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IPv6: conexões mais rápidas, dados melhores

Os terríveis avisos sobre a falta de endereços na internet estão acabando porque, devagar mas caminhando, a migração do mundo do IPv4 para o IPv6 já começou e há um software pronto para evitar o apocalipse de endereços que muitos estavam prevendo.

Ainda não sabe bem o que isso tem a ver com você e sua empresa? Vamos voltar aos primórdios do endereçamento na internet e ver porque você deve se importar com o IPv6!

O que é IPv6 e por que é importante?

O IPv6 é a versão mais recente do Internet Protocol, que identifica dispositivos na internet para que possam ser localizados.

Todos os dispositivos que usam a internet são identificados por meio de seu próprio endereço IP para que a comunicação pela rede funcione. Funciona exatamente como os endereços e CEPs que você precisa saber para enviar uma carta.

A versão anterior, IPv4, usa um esquema de endereçamento de 32 bits para suportar 4,3 bilhões de dispositivos, o que foi considerado suficiente à época. No entanto, o crescimento da internet, dos computadores pessoais, dos smartphones e, agora, dos dispositivos da Internet das Coisas, provaram que o mundo precisava de mais endereços.

Felizmente, a IETF (Internet Engineering Task Force) reconheceu isso há 20 anos. Em 1998, criou o IPv6, que usa endereçamento de 128 bits para suportar aproximadamente 340 trilhões de trilhões (ou 2 elevado à 128ª potência, se preferir).

Em vez do método de endereço IPv4 de quatro conjuntos de números de um a três dígitos, o IPv6 usa oito grupos de quatro dígitos hexadecimais, separados por dois-pontos.

Quais são os benefícios do IPv6?

Em seu trabalho, o IETF incluiu melhorias comparado ao IPv4. O protocolo IPv6 pode manipular pacotes de maneira mais eficiente, melhorar o desempenho e aumentar a segurança. Ele permite que provedores de serviços de internet reduzam o tamanho de suas tabelas de roteamento, tornando-os mais hierárquicos.

Se a sua organização oferece um site público ou aplicativos da internet ou aplicativos móveis, é provável que o site funcione mais rápido ao usar IPv6 do que o IPv4. Isso se deve em parte à proliferação de conversão de endereços de rede (NAT) por provedores de serviços para conectividade com a Internet IPv4.

Como funciona a conversão de endereços de rede (NAT)?

A adoção do IPv6 foi atrasada em parte devido à conversão de endereços de rede (NAT — network-address translation), que pega endereços IP privados e os transforma em endereços IP públicos. Dessa forma, uma máquina corporativa com um endereço IP privado pode enviar e receber pacotes de máquinas localizadas fora da rede privada que tenham endereços IP públicos.

Sem o NAT, grandes corporações com milhares ou dezenas de milhares de computadores devorariam enormes quantidades de endereços IPv4 públicos se quisessem se comunicar com o mundo exterior. Mas esses endereços IPv4 são limitados e estão quase esgotados a ponto de terem que ser racionados.

O NAT ajuda a aliviar o problema. Com ele, milhares de computadores endereçados privativamente podem ser apresentados à internet pública por uma máquina NAT, como um firewall ou roteador.

Quando um computador corporativo com um endereço IP privado envia um pacote para um endereço IP público fora da rede corporativa, ele primeiro vai para o dispositivo NAT. O NAT observa os endereços de origem e destino do pacote em uma tabela de conversão.

Então, o NAT altera o endereço de origem do pacote para o endereço público do dispositivo NAT e o envia para o destino externo. Quando um pacote responde, o NAT traduz o endereço de destino para o endereço IP privado do computador que iniciou a comunicação. Isso pode ser feito para que um único endereço IP público possa representar vários computadores de endereçamento particular.

Quem está implantando o IPv6?

As redes de operadoras e os ISPs foram o primeiro grupo a começar a implantar o IPv6 em suas redes, com as redes móveis liderando a carga. Por exemplo, a T-Mobile USA, operadora de rede sem fio tem mais de 90% do seu tráfego passando pelo IPv6, com a Verizon Wireless logo atrás, com 82,25%.

As empresas estão em fase de implantação, com um quarto delas anunciando prefixos IPv6, de acordo com o relatório “State of IPv6 Deployment 2018” da Internet Society. Complexidade, custos e tempo necessários para completar são todos os motivos indicados.

Dispositivos conectados estão preparados para desempenhar um papel maior em nossas vidas. Com os usuários móveis continuando a crescer, com a ascensão da Internet das Coisas, os pesquisadores preveem que bilhões de dispositivos estarão conectados à internet nos próximos anos.

Embora a implantação do IPv6 tenha sido lenta, mais e mais organizações estão percebendo que a decisão de fazer a transição para o IPv6 não é mais uma opção, mas uma realidade necessária.

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Infoblox: solução que oferece segurança e eficiência, ideal para sua empresa

infobloxPense no atual cenário das companhias em mercados competitivos. Para a maioria das empresas, está se tornando, cada vez mais difícil, gerenciar demandas de rede. Isso porque elas se tornam cada vez mais complexas em diversas infraestruturas físicas, virtuais e em nuvem. E é nesse cenário que o Infoblox tem um papel importantíssimo!

E não há lugar no qual essa dificuldade não ocorra mais do que nos serviços essenciais da rede moderna. E isso inclui DNS (Domain Name System) e DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol). Agregue a esse cenário, o crescimento explosivo em dispositivos e endereços IP. Estes culminam nas cargas de trabalho de DDI aumentando em volume e complexidade.

