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600 milhões de smartphones com reconhecimento visual de gestos serão distribuídos em 2017

Rony Pedroso é gerente de desenvolvimento de novos negócios da BinarioMobile

A partir de uma pesquisa, a ABI Research prevê que 600 milhões de smartphones com tecnologia de reconhecimento visual de gestos serão distribuídos no mundo em 2017. Embora venha ganhando espaço no mundo do entretenimento eletrônico, especialmente entre TVs e videogames, o reconhecimento visual de gestos, praticamente inexiste no mundo dos tablets e smartphones, vem sendo considerada uma aposta para o futuro do setor.

De carona com o sucesso das TVs e videogames, percebe-se que logo essa tecnologia pode estar disponível no seu dia a dia antes mesmo dessa data. Mas fica a pergunta: apesar da diversão que essa tecnologia possa proporcionar, teria ela alguma utilidade profissional?

Será que algum arquiteto ou engenheiro teria alguma vantagem em utilizar um tablet com reconhecimento de gestos? E um executivo, pode ser mais produtivo com uma ferramenta assim? É esperar para ver.

Licença do uso do chipset Snapdragon de smartphones 3G/4G chega ao Brasil

Rony Pedroso é gerente de desenvolvimento de novos negócios da BinarioMobile

A CCE é a primeira fabricante brasileira a licenciar o uso do chipset Snapdragon para a produção local de smartphones 3G/4G, dentro do acerto fechado pela Qualcomm com o governo Dilma para agilizar a inclusão digital através da banda larga móvel. O acordo não é exclusivo e pode ser estendido a outros dispositivos, como tablets e TVs conectadas.

 Com o crescimento vertiginoso do mercado de tablets e smartphones e a guerra declarada entre os principais sistemas operacionais (iOS, Android , BlackBerry e Windows), vemos agora outra guerra acontecendo nos bastidores, a guerra dos chipsets. Qualcomm, TI, Intel, Nvidia, AMD, Samsung, Apple, e outros, disputando a liderança do lucrativo mercado de mobilidade com o lançamentos, cada vez mais potentes, de SoC (System on a Chip) que equipam os principais tablets e smartphones do mercado.

 A guerra dos chipsets vai além dos dispositivos móveis, englobando também as televisões inteligentes, televisões conectadas e set top box que acessam televisões, como, por exemplo, o Google TV ou Apple TV. Uma revolução que pode alterar completamente a maneira como vemos TV, acessamos a internet, trabalhamos ou nos divertimos. A Qualcomm vem liderando esse mercado, seguido de perto pela Apple e TI, mas veremos uma competição muito mais acirrada a partir desse ano entre todos os players.

Operadoras buscam alternativa para tráfego de dados

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão

Um relatório publicado pela Juniper Research aponta que enquanto o nível de dados trocados entre dispositivos móveis crescerá dramaticamente nos próximos cinco anos, os provedores de serviço devem reduzir em cerca de 60% o tráfego em suas redes tradicionais.

De acordo com a pesquisa, os provedores de serviços buscam reduzir a demanda em suas redes – alta por conta da proliferação de dispositivos móveis inteligentes – por meio da implantação de redes WiFi próprias e pequenas estações rádio base.     (Fonte: Tele Síntese)

Com base nessa pesquisa, observamos um grande potencial de negócios envolvendo o transbordo das redes 3G e 4G (offload 3G e 4G) no Brasil. O eco sistema de telecomunicações, pela sua precariedade e falta de cobertura, favorece essas ações que, no final do dia, não apenas ajudam na receita dos provedores locais, mas também acabam por suprir a ausência das grandes operadoras junto a determinados mercados.

Creio firmemente que o BNDES e o Banco do Brasil, através de uma ação do Ministério das Comunicações, poderiam favorecer esses provedores com linhas atraentes de financiamento.

