

Fontes: http://goo.gl/71Og8G

http://goo.gl/HRkj9T

http://goo.gl/ubuF9c

http://goo.gl/cPKZ2I

 

 

No corporativo, no público: sucesso se escreve com alinhamento da TIC à estratégia

globo51.jpgA Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) não é um recurso restrito a si próprio – tecnologia para o departamento de TI -, mas um ferramental de negócio. Esta é uma máxima que vem sendo trabalhada há alguns anos, e que, para a alegria de CIOs e ganhos de CEOs do mundo todo, ganha cada vez mais força e aceitação.

Não apenas na esfera privada: na definição da Estratégia Geral de Tecnologia da Informação (EGTI) do Governo Federal, na primeira semana de abril, a importância do investimento e uso convergente da TIC no alinhamento entre ferramentas e alcance de objetivos despontou como prioridade.

Na construção da EGTI, as metas propostas englobam dirigentes de TI de órgãos federais, correlatos e seccionais, e preveem a elaboração participativa de planos entre todas as áreas ao longo de 2014 e 2015. Para quê? Para alcançar a sinergia entre TIC, projetos e ações que permitam atender às demandas das mais variadas estratégias do governo.

Trazendo esta mesma moldura para a cena privada, o quadro cabe perfeitamente: um estudo da McKinsey divulgado há poucas semanas, por exemplo, mostra que cada vez mais as empresas abandonam o discurso de TI como ferramenta de redução de custo e passam a vê-la como oportunidade de efetivar negócios.

O cenário foi desenhado com base na coleta de respostas junto a 807 executivos, dos quais mais da metade são de áreas usuárias, e mostrou que a prioridade das companhias quanto à adoção de TI é prover eficiência aos processos, controlar custos e assegurar a apuração e entrega de informações gerenciais.

Resumindo, convergência. Na EGTI do Governo Federal, o mesmo pode ser visto: outra meta definida na nova estratégia é o compartilhamento de informações e recursos, seja de softwares e soluções eletrônicas desenvolvidas pelos órgãos do governo, seja de terceiros, para otimização do trabalho.

Voltando ao estudo da McKynsei, para suportar as prioridades definidas, 64% dos entrevistados destacam aumento nos investimentos em TIC este ano.

Projeção já feita também pelo governo brasileiro: ainda em 2012, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação havia anunciado meta de ampliar o investimento do país no setor para 1,8% do PIB até 2015. E quando se sabe que o Brasil é um dos quatros maiores mercados do mundo em termos de gastos com TIC, representando mais do que duas vezes a Rússia e a Índia e investindo mais da metade do percentual de toda a América Latina no setor, em vias de atingir a terceira posição na TIC global até 2022, a projeção torna-se ainda mais razoável.

Para chegar a tudo isso, não é novidade que os investimentos focarão não apenas as soluções de tecnologia, mas também a mão de obra.

No setor privado, a altíssima demanda por profissionais especializados em TIC não é novidade – dado da IDC mostra que até 2015 haverá uma lacuna de 117.200 profissionais especializados apenas nas áreas de redes e conectividade no Brasil.

Cenário que não muda muito ao olhar para a esfera pública: para alinhar a tecnologia às estratégias do governo federal, a EGTI também prevê uma agenda de investimentos em capacitação de pessoal ao longo de 2014 e 2015. Para tanto, oficinas e discussões com os órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp), programas de qualificação e novos concursos públicos estão nos planos.

No governo, nas empresas, TIC é recurso fundamental para o bom andamento e o alcance de objetivos de negócio. Disso, já sabemos. E promover este alinhamento: sabemos também? Vale a reflexão!

Grupo Binário

 

A evolução do tráfego de aplicações e dados não precisa doer… Conheça a arquitetura MetaFabric

Arquitetura MetaFabric

Arquitetura MetaFabric

*Por Fábio Melchert

Como pensar as infraestruturas de rede e data center diante do altíssimo volume de dados e aplicações ditado pelo cenário atual de Big Data, Internet das Coisas, mobilidade, nuvem e afins? Como redesenhar as topologias de rede para um modelo além da estrutura cliente/servidor, evoluindo para acompanhar a mudança trazida à natureza e os caminhos do tráfego?

Uma boa resposta está na arquitetura MetaFabric, uma nova proposta de estrutura de data center baseada em três pilares: simplicidade, flexibilidade e inteligência.

O primeiro trata da facilidade de implantação do ambiente, que otimiza a operação e gestão da rede sem interrupção dos serviços. O segundo, tange à flexibilidade trazida por esse modelo, que permite integração com qualquer ambiente de data center. Já o terceiro agrega dados e funções analíticas para entregar economia de tempo e melhoria do desempenho da rede.

