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Dicas importantes de segurança para IoT

ducas de segurança para IoT

Com a explosão global da Internet das Coisas (IoT), é importante pensar na segurança dessa tecnologia. Isso quer dizer não só proteger os próprios dispositivos como a espinha dorsal que os mantém conectados: sua rede.

A menos que sua rede e roteadores estejam seguros, seus dispositivos podem estar vulneráveis ​​a hackers. Um roteador comprometido pode facilitar ataques criminosos; e a partir daí, eles podem se expandir para todos os dispositivos da rede.

As notícias relatam constantemente incidentes maliciosos de invasão da Internet das Coisas. Recentemente, um estudo mostrou que metade das empresas não consegue detectar violações em dispositivos IoT.

Mas o que essas organizações podem fazer de diferente? Para te mostrar, separamos abaixo dicas importantes de segurança para IoT! Acompanhe!

A importância da segurança para IoT

A Internet das Coisas é uma rede de dispositivos e objetos interconectados através de várias tecnologias de rede. Todas essas coisas conectadas podem se comunicar entre si e também com o ambiente externo.

Combinando hardware, software incorporado, serviços de comunicação e serviços de TI, a IoT facilita a interconexão dos dispositivos do usuário final e os dispositivos de comunicação subjacentes.

A Gartner prevê que em 2021 os gastos em soluções de segurança para IoT aumentem para US $ 3,1 bilhões em todo o mundo.

Dispositivos de rede genéricos, como roteadores e uma variedade de gadgets de IoT expostos à conectividade com a Internet, geralmente são deixados sem supervisão, manutenção e suporte adequados.

Esses dispositivos autônomos estão todos expostos a um amplo escopo de ameaças cibernéticas e são, obviamente, muito atraentes para os cibercriminosos. Eles são usados ​​como pontos de entrada iniciais para conquistar presença em pequenas e médias empresas (PME) ou até grandes redes corporativas.

O exemplo mais recente disso é a tentativa de invasão contra o banco russo PIR. Um grupo de hackers chamado MoneyTaker conseguiu roubar cerca de US $ 1.000.000. Esse é um indicador claro de que mesmo grandes empresas que gastam milhões em segurança a cada ano não têm controle e recursos suficientes para gerenciar esses pontos de entrada vulneráveis ​​em suas redes.

Assim que os hackers mal-intencionados se estabelecem na rede, eles podem se mover lateralmente sem usar nenhum tipo de software malicioso ou malware avançado. Esses cibercriminosos sempre confiarão em ferramentas pré-existentes e scripts não maliciosos para obter o máximo de informações possível sobre o ambiente e alcançar seu objetivo.

Na maioria dos casos, um desses objetivos é roubar dinheiro. Em outros casos, o objetivo é extrair dados ou até danificar uma marca, criptografando toda a propriedade intelectual e dados críticos para os negócios. Em tais cenários, todas as soluções caras de endpoint e agentes antivírus serão inúteis na detecção de vários padrões de ataque.

Protegendo a Internet das Coisas da empresa

Tudo o que estiver conectado à rede é vulnerável. Sem tomar as medidas de segurança para IoT adequadas, todos os dispositivos conectados correm o risco de serem invadidos. Precisamos proteger tudo, de roteador a dispositivos e rede.

Vamos do início. Equipamentos de rede genéricos, como roteadores e dispositivos de IoT, são o elo mais fraco. Isso significa que eles geralmente não têm um programa de atualização contínua para firmware e software, baixo suporte ao tempo de vida e poder computacional insuficiente para hospedar um antivírus ou qualquer outro agente de segurança.

Esses dispositivos são quase sempre deixados em paz, sem a devida supervisão. Podem ser produtos eletrônicos de consumo em residências, pequenas e médias empresas (PME) ou até grandes corporações. Qualquer que seja o tamanho do ambiente, é crucial acompanhar o cenário de ameaças em evolução.

Para fazer isso, as empresas precisam se afastar das abordagens tradicionais de segurança para IoT e avançar para as soluções de segurança da próxima geração (NextGen), especialmente os controles orientados pela Inteligência Artificial.

Com a ajuda da Inteligência Artificial (AI), é possível mapear rapidamente uma rede identificando os dispositivos que podem ter sido deixados sozinhos e sem vigilância em algum lugar nos limites da rede.

A IA pode detectar anomalias em tempo real. Ela pode identificar padrões incomuns de tráfego de rede, rastrear e sinalizar proativamente dispositivos desatualizados, que podem ser a porta vulnerável na rede, atraindo um ator e uma ação maliciosa.

Principais dicas de segurança para IoT

Hoje, com tantos dispositivos IoT conectados a uma rede, a segurança da rede se torna fundamental.  Existem algumas coisas que podem ajudar a equipe de segurança a proteger melhor as redes corporativas. Para construir uma forte cultura de segurança para IoT, é fundamental contar com uma base sólida.

Veja abaixo as cinco melhores práticas a seguir para manter a rede e a IoT seguras:

  • Defina os limites exatos de uma rede corporativa interconectada. Isso inclui todas as conexões sem fio e remotas. Deve abranger filiais e pontos de acesso expostos em áreas remotas, bem como qualquer computação em nuvem e buckets S3 potencialmente acessíveis externamente. A chave é que todo Centro de Operações de Rede (NOC) e Centro de Operações de Segurança (SOC) entendam quais são os limites da rede corporativa dentro dos quais todos os negócios operam.
  • Habilite o gerenciamento de ativos preciso e em tempo real. As equipes precisam conhecer todos os dispositivos conectados a uma rede corporativa. Isso precisa ser um exercício e tarefa contínuos para todas as equipes do SOC e NOC. O caso do banco PIR russo funciona como uma ilustração perfeita do que pode dar errado. Dispositivos instalados e esquecidos, como roteadores, podem funcionar como pontos de entrada fáceis e atraentes para hackers.
  • Garanta o gerenciamento de configuração e atualização de software de todos os dispositivos. Tem que haver um processo claro. As equipes de tecnologia precisam saber a todo momento a configuração exata dos dispositivos. Dessa forma, elas podem introduzir uma estratégia de gerenciamento de patches simplificada e automatizada, e proteção para componentes de software licenciados herdados.
  • Introduza o programa de Gerenciamento de Identidade e Acesso. As empresas devem saber quem está acessando sua infraestrutura e quando. Também é imperativo conhecer os privilégios específicos que os usuários / funcionários têm para operar nesses dispositivos.
  • Implemente soluções de análise de comportamento do usuário. Isso permite que as equipes de SOC e segurança saibam o que os funcionários estão fazendo quando acessam os recursos da empresa. Definir comportamentos normais e potencialmente suspeitos é crucial. Assim que os hackers entram na rede, eles tentam se comportar como usuários comuns, para que as equipes de segurança não suspeitem. Soluções que criam padrões precisos de comportamento dos funcionários são úteis para detectar pessoas de fora em uma rede corporativa.