Tablets irão ultrapassar vendas de notebooks em cinco anos

Rony Pedroso é gerente de desenvolvimento de novos negócios da BinarioMobile

A NPD DisplaySearch, a partir de uma pesquisa realizada, espera que as entregas de tablets ao varejo exceda o de laptops até 2016, provavelmente devido ao desejo do consumidor por mais portabilidade.  É esperado que as vendas de notebook aumentem de 208 milhões de unidades este ano para 393 milhões até 2017. As entregas de tablets ao varejo, no entanto, crescerão muito mais rapidamente, aumentando quase quatro vezes, de 121 milhões de unidades em 2012 para 416 milhões daqui cinco anos. (Fonte: IDG Now)

A rápida adoção de tablets em substituição aos notebooks é apenas o começo de uma grande revolução, na maneira como fazemos negócios e interagimos com o mundo. A possibilidade de mobilizar todos os colaboradores de uma empresa abre um “leque de opções” para otimização de custos, aumento de produtividade e novas maneiras de se fazer negócios.

Uma força de vendas mobilizada com tablets integrados ao ERP, executivos com ferramentas de BI móvel, gestores com acompanhamento em tempo real e móvel de suas equipes e produções cria uma nova fronteira de TI que ainda é pouco explorada, porém já se vislumbra o grande impacto que isso terá nas organizações dessa década.

BYOD: RIM lança sistema para gerenciamento de aparelhos móveis

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão

De olho na tendência BYOD (funcionários usando dispositivos pessoais no trabalho), a empresa anunciou a chegada ao Brasil do BlackBerry Mobile Fusion, solução para administração de dispositivos móveis (MDM). Além de aparelhos BB (smartphones e tablets PlayBook), a plataforma permite gerenciar dispositivos Android e iOS, dentro de um console unificado com interface web.

A RIM parece ter encontrado uma chance de retomada junto ao mercado cada vez mais exigente de devices móveis. Mais aderente ao conceito de BYOD, ela coloca dentro do tão esperado Fusion, a possibilidade de administrar outras plataformas. Parece bobagem, mas quem escolhe (CYOD) e traz (BYOD) o dispositivo é o individuo, além de definir o que gosta ou não. Assim, ao invés da postura antiga de agradar ao CIO e a administração, agora é necessário ENCANTAR o indivíduo. Testaremos observando a evolução.

Pagamentos por dispositivos móveis devem superar US$ 171 bi neste ano

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão

O volume de transações que utilizam dispositivos móveis como meio de pagamento, o chamado mobile payment devem ultrapassar os US$ 171,5 bilhões neste ano, segundo projeção do Gartner. O número de usuários desses serviços alcançará 212,2 milhões, o que, se confirmado, representará um crescimento de 32% na comparação com o registrado no ano passado, quando totalizou 160,5 milhões de usuários.

Nos últimos meses, a relação entre os fornecedores mudou por conta das exigências dos clientes. Essa “Nova Era do Usuário” traz consigo severas diferenças em todos os seus aspectos. As formas de efetuar transações, assim como dos relacionamentos pessoais, profissionais e sazonais mudaram. As visões de marketing, propaganda, gostos, desgostos mudaram e muito.

 Existem setores que perceberam isso rapidamente e já estão se adequando. Outros setores pesadíssimos como o de Unifield Communication (UC) vão passar por mudanças drásticas, notem que os “end points” nas grandes salas, já não atendem mais completamente o consumidor.  Eles querem mobilidade e vídeo conferência presentes em seus dispositivos, seja ele qual for. Essa é a grande verdade deste mercado, tanto que grandes têm mostrado quedas nos faturamentos.  Devemos ter muita atenção aos movimentos.

União entre dispositivos móveis e aplicativos abre novas possibilidades de negócio

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão

Definitivamente a mobilidade é um divisor de águas e muda fortemente a forma de relacionamento entre os indivíduos, as empresas e instituições de um modo geral.

Creio que o conceito de “Unified Communication” não tinha tantas pretensões. As chamadas por vídeo, API’s, aplicações, IPTV, VoD, entre outras, trazem um campo de avaliação e trabalho impressionante.