Se ainda não ficou claro, vamos para a abordagem prática: pare para pensar na estrutura complexa e diversificada que hoje certamente povoa seu negócio – são informações, documentos, imagens, aplicações, sistemas, tudo em constante uso e mobilidade, e tudo hospedado em uma paisagem bem mais estratificada do que o antigo centro de dados único.

Agora, você tem à frente vários sites, data centers distribuídos, sistemas e serviços na nuvem. E para garantir o tráfego de tudo isso sem por em risco a continuidade do negócio, uma arquitetura que não apenas possibilite gerir e entregar aplicações dentro e através dos variados sites e clouds, mas também acelere a implementação desta estrutura, é a solução.

Pois é este cenário que a arquitetura MetaFabric permite entregar, por meio de uma combinação robusta de roteamento, processamento e segurança, com base em orquestração de rede, SDN e APIs abertas, gerando um cenário de integração tecnológica que pode ser a cola para unir as peças hoje dispersas no seu ecossistema de TI.

O fato é que se a estrutura de rede não se expandir na mesma velocidade em que mudaram e seguem mudando a natureza de tráfego e hospedagem das aplicações, poderá se tornar um gargalo crítico para as empresas, afetando a experiência do usuário de modo a acarretar, no pior dos cenários, aumento exponencial de custos, riscos à segurança dos dados e perda de agilidade e responsividade ao mercado.

A boa notícia é que tais consequências podem ser evitadas, e para detalhar e esmiuçar todas as possibilidades que a arquitetura MetaFabric oferece para isso, farei uma apresentação das soluções Juniper para esta área durante o IT CIO Brasil, que ocorre de 19 a 21 de março no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis, Santa Catarina. Nos encontramos lá!

*Fábio Melchert, diretor de Vendas para os territórios de São Paulo e Sul do Brasil da Juniper Networks.

2014: um ano sem limites para os serviços de TIC

Thales Cyrino é Diretor de Serviços da QoS

Thales Cyrino é Diretor de Serviços da QoS

Em 2014, a previsão do IDC é que as empresas brasileiras ampliem seus gastos com TIC em 9,2% sobre 2013, o que irá somar US$ 175 bilhões. Nesta expansão, que posicionará o Brasil como quarto maior mercado mundial do setor, o segmento de serviços será um dos maiores impulsionadores, com fatia de 10% dos orçamentos e atrás apenas de software, que ficará com 11%.

Esta participação dos serviços se explica muito pela tendência de integração que vem sendo percebida no mercado já há algum tempo, e que ganha contornos ainda mais nítidos este ano. O mesmo estudo do IDC aponta para uma “terceira plataforma” de investimentos em tecnologia, que compreende computação em nuvem, aplicativos e dispositivos móveis, big data e redes sociais.

A análise é compartilhada por diversas fontes de mercado, e muitas delas, como os participantes da plataforma Open Stack, indicam que o caminho certeiro do mercado atual é a dissolução dos limites entre IaaS, PaaS e SaaS, entrando em uma onda de integração extrema, permeada por serviços de TIC, que otimizará investimentos do setor corporativo e ampliará a produtividade dele e dos fornecedores de tecnologia.

Nesta integração, a inovação contínua dos aplicativos voltados a alavancar a flexibilidade e escalabilidade da plataforma de nuvem, eliminando as fronteiras entre IaaS, PaaS e SaaS, terá papel fundamental.

As tendências também apontam que a adoção da Infraestrutura como Serviço aumentará drasticamente não apenas entre as empresas, mas também órgãos do setor público, já que soluções de IaaS facilitarão a combinação de diferentes soluções de virtualização, garantindo interoperabilidade e segurança ao ambiente híbrido.

São destinos inevitáveis para os caminhos que levaram à “nuvem orientada a negócios”, que nada mais é do que uma composição convergente entre as empresas de serviços em nuvem, os clientes que demandam controle sobre suas estruturas, com produtividade e sem perder o foco no core business, e o crescente reconhecimento dos sistemas de gerenciamento de regras de negócio como ferramentas imprescindíveis na orientação das tomada de decisões corporativas.

As análises das consultorias e especialistas de mercado não deixam margem para dúvidas: os investimentos em TIC se concentram gradativamente mais na convergência e integração, e os serviços de infraestrutura, gestão e suporte estão na base disso, auxiliando na revisão das atuais operações de TI e no redesenho das mesmas para que assumam modelos mais escaláveis, rentáveis e seguros.

A tecnologia voltada ao provisionamento e à prestação/gestão de serviços ao usuário. É este o cenário de 2014, senhoras e senhores. Todos prontos para participar do show?

Referências: http://goo.gl/LFFeFr e http://goo.gl/WV8kqE