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É Hora de Entender os Desafios de Cloud Computing

A nuvem oferece características importantes para a gestão de uma empresa. A simplicidade e a elasticidade são alguns dos pontos a serem considerados

Do lado das empresas de tecnologia, o questionamento é sobre conseguir impor o novo formato frente aos desafios que a área enfrentará nos próximos dias. O modelo tem o peso do investimento inicial, mas garante ganhos.

E agora, vale ou não apostar no cloud computing?

A nuvem não trouxe apenas vantagens operacionais de redução de custos ou otimização de processos e tarefas, mas mudou a velocidade com que as empresas fazem a gestão do seu negócio – como aproveitar melhor as oportunidades do mercado.

A ideia é a de um cenário perfeito… Mas não é bem assim que tudo funciona. Entenda!

Cloud Computing – o que é

A computação em nuvem é uma precursora no que diz respeito ao surgimento do Big Data. As maiores vantagens são frente as implantações físicas tradicionais, que são formadas por arquiteturas antigas, pesadas, grandes e caras.

De forma simplificada, a cloud computing é a entrega de todos os serviços de computação (como servidores, armazenamento, bancos de dados, redes) na internet, através do que é chamado de nuvem (cloud).

cloud computing

As empresas que oferecem esses serviços são as Cloud Providers.

O fato é que o assunto é considerado novo, sendo que os primeiros serviços de computação em nuvem têm apenas uma década de existência.

Pelo lado dos benefícios, as empresas que apostaram nessa tecnologia tiveram ótimos resultados financeiros, econômicos e produtivos.

Os principais desafios de Cloud Computing

Com a alta velocidade já disponível no mercado, mover os dados para a nuvem é um grande avanço. Por outro lado, há alguns pontos que ainda precisam ser considerados e são verdadeiros desafios para o setor, confira!

Acesso à internet

Acesso a internet

Esse talvez seja o principal desafio da computação na nuvem porque mesmo com o crescimento do acesso na web, algumas regiões ainda têm pacotes de dados com preços elevados e que funcionam com falhas.

Ainda que não seja o que se espera, a nuvem pode demorar um pouco mais para se desenvolver.

Esse é um desafio se considerar a internet 5G, que tem a ver com a Internet das Coisas. Essa globalização do assunto faz com que o acesso à internet seja importante para consolidar a nuvem. Vamos falar mais disso no final do artigo!

Segurança dos dados

Segurança de dados

Essa é uma preocupação da área, mas não é tão real já que o Cloud Computing cresce de forma saudável ano a ano.

O que preocupa, de fato, é o ataque dos hackers, que são capazes de invadir os sistemas e assumir controle sobre as infraestruturas de TI.

O que se sabe é que as companhias fornecedoras de serviços na nuvem melhoram seus serviços todos os dias para garantir a segurança dos arquivos. Saiba como manter o acesso seguro.

Para se ter uma ideia, atualmente, podemos exemplificar o armazenamento em nuvem como um quebra cabeça de 100 peças. Ao guardar arquivos na nuvem, seu dado é “quebrado” em várias peças, sendo que cada uma fica em um servidor…

Assim, ainda que um hacker acesse a informação, ele terá apenas um centésimo do todo.

Outro ponto importante é sobre a recuperação de arquivos, que funciona muito bem na nuvem. Se você perde um arquivo, pode recuperá-lo logo em seguida.

Entenda que a nuvem é segura, mas esse assunto continua sendo um desafio, já que as empresas tem se especializado cada vez mais em garantir todo suporte necessário aos clientes.

Migração para o Cloud Computing

Migração

A adoção da nuvem ainda é um transtorno para muitas empresas – mesmo com o ganho produtivo.

Mas, para que o processo não seja traumático, as empresas podem contratar equipes especializadas que acompanhem a migração dos dados de forma segura. Uma dessas empresas é a Binário Cloud.

Se você também considera essa transição, saiba que existe o serviço Binário Cloud Broker, que simplifica todo o processo. 

Saber quais as informações que você vai migrar para a nuvem também é importante e pode garantir o sucesso na migração. E saiba também como migrar para Public Cloud sem afetar a segurança da sua empresa.

Regras de licenciamento

Regras de Licenciamento

O tipo de licenciamento que a empresa possui também é importante e precisa ser estudado.

Alguns fabricantes de software possuem licenças especificas para cloud ou on-premise. Uma alternativa é buscar um provedor que aceite que você tenha uma determinada solução em Data Center, conforme sua necessidade.

Aqui, vale a mesma ideia para os sistemas que necessitam de hardwares ou softwares específicos para funcionarem da forma correta.

Antes de adotar a nuvem, vale a pena chegar essa informação – como o sistema aceita ser virtualizado e quais os requisitos exigidos?

Custo do Contrato

Custo do contrato

Normalmente, os contratos são de longo prazo e as empresas precisam estimar uma taxa de juros para o futuro, considerando a média dos financiamentos.

Além disso, o investimento inicial tem um custo, o CAPEX.

Assim, querendo ou não, as empresas de tecnologia precisam dispor de recursos próprios ou de crédito para financiar os investimentos. Isso se torna um problema para os pequenos empreendimentos.

Problema que deve ser solucionado no futuro, com a democratização da nuvem.

O que esperar do Cloud Computing para o futuro?

O que esperar do cloud computing para o futuro

O futuro do cloud computing tem a ver com o armazenamento de arquivos em nuvem, o que mudou toda a estrutura dos próprios servidores, que eram formados por máquinas e equipamentos grades e caros.