Repito aqui o que disse em uma conversa sobre mobilidade, com um cliente que tem mais de meio milhão de negócios online por mês, portanto as possibilidades são assustadoras e impressionantes: meu temor não está na criatividade do mercado, mas na incapacidade da infraestrutura em atender à demanda.

Ameaças para dispositivos móveis aumentam 1.200%

Sergio Humberto Marques é gerente de logística do Grupo Binário

O número de ameaças para dispositivos móveis decolou no primeiro trimestre e chegou a 8 mil, segundo o relatório da McAfee. O aumento de 1.200% em relação ao mesmo período do ano passado teve influência significativa de aparelhos com o sistema operacional Android, do Google, responsáveis por sete mil deles. (Fonte: TI Inside)

 Vemos aqui mais um nicho de mercado para os fabricantes de antivírus, que era inexistente até pouco tempo. A grande disseminação de smartphones e tablets gerou uma enorme necessidade de programas de proteção. Olhando pelo lado otimista, o do “copo meio cheio”, isso leva a um aumento de demanda por mão de obra especializada nesse tipo de programa e também faz com que os desenvolvedores de sistemas operacionais dessas plataformas (ANDROID, do Google e iOS, da Apple) fiquem mais atentos para não perder clientes, devido à falhas de segurança nos aparelhos.

Por outro lado vemos que, quanto mais conectados estamos, mais vulneráveis ficamos a esse tipo de ataque. Nos resta a curto prazo, tomarmos ações paliativas para nos proteger, adquirindo softwares de mercado para os nossos dispositivos e, a médio e longo prazo, aguardar que as soluções de proteção dos próprios fabricantes estejam embutidas nas atualizações dos sistemas móveis.

Mobilidade é grande oportunidade no Brasil

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão do Grupo Binário

Produtividade é a grande bandeira da mobilidade. Esse atrativo tem angariado milhares de usuários pelo mundo, fazendo com que dispositivos sem fio sejam cada vez mais usados no universo corporativo. (Fonte: Computer World)

A disponibilidade de aplicações para dispositivos móveis caminha a passos largos, na mesma toada da indústria de dispositivos e também no atendimento dos desejos dos usuários. Isso é ótimo, certo?

As empresas buscam as novas formas de se relacionar com o usuário dentro dos novos padrões de consumo, relacionamento que vem se estabelecendo ao longo dos últimos meses. A infraestrutura para suportar essa demanda está pronta ou quase pronta? Não!

Há um descompasso entre essas duas ações com enorme discrepância. Mantida essa tendência, teremos sérios prejuízos e ainda uma frustração sem precedentes nesse espaço.

Câmara aprova projeto sobre crimes cibernéticos

Sergio Humberto Marques é gerente de logística do Grupo Binário

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2793/11, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e outros, que tipifica crimes praticados pela internet no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). A matéria será analisada ainda pelo Senado. O projeto de lei prevê, por exemplo, pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa para quem obtiver segredos comerciais e industriais ou conteúdos privados por meio da violação de mecanismo de segurança de equipamentos de informática.

Será que, finalmente, entraremos no rol dos países que punem este tipo de crime com a devida severidade? Nos últimos anos, fomos bombardeados com inúmeras notícias de invasões de hackers a websites de diversas áreas, como: bancos, empresas de energia, hospitais, governo etc. Aparentemente, esse aumento é influenciado pela impunidade que reina nesta área.

O hacker invade algum lugar, rouba fotos pessoais, dinheiro de bancos, informações governamentais e tudo fica por isso mesmo. Se conseguirmos punir esses “piratas”, essas ações, com certeza, diminuirão bastante ou, pelo menos, ficarão restritas a ações de pequeno porte, sem gravidade, e que não prejudiquem as pessoas. As autoridades têm as ferramentas para localizar esses invasores, mas, sem a legislação não conseguem agir.

Vamos torcer para que esse projeto vá para frente, para que a sociedade possa combater esse tipo de crime da era digital.