A Internet das Coisas permite que você melhore sua empresa e simplifique seus processos. Ao configurar todos os seus recursos favoritos, dedique tempo para aumentar a segurança de seus dispositivos também. Ao tomar precauções com antecedência, você pode ajudar a evitar ataques maliciosos quando realmente importa.

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Por que o IPv6 é importante para sua segurança?

ipv6O Protocolo da Internet (IP) é o sistema que permite que os dispositivos se encontrem e se conectem online. O IPv4 (ou versão 4 do IP) foi desenvolvido no início dos anos 80, época em que ninguém poderia prever o crescimento explosivo da Internet.

Durante anos, reguladores e especialistas em internet alertaram sobre o conjunto limitado de endereços do IPv4. Seu sucessor, o IPv6, possui os recursos e as soluções exigidas pela Internet moderna: maior integridade e segurança de conexão, além da capacidade de oferecer suporte a dispositivos compatíveis com a Web.

O IPv6 está disponível há anos, mas só recentemente sua adoção vem avançando — no Brasil, mais de 20% dos usuários já acessam os provedores do Google através do novo protocolo. A mudança para o IPv6 traz diversos benefícios, mas, se feita incorretamente, pode deixar brechas de segurança nos sistemas de rede.

Neste artigo, vamos tratar as questões de segurança relacionadas ao IPv6 e como você pode garantir uma rede mais segura ao adotar o novo protocolo! Acompanhe!

Os problemas gerados pelo IPv4

Em 1981, os quatro bilhões de endereços que o IPv4 poderia fornecer parecia amplo, dado o número relativamente limitado de computadores naquela época.

Três décadas e meia depois, os computadores e uma grande variedade de outros dispositivos também usam conexões de rede, de smartphones, tablets e consoles de jogos a TVs e até carros e geladeiras. De repente, esses quatro bilhões de endereços no pool de endereços disponíveis são inadequados, como ilustra a atual escassez.

O IPv6 foi desenvolvido pela Internet Engineering Task Force (IETF) para substituir o IPv4. Lançado em 1998, o principal recurso do IPv6 é estender os endereços IP de 32 bits para 128 bits, permitindo mais crescimento no futuro e alívio para o número cada vez menor de endereços de rede disponíveis.

Dado que quatro dos cinco Registros Regionais da Internet estão simplesmente sem espaço IPv4, os custos de permanecer no protocolo antigo às vezes podem ser ainda maiores do que custaria usar o IPv6. Por isso, é vital que as soluções de segurança forneçam total compatibilidade com as novas infraestruturas.

Existem custos — financeiros e em termos de mão de obra e esforço — para mudar para o IPv6. Sem um planejamento cuidadoso, você pode executar acidentalmente o IPv4 e o IPv6, anulando a segurança configurada em torno de qualquer protocolo.

IPv6: mais segurança para sua rede

O IPv6 oferece um pool de endereços significativamente maior usando endereços de 128 bits: 340 undecilhões (3,4 × 1038), em comparação com os 4,3 bilhões disponíveis nos endereços IPv4 de 32 bits. Esse pool estendido fornece escalabilidade, mas também introduz segurança adicional, tornando a verificação e a identificação do host mais desafiador para os invasores.

O IPv6 pode executar criptografia de ponta a ponta. Embora essa tecnologia tenha sido adaptada ao IPv4, ela continua sendo um extra opcional que não é usado universalmente.

A criptografia e a verificação de integridade usadas nas VPNs atuais são um componente padrão do IPv6, disponível para todas as conexões e suportado por todos os dispositivos e sistemas compatíveis. A adoção generalizada do IPv6 tornará os ataques man-in-the-middle significativamente mais difíceis.

O IPv6 também suporta resolução de nomes mais segura. O protocolo Secure Neighbor Discovery (SEND) é capaz de permitir a confirmação criptográfica de que um host é quem ele afirma ser no momento da conexão.

Isso torna mais difícil o ARP Poisoning e outros ataques baseados em nomes, como o IP Spoofing. E, embora não substitua a verificação da camada de aplicativo ou serviço, ele ainda oferece um nível aprimorado de confiança nas conexões.

Com o IPv4, é bastante fácil para um invasor redirecionar o tráfego entre dois hosts legítimos e manipular a conversa ou, pelo menos, observá-la. O IPv6 torna isso muito difícil.

Essa segurança adicional depende inteiramente do design e implementação adequados, e a infraestrutura mais complexa e flexível do IPv6 contribui para mais trabalho. No entanto, configurada corretamente, a rede IPv6 será significativamente mais segura que seu antecessor.

Pontos de atenção na segurança IPv6

Já foram detectados malwares generalizados com recursos de comando e controle baseados em IPv6. Portanto, se seu servidor ativar o IPv6 por padrão, mas seu firewall não, o que pode ser o caso para muitos, você poderá notar mais tentativas de invasão com fins maliciosos.

A implantação e a configuração adequadas são um problema sério. Tentar implantar o IPv6 da mesma maneira que foi feita com o IPv4 pode trazer problemas. Os administradores de TI devem aprender uma abordagem totalmente nova da rede, desde a solução simples de problemas de rede até a configuração de firewalls e o monitoramento de logs de segurança.

À medida que as práticas de rede evoluem e novas vulnerabilidades e vetores de ameaças aparecem, os provedores de segurança devem estar prontos para enfrentá-los, investindo tempo e dinheiro para garantir suporte completo ao IPv6 e atenção aos novos perigos que o IPv6 trará.

Não ative o IPv6 até estar totalmente pronto. Muitas plataformas vêm com o IPv6 ativado por padrão, mas verifique se ele está desativado até que seja configurado corretamente. Além disso, alguns firewalls atuais se concentram exclusivamente no IPv4 e não filtram o tráfego IPv6, deixando os sistemas completamente expostos.

Desative serviços desnecessários e verifique as portas e protocolos usados ​​pelos serviços necessários. A execução do IPv6 por padrão pode permitir que os invasores ignorem os controles de segurança e causem estragos.

A migração do IPv6 é uma questão de “quando”, não “se”. Por isso, é importante se preparar e garantir que seus provedores também estão preparados.

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6 motivos para usar o SD-Wan gerenciado

Você pergunta-se quais motivos para usar o SD-Wan? As tecnologias de computação em nuvem trouxeram empresas de todos os tamanhos à linha de frente da maior revolução tecnológica até o momento. As soluções em nuvem estão no caminho certo para alterar completamente a TI corporativa e interromper a maneira como as organizações fazem negócios.