Com o tempo, o cloud tornou o gerenciamento dos escritórios menos complexo. Isso se soma ao fato de que os responsáveis por TI encontraram soluções e alternativas para tirar o máximo da tecnologia disponível.

Fazendo esse paralelo com a história do cloud, os especialistas esperam que nos próximos anos seja de consolidação. Isso significa que as empresas vão buscar esse investimento na nuvem de forma mais assertiva.

Do lado da performance, a nuvem torna a empresa mais produtiva.

Cloud Computing e a Internet das Coisas

Internet das coisas

Para o futuro, os especialistas esperam que a nuvem esteja preparada para receber o que é chamado de Internet das Coisas (IoT).

A IoT vem da ideia de ter uma conectividade alta, que vai partir da internet 5G no mundo todo. Logo, os dados gerados e armazenados serão mais ágeis.

É como se a cloud computing já estivesse pré-definida para empurrar a internet das coisas. Isso porque essa modalidade depende de comunicações, dados, processos, máquinas e dos seres humanos – que devem estar tudo conectado.

IoT, para quem não sabe, é uma interação que existe entre as pessoas e qualquer outra coisa, literalmente. Pode ser um objeto ou um carro, como já está sendo testado. Para existir essa conexão é necessário que os dispositivos estejam ligados em rede.

A partir disso, nota-se que as empresas vão precisar investir em ferramentas como as informações de segurança e gerenciamento de eventos. Os sistemas de detecção de malware também serão fundamentais para a defesa para a segurança cibernética.

Fica claro que a nuvem será extremamente importante para o futuro e deverá oferecer serviços robustos para empresas que não podem implantar medidas seguras e completas.

Existe nuvem segura? Sim, existe

O Cloud Computing mudou a forma de as empresas fazer negócio – agora os dispositivos podem ficar conectados de forma online, o que possibilita ganhos na produção

O que as pessoas estão se perguntando é se existe nuvem segura… Afinal, como tudo está na rede, será que existe a chance de hackers ou pessoas mal intencionadas burlar os sistema e roubar as informações dispostas no ambiente virtual?

A resposta é simples: sim, existe segurança nos arquivos que estão na nuvem.

Mas, para entender o porquê dessa resposta afirmativa, vamos levar em conta como funciona o armazenamento de dados em nuvem e o acesso a aplicativos que ficam online o tempo todo.

Cloud Computing

Cloud Computing

A computação na nuvem fez com que os provedores de tecnologia mantenham seus data centers online, sendo que toda informação fica armazenada e disponível para o usuário.

O método traz várias vantagens, como quanto ao armazenamento físico, que evita o risco de furtos ou perdas.

Na prática, funciona assim: tradicionalmente, as empresas usam os data centers, que são discos rígidos, que guardam informações e aplicações importantes. Para isso, necessitam de salas específicas, com manutenção diária e uma alta conta de energia.

Já no Cloud Computing, o avanço está justamente na tecnologia, que redefine a produtividade dos gestores e cria uma integração entre a equipe, além de ter a economia energética.

Tipos de Nuvens

Nos dias de hoje existem duas principais modalidade de computação em nuvem, a pública e a privada. Também é possível usar as duas modalidades juntas, no que é chamado de híbrido. Confira cada um dos tipos.

Nuvem Privada

Ela é de uso exclusivo da empresa e funciona muito bem para aquelas que já têm uma infraestrutura para transformar o data center tradicional em uma nuvem segura privada.

A partir daí é possível começar a usar os benefícios em um ambiente de computação na nuvem, com segurança e privacidade.

Os benefícios são vários: exclusividade dos recursos, soluções customizadas, controle da infraestrutura, redução de custos e outros.

No mercado, existe a Cloud Broker, que é um serviço que possibilita a aplicação dos recursos em mais de um data center.

A Binário Cloud, dona do serviço, garante que uma equipe especializada esteja disponível para ajudar nessa migração dos espaços físicos para a nuvem. Isso é possível através do deep dive assessment (HDL), estudos do negócio do cliente e toda documentação detalhada.

O resultado é rápido e positivo: com um crescimento dinâmico.

Tipos de nuvem

Nuvem Pública

Esse recurso é compartilhado entre todos os assinantes, mas também tem garantia de uso e privacidade que acontece por meio do isolamento dos recursos.

A nuvem pública é indicada para as pessoas que acessam os dados esporadicamente.

Os benefícios também são vários, como o uso rápido, a infraestrutura e outros.

Se existe um lado negativo dessa modalidade é o fato de que algumas empresas têm enfrentado dificuldades nas restrições, como as normas do setor e a legislação do governo.

A Solução Binário Cloud Builder atua justamente nesse ponto, permitindo aos usuários que acessem aos benefícios da computação na nuvem. Isso é possível através dos provedores de serviços que podem se beneficiar dos padrões internacionais.

A ideia foi desenvolvida para permitir que o cliente possa usar o serviço sem ficar refém de um fabricante de hardware ou software.

A Segurança da Nuvem

As pessoas costumam acreditar que a nuvem é um lugar pouco seguro e, por isso, os arquivos não devem ser armazenados lá. Só que isso não é verdade.

Nuvem Segura

Vamos considerar também que manter os dados no seu computador ou servidores pode resultar na perca deles – sabemos que todo dispositivo eletrônico é passível de perdas, furtos, extravios e falhas.

Para esses casos, é preciso usar um backup, onde os arquivos serão salvos de tempos em tempos para garantir que os documentos não sejam perdidos.

A nuvem está sendo usada em grande escala por vários motivos e um deles é justamente esse: de se evitar que backups precisem ser feitos de forma manual.