As tradicionais soluções de gerenciamento de rede local, frágeis e vulneráveis, não acompanham essa transformação. E os provedores de nuvem privada, híbrida e pública carecem de recursos de integração de rede, orquestração e recursos de automação que as redes atuais exigem. Assim, ameaças de segurança, que visam especificamente os serviços de DDI, como o DNS, estão se tornando mais frequentes, sofisticados e intensos.

A Infoblox, conhecida como Infoblox DDI, é a solução para esse problema. Ela é líder com 50% de participação de mercado em serviços principais de rede, como DNS, DHCP e IPAM (IP Address Management). Ela aumenta a segurança e a eficiência operacional em diversas infraestruturas, incluindo implementações do tipo local, nuvem e híbridas.

A solução funciona porque consegue fornecer serviços de rede seguros e gerenciados em nuvem. Isso permite que a empresa ofereça segurança, confiabilidade e automação para seus clientes. Também transformações digitais como SD-WAN, IoT e nuvem híbrida, tudo gerenciado por um único painel.

Infoblox: ideal para qualquer segmento

Parece que qualquer empresa, de qualquer segmento, deveria investir em uma solução DDI. Basta pensar que todo negócio depende da sua rede. Por sua vez, ela depende dos principais serviços de rede, como DNS, DHCP e gerenciamento de endereços IP.

Isso se intensifica à medida que a rede cresce, cada vez mais baseada em nuvem. Com isso, seus serviços passam a ser cada vez mais importantes e mais difíceis de proteger, gerenciar e controlar.

Provavelmente, a opção da empresa é por nuvens privadas, híbridas e/ou nuvem públicas. E mesmo que o negócio esteja em uma indústria rigidamente regulamentada, que exige um alto grau de infraestrutura interna, provavelmente já precisou confiar em plataformas de nuvem pública e híbrida, para determinadas cargas de trabalho.

A Infoblox é uma solução Web-based, do portfólio do Grupo Binário, possibilitando confiabilidade e automação avançada. Isso por meio de uma plataforma centralizada, para qualquer ambiente de rede.

Sobre o Grupo Binário

Criado em 2005, em São Paulo, o Grupo Binário possui duas divisões de negócios: Binário e QoS, que atuam, respectivamente, nas áreas de integração e serviços profissionais. Com mais de 200 funcionários e oito bases operacionais, atende os mercados de Service Provider, Enterprise, Governo e Educação.

A Binário, integradora de produtos e serviços de conectividade e telecomunicações, possui expertise reconhecida e comprovada nas tecnologias:

  • Wireless.
  • Mobilidade.
  • Aceleração de aplicações.
  • Roteamento.
  • Switching.
  • Gerenciamento.
  • Segurança.
  • Redes Ópticas.

A QoS oferece consultoria, serviços, capacitação e treinamentos. Para mais informações, acesse: www.binarionet.com.br.

*Fabio Dante é engenheiro de sistemas do Grupo Binário

Capital Informação – Assessoria de Imprensa
+55 11 3926.9517 | +55 11 3926.9518
Luciane Crippa lucrippa@capitalinformacao.com.br
Adriana Athayde adriana@capitalinformacao.com.br

Wi-fi 6 está chegando: saiba tudo sobre ele

wi-fi 6

A Wi-Fi Alliance, organização encarregada de decidir, desenvolver e designar padrões Wi-Fi no mundo, causou uma pequena agitação no ano passado, quando anunciou uma mudança nas convenções de nomenclatura para o Wi-Fi. O esquema de nomenclatura complexo sai de cena para dar lugar ao Wi-Fi 6 (ou 802.11ax) como o padrão da próxima geração.

O novo esquema de nomeação também se aplica retroativamente à antiga tecnologia 802.11ac (Wi-Fi 5) e ao padrão 802.11n ainda mais antigo (Wi-Fi 4). Mas há mais para o Wi-Fi 6 do que uma nova convenção de nomenclatura, já que a próxima geração de Wi-Fi tem vários benefícios em comparação com as iterações anteriores.

O que é o Wi-Fi 6?

Na medida que os dispositivos se tornam mais complexos, as formas de se conectar à internet evoluem, acompanhando o ritmo de desenvolvimento.

Em outras palavras, o padrão Wi-Fi (especificações técnicas que os fabricantes usam para criar o sinal Wi-Fi e descrevê-lo nos dispositivos que o tornam possível, como roteadores) é atualizado constantemente para que você tenha acesso a uma internet cada dia melhor.

Cada atualização, ou padrão, era identificado por uma nomenclatura técnica. Contudo, nem todo mundo entende essa nomenclatura. Ciente disso, a Wi-Fi Alliance anunciou uma nova maneira de rotular os padrões Wi-Fi e uma nova geração de padrão que está por vir: o Wi-Fi 6.

O Wi-Fi 6 é um novo padrão Wi-Fi, assim chamado para evitar confusão com os padrões mais antigos, que agora são designados da seguinte maneira:

  • 802.11b é agora Wi-Fi 1
  • 802.11a é agora Wi-Fi 2
  • 802.11g é agora Wi-Fi 3
  • 802.11n é agora Wi-Fi 4
  • 802.11ac é agora Wi-Fi 5
  • 802.11ax agora é Wi-Fi 6

O Wi-Fi 6 é baseado no novo padrão IEEE 802.11ax, então você pode ver os dois termos trocados. Ele ainda vai agir como o Wi-Fi que você conhece e ama agora, exceto com alguns benefícios adicionais, que descreveremos abaixo.

O que o padrão Wi-Fi 6 traz de novo?