Como resultado da mudança para o modelo “como um serviço”, ou “as a service”, o desempenho do aplicativo teve um impacto direto na produtividade dos negócios. Consequentemente, os CIOs perceberam que as redes tradicionais não são preparadas para lidar com a mudança para a nuvem. Assim, a conectividade de rede também sofreu uma transformação.

Principais motivos para usar o SD-Wan gerenciado

Para acompanhar as demandas que a computação em nuvem colocou na rede, a WAN definida por software (SD-Wan) surgiu para otimizar as conexões de rede herdadas. Agora, os CIOs estão perguntando os motivos para usar o SD-Wan. Existem várias razões, vamos explorar.

1. O SD-Wan dispensa o uso de hardware

O primeiro dos motivos para usar SD-Wan é que sua tecnologia não utiliza hardwares dedicados para o funcionamento da rede, como roteadores. O custo estrutural é consideravelmente menor. Principalmente se levarmos em conta que não há a necessidade de pontos de conexão internos em cada um dos locais de acesso, como filiais regionais, estaduais e multinacionais.

>>> Veja também: Wi-fi 6 está chegando: saiba tudo sobre ele.

2. Menor custo de manutenção

Por não ter o acesso concedido e configurado presencialmente, não há a necessidade de equipes técnicas em cada um dos pontos de acesso. Toda a configuração é feita de forma remota de um único centro de gerenciamento, reduzindo não somente os custos iniciais de aquisição de hardwares como a do deslocamento para configuração in-loco.

3. Velocidade de instalação e disponibilização

Quando se trata de conexões físicas, com cabos, servidores e roteadores, existe a necessidade de múltiplas instalações, além da contratação de serviços em nuvem. Inicialmente se dá o processo de configuração interna de cada ponto de acesso e em seguida a sincronização com o servidor fornecido.

No caso de SD-Wan gerenciado, o processo se dá de forma simples e rápida. Isso possibilita a configuração e a disponibilidade de acesso quase que instantaneamente sem os custos de deslocamento e instalações locais.

4. Suporte para diferentes tipos de conexão

O SD-Wan gerenciado oferece suporte a diversos tipos de conexão à internet, desde o 3G/4G/5G à conexão via cabo. Dessa forma, cada terminal pode escolher a forma que mais atende no quesito custo benefício.

Além disso, com a gestão feita de forma centralizada, é possível corrigir erros de latência de rede e traçar rotas de conexão que mais atendam cada acesso.

>>> Veja também: 6 vantagens na adoção da SD-WAN para a sua empresa.

5. Segurança

Outro dos motivos para usar o SD-Wan é que ele permite à central de controle a integração entre sistemas e protocolos de segurança, com regras de firewall distintas, IPS e ATP personalizadas.

Além disso, o tráfego de banda é inspecionado e pode ser criptografado, protegendo as informações trocadas entre usuários do mesmo servidor utilizando a mesma linha de segurança, e as solicitações de acesso são analisadas e avaliadas por meio de inspeção SSL.

6. Gestão centralizada

Como mencionado nos motivos para usar o SD-Wan, toda a disponibilização e gestão de acesso, bem como a segurança de dados são realizados por uma única interface centralizada.

O provedor do serviço SD-Wan fornece o ambiente de trabalho a ser utilizado e todo o suporte aos usuários, sem a necessidade de presença física de técnicos e com um custo consideravelmente menor de investimento físico.

Os serviços dispõem das técnicas e procedimentos mais modernos de automação, que são atualizados constantemente de acordo com a experiência dos usuários. Essas atualizações tornam o acesso cada vez mais personalizado e diminui a quantidade de erros de conexão, acessos, perdas de informações e latência de banda.

A mudança para a nuvem é algo que as empresas precisam considerar para se manterem competitivas. Com os benefícios da computação em nuvem superando os custos para a maioria dos setores, a migração é inevitável.

Com isso em mente, o papel da SD-Wan em TI continuará crescendo, e cabe aos CIOs garantir que eles preparem suas organizações totalmente para a transição para os serviços baseados em nuvem.

Gostou do nosso artigo sobre os motivos para usar o SD-Wan? Venha conhecer também sobre segurança anti DDoS e fique por dentro das novidades que podem tornar seu negócio mais ágil, prático e seguro!

IPv6: conexões mais rápidas, dados melhores

Os terríveis avisos sobre a falta de endereços na internet estão acabando porque, devagar mas caminhando, a migração do mundo do IPv4 para o IPv6 já começou e há um software pronto para evitar o apocalipse de endereços que muitos estavam prevendo.

Ainda não sabe bem o que isso tem a ver com você e sua empresa? Vamos voltar aos primórdios do endereçamento na internet e ver porque você deve se importar com o IPv6!

O que é IPv6 e por que é importante?

O IPv6 é a versão mais recente do Internet Protocol, que identifica dispositivos na internet para que possam ser localizados.

Todos os dispositivos que usam a internet são identificados por meio de seu próprio endereço IP para que a comunicação pela rede funcione. Funciona exatamente como os endereços e CEPs que você precisa saber para enviar uma carta.

A versão anterior, IPv4, usa um esquema de endereçamento de 32 bits para suportar 4,3 bilhões de dispositivos, o que foi considerado suficiente à época. No entanto, o crescimento da internet, dos computadores pessoais, dos smartphones e, agora, dos dispositivos da Internet das Coisas, provaram que o mundo precisava de mais endereços.

Felizmente, a IETF (Internet Engineering Task Force) reconheceu isso há 20 anos. Em 1998, criou o IPv6, que usa endereçamento de 128 bits para suportar aproximadamente 340 trilhões de trilhões (ou 2 elevado à 128ª potência, se preferir).

Em vez do método de endereço IPv4 de quatro conjuntos de números de um a três dígitos, o IPv6 usa oito grupos de quatro dígitos hexadecimais, separados por dois-pontos.

Quais são os benefícios do IPv6?

Em seu trabalho, o IETF incluiu melhorias comparado ao IPv4. O protocolo IPv6 pode manipular pacotes de maneira mais eficiente, melhorar o desempenho e aumentar a segurança. Ele permite que provedores de serviços de internet reduzam o tamanho de suas tabelas de roteamento, tornando-os mais hierárquicos.

Se a sua organização oferece um site público ou aplicativos da internet ou aplicativos móveis, é provável que o site funcione mais rápido ao usar IPv6 do que o IPv4. Isso se deve em parte à proliferação de conversão de endereços de rede (NAT) por provedores de serviços para conectividade com a Internet IPv4.

Como funciona a conversão de endereços de rede (NAT)?