Essa é uma vantagem do armazenamento na nuvem, mas será que ela é segura? Separamos alguns tópicos para provar que sim.

O Controle dos Usuários

Se você tem arquivos confidenciais, saiba que na nuvem pode controlar os acessos dos usuários, sendo que gestores e diretores podem ter privilégios a mais do que os outros integrantes da equipe.

E você pode compartilhar seus dados com quem quiser, quando quiser, sem medo de que as informações vazem pela rede.

Como é feito o Armazenamento

Armazenamento

A tecnologia atual faz com que um mesmo arquivo seja dividido em várias partes, ou seja, o armazenamento acontece em diversos servidores.

Assim, apenas supondo que exista alguma chance de hackers invadirem o sistema, a informação contida naquele servidor é apenas uma fração do todo.

Na prática, é como um quebra cabeças de 100 peças e o hacker só consegue acessar uma única peça, ou seja, para ele isso não fará muito sentido já que estarão faltando outras 99 peças.

Fica claro que a nuvem segura existe!

A Criptografia dos Dados

A criptografia dos dados na internet garante que seus arquivos jamais sejam vistos por outro usuário, a menos que você queira.

A Recuperação de Dados

Ainda que seja muito raro você perder um documento que está na nuvem, se isso acontecer você pode recuperá-los, através de um backup automático que é feito pelo servidor do serviço.

Armazenamento no Longo Prazo

Com o armazenamento na nuvem, as empresas garante que os dados fiquem seguros por um tempo indeterminado.

Como migrar para a nuvem agora?

Migrar

Que a Cloud Computing é a forma mais recomendável de aumentar a produtividade e a gestão de uma empresa, não resta dúvida… Mas, como migrar para a nuvem com segurança?

A Binário Cloud criou o The Box, que se baseia nos melhores padrões de cloud computing do mercado para dar uma a melhor experiência em nuvem de forma simples e eficiente.

A tecnologia usada pelos grandes provedores está disponível para todas as empresas, independente do tamanho. Ao rodar o negócio, o empresário fica sem preocupações com a disponibilidade da internet ou a segurança que está além do perímetro da empresa.

É uma solução que atende a todas as soluções de computação, rede e armazenamento na mesma caixa – por isso, o nome.

Esteja preparado para o futuro, os próximos anos serão de retomada da economia e você precisa estar atento as necessidades do seu cliente, sem perder tempo ou dinheiro. Conheça o The Box agora mesmo!

Melhore Sua Experiência Em Nuvem: Desapegue, Confie e Transforme

A nuvem é uma tecnologia que permite que os dados e os sistemas deixem de ficar armazenados em espaços físicos, como os discos rígidos, e estejam em servidores online

Essa característica está relacionada com vários fatores, como a performance e a facilidade de acessar os dados. Para entender isso, não é preciso de muito: apenas de conhecer as vantagens dessa experiência em nuvem, a começar pelo Cloud Computing.  Aliás, também temos o Cloud Computing no celular.

Cloud Computing

Em português: Computação em Nuvem, essa é uma nova forma de executar sistemas e armazenar dados. Ela não se limita a ferramentas tradicionais, como o Big Data. Atualmente,  pode ser adquirida em três tipos de infraestrutura, confira!

IaaS (Infrastructure as a Service)

IaaS (Infrastructure as a Service)

Esse é um modelo de negócios na qual a empresa contrata uma infraestrutura altamente personalizável para o uso interno.

Os recursos ficam em um servidor dedicado, disponibilizado por várias máquinas “virtuais”. Logo, a companhia tem um ambiente para execução de seus sistemas internos conforme a necessidade.

PaaS (Platform as a Service)

É um modelo no qual o usuário paga pelo uso de uma plataforma digital personalizada com softwares que já estão pré-instalados.

Logo, a companhia tem serviços feito sob demanda, mas gerenciados por terceiros, conforme as necessidades também.

SaaS (Software as a Service)

SaaS (Software as a Service)

É um dos modelos mais tradicionais da área e acontece quando o usuário contrata uma ferramenta para o uso por meio de assinaturas.

As plataformas permitem o acesso via web em aplicativos e trata-se de um modelo totalmente focado no licenciamento de softwares.

Essa opção tornou as equipes de trabalho mais móveis e capazes de atender um grande número de clientes ao mesmo tempo.

Por que ter uma Gestão na Nuvem?

Investir na computação em nuvem tem sido uma estratégia de muitas empresas por trazer várias vantagens nos dias atuais. Separamos algumas delas, confira!

Mobilidade

Mobilidade com a nuvem

Conforme os dados ficam armazenados fora de um computador físico, a equipe consegue acessar eles por meio de qualquer máquina, além dos smartphones e tablets.

Para isso, basta uma conexão com a internet.

Se tiver problemas com internet, liberte-se dos cabos e utilize o Cloud Computing!

Por que essa mobilidade é positiva? Porque garante segurança aos arquivos. Mesmo que seu computador falhe ou sofra danos, você não vai perder os arquivos importantes.

Esse investimento, portanto, é um fator estratégico que dá suporte a toda equipe, aumentando a agilidade e a produtividade.

Produtividade

Para quem aposta neste tipo de gestão, e está disposto a criar uma experiência em nuvem, a disponibilidade dos dados a partir da internet aumenta a produtividade empresarial.

Isso acontece porque os funcionários conseguem acessar os dados da empresa, atualizar os relatórios, produzir informações e compartilhar tudo em tempo real, aproximando até mesmo as equipes que estejam fisicamente distantes.

Note que esse espaço de trabalho integrado cria um índice de produtividade elevado.