Há muitas novas tecnologias Wi-Fi em ascensão e o Wi-Fi 6 ajuda a padronizá-las. Aqui estão as novidades importantes que o novo padrão traz e o que exatamente elas significam para sua rede sem fio.

1. Latência reduzida

O Wi-Fi 6 reduz a latência em comparação aos antigos padrões, o que significa que há menos ou nenhum atraso nos dados enviados. O novo padrão usa tecnologia mais avançada, como OFDMA (acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal) que, em palavras simples, é melhor em “embalar” dados em um sinal.

2. Mais velocidade

O Wi-Fi 6 também será mais rápido. Ele expande o suporte à tecnologia MU-MIMO lançada com o Wi-Fi 5, que permite que um rádio Wi-Fi forneça dados simultaneamente para vários dispositivos, em vez de de maneira rotativa. Em vez de lidar com quatro fluxos simultâneos, o Wi-Fi 6 aumenta o número para oito.

3. Menos zonas mortas

O Wi-Fi 6 também reduzirá o número de zonas mortas graças ao beamforming, o truque que seu roteador usa para focar os sinais em um determinado dispositivo, especialmente se parecer que ele está tendo problemas com uma conexão. O novo padrão expande a faixa de beamforming e melhora suas capacidades, tornando as zonas mortas ainda menos prováveis.

4. Maior duração de bateria

Graças à adição da trecnologia Travelling-Wave Tube (TWT) no Wi-Fi 6, todos os dispositivos conectados devem ver um consumo significativamente menor de bateria. Os dispositivos e roteadores compatíveis comunicarão os principais momentos de ativação e suspensão, o que significa menos tempo de funcionamento para um adaptador e menor consumo de bateria.

Por que atualizar seus roteadores?

Upgrades são sempre bem-vindos, mas você deve se perguntar por que precisará de um roteador Wi-Fi 6 em primeiro lugar. Segundo a Wi-Fi Alliance, o novo padrão é teoricamente capaz de velocidades de cerca de 9,6 Gbps.

Contudo, a maioria das pessoas não possui conexões de internet na casa dos gigabytes, portanto não faz sentido atualizar para o Wi-Fi 6 se você tiver uma conexão de 100Mbps ou menor.

Em um ambiente com muitos gadgets, como uma empresa privada, no entanto, a história é diferente. O Wi-Fi 6 ajudará a aliviar o congestionamento de todos os dispositivos e dar mais velocidade à navegação dentro da rede de computadores.

À medida que avançamos para a transmissão de vídeo de resolução mais alta, o desempenho de jogos exigente e mais dispositivos conectados, o Wi-Fi 6 será mais adequado para atender às nossas necessidades.

Gostou de aprender sobre o Wi-Fi 6? Siga o Grupo Binário no Facebook e no LinkedIn e fique de olho nas novidades do mundo digital!

Facebook anuncia sua criptomoeda para 2020

No último dia 18 de junho, foi anunciada a criação da Libra, moeda digital do Facebook que será lançada para uso em 2020 e permitirá que bilhões de usuários da plataforma em todo o mundo façam transações financeiras online.

A nova tecnologia ameaça mudar a paisagem do setor bancário e já é objeto de análise. Isso porque o Facebook enfrenta crescentes pedidos de regulamentação e medidas antitruste, que buscam punir práticas anticompetitivas.

Mas questões regulatórias à parte, em quanto tempo você poderá usar a nova moeda digital do Facebook para comprar café? Veja o que você precisa saber sobre o assunto!

O que é Libra, a moeda digital do Facebook?

O Facebook diz que a Libra é uma “moeda global e uma infraestrutura financeira”. Em outras palavras, é um ativo digital construído pelo Facebook e alimentado por uma nova versão do blockchain — tecnologia criptografada usada pelo bitcoin e outras criptomoedas — criada pelo Facebook.

O nome Libra vem da medida romana básica do peso. Em português, o nome pode causar certa confusão já que o termo Libra também é usado para descrever a moeda britânica. Mas vale lembrar que, em inglês, ela é conhecida como “Pound”.

Por que o Facebook está lançando uma criptomoeda?

O Facebook afirma que quer alcançar os 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo que não têm acesso a uma conta bancária.

A empresa deve se deparar com obstáculos regulatórios e preocupações antitruste, especialmente em uma época em que muitos reguladores querem acabar com o Facebook, mas nenhuma legislação específica foi apresentada antes do lançamento.

Em meio a rumores da nova expansão financeira do Facebook, membros do Senado dos EUA escreveram ao CEO Mark Zuckerberg em maio pedindo esclarecimentos sobre questões de privacidade.

Quem está encarregado da Libra?

A moeda digital do Facebook será controlada por um coletivo de empresas chamado “Associação Libra”. Funciona como o que é conhecido como “stablecoin”, atrelado a ativos existentes como o dólar ou o euro, com o objetivo de tornar a moeda digital menos sujeita à volatilidade que muitas outras criptomoedas experimentam.

A Associação Libra é descrita pelo Facebook como uma organização independente, sem fins lucrativos, com sede na Suíça. Ela serve duas funções principais: validar transações no blockchain de Libra, administrar a reserva em que a criptomoeda está vinculada e alocar fundos para causas sociais.

Dentro da Associação Libra, haverá um órgão governante chamado Conselho da Associação de Libra, composto por um representante de cada membro da associação, que votará em decisões políticas e operacionais.

O Facebook alega que, embora tenha criado a Associação Libra e a Libra Blockchain, uma vez que a moeda seja lançada em 2020, a empresa se retirará de um papel de liderança e todos os membros da associação terão votos iguais na governança sobre a criptomoeda.