A adoção do IPv6 foi atrasada em parte devido à conversão de endereços de rede (NAT — network-address translation), que pega endereços IP privados e os transforma em endereços IP públicos. Dessa forma, uma máquina corporativa com um endereço IP privado pode enviar e receber pacotes de máquinas localizadas fora da rede privada que tenham endereços IP públicos.

Sem o NAT, grandes corporações com milhares ou dezenas de milhares de computadores devorariam enormes quantidades de endereços IPv4 públicos se quisessem se comunicar com o mundo exterior. Mas esses endereços IPv4 são limitados e estão quase esgotados a ponto de terem que ser racionados.

O NAT ajuda a aliviar o problema. Com ele, milhares de computadores endereçados privativamente podem ser apresentados à internet pública por uma máquina NAT, como um firewall ou roteador.

Quando um computador corporativo com um endereço IP privado envia um pacote para um endereço IP público fora da rede corporativa, ele primeiro vai para o dispositivo NAT. O NAT observa os endereços de origem e destino do pacote em uma tabela de conversão.

Então, o NAT altera o endereço de origem do pacote para o endereço público do dispositivo NAT e o envia para o destino externo. Quando um pacote responde, o NAT traduz o endereço de destino para o endereço IP privado do computador que iniciou a comunicação. Isso pode ser feito para que um único endereço IP público possa representar vários computadores de endereçamento particular.

Quem está implantando o IPv6?

As redes de operadoras e os ISPs foram o primeiro grupo a começar a implantar o IPv6 em suas redes, com as redes móveis liderando a carga. Por exemplo, a T-Mobile USA, operadora de rede sem fio tem mais de 90% do seu tráfego passando pelo IPv6, com a Verizon Wireless logo atrás, com 82,25%.

As empresas estão em fase de implantação, com um quarto delas anunciando prefixos IPv6, de acordo com o relatório “State of IPv6 Deployment 2018” da Internet Society. Complexidade, custos e tempo necessários para completar são todos os motivos indicados.

Dispositivos conectados estão preparados para desempenhar um papel maior em nossas vidas. Com os usuários móveis continuando a crescer, com a ascensão da Internet das Coisas, os pesquisadores preveem que bilhões de dispositivos estarão conectados à internet nos próximos anos.

Embora a implantação do IPv6 tenha sido lenta, mais e mais organizações estão percebendo que a decisão de fazer a transição para o IPv6 não é mais uma opção, mas uma realidade necessária.

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Infoblox: solução que oferece segurança e eficiência, ideal para sua empresa

infobloxPense no atual cenário das companhias em mercados competitivos. Para a maioria das empresas, está se tornando, cada vez mais difícil, gerenciar demandas de rede. Isso porque elas se tornam cada vez mais complexas em diversas infraestruturas físicas, virtuais e em nuvem. E é nesse cenário que o Infoblox tem um papel importantíssimo!

E não há lugar no qual essa dificuldade não ocorra mais do que nos serviços essenciais da rede moderna. E isso inclui DNS (Domain Name System) e DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol). Agregue a esse cenário, o crescimento explosivo em dispositivos e endereços IP. Estes culminam nas cargas de trabalho de DDI aumentando em volume e complexidade.

As tradicionais soluções de gerenciamento de rede local, frágeis e vulneráveis, não acompanham essa transformação. E os provedores de nuvem privada, híbrida e pública carecem de recursos de integração de rede, orquestração e recursos de automação que as redes atuais exigem. Assim, ameaças de segurança, que visam especificamente os serviços de DDI, como o DNS, estão se tornando mais frequentes, sofisticados e intensos.

A Infoblox, conhecida como Infoblox DDI, é a solução para esse problema. Ela é líder com 50% de participação de mercado em serviços principais de rede, como DNS, DHCP e IPAM (IP Address Management). Ela aumenta a segurança e a eficiência operacional em diversas infraestruturas, incluindo implementações do tipo local, nuvem e híbridas.

A solução funciona porque consegue fornecer serviços de rede seguros e gerenciados em nuvem. Isso permite que a empresa ofereça segurança, confiabilidade e automação para seus clientes. Também transformações digitais como SD-WAN, IoT e nuvem híbrida, tudo gerenciado por um único painel.

Infoblox: ideal para qualquer segmento

Parece que qualquer empresa, de qualquer segmento, deveria investir em uma solução DDI. Basta pensar que todo negócio depende da sua rede. Por sua vez, ela depende dos principais serviços de rede, como DNS, DHCP e gerenciamento de endereços IP.

Isso se intensifica à medida que a rede cresce, cada vez mais baseada em nuvem. Com isso, seus serviços passam a ser cada vez mais importantes e mais difíceis de proteger, gerenciar e controlar.

Provavelmente, a opção da empresa é por nuvens privadas, híbridas e/ou nuvem públicas. E mesmo que o negócio esteja em uma indústria rigidamente regulamentada, que exige um alto grau de infraestrutura interna, provavelmente já precisou confiar em plataformas de nuvem pública e híbrida, para determinadas cargas de trabalho.

A Infoblox é uma solução Web-based, do portfólio do Grupo Binário, possibilitando confiabilidade e automação avançada. Isso por meio de uma plataforma centralizada, para qualquer ambiente de rede.

Sobre o Grupo Binário

Criado em 2005, em São Paulo, o Grupo Binário possui duas divisões de negócios: Binário e QoS, que atuam, respectivamente, nas áreas de integração e serviços profissionais. Com mais de 200 funcionários e oito bases operacionais, atende os mercados de Service Provider, Enterprise, Governo e Educação.

A Binário, integradora de produtos e serviços de conectividade e telecomunicações, possui expertise reconhecida e comprovada nas tecnologias:

  • Wireless.
  • Mobilidade.
  • Aceleração de aplicações.
  • Roteamento.
  • Switching.
  • Gerenciamento.
  • Segurança.
  • Redes Ópticas.

A QoS oferece consultoria, serviços, capacitação e treinamentos. Para mais informações, acesse: www.binarionet.com.br.

*Fabio Dante é engenheiro de sistemas do Grupo Binário

Capital Informação – Assessoria de Imprensa
+55 11 3926.9517 | +55 11 3926.9518
Luciane Crippa lucrippa@capitalinformacao.com.br
Adriana Athayde adriana@capitalinformacao.com.br

Wi-fi 6 está chegando: saiba tudo sobre ele

wi-fi 6

A Wi-Fi Alliance, organização encarregada de decidir, desenvolver e designar padrões Wi-Fi no mundo, causou uma pequena agitação no ano passado, quando anunciou uma mudança nas convenções de nomenclatura para o Wi-Fi. O esquema de nomenclatura complexo sai de cena para dar lugar ao Wi-Fi 6 (ou 802.11ax) como o padrão da próxima geração.