Atualização

Atualização Nuvem

Nos sistemas tradicionais, o suporte da equipe de TI é necessário até mesmo para fazer a atualização dos softwares que foram escolhidos pela empresa. O atendimento é individualizado e isso pode custar caro.

Já na nuvem, as ferramentas podem ser usadas por todas as empresas, sendo atualizadas automaticamente e em passos simples, evitando que a companhia gaste tempo ou dinheiro com essa tarefa.

Isso faz com que a área de TI atue com maior performance e confiabilidade.

Operação

A capacidade de a empresa manejar os seus recursos financeiros conforme a sua demanda de serviços é otimizada na nuvem porque os desempenhos podem ser modificados a qualquer momento, garantindo que os usuários trabalhem sem dificuldades operacionais.

Em alguns cliques é possível que um gestor de TI modifique as soluções contratadas em cada empreendimento.

Isso também influencia o planejamento no médio e longo prazo, já que a empresa fica focada na capacidade de poupar recursos financeiros por meio de uma infraestrutura mais compacta ao negócio.

Economia

Economia com a nuvem

A área de tecnologia em qualquer empresa pode representar uma boa fatia do orçamento financeiro empresarial. E a computação em nuvem ajuda na redução de gastos.

No caso da infraestrutura isso é muito visível: não é necessário gastar altos valores com a aquisição de hardware, infraestrutura para o servidor físico e as licenças de software.

Dá para economizar dinheiro até mesmo com a energia.

Para se ter uma ideia, todas as empresas dos Estados Unidos que usam a computação em nuvem conseguiram uma economia média de 87% no gasto energético.

A Segurança da Nuvem

Antes de iniciar uma experiência em nuvem, as pessoas costumam ficar receosas devido ao não conhecimento sobre a segurança dela… o grupo Binário irá te assegurar.

Mas, engane-se quem pensa que o fato de ter dados armazenados em um ambiente virtual faz a empresa correr riscos de perder as informações.

Os sistemas em nuvem são seguros por vários fatores.

Primeiro pelo fato de usarem padrões internacionais de segurança, como a criptografia avançada, SSL, ISO e outros. Logo, as chances de invasão são mínimas.

Outro ponto a se pensar é sobre o armazenamento dos dados.

Enquanto a forma tradicional diz que os backups precisam ser feitos de hora em hora, o processo online é automático, através do que é chamado de espelhamento de servidores.

Se nós estamos falando em segurança, você precisa se atentar a um número interessante: anualmente, mais de 800 mil laptops e notebooks são perdidos em aeroportos.

Você já pensou o que poderia acontecer com os seus dados se o seu computador portátil “sumisse”?

Ter as informações importantes na nuvem é uma forma de manter os arquivos salvos.

Armazenamento em Nuvem já é uma Realidade

Nuvem

Se antes o cloud era visto como uma ideia distante, agora já é uma realidade e rotina de muitas empresas que usam a internet para alavancar seus negócios.

Levando em conta essas vantagens, há um imenso crescimento na quantidade de dados que podem ser armazenados nos próximos anos.

O armazenamento em cloud é a melhor experiência em nuvem que se pode ter e já provou que o salvamento e arquivamento de dados podem significar o fim dos softwares individuais que conhecemos hoje em dia.

Atualmente, fala-se muito em ROI (Retorno sobre o Investimento) e acredita-se que os investimentos em tecnologia tenha retorno muito rápido. Com isso, os executivos podem dar mais atenção a temas centrais de uma companhia, focando em outras áreas do negócio.

Quer ter a sua empresa na nuvem de forma simples e segura? A Binário irá te ajudar com isso!

Wi-Fi e Cloud Computing Para Empresa: Como Manter o Acesso Seguro

Tanto a conexão Wi-Fi quanto a computação em nuvem são soluções que podem ser implementadas em todas as empresas, desde que sejam adotadas as devidas regras de segurança

Segurança Wifi e Cloud Computing

O desenvolvimento da tecnologia faz com que novas soluções sejam lançadas, de modo a tornar a vida de todos os usuários muito mais simples e prática. Porém, muitas pessoas ainda são receosas quanto a elas.

No começo, é até normal que haja um certo estranhamento, já que são soluções que ainda não são tão conhecidas no mercado. Porém, quando esse medo continua mesmo depois de um tempo, a situação já pode ficar preocupante.

Duas das soluções que se destacam são o Wi-Fi e o cloud computing. Ambas oferecem a possibilidade de navegar sem fios, e é exatamente isso o que traz desconfiança às pessoas que não conhecem exatamente como é o funcionamento de cada uma delas.

É possível manter total controle sobre a segurança de ambas opções em um ambiente empresarial, para que não haja interceptação de dados e informações. Para isso, porém, é preciso tomar certos cuidados, que farão toda a diferença no perfeito desempenho das redes de internet e computação sem fio.

 

Como Manter a Segurança das Redes Wi-Fi

Uma rede Wi-Fi em um ambiente de trabalho não é exatamente igual à utilizada em uma casa, principalmente se ela oferecer acesso a informações e dados mais sigilosos. Logo, caso ela caia em mãos erradas, os prejuízos podem ser irreversíveis.

Porém, não é apenas esse acesso que representa um risco à conexão: muitos outros detalhes também devem ser observados, ainda mais pelo fato de que seu perfeito funcionamento é determinante para o cloud computing.

Por isso, conhecer os principais cuidados é fundamental.

Utilizando o Computador da Empresa Cuidados

Cuidado Com a Senha

Essa é a dica mais óbvia de todas, mas que nem por isso deixa de ser importante. Sua empresa, o wireless e a mobilidade são coisas que andam juntas, mas é preciso tomar muito cuidado com esse assunto.