Diversas organizações contribuíram com um mínimo de US$ 10 milhões para serem listadas como membros fundadores da Associação Libra, incluindo empresas de tecnologia como PayPal, Ebay, Spotify, Uber e Lyft, bem como empresas financeiras e de capital de risco como a Andreessen Horowitz., Visa e Mastercard.

Conteúdo relacionado: veja como funcionam as criptomoedas.

Como eu posso comprar Libras?

O Facebook não está entrando em detalhes sobre como a moeda estará disponível no lançamento, mas os sinais apontam para uma abordagem híbrida. A presença de empresas de pagamentos tradicionais, como Visa e MasterCard, na lista de fundadores sugere que a rede social ficará perfeitamente feliz em permitir que os usuários simplesmente comprem a moeda digital do Facebook.

Mas o Facebook também deve realizar o que é conhecido nos círculos de criptomoedas como uma “airdrop”, distribuindo pequenas quantias de moeda de graça em um esforço para impulsionar o ecossistema. Isso será crucial se a empresa quiser cumprir sua meta de levar serviços financeiros a pessoas sem contas bancárias.

Em última análise, é claro, esses usuários precisarão de uma fonte mais confiável de renda de Libra do que simples doações do Facebook. A longo prazo, também podemos esperar que alguns dos membros fundadores da Libra ofereçam aos seus funcionários todo ou parte de seu pagamento na moeda.

Como a Libra poderá ser usada?

Quando a moeda digital do Facebook for lançada, os usuários podem baixar o Calibra, uma carteira digital, que permite que eles enviem dinheiro para qualquer pessoa com um smartphone. Ele estará disponível no Messenger, no WhatsApp e como um aplicativo independente.

Não está claro em quais países a moeda será lançada primeiro, embora o Facebook afirme que “quase todo mundo” com um smartphone poderá fazer o download do aplicativo.

Além das transações no próprio aplicativo, o Facebook quer facilitar o uso da Libra em vários fornecedores para transações do dia a dia.

As empresas Uber e Lyft são os primeiros investidores no projeto, sugerindo que talvez os usuários possam pagar por serviços nos aplicativos com a Libra, embora nenhuma das empresas tenha anunciado nada oficialmente.

Enquanto ainda há muita especulação sobre como a Libra será regulada ou usada pelo cidadão comum, certamente podemos esperar muitas revoluções trazidas pelo seu lançamento.

Gostou de conhecer a moeda digital do Facebook? Deixe seu comentário abaixo e nos conte o que achou dessa novidade!

Alta disponibilidade: o que é e por que você precisa dela?

alta disponibilidade

Alcançar a continuidade dos negócios é uma grande preocupação para as organizações modernas. O tempo de inatividade pode causar impacto financeiro significativo e, em alguns casos, perda irrecuperável de dados. A solução para isso está na alta disponibilidade.

Como atualmente toda empresa é altamente dependente da sua rede de computadores, cada minuto conta. É por isso que é imperativo que os computadores e servidores da empresa permaneçam operacionais o tempo todo.

Se você optar por hospedar sua própria infraestrutura de TI ou por uma solução hospedada em um data center, a alta disponibilidade deve ser a primeira coisa a considerar ao configurar seu ambiente. Mas o que exatamente ela significa e quais seus benefícios? Vamos avaliar melhor abaixo!

O que significa alta disponibilidade?

A alta disponibilidade é uma característica essencial das infraestruturas TI e indica que os sistemas e redes podem garantir desempenho e SLA próximos a 100% ao longo do tempo. Isso é possível graças à presença de componentes tecnológicos completamente redundantes.

Em particular, a alta disponibilidade consiste em diferentes aspectos.

  • Tolerância a falhas: refere-se à capacidade de um sistema de não sofrer paralisação mesmo em caso de falhas.
  • Garantia do serviço prestado: os serviços devem estar sempre disponíveis, também se aplica à quebra de sistemas.
  • Segurança de dados: a integridade dos dados contidos na infraestrutura é garantida, e eles devem ser alcançados também no caso de mau funcionamento dos  processos ou falhas de funcionários.

Alta disponibilidade: o que significam os “cinco 9s”?

A alta disponibilidade fornece um método para as organizações se protegerem contra a perda de receita e outros resultados negativos causados ​​por uma interrupção do serviço. Com sistemas e infraestrutura projetados para o máximo de tempo de atividade, definidos como 99,999% ou os “cinco 9s”, os negócios reduzem seus riscos.

Essa é uma abordagem que usa componentes e métodos específicos para garantir o melhor desempenho possível do sistema, mesmo durante períodos de alto tráfego ou estresse.

Situações como falta de energia e falha de equipamento são inevitáveis ​​no mundo real, mas a alta disponibilidade fornece um meio para as empresas minimizarem as consequências negativas.

Qual a importância da alta disponibilidade?

Mesmo períodos curtos de tempo de inatividade podem causar prejuízos graves para sua empresa, incluindo falta de acesso a dados críticos e danos à reputação de sua marca. As perdas financeiras diretas podem ser significativas, mas a perda de confiança entre seus clientes cria barreiras de longo prazo para o sucesso e o crescimento.

O objetivo da arquitetura de alta disponibilidade é garantir que seu servidor, site ou aplicativo possa suportar diferentes cargas de demanda e distintos tipos de falhas com o menor tempo de inatividade possível. Usando as melhores práticas projetadas para garantir alta disponibilidade, você ajuda sua organização a obter produtividade e confiabilidade máximas.