O novo esquema de nomeação também se aplica retroativamente à antiga tecnologia 802.11ac (Wi-Fi 5) e ao padrão 802.11n ainda mais antigo (Wi-Fi 4). Mas há mais para o Wi-Fi 6 do que uma nova convenção de nomenclatura, já que a próxima geração de Wi-Fi tem vários benefícios em comparação com as iterações anteriores.

O que é o Wi-Fi 6?

Na medida que os dispositivos se tornam mais complexos, as formas de se conectar à internet evoluem, acompanhando o ritmo de desenvolvimento.

Em outras palavras, o padrão Wi-Fi (especificações técnicas que os fabricantes usam para criar o sinal Wi-Fi e descrevê-lo nos dispositivos que o tornam possível, como roteadores) é atualizado constantemente para que você tenha acesso a uma internet cada dia melhor.

Cada atualização, ou padrão, era identificado por uma nomenclatura técnica. Contudo, nem todo mundo entende essa nomenclatura. Ciente disso, a Wi-Fi Alliance anunciou uma nova maneira de rotular os padrões Wi-Fi e uma nova geração de padrão que está por vir: o Wi-Fi 6.

O Wi-Fi 6 é um novo padrão Wi-Fi, assim chamado para evitar confusão com os padrões mais antigos, que agora são designados da seguinte maneira:

  • 802.11b é agora Wi-Fi 1
  • 802.11a é agora Wi-Fi 2
  • 802.11g é agora Wi-Fi 3
  • 802.11n é agora Wi-Fi 4
  • 802.11ac é agora Wi-Fi 5
  • 802.11ax agora é Wi-Fi 6

O Wi-Fi 6 é baseado no novo padrão IEEE 802.11ax, então você pode ver os dois termos trocados. Ele ainda vai agir como o Wi-Fi que você conhece e ama agora, exceto com alguns benefícios adicionais, que descreveremos abaixo.

O que o padrão Wi-Fi 6 traz de novo?

Há muitas novas tecnologias Wi-Fi em ascensão e o Wi-Fi 6 ajuda a padronizá-las. Aqui estão as novidades importantes que o novo padrão traz e o que exatamente elas significam para sua rede sem fio.

1. Latência reduzida

O Wi-Fi 6 reduz a latência em comparação aos antigos padrões, o que significa que há menos ou nenhum atraso nos dados enviados. O novo padrão usa tecnologia mais avançada, como OFDMA (acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal) que, em palavras simples, é melhor em “embalar” dados em um sinal.

2. Mais velocidade

O Wi-Fi 6 também será mais rápido. Ele expande o suporte à tecnologia MU-MIMO lançada com o Wi-Fi 5, que permite que um rádio Wi-Fi forneça dados simultaneamente para vários dispositivos, em vez de de maneira rotativa. Em vez de lidar com quatro fluxos simultâneos, o Wi-Fi 6 aumenta o número para oito.

3. Menos zonas mortas

O Wi-Fi 6 também reduzirá o número de zonas mortas graças ao beamforming, o truque que seu roteador usa para focar os sinais em um determinado dispositivo, especialmente se parecer que ele está tendo problemas com uma conexão. O novo padrão expande a faixa de beamforming e melhora suas capacidades, tornando as zonas mortas ainda menos prováveis.

4. Maior duração de bateria

Graças à adição da trecnologia Travelling-Wave Tube (TWT) no Wi-Fi 6, todos os dispositivos conectados devem ver um consumo significativamente menor de bateria. Os dispositivos e roteadores compatíveis comunicarão os principais momentos de ativação e suspensão, o que significa menos tempo de funcionamento para um adaptador e menor consumo de bateria.

Por que atualizar seus roteadores?

Upgrades são sempre bem-vindos, mas você deve se perguntar por que precisará de um roteador Wi-Fi 6 em primeiro lugar. Segundo a Wi-Fi Alliance, o novo padrão é teoricamente capaz de velocidades de cerca de 9,6 Gbps.

Contudo, a maioria das pessoas não possui conexões de internet na casa dos gigabytes, portanto não faz sentido atualizar para o Wi-Fi 6 se você tiver uma conexão de 100Mbps ou menor.

Em um ambiente com muitos gadgets, como uma empresa privada, no entanto, a história é diferente. O Wi-Fi 6 ajudará a aliviar o congestionamento de todos os dispositivos e dar mais velocidade à navegação dentro da rede de computadores.

À medida que avançamos para a transmissão de vídeo de resolução mais alta, o desempenho de jogos exigente e mais dispositivos conectados, o Wi-Fi 6 será mais adequado para atender às nossas necessidades.

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Facebook anuncia sua criptomoeda para 2020

No último dia 18 de junho, foi anunciada a criação da Libra, moeda digital do Facebook que será lançada para uso em 2020 e permitirá que bilhões de usuários da plataforma em todo o mundo façam transações financeiras online.

A nova tecnologia ameaça mudar a paisagem do setor bancário e já é objeto de análise. Isso porque o Facebook enfrenta crescentes pedidos de regulamentação e medidas antitruste, que buscam punir práticas anticompetitivas.

Mas questões regulatórias à parte, em quanto tempo você poderá usar a nova moeda digital do Facebook para comprar café? Veja o que você precisa saber sobre o assunto!

O que é Libra, a moeda digital do Facebook?

O Facebook diz que a Libra é uma “moeda global e uma infraestrutura financeira”. Em outras palavras, é um ativo digital construído pelo Facebook e alimentado por uma nova versão do blockchain — tecnologia criptografada usada pelo bitcoin e outras criptomoedas — criada pelo Facebook.

O nome Libra vem da medida romana básica do peso. Em português, o nome pode causar certa confusão já que o termo Libra também é usado para descrever a moeda britânica. Mas vale lembrar que, em inglês, ela é conhecida como “Pound”.

Por que o Facebook está lançando uma criptomoeda?

O Facebook afirma que quer alcançar os 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo que não têm acesso a uma conta bancária.

A empresa deve se deparar com obstáculos regulatórios e preocupações antitruste, especialmente em uma época em que muitos reguladores querem acabar com o Facebook, mas nenhuma legislação específica foi apresentada antes do lançamento.

Em meio a rumores da nova expansão financeira do Facebook, membros do Senado dos EUA escreveram ao CEO Mark Zuckerberg em maio pedindo esclarecimentos sobre questões de privacidade.

Quem está encarregado da Libra?

A moeda digital do Facebook será controlada por um coletivo de empresas chamado “Associação Libra”. Funciona como o que é conhecido como “stablecoin”, atrelado a ativos existentes como o dólar ou o euro, com o objetivo de tornar a moeda digital menos sujeita à volatilidade que muitas outras criptomoedas experimentam.

A Associação Libra é descrita pelo Facebook como uma organização independente, sem fins lucrativos, com sede na Suíça. Ela serve duas funções principais: validar transações no blockchain de Libra, administrar a reserva em que a criptomoeda está vinculada e alocar fundos para causas sociais.

Dentro da Associação Libra, haverá um órgão governante chamado Conselho da Associação de Libra, composto por um representante de cada membro da associação, que votará em decisões políticas e operacionais.

O Facebook alega que, embora tenha criado a Associação Libra e a Libra Blockchain, uma vez que a moeda seja lançada em 2020, a empresa se retirará de um papel de liderança e todos os membros da associação terão votos iguais na governança sobre a criptomoeda.

Diversas organizações contribuíram com um mínimo de US$ 10 milhões para serem listadas como membros fundadores da Associação Libra, incluindo empresas de tecnologia como PayPal, Ebay, Spotify, Uber e Lyft, bem como empresas financeiras e de capital de risco como a Andreessen Horowitz., Visa e Mastercard.

Conteúdo relacionado: veja como funcionam as criptomoedas.

Como eu posso comprar Libras?

O Facebook não está entrando em detalhes sobre como a moeda estará disponível no lançamento, mas os sinais apontam para uma abordagem híbrida. A presença de empresas de pagamentos tradicionais, como Visa e MasterCard, na lista de fundadores sugere que a rede social ficará perfeitamente feliz em permitir que os usuários simplesmente comprem a moeda digital do Facebook.

Mas o Facebook também deve realizar o que é conhecido nos círculos de criptomoedas como uma “airdrop”, distribuindo pequenas quantias de moeda de graça em um esforço para impulsionar o ecossistema. Isso será crucial se a empresa quiser cumprir sua meta de levar serviços financeiros a pessoas sem contas bancárias.

Em última análise, é claro, esses usuários precisarão de uma fonte mais confiável de renda de Libra do que simples doações do Facebook. A longo prazo, também podemos esperar que alguns dos membros fundadores da Libra ofereçam aos seus funcionários todo ou parte de seu pagamento na moeda.

Como a Libra poderá ser usada?

Quando a moeda digital do Facebook for lançada, os usuários podem baixar o Calibra, uma carteira digital, que permite que eles enviem dinheiro para qualquer pessoa com um smartphone. Ele estará disponível no Messenger, no WhatsApp e como um aplicativo independente.

Não está claro em quais países a moeda será lançada primeiro, embora o Facebook afirme que “quase todo mundo” com um smartphone poderá fazer o download do aplicativo.

Além das transações no próprio aplicativo, o Facebook quer facilitar o uso da Libra em vários fornecedores para transações do dia a dia.

As empresas Uber e Lyft são os primeiros investidores no projeto, sugerindo que talvez os usuários possam pagar por serviços nos aplicativos com a Libra, embora nenhuma das empresas tenha anunciado nada oficialmente.

Enquanto ainda há muita especulação sobre como a Libra será regulada ou usada pelo cidadão comum, certamente podemos esperar muitas revoluções trazidas pelo seu lançamento.

Gostou de conhecer a moeda digital do Facebook? Deixe seu comentário abaixo e nos conte o que achou dessa novidade!

Alta disponibilidade: o que é e por que você precisa dela?

alta disponibilidade

Alcançar a continuidade dos negócios é uma grande preocupação para as organizações modernas. O tempo de inatividade pode causar impacto financeiro significativo e, em alguns casos, perda irrecuperável de dados. A solução para isso está na alta disponibilidade.

Como atualmente toda empresa é altamente dependente da sua rede de computadores, cada minuto conta. É por isso que é imperativo que os computadores e servidores da empresa permaneçam operacionais o tempo todo.

Se você optar por hospedar sua própria infraestrutura de TI ou por uma solução hospedada em um data center, a alta disponibilidade deve ser a primeira coisa a considerar ao configurar seu ambiente. Mas o que exatamente ela significa e quais seus benefícios? Vamos avaliar melhor abaixo!

O que significa alta disponibilidade?

A alta disponibilidade é uma característica essencial das infraestruturas TI e indica que os sistemas e redes podem garantir desempenho e SLA próximos a 100% ao longo do tempo. Isso é possível graças à presença de componentes tecnológicos completamente redundantes.

Em particular, a alta disponibilidade consiste em diferentes aspectos.

  • Tolerância a falhas: refere-se à capacidade de um sistema de não sofrer paralisação mesmo em caso de falhas.
  • Garantia do serviço prestado: os serviços devem estar sempre disponíveis, também se aplica à quebra de sistemas.
  • Segurança de dados: a integridade dos dados contidos na infraestrutura é garantida, e eles devem ser alcançados também no caso de mau funcionamento dos  processos ou falhas de funcionários.

Alta disponibilidade: o que significam os “cinco 9s”?

A alta disponibilidade fornece um método para as organizações se protegerem contra a perda de receita e outros resultados negativos causados ​​por uma interrupção do serviço. Com sistemas e infraestrutura projetados para o máximo de tempo de atividade, definidos como 99,999% ou os “cinco 9s”, os negócios reduzem seus riscos.

Essa é uma abordagem que usa componentes e métodos específicos para garantir o melhor desempenho possível do sistema, mesmo durante períodos de alto tráfego ou estresse.

Situações como falta de energia e falha de equipamento são inevitáveis ​​no mundo real, mas a alta disponibilidade fornece um meio para as empresas minimizarem as consequências negativas.

Qual a importância da alta disponibilidade?

Mesmo períodos curtos de tempo de inatividade podem causar prejuízos graves para sua empresa, incluindo falta de acesso a dados críticos e danos à reputação de sua marca. As perdas financeiras diretas podem ser significativas, mas a perda de confiança entre seus clientes cria barreiras de longo prazo para o sucesso e o crescimento.

O objetivo da arquitetura de alta disponibilidade é garantir que seu servidor, site ou aplicativo possa suportar diferentes cargas de demanda e distintos tipos de falhas com o menor tempo de inatividade possível. Usando as melhores práticas projetadas para garantir alta disponibilidade, você ajuda sua organização a obter produtividade e confiabilidade máximas.

Com uma estratégia de alta disponibilidade, você reduz os impactos negativos do tempo de inatividade e implementa a recuperação automática das falhas do sistema.

Quais características dos sistemas de alta disponibilidade?

Os sistemas de alta disponibilidade podem ser projetados e implementados de várias maneiras para melhor atender às suas necessidades comerciais específicas. No entanto, eles devem ser criados com certas práticas recomendadas em mente:

  • Aplicativos implantados em vários servidores para evitar a sobrecarga de qualquer máquina em tempos de alta carga.
  • Testes rigorosos de componentes e serviços para garantir a máxima disponibilidade, desempenho e segurança para evitar violações.
  • Alternação para recursos em espera, conforme necessário, no caso de falha de componente ou serviço.
  • Uso inteligente de componentes para garantir a máxima estabilidade e disponibilidade.
  • Redundância de sistemas e dados, por meio de múltiplas máquinas ou partições.

Os sistemas de alta disponibilidade também incluem estratégias abrangentes para backup e recuperação no caso de corrupção ou destruição de dados. Backups de dados completos, combinados com testes incrementais, garantem a integridade dos dados para evitar problemas com faturamento, autenticação do cliente e outros processos comerciais confidenciais.

O principal objetivo é eliminar pontos únicos de falha em seus sistemas e infra-estrutura, o que levaria à interrupção de suas operações ou serviços. A redundância — com métodos para detectar falhas e tomar ações corretivas — ajuda a manter seus sistemas funcionando com eficiência máxima.

Quando você implementa uma estratégia de alta disponibilidade em sua organização, reduz o risco de interrupções de serviço para a continuidade de seus negócios, lucros e reputação. Com serviços escaláveis ​​baseados em nuvem, você pode ter um sistema altamente disponível instalado e funcionando de maneira rápida e econômica.

Que nível de disponibilidade sua empresa possui atualmente? Já sofreu problemas com disponibilidade da sua rede antes? Comente abaixo e compartilhe suas experiências conosco!

Veja 6 aplicações e benefícios da Inteligência Artificial

Você conhece os benefícios da Inteligência Artificial? A IA não é um assunto novo. Em 2001 foi lançado o filme que levou o nome da tecnologia às grandes telas foi lançado, popularizando um conceito que antes era dominado apenas por engenheiros e profissionais de tecnologia.

Mas a Inteligência Artificial não tem a ver somente com a ideia futurística de robôs que pensam e tomam decisões sozinhos. Ela já está presente nas nossas vidas pessoais e profissionais de diversas formas.

A Inteligência Artificial é uma área da ciência da computação que enfatiza a criação de máquinas inteligentes que funcionam e reagem como seres humanos.

6 benefícios da Inteligência Artificial

Esta tecnologia está em rápido desenvolvimento e oferece oportunidades significativas que muitas empresas já estão usufruindo. Ficou interessado? Então confira algumas das principais aplicações e benefícios da Inteligência Artificial!

1. Melhorando experiências de compras personalizadas

A inteligência artificial proporciona marketing personalizado aos clientes. Isso aumenta o engajamento, ajuda a gerar fidelidade do cliente e melhora as vendas.

É por isso que as empresas estão investindo em IA. Um dos benefícios da Inteligência Artificial é que ela é capaz de identificar padrões nos hábitos de navegação e no comportamento de compra dos clientes.

Usando as milhões de transações armazenadas e analisadas na nuvem, a IA é capaz de fornecer ofertas altamente precisas para clientes individuais.

2. Automatizando interações com clientes

A maioria das interações com os clientes, como e-mails, bate-papo online, conversas nas mídias sociais e ligações telefônicas, atualmente exigem envolvimento humano. Os benefícios da Inteligência Artificial, estão permitindo que as empresas automatizem essas comunicações.

Ao analisar os dados coletados de comunicações anteriores, é possível programar computadores para responder com precisão aos clientes e lidar com suas consultas. Além disso, quando a IA é combinada com o aprendizado de máquina, quanto mais as plataformas da IA ​​interagem, melhor elas se tornam.

Um exemplo disso são os Chatbots, que, ao contrário dos humanos, pode interagir com clientes ilimitados ao mesmo tempo e pode responder e iniciar a comunicação — seja em um site ou em um aplicativo.

Estima-se que, até 2020, 85% de todas as interações com clientes serão atendidas por máquinas inteligentes capazes de reproduzir funções humanas.

3. Oferecendo assistência em tempo real

Outro dos benefícios da Inteligência Artificial é que ela será útil para empresas que precisam se comunicar constantemente com grandes volumes de clientes ao longo do dia.

Por exemplo, no setor de transportes, as empresas de ônibus, trem e companhias aéreas, que podem ter milhões de passageiros por dia, podem usar a IA para interagir em tempo real, enviando informações de viagem personalizadas.

Algumas empresas de ônibus, por exemplo, já estão rastreando a localização de sua frota e usando a IA para fornecer aos viajantes atualizações em tempo real sobre onde o ônibus está ao longo de sua rota e seu tempo estimado de chegada. Os clientes recebem essas informações no aplicativo da empresa.

4. Facilitando a mineração de dados

Um dos maiores benefícios da Inteligência Artificial ​​baseada na computação em nuvem é que os aplicativos de Inteligência Artificial são capazes de descobrir rapidamente informações importantes e relevantes durante o processamento de Big Data.

Isso pode fornecer às empresas insights nunca descobertos que podem dar uma vantagem no mercado. E se você acha isso uma realidade longe de ser alcançada, vai ficar surpreso em saber que o Big Data já é usado hoje nas atividades mais comuns do nosso dia.

A Netflix e o Waze, por exemplo, são exemplos de duas grandes empresas que fazem mineração de dados para mostrar ao espectador conteúdo similar de acordo com aquilo que ele assistiu ou assiste e mostrar o tráfego o tempo real a partir do feedback dos usuários, respectivamente.

5. Automatizando as atividades operacionais

A IA é capaz de operar outras tecnologias que aumentam a automação nos negócios. Por exemplo, ela pode ser usada para controlar robôs em fábricas ou manter temperaturas ideais por meio de aquecimento inteligente.

No Japão, robôs de aparência humana agora servem como recepcionistas em alguns hotéis dos países, automatizando check-ins, serviços de reserva e negociação (em quatro idiomas) com solicitações de clientes.

No varejo, a Inteligência Artificial também está sendo vinculada à tecnologia RFID e de nuvem para rastrear estoques. Na China, as forças policiais usam a IA para capturar criminosos. O país tem uma vasta rede de CCTV e a IA usa reconhecimento facial para identificar e rastrear suspeitos para que eles possam ser presos.

6. Permitindo a identificação de padrões

Outro dos benefícios da Inteligência Artificial ​​é que ela é capaz de prever resultados com base na análise de dados. Por exemplo, ele vê padrões nos dados do cliente que podem mostrar se os produtos serão vendidos e em quais volumes.

Ela também prevê quando a demanda será reduzida. Isso pode ser muito útil para ajudar uma empresa a comprar o estoque correto.

Essa capacidade de prever não é apenas útil no varejo. A IA também está sendo usada em muitas outras áreas, por exemplo, no setor bancário, onde pode prever flutuações de preços de ações e moedas. Ou na área de saúde, onde pode prever surtos de infecções ao analisar postagens de mídias sociais.

Como você pode ver, as empresas podem usufruir de diversos benefícios da Inteligência Artificial, incluindo marketing personalizado, atendimento ao cliente, automação operacional e muito mais.

Para continuar aprendendo como a tecnologia tem moldado os processos de negócios, leia também nosso post sobre as 6 tendências que impulsionam o Big Data e veja quais são as expectativas para seu uso no futuro!

Como o varejo pode ser beneficiado com o uso da Internet das Coisas

IoT e Varejo

O poder do Big Data, analytics e aprendizado de máquina criou oportunidades únicas no comércio eletrônico. Graças aos aprimoramentos orientados a dados para anúncios e vendas cruzadas, os compradores na Internet podem comprar “o que querem e quando querem”.

Essa transformação teve um impacto direto e positivo na eficiência dos negócios, impulsionando mais vendas e melhorando a satisfação do cliente. Mas também teve o efeito adverso de ampliar a lacuna entre as empresas online e físicas, deixando o varejo com clientes com altas expectativas e desafios sem precedentes.

No entanto, o advento e desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) e o uso generalizado de dispositivos móveis podem ajudar a superar esses problemas.

Veja como o varejo pode se beneficiar da tecnologia de IoT e de aplicativos para dispositivos móveis, melhorando efetivamente as vendas, cortando custos e atraindo clientes de volta à loja!

O impacto do varejo com a IoT

Os dispositivos IoT e o que eles fazem no varejo

Vamos começar analisando quais são os dispositivos da IoT e sua função no varejo. De uma maneira geral, um dispositivo IoT se conecta à Internet e captura e transmite dados enquanto interage com o ambiente quase em tempo real.

Exemplos de dispositivos IoT comumente encontrados no varejo incluem sensores de temperatura e umidade, câmeras, scanners de código de barras, sensores de porta e muito mais.

Os dispositivos de IoT ganharam popularidade significativa no varejo porque são uma maneira econômica de acumular uma grande quantidade de dados sobre clientes, produtos e promoções.

Esses dados permitem melhores decisões estratégicas para criar demanda que aumenta o tráfego na loja, o ticket médio de compras e a receita por metro quadrado.

Os benefícios e aplicações da IoT no varejo

Agora que você entende conceitualmente que a IoT captura dados quase em tempo real para um processamento rápido, analisaremos algumas maneiras específicas pelas quais as empresas usam a IoT para aprimorar suas operações físicas de varejo.

1. Entregar promoções segmentadas e em tempo real aos clientes

Os dispositivos de IoT podem melhorar significativamente a experiência digital de um cliente dentro e fora de um local físico. Por exemplo, os sensores IoT identificam quais produtos específicos interessam aos clientes e, em seguida, as promoções segmentadas acionam conteúdo digital nos seus dispositivos móveis.

Da mesma forma, a sinalização digital e os PDVs habilitados para IoT usam análise facial em conjunto com câmeras para exibir mensagens atraentes e direcionadas definidas por um conjunto de regras.

2. Melhor visibilidade da jornada do cliente

Os sensores da IoT rastreiam o caminho do cliente até a finalização da compra na loja. Os “mapas de calor” mostram as áreas com maior tráfego e o “tempo de permanência”, tempo que um cliente passa em um local específico, para medir o que mais chama a atenção deles na loja.

À medida que você identifica padrões de tempo de permanência e compila o caminho do consumidor para a compra, é possível desenvolver respostas para converter mais vendas (por exemplo, direcionando uma promoção específica para um cliente ou mobilizando um representante de vendas com informações úteis).

Da mesma forma, ao mapear o tráfego em sua loja, você tem uma ideia de quais promoções funcionam para captar a atenção do cliente, quais são ignoradas e as áreas de maior visibilidade para mensagens.

3. Checkout automatizado

Você provavelmente já viu que longas filas impedem seus clientes de comprar produtos. E pode parecer pouco proveitoso pagar vários funcionários extras para trabalhar durante períodos de compras mais movimentados.

Com a IoT, você pode configurar um sistema para ler tags em cada item quando um cliente sair da loja. Um sistema de checkout, então, registra os itens e deduz automaticamente esse custo do aplicativo de pagamento móvel dos clientes.

Criar um sistema de checkout automatizado usando dispositivos de IoT deixaria seus clientes mais felizes e dispostos a entrar na sua loja, especialmente se eles estiverem em um momento difícil. Isso também pode economizar uma boa quantia — a McKinsey estima que o checkout automatizado pode reduzir as necessidades de caixa em até 75%.

4. Prateleiras inteligentes

Muito do tempo e da energia de seus funcionários concentra-se em acompanhar os itens para garantir que nunca falta de estoque e verificar se os itens não estão perdidos em várias prateleiras. Você pode usar a IoT para automatizar essas duas tarefas e, ao mesmo tempo, detectar possíveis roubos.

As prateleiras inteligentes são equipadas com sensores e usam etiquetas RFID para digitalizar os produtos em exibição e no estoque.

Esses sensores informam quando os itens estão acabando ou quando são colocados incorretamente em uma prateleira, o que torna seu processo de estoque econômico e mais preciso. Além disso, cada tag RFID é conectada a um leitor, de modo que as prateleiras são capazes de detectar roubos na loja — economizando dinheiro com segurança.

5. Otimização do controle de estoque

Embora as lojas de varejo já possam rastrear produtos sem a ajuda da IoT, essas informações de rastreamento são bastante limitadas.

Com os sensores RFID e GPS, você pode usar a IoT para obter dados mais precisos, como a temperatura na qual um item está sendo armazenado ou quanto tempo ele passou em trânsito.

Você pode usar esses dados para melhorar a qualidade do transporte — e, melhor ainda, você também pode agir imediatamente se um produto estiver sendo mantido em temperaturas muito baixas ou muito altas, evitando uma perda substancial.

next step IoT

Com insights úteis oferecidos por soluções com tecnologia IoT, os varejistas poderão oferecer aos clientes o que eles realmente desejam por meio de uma experiência digital, conectada e personalizada.

A gama de tecnologias baseadas em dados e na computação em nuvem disponíveis para o setor de varejo pode ajudar a mesclar os benefícios da experiência de compras online e física. Eventualmente, a IoT se tornará o padrão de fato e reinventará o varejo como o conhecemos hoje.

E você, gostou do nosso post? Fique de olho no nosso blog e acompanhe de perto todas as nossas novidades sobre o mercado tecnológico!