A senha do Wi-Fi deve ser restrita apenas aos funcionários, e não liberada para outras pessoas. Para que isso seja possível, é importante conscientizar os colaboradores da confidencialidade dessa informação, já que o acesso de terceiros à conexão também pode prejudicar seu trabalho.

Como é mais seguro prevenir do que remediar, o ideal é trocar a senha periodicamente, para evitar imprevistos.

 

Utilize Redes Wi-Fi Privadas

Se as pessoas soubessem mais sobre as redes Wi-Fi públicas e seus riscos, tomariam muito mais cuidado ao utilizar essas redes. Se como usuário essas redes já são perigosas, quanto mais quando se trata de uma empresa.

Esse tipo de rede nunca pode ser utilizado em um ambiente comercial, já que ela torna mais fácil a invasão de dados e arquivos confidenciais. Pessoas de má fé podem encontrar redes sem fio desprotegidas e interceptar esses dados, o que pode ter consequências drásticas.

Por isso, a conexão deve ser privada, pois isso traz muito mais segurança e permite que a rede seja usada tranquilamente, inclusive com o cloud computing.

 

Tenha Uma Conexão Estável

Quando se trata de segurança, é comum relacionar os problemas com internet apenas com invasões e interceptações, mas existe outro problema que também pode ser muito prejudicial:a instabilidade da conexão.

Imagine a seguinte situação: o colaborador da empresa está em uma ligação importante com um cliente e, para isso, acessa informações através do sistema de cloud computing. Porém, de um minuto para o outro, a conexão cai e ele perde o acesso a todos os dados.

Isso acontece devido à falta de estabilidade da conexão, que faz com que os próprios funcionários da empresa não confiem nela e tenham medo de que ela pare de funcionar justamente naquele momento importante.

Por isso, o melhor a se fazer é investir em uma infraestrutura de boa qualidade, que consiga oferecer tudo aquilo que a empresa precisa. Assim, tanto o sistema de cloud computing quanto a conexão Wi-Fi e até mesmo a cabeada funcionarão perfeitamente.

Wifi e Cloud Computing no seu Computador

Tome Cuidado Com Seu Celular

Esse assunto pode parecer estranho, já que o celular não tem, aparentemente, nenhuma relação direta com o trabalho. Porém, não há como negar isso, principalmente nos dias de hoje.

Muitos colaboradores acessam seus e-mails corporativos pelo celular pessoal, para poder tê-los à mão mais facilmente. Além disso, é possível até mesmo utilizar o cloud computing no celular, o que abre um leque ainda maior de oportunidades.

Logo, como alguns colaboradores acessam dados sigilosos de seus smartphones, eles também merecem toda a atenção e cuidado. Portanto, é essencial que eles sejam desbloqueados apenas com senha, impressão digital, reconhecimento facial ou da íris, que são soluções já disponíveis em aparelhos atuais.

Ao fazer isso, é fechada uma porta importante de acesso aos dados da empresa, que muitas vezes passa despercebida.

Garanta a Segurança dos Dados da Empresa

Ao seguir todas essas dicas, ficará muito mais fácil manter a salvo aquelas informações sigilosas da empresa ou de seus clientes, além de permitir que os colaboradores trabalhem com mais conforto e tranquilidade.

Assim, será possível ter segurança mesmo usando a cloud computing pública, o que possibilita à empresa adotar as soluções de tecnologia mais avançadas disponíveis atualmente, mas sem abrir mão da proteção no mundo virtual.

Chegou a hora do Big Data/Analytics. Logo, invista em infraestrutura e segurança.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas da B.U Segurança do Grupo Binário

Ninguém que fale em transformação digital pode ignorar o advento da mobilidade como um dos fatores que desencadeou muitas das grandes mudanças a que estamos assistindo. Desde que conseguimos levar nosso trabalho e nossos dados para praticamente qualquer lugar, novas possibilidades foram surgindo. Computação em nuvem, movimentos como BYOD, a interação das redes sociais, BI, tendências, novas ferramentas e inúmeras outras soluções vêm mudando não só a vida pessoal no dia a dia, mas também o mundo dos negócios. E, para muitos especialistas, este cenário desenhou “a hora” de Big Data/Analytics, em muito graças à Internet das Coisas (ou IoT, da sigla em inglês para Internet of Things).

Há pelo menos dois anos se fala na Internet das Coisas, para muitos, uma grande revolução. Ela trata, basicamente, da integração entre diferentes dispositivos a partir de sensores conectados a hardware e software com grande capacidade de processamento e de armazenamento. Essas “coisas” (uma infinidade de dispositivos e equipamentos como relógios, roupas, carros, eletrodomésticos, casas, etc.) geram dados, se comunicam. Assim, todas as luzes ou o sistema de segurança de uma casa podem ser monitorados à distância, por exemplo. Um refrigerador “inteligente” pode mostrar, na tela da porta, quais os itens que estão em falta – pode até mesmo gerar uma lista de compras baseado no que a família consome habitualmente.

Num cenário que é cada vez mais complexo, com um volume e um fluxo de dados cada vez maiores, equipes e lideranças de TI buscam novos processos e soluções a implementar – com a pressão de sempre manter as operações em funcionamento. A tecnologia segue sua evolução, constante e ininterrupta, criando sempre mais possibilidades. Aos executivos cabe pensar em como utilizar as novidades na área de TI alinhando as tendências tecnológicas de maneira a atender as demandas e estratégias de negócios das suas empresas.

A IoT promete aplicações praticamente infinitas, mas traz um grande desafio: há que se ter tecnologia de sistemas e ambientes de infraestrutura tecnológica preparados para suportar o crescimento contínuo desse mundo da mobilidade, para que os dados gerados por bilhões de dispositivos possam ser transmitidos via conexões seguras e com confiabilidade – assim, a infraestrutura e a segurança são fundamentais, sempre – a fim de serem analisados e interpretados, de modo a se transformarem em informação útil e valioso.

Estima-se que os dados digitais cresçam cerca de 150% ao ano – e esta “abundância de dados” é o detalhe para que muitos analistas digam que chegou a hora de Big Data/Analytics. Graças à IoT. Como? Se considerarmos que a maior parte destes dados não é estruturada, veremos que não é fácil tê-los integrados nas bases de dados relacionais que as organizações usam. Já os dados gerados pelas “coisas” são estruturados, ou seja, não é necessário criar novos softwares ou aplicações para estes dados, pois os sensores que os emitem têm um layout definido. Então eles podem ser incorporados com mais rapidez às bases de dados que temos. E a criação de novos algoritmos que transformem os dados desestruturados em informações úteis que possam ser ligadas à inteligência dos negócios se torna mais eficaz. O resultado? O uso pleno destes dados, em tempo real ou num tempo que se aplique à eficiência dos negócios.

As aplicações, cada vez mais, serão desenvolvidas e programadas para trabalhar com um gigantesco e contínuo fluxo de dados, que precisarão ser processados. Pense em adotar soluções e ferramentas de Big Data e Analytics: a Internet das Coisas dará o impulso necessário para que estes movimentos ganhem força e se estabeleçam. Mas também pense, e muito bem, na infraestrutura para isso tudo. Sistemas precisam de uma infraestrutura sólida para rodar com bom desempenho, logo, investir em armazenamento e redes seguros, robustos e confiáveis é o caminho para o sucesso.

Parece óbvio, já que os dados só têm importância se podem ser transformados em informações de valor, ou seja, úteis. Internet das Coisas e Big Data significam volumes avassaladores de dados em um formato conhecido oferecendo informações de qualidade (Analytics) no tempo certo – de acordo com as demandas do negócio. Sem, é claro, esquecer da segurança. E o seu negócio já está preparado?

Armazenamento de dados: o foco é ajudar a crescer e proteger o seu negócio

Marco Wasser é gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

Marco Wasser é gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

A TI vem passando por uma série de transformações que vão modificando as regras do jogo. Organizações como IDC e Gartner e muitos CEOs e CIOs apostam em 2016 como o ano da “nova TI”. Este movimento se dá em função da integração de ambientes e aplicações em nuvem, somada a tecnologias como redes definidas por software. E para que as empresas continuem a ser competitivas, será preciso transformar também a maneira de aproximar a TI e as áreas de negócio.

As companhias seguem buscando modernizar sua eficiência procurando as soluções mais robustas e resilientes para manter sistemas críticos rodando 24×7. Isso muda também o ambiente de data center, cada vez mais perto do que se chama infraestrutura de TI invisível: aquela que roda integrada em segundo plano, e só se faz notar quando a operação é interrompida.

A arquitetura web-scale, cada vez mais presente pelo crescimento das práticas DevOps e dos serviços baseados em software, também amplia as ofertas de infraestrutura ao alcance das empresas, independente do porte. Afinal, todo mundo quer os benefícios de uma rede escalável e configurável que seja capaz de evoluir junto com as demandas do negócio, integrando novos modelos e novas formas de atuar.

Mas sabemos que a construção e a manutenção de um data center pode ser um investimento muito alto para pequenas e médias companhias. Sabemos também que, por mais que todos os aspectos do negócio sejam importantes, o setor mais crítico para suportar o crescimento é o de TI. Afinal, todo negócio tem dados, operações e sistemas que precisa manter seguros e em funcionamento, e por isso é tão fundamental manter o data center como assunto principal, pois uma infraestrutura correta é o que mantém tudo rodando, tudo no ar. Assim, a escolha do data center impacta diretamente no crescimento dos negócios.

Crescimento este que promete ser voluptuoso: de acordo com o IDC, entre 2013 e 2020 o universo digital vai crescer de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões. Atualizar servidores e racks, repensar a infraestrutura com base nas novas soluções, será mandatório.

Novas soluções como a cloud computing. Alguns anos atrás, temia-se que a nuvem poderia ‘matar’ os data centers, mas o tempo mostrou que eles se complementam e precisam trabalhar juntos para tudo funcionar como se espera: com segurança, confiabilidade, desempenho, aplicações, agilidade. E essa tendência vai atravessar os próximos anos.

Data center próprio, terceirizado, cloud computing, SDN… As opções são muitas, e o importante é que estejam no centro das decisões de TI e de negócio. Esta é a melhor forma de assegurar o bom funcionamento e a continuidade das operações, garantindo produtividade e competitividade.

Web Application Firewall: uma necessidade dos portais e das empresas

Camila Inácio é Especialista Pré Vendas

Camila Inácio é Especialista Pré Vendas

Cada vez mais, as empresas estão adotando a internet como um canal de venda de seus produtos e serviços. Porém, as empresas acabam não tendo controle sobre os inúmeros acessos que ocorrem em seus servidores de aplicações, pois elas abrem as portas de seus firewalls 80(HTTP) e 443(HTTPS) para acessar o servidor web e, assim, centenas de possíveis ataques podem ocorrer. Os portais de e-commerce são os principais alvos de fraudes e roubos cibernéticos.

Embora, os ataques online continuem crescendo, existe um recurso que pode ajudar essa demanda do mercado. O Web Application Firewall (WAF) tem funções similares a de um firewall e protege aplicações web e bloqueia as temíveis ameaças.

Uma comunidade aberta internacional dedicada a habilitar organizações a conceber, desenvolver, adquirir, operar e manter aplicações confiáveis, a OWASP (Open Web Application Security Project) – gerida por uma fundação sem fins lucrativos- apontou os dez riscos mais comuns de ataques em aplicações WEB:

• A1: Injection
• A2: Cross-Site Scripting (XSS)
• A3: Broken Authentication and Session Management
• A4: Insecure Direct Object References
• A5: Cross-Site Request Forgery (CSRF)
• A6: Security Misconfiguration
• A7: Insecure Cryptographic Storage
• A8: Failure to Restrict URL Access
• A9: Insufficient Transport Layer Protection
• A10: Unvalidated Redirects and Forwards”

Vamos ficar atentos e usar todos os recursos disponíveis para proteção da web!

Quem não se comunica…

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas.

Vírus, trojans, APT, DDOS, Zero Day… A lista de ameaças à segurança da informação é longa, mas tem ainda mais um item a acrescentar que talvez você raramente se dê conta: a comunicação entre equipes.

Um estudo da Websense, feito com 5 mil profissionais de 15 países incluindo o Brasil, indicou a falta de comunicação e de treinamento em relação à segurança da informação como itens de grande risco para as redes e dados das corporações.

Pior: no Brasil, o dado é alarmante, com 58% das empresas não conversando sobre segurança com seus colaboradores.

É claro que o gestor de TI tem muitas preocupações neste campo, como avaliar melhores ferramentas para proteger as redes, definir periodicamente sobre manter ou reformular os sistemas de segurança atuais, analisar brechas de proteção e os riscos implícitos em cada uma, além de, é claro, combater ataques no menor tempo possível. No meio disso tudo, é compreensível que sobre pouco espaço para falar com as equipes sobre o assunto.

Compreensível, mas não aceitável: de acordo com o levantamento, a falta de conhecimento dos funcionários sobre ações e comportamentos arriscados e sobre os recursos e políticas de segurança das organizações pode ser um literal tiro no pé, aumentando em muito o nível de vulnerabilidade das redes.

É preciso corrigir a lacuna de comunicação entre as equipes de segurança de TI, executivos e colaboradores das companhias se quisermos evitar violações de dados ou invasões. A Websense é categórica em afirmar: “para melhor proteção contra ataques avançados e o roubo de dados, investir mais na educação dos funcionários”.

O quadro atual, infelizmente, vai contra esta regra: das empresas ouvidas no Brasil para o levantamento, 58% não oferecem educação em cibersegurança aos funcionários e só 10% projeta fazê-lo nos próximos 12 meses.

Em relação a treinamento, o número é ainda mais baixo: só 23% dos entrevistados brasileiros afirmaram ter treinado seus profissionais de segurança de TI em ameaças cibernéticas. Muitos confiam no conhecimento legado dos colaboradores, porém, segundo o estudo, isso é um erro, pois a atualização e adequação específica à demanda de cada corporação é fundamental.

Não bastasse isso, 36% das equipes de segurança de TI de empresas brasileiras avaliadas na pesquisa jamais sequer comentaram com os executivos sobre questões de cibersegurança e, dos que tiveram esta conversa, 22% o fizeram uma vez ao ano, 18% uma vez no semestre e 1% uma vez por semana.

É preciso ficar atento. Tecnologia não é efetiva sem recursos humanos qualificados e bem informados para operá-la. Mas se o que a Websense apurou se concretizar, há esperança de melhorias: dos brasileiros entrevistados, 61% garantem que investirão para reajustar suas defesas de cibersegurança, tanto na parte tecnológica como na de educação de pessoal, ao longo dos próximos 12 meses. É aguardar e confiar!

A pesquisa da Websense completa pode ser vista aqui: www.websense.com

BYOA: uma realidade que você precisa conhecer

Marcela Rodrigues é gerente Comercial da BinarioMobile

Marcela Rodrigues é gerente Comercial da BinarioMobile

A mobilidade está cada vez mais disseminada e, em breve, todos os setores de negócio serão afetados por ela, em maior ou menor grau, é só uma questão de tempo. A cada dia, também conhecemos novas tendências tecnológicas, que nascem com objetivo de facilitar nossas rotinas, sendo assim, precisamos aproveitá-las, mas também devemos estar sempre atentos às suas implicações para não sermos surpreendido, principalmente, quando se trata do ambiente corporativo.

Depois do fenômeno do BYOD (Bring Your Own Device), é hora de conhecer um novo conceito que já realidade em muitas companhias, o BYOA (Bring Your Own App). O “traga seu próprio app” é considerado um caminho natural da mobilidade, pois já estamos acostumamos a usar diversos apps que facilitam nosso dia a dia, e os queremos usar, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

A integração dos apps com recursos corporativos cria um novo contexto e é preciso estar atento às suas implicações, como segurança, suporte, aspectos legais, entre outros.

Os aplicativos e atividades mais populares entre os funcionários incluem: sincronização de arquivos cloud, apps de compartilhamento (Dropbox, Cubby, Google Drive); apps de colaboração (Skype, join.me, Trello); apps de produtividade (Evernote, Google Apps for Business/Google Docs), e apps sociais e de acesso remoto.

Recente pesquisa da LogMeIn e Edge Strategies revelou que a equipe de TI sabe muito pouco sobre como anda o estado do uso de apps trazidos por funcionários para o ambiente de trabalho. Cerca de 70% das empresas ouvidas confirmaram o uso ativo de apps trazidos por funcionários. Mas enquanto a equipe de TI acha que existe uma média de 2,8 apps na empresa, os dados reais apresentam uma média perto de 21 aplicativos cloud por empresa, um número sete vezes maior do que o percebido.

Com esses dados, a preocupação com a segurança impera para 54% dos profissionais de TI ouvidos na pesquisa. Para eles, a segurança dos dados é o fator mais importante que limita a adoção ou o suporte às práticas de BYOA por suas empresas. A falta de controle ou gerenciamento é o segundo limitante para 45% dos profissionais.

Apenas 38% das empresas têm políticas de BYOA definidas e só 20% dos profissionais de TI se sentem bem preparados para mitigar a maioria dos riscos de segurança associados à BYOA.

Diante desse cenário, especialistas acreditam que a função de TI precisa ser fundamentalmente redefinida se esses profissionais quiserem reconquistar sua voz estratégica, e isso significa reinventar a maneira como eles abordam o gerenciamento de aplicativos, dispositivos e dados nessa era do BYO.

Fontes:

http://bit.ly/1t5lwnb

http://bit.ly/WRy1p2

http://bit.ly/1pwc8ne

Ataques DDoS voltam a assombrar. Cuidado!

Bruno Adorno, Gerente de Negócios no Grupo Binário.

Bruno Adorno, Gerente de Negócios no Grupo Binário.

No fim de 2013, falamos aqui no blog sobre os riscos de DDoS – sigla para o inglês Distributed Denial of Service, que determina ataques distribuídos de negação de serviço, ampliando a abrangência do DoS (Denial of Service) em uma tentativa de hacker para tornar os recursos de um sistema indisponíveis a seus usuários, tendo servidores web como alvos favoritos.

Na época, tratamos do assunto pois o Brasil foi apontado na pesquisa “State of the Internet” como um dos dez Top 10 na geração de ataques na Internet, dentre os quais os do tipo DDoS eram os mais informados. Agora, o tema volta à tona por conta de outros estudos recentes, como os realizados pela especialista Molly Sauter, autora do livro The Coming Swarm, e da consultoria Forrester Research, que indicam que, só em junho de 2014, os ataques DDoS proliferaram de forma a sugerir que até mesmo sites considerados de alto perfil em relação à segurança da informação, como os de patrocinadores e apoiadores da Copa do Mundo, o leitor de RSS Feedly e o serviço de anotações e organização pessoal Evernote, que sofreram com a praga, não estão tão a salvo assim.

A analista não revela números, mas usa termos sugestivos: conforme ela, “um monte de ações DDoS orientadas pelo grupo Anonymous” foram vistas no último mês, e, em função destas, as interrupções de negócios foram muitas, computadores chegaram a ficar inoperantes por dias inteiros e “pelo menos uma empresa foi obrigada fechar as portas”.

No cenário de possibilidades para a proliferação dos ataques, Sauter inclui ações como ativismo online, possíveis atividades de vigilância governamental e extorsões motivadas por lucro. Ainda, analisa que o aumento deste tipo de ataque aos serviços online não se dá à toa: para empresas da Internet, o vínculo entre disponibilidade e geração de receita é direto. Fora do ar, perdendo dinheiro, simples assim. Logo, um prato cheio para um hacker DDoS interessado em extorsão – em outras palavras, sequestrar seu servidor web por dinheiro.

Entretanto, o pagamento do “resgate” não significa que o hacker interromperá o ataque, e é aí que mora o grande perigo. Contra isso é que a consultoria IDC indica práticas voltadas a dificultar a invasão, como evitar a combinação de protocolos, reduzindo o poder de escala dos ataques, especialmente DNS e NTP – quando o hacker injeta dados indesejados em seus alvos.

A Forrester Research vai ainda mais longe, revelando que os ataques focados em aplicações também têm aumentado, só em 2013, foram responsáveis por 42% das vítimas de DDoS, apenas dois pontos percentuais abaixo dos que sofreram com ataques volumétricos, como DNS e NTP.

E agora, como se proteger? Em primeiro lugar, apontam todos os pesquisadores, pense na segurança da informação levando em conta possibilidades sofisticadas de ataque – sim, o agressor da sua rede também investe em P&D e cria técnicas e recursos bem avançados.

Leve em conta situações de ataques híbridos ou multi-vetoriais, aqueles que usam plataformas diversas e, não raro, também têm mais de um alvo. Muito mais difíceis de detectar e combater, estas ameaças, infelizmente, só aumentam – no ano passado, subiram 41% em relação a 2012 -, ao mesmo tempo em que as técnicas para realiza-las tornam-se cada vez mais fáceis e baratas.

Um universo que exige manter equipes dedicadas ao monitoramento e, se necessário, combate imediato dos ataques detectados nas mais diversas frentes. Equipes alicerçadas, é claro, por sistemas abrangentes de segurança da informação, que contemplem tecnologias capazes de detectar a ameaça de invalidação por sobrecarga típica do DDoS, como DNS para gerenciamento de IP, IPsec/SSL VPN, Behavior Analisys, NAC, IPS/IDS, entre outras.

Dicas boas, mas que, para dar resultado, precisam ser postas em prática. Em outro estudo, este da Brittish Telecom, realizado recentemente, 74% dos empresários ouvidos no Brasil disseram que os ataques DDoS são a principal preocupação com a segurança de suas redes, mas apenas 26% acreditam ter recursos suficientes para combate-los. Hora de ampliar o investimento em tecnologia preventiva, certo pessoal?

Fontes:

http://bit.ly/1jNmwtk

http://bit.ly/1oFwd93