Com uma estratégia de alta disponibilidade, você reduz os impactos negativos do tempo de inatividade e implementa a recuperação automática das falhas do sistema.

Quais características dos sistemas de alta disponibilidade?

Os sistemas de alta disponibilidade podem ser projetados e implementados de várias maneiras para melhor atender às suas necessidades comerciais específicas. No entanto, eles devem ser criados com certas práticas recomendadas em mente:

  • Aplicativos implantados em vários servidores para evitar a sobrecarga de qualquer máquina em tempos de alta carga.
  • Testes rigorosos de componentes e serviços para garantir a máxima disponibilidade, desempenho e segurança para evitar violações.
  • Alternação para recursos em espera, conforme necessário, no caso de falha de componente ou serviço.
  • Uso inteligente de componentes para garantir a máxima estabilidade e disponibilidade.
  • Redundância de sistemas e dados, por meio de múltiplas máquinas ou partições.

Os sistemas de alta disponibilidade também incluem estratégias abrangentes para backup e recuperação no caso de corrupção ou destruição de dados. Backups de dados completos, combinados com testes incrementais, garantem a integridade dos dados para evitar problemas com faturamento, autenticação do cliente e outros processos comerciais confidenciais.

O principal objetivo é eliminar pontos únicos de falha em seus sistemas e infra-estrutura, o que levaria à interrupção de suas operações ou serviços. A redundância — com métodos para detectar falhas e tomar ações corretivas — ajuda a manter seus sistemas funcionando com eficiência máxima.

Quando você implementa uma estratégia de alta disponibilidade em sua organização, reduz o risco de interrupções de serviço para a continuidade de seus negócios, lucros e reputação. Com serviços escaláveis ​​baseados em nuvem, você pode ter um sistema altamente disponível instalado e funcionando de maneira rápida e econômica.

Que nível de disponibilidade sua empresa possui atualmente? Já sofreu problemas com disponibilidade da sua rede antes? Comente abaixo e compartilhe suas experiências conosco!

Veja 6 aplicações e benefícios da Inteligência Artificial

Você conhece os benefícios da Inteligência Artificial? A IA não é um assunto novo. Em 2001 foi lançado o filme que levou o nome da tecnologia às grandes telas foi lançado, popularizando um conceito que antes era dominado apenas por engenheiros e profissionais de tecnologia.

Mas a Inteligência Artificial não tem a ver somente com a ideia futurística de robôs que pensam e tomam decisões sozinhos. Ela já está presente nas nossas vidas pessoais e profissionais de diversas formas.

A Inteligência Artificial é uma área da ciência da computação que enfatiza a criação de máquinas inteligentes que funcionam e reagem como seres humanos.

6 benefícios da Inteligência Artificial

Esta tecnologia está em rápido desenvolvimento e oferece oportunidades significativas que muitas empresas já estão usufruindo. Ficou interessado? Então confira algumas das principais aplicações e benefícios da Inteligência Artificial!

1. Melhorando experiências de compras personalizadas

A inteligência artificial proporciona marketing personalizado aos clientes. Isso aumenta o engajamento, ajuda a gerar fidelidade do cliente e melhora as vendas.

É por isso que as empresas estão investindo em IA. Um dos benefícios da Inteligência Artificial é que ela é capaz de identificar padrões nos hábitos de navegação e no comportamento de compra dos clientes.

Usando as milhões de transações armazenadas e analisadas na nuvem, a IA é capaz de fornecer ofertas altamente precisas para clientes individuais.

2. Automatizando interações com clientes

A maioria das interações com os clientes, como e-mails, bate-papo online, conversas nas mídias sociais e ligações telefônicas, atualmente exigem envolvimento humano. Os benefícios da Inteligência Artificial, estão permitindo que as empresas automatizem essas comunicações.

Ao analisar os dados coletados de comunicações anteriores, é possível programar computadores para responder com precisão aos clientes e lidar com suas consultas. Além disso, quando a IA é combinada com o aprendizado de máquina, quanto mais as plataformas da IA ​​interagem, melhor elas se tornam.

Um exemplo disso são os Chatbots, que, ao contrário dos humanos, pode interagir com clientes ilimitados ao mesmo tempo e pode responder e iniciar a comunicação — seja em um site ou em um aplicativo.

Estima-se que, até 2020, 85% de todas as interações com clientes serão atendidas por máquinas inteligentes capazes de reproduzir funções humanas.

3. Oferecendo assistência em tempo real

Outro dos benefícios da Inteligência Artificial é que ela será útil para empresas que precisam se comunicar constantemente com grandes volumes de clientes ao longo do dia.

Por exemplo, no setor de transportes, as empresas de ônibus, trem e companhias aéreas, que podem ter milhões de passageiros por dia, podem usar a IA para interagir em tempo real, enviando informações de viagem personalizadas.

Algumas empresas de ônibus, por exemplo, já estão rastreando a localização de sua frota e usando a IA para fornecer aos viajantes atualizações em tempo real sobre onde o ônibus está ao longo de sua rota e seu tempo estimado de chegada. Os clientes recebem essas informações no aplicativo da empresa.

4. Facilitando a mineração de dados

Um dos maiores benefícios da Inteligência Artificial ​​baseada na computação em nuvem é que os aplicativos de Inteligência Artificial são capazes de descobrir rapidamente informações importantes e relevantes durante o processamento de Big Data.

Isso pode fornecer às empresas insights nunca descobertos que podem dar uma vantagem no mercado. E se você acha isso uma realidade longe de ser alcançada, vai ficar surpreso em saber que o Big Data já é usado hoje nas atividades mais comuns do nosso dia.

A Netflix e o Waze, por exemplo, são exemplos de duas grandes empresas que fazem mineração de dados para mostrar ao espectador conteúdo similar de acordo com aquilo que ele assistiu ou assiste e mostrar o tráfego o tempo real a partir do feedback dos usuários, respectivamente.

5. Automatizando as atividades operacionais

A IA é capaz de operar outras tecnologias que aumentam a automação nos negócios. Por exemplo, ela pode ser usada para controlar robôs em fábricas ou manter temperaturas ideais por meio de aquecimento inteligente.

No Japão, robôs de aparência humana agora servem como recepcionistas em alguns hotéis dos países, automatizando check-ins, serviços de reserva e negociação (em quatro idiomas) com solicitações de clientes.

No varejo, a Inteligência Artificial também está sendo vinculada à tecnologia RFID e de nuvem para rastrear estoques. Na China, as forças policiais usam a IA para capturar criminosos. O país tem uma vasta rede de CCTV e a IA usa reconhecimento facial para identificar e rastrear suspeitos para que eles possam ser presos.

6. Permitindo a identificação de padrões

Outro dos benefícios da Inteligência Artificial ​​é que ela é capaz de prever resultados com base na análise de dados. Por exemplo, ele vê padrões nos dados do cliente que podem mostrar se os produtos serão vendidos e em quais volumes.

Ela também prevê quando a demanda será reduzida. Isso pode ser muito útil para ajudar uma empresa a comprar o estoque correto.

Essa capacidade de prever não é apenas útil no varejo. A IA também está sendo usada em muitas outras áreas, por exemplo, no setor bancário, onde pode prever flutuações de preços de ações e moedas. Ou na área de saúde, onde pode prever surtos de infecções ao analisar postagens de mídias sociais.

Como você pode ver, as empresas podem usufruir de diversos benefícios da Inteligência Artificial, incluindo marketing personalizado, atendimento ao cliente, automação operacional e muito mais.

Para continuar aprendendo como a tecnologia tem moldado os processos de negócios, leia também nosso post sobre as 6 tendências que impulsionam o Big Data e veja quais são as expectativas para seu uso no futuro!

Como o varejo pode ser beneficiado com o uso da Internet das Coisas

IoT e Varejo

O poder do Big Data, analytics e aprendizado de máquina criou oportunidades únicas no comércio eletrônico. Graças aos aprimoramentos orientados a dados para anúncios e vendas cruzadas, os compradores na Internet podem comprar “o que querem e quando querem”.

Essa transformação teve um impacto direto e positivo na eficiência dos negócios, impulsionando mais vendas e melhorando a satisfação do cliente. Mas também teve o efeito adverso de ampliar a lacuna entre as empresas online e físicas, deixando o varejo com clientes com altas expectativas e desafios sem precedentes.

No entanto, o advento e desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) e o uso generalizado de dispositivos móveis podem ajudar a superar esses problemas.

Veja como o varejo pode se beneficiar da tecnologia de IoT e de aplicativos para dispositivos móveis, melhorando efetivamente as vendas, cortando custos e atraindo clientes de volta à loja!

O impacto do varejo com a IoT

Os dispositivos IoT e o que eles fazem no varejo

Vamos começar analisando quais são os dispositivos da IoT e sua função no varejo. De uma maneira geral, um dispositivo IoT se conecta à Internet e captura e transmite dados enquanto interage com o ambiente quase em tempo real.

Exemplos de dispositivos IoT comumente encontrados no varejo incluem sensores de temperatura e umidade, câmeras, scanners de código de barras, sensores de porta e muito mais.

Os dispositivos de IoT ganharam popularidade significativa no varejo porque são uma maneira econômica de acumular uma grande quantidade de dados sobre clientes, produtos e promoções.

Esses dados permitem melhores decisões estratégicas para criar demanda que aumenta o tráfego na loja, o ticket médio de compras e a receita por metro quadrado.

Os benefícios e aplicações da IoT no varejo

Agora que você entende conceitualmente que a IoT captura dados quase em tempo real para um processamento rápido, analisaremos algumas maneiras específicas pelas quais as empresas usam a IoT para aprimorar suas operações físicas de varejo.

1. Entregar promoções segmentadas e em tempo real aos clientes

Os dispositivos de IoT podem melhorar significativamente a experiência digital de um cliente dentro e fora de um local físico. Por exemplo, os sensores IoT identificam quais produtos específicos interessam aos clientes e, em seguida, as promoções segmentadas acionam conteúdo digital nos seus dispositivos móveis.

Da mesma forma, a sinalização digital e os PDVs habilitados para IoT usam análise facial em conjunto com câmeras para exibir mensagens atraentes e direcionadas definidas por um conjunto de regras.

2. Melhor visibilidade da jornada do cliente

Os sensores da IoT rastreiam o caminho do cliente até a finalização da compra na loja. Os “mapas de calor” mostram as áreas com maior tráfego e o “tempo de permanência”, tempo que um cliente passa em um local específico, para medir o que mais chama a atenção deles na loja.

À medida que você identifica padrões de tempo de permanência e compila o caminho do consumidor para a compra, é possível desenvolver respostas para converter mais vendas (por exemplo, direcionando uma promoção específica para um cliente ou mobilizando um representante de vendas com informações úteis).

Da mesma forma, ao mapear o tráfego em sua loja, você tem uma ideia de quais promoções funcionam para captar a atenção do cliente, quais são ignoradas e as áreas de maior visibilidade para mensagens.

3. Checkout automatizado

Você provavelmente já viu que longas filas impedem seus clientes de comprar produtos. E pode parecer pouco proveitoso pagar vários funcionários extras para trabalhar durante períodos de compras mais movimentados.

Com a IoT, você pode configurar um sistema para ler tags em cada item quando um cliente sair da loja. Um sistema de checkout, então, registra os itens e deduz automaticamente esse custo do aplicativo de pagamento móvel dos clientes.

Criar um sistema de checkout automatizado usando dispositivos de IoT deixaria seus clientes mais felizes e dispostos a entrar na sua loja, especialmente se eles estiverem em um momento difícil. Isso também pode economizar uma boa quantia — a McKinsey estima que o checkout automatizado pode reduzir as necessidades de caixa em até 75%.

4. Prateleiras inteligentes

Muito do tempo e da energia de seus funcionários concentra-se em acompanhar os itens para garantir que nunca falta de estoque e verificar se os itens não estão perdidos em várias prateleiras. Você pode usar a IoT para automatizar essas duas tarefas e, ao mesmo tempo, detectar possíveis roubos.

As prateleiras inteligentes são equipadas com sensores e usam etiquetas RFID para digitalizar os produtos em exibição e no estoque.

Esses sensores informam quando os itens estão acabando ou quando são colocados incorretamente em uma prateleira, o que torna seu processo de estoque econômico e mais preciso. Além disso, cada tag RFID é conectada a um leitor, de modo que as prateleiras são capazes de detectar roubos na loja — economizando dinheiro com segurança.

5. Otimização do controle de estoque

Embora as lojas de varejo já possam rastrear produtos sem a ajuda da IoT, essas informações de rastreamento são bastante limitadas.

Com os sensores RFID e GPS, você pode usar a IoT para obter dados mais precisos, como a temperatura na qual um item está sendo armazenado ou quanto tempo ele passou em trânsito.

Você pode usar esses dados para melhorar a qualidade do transporte — e, melhor ainda, você também pode agir imediatamente se um produto estiver sendo mantido em temperaturas muito baixas ou muito altas, evitando uma perda substancial.

next step IoT

Com insights úteis oferecidos por soluções com tecnologia IoT, os varejistas poderão oferecer aos clientes o que eles realmente desejam por meio de uma experiência digital, conectada e personalizada.

A gama de tecnologias baseadas em dados e na computação em nuvem disponíveis para o setor de varejo pode ajudar a mesclar os benefícios da experiência de compras online e física. Eventualmente, a IoT se tornará o padrão de fato e reinventará o varejo como o conhecemos hoje.

E você, gostou do nosso post? Fique de olho no nosso blog e acompanhe de perto todas as nossas novidades sobre o mercado tecnológico!

Existe nuvem segura? Sim, existe

O Cloud Computing mudou a forma de as empresas fazer negócio – agora os dispositivos podem ficar conectados de forma online, o que possibilita ganhos na produção

O que as pessoas estão se perguntando é se existe nuvem segura… Afinal, como tudo está na rede, será que existe a chance de hackers ou pessoas mal intencionadas burlar os sistema e roubar as informações dispostas no ambiente virtual?

A resposta é simples: sim, existe segurança nos arquivos que estão na nuvem.

Mas, para entender o porquê dessa resposta afirmativa, vamos levar em conta como funciona o armazenamento de dados em nuvem e o acesso a aplicativos que ficam online o tempo todo.

Cloud Computing

Cloud Computing

A computação na nuvem fez com que os provedores de tecnologia mantenham seus data centers online, sendo que toda informação fica armazenada e disponível para o usuário.

O método traz várias vantagens, como quanto ao armazenamento físico, que evita o risco de furtos ou perdas.

Na prática, funciona assim: tradicionalmente, as empresas usam os data centers, que são discos rígidos, que guardam informações e aplicações importantes. Para isso, necessitam de salas específicas, com manutenção diária e uma alta conta de energia.

Já no Cloud Computing, o avanço está justamente na tecnologia, que redefine a produtividade dos gestores e cria uma integração entre a equipe, além de ter a economia energética.

Tipos de Nuvens

Nos dias de hoje existem duas principais modalidade de computação em nuvem, a pública e a privada. Também é possível usar as duas modalidades juntas, no que é chamado de híbrido. Confira cada um dos tipos.

Nuvem Privada

Ela é de uso exclusivo da empresa e funciona muito bem para aquelas que já têm uma infraestrutura para transformar o data center tradicional em uma nuvem segura privada.

A partir daí é possível começar a usar os benefícios em um ambiente de computação na nuvem, com segurança e privacidade.

Os benefícios são vários: exclusividade dos recursos, soluções customizadas, controle da infraestrutura, redução de custos e outros.

No mercado, existe a Cloud Broker, que é um serviço que possibilita a aplicação dos recursos em mais de um data center.

A Binário Cloud, dona do serviço, garante que uma equipe especializada esteja disponível para ajudar nessa migração dos espaços físicos para a nuvem. Isso é possível através do deep dive assessment (HDL), estudos do negócio do cliente e toda documentação detalhada.

O resultado é rápido e positivo: com um crescimento dinâmico.

Tipos de nuvem

Nuvem Pública

Esse recurso é compartilhado entre todos os assinantes, mas também tem garantia de uso e privacidade que acontece por meio do isolamento dos recursos.

A nuvem pública é indicada para as pessoas que acessam os dados esporadicamente.

Os benefícios também são vários, como o uso rápido, a infraestrutura e outros.

Se existe um lado negativo dessa modalidade é o fato de que algumas empresas têm enfrentado dificuldades nas restrições, como as normas do setor e a legislação do governo.

A Solução Binário Cloud Builder atua justamente nesse ponto, permitindo aos usuários que acessem aos benefícios da computação na nuvem. Isso é possível através dos provedores de serviços que podem se beneficiar dos padrões internacionais.

A ideia foi desenvolvida para permitir que o cliente possa usar o serviço sem ficar refém de um fabricante de hardware ou software.

A Segurança da Nuvem

As pessoas costumam acreditar que a nuvem é um lugar pouco seguro e, por isso, os arquivos não devem ser armazenados lá. Só que isso não é verdade.

Nuvem Segura

Vamos considerar também que manter os dados no seu computador ou servidores pode resultar na perca deles – sabemos que todo dispositivo eletrônico é passível de perdas, furtos, extravios e falhas.

Para esses casos, é preciso usar um backup, onde os arquivos serão salvos de tempos em tempos para garantir que os documentos não sejam perdidos.

A nuvem está sendo usada em grande escala por vários motivos e um deles é justamente esse: de se evitar que backups precisem ser feitos de forma manual.

Essa é uma vantagem do armazenamento na nuvem, mas será que ela é segura? Separamos alguns tópicos para provar que sim.

O Controle dos Usuários

Se você tem arquivos confidenciais, saiba que na nuvem pode controlar os acessos dos usuários, sendo que gestores e diretores podem ter privilégios a mais do que os outros integrantes da equipe.

E você pode compartilhar seus dados com quem quiser, quando quiser, sem medo de que as informações vazem pela rede.

Como é feito o Armazenamento

Armazenamento

A tecnologia atual faz com que um mesmo arquivo seja dividido em várias partes, ou seja, o armazenamento acontece em diversos servidores.

Assim, apenas supondo que exista alguma chance de hackers invadirem o sistema, a informação contida naquele servidor é apenas uma fração do todo.

Na prática, é como um quebra cabeças de 100 peças e o hacker só consegue acessar uma única peça, ou seja, para ele isso não fará muito sentido já que estarão faltando outras 99 peças.

Fica claro que a nuvem segura existe!

A Criptografia dos Dados

A criptografia dos dados na internet garante que seus arquivos jamais sejam vistos por outro usuário, a menos que você queira.

A Recuperação de Dados

Ainda que seja muito raro você perder um documento que está na nuvem, se isso acontecer você pode recuperá-los, através de um backup automático que é feito pelo servidor do serviço.

Armazenamento no Longo Prazo

Com o armazenamento na nuvem, as empresas garante que os dados fiquem seguros por um tempo indeterminado.

Como migrar para a nuvem agora?

Migrar

Que a Cloud Computing é a forma mais recomendável de aumentar a produtividade e a gestão de uma empresa, não resta dúvida… Mas, como migrar para a nuvem com segurança?

A Binário Cloud criou o The Box, que se baseia nos melhores padrões de cloud computing do mercado para dar uma a melhor experiência em nuvem de forma simples e eficiente.

A tecnologia usada pelos grandes provedores está disponível para todas as empresas, independente do tamanho. Ao rodar o negócio, o empresário fica sem preocupações com a disponibilidade da internet ou a segurança que está além do perímetro da empresa.

É uma solução que atende a todas as soluções de computação, rede e armazenamento na mesma caixa – por isso, o nome.

Esteja preparado para o futuro, os próximos anos serão de retomada da economia e você precisa estar atento as necessidades do seu cliente, sem perder tempo ou dinheiro. Conheça o The Box agora mesmo!

Application Acceleration: investir é ganhar

Carlos Roberto Hirama é coordenador de pré vendas do Grupo Binário

Carlos Roberto Hirama é Gerente de Soluções Application Delivery do Grupo Binário

A otimização de links – ou otimização de WAN – é um conjunto de técnicas e soluções que permitem melhorar o tempo de resposta das aplicações.

Com os aceleradores WAN, é possível não apenas ganhar velocidade na resposta dos sistemas, mas também melhorar a integridade dos links, reduzindo em muito ou zerando problemas de congestionamento e ordenação de informações, além de aplicar regras de priorização de tráfego. A rede é otimizada e tem sua capacidade de transmissão utilizada integralmente.

Ganhos que toda empresa precisa ter e, por isso, a decisão por investir em soluções de application acceleration é bastante assertiva. Quando toma-la? Sempre que houver, na empresa, questões relativas a quantidade de tráfego, tempo de resposta das aplicações, valor de link e dificuldade para ampliação dos links em escritórios remotos.

Adotando a tecnologia de aceleração de WAN, a empresa ganha uma resposta para suas demandas de aumento de capacidade de links, consegue maior transmissão de dados e reduz o tempo de resposta das aplicações, além de contar com a oportunidade de adicionar novos serviços baseados em Cloud a sua estrutura.

Para quem possui operações críticas, que não podem parar – e quem não possui? -, estas soluções são a famosa “mão na roda”. A otimização de redes WAN traz rapidez ao acesso as aplicações entre unidades distribuídas geograficamente, aprimorando a performance da rede, melhorando a experiência do usuário e tornando a empresa mais produtiva.

Alto desempenho da rede, acesso a dados e aplicações de forma rápida, segura, sem interrupções. É o que garantem as ferramentas de application acceleration. Com certeza, um investimento certeiro para a saúde dos negócios.

Fontes:

https://goo.gl/IAHlfc

http://goo.gl/ftmLyM

http://goo.gl/goKdH6

Chegou a hora do Big Data/Analytics. Logo, invista em infraestrutura e segurança.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas da B.U Segurança do Grupo Binário

Ninguém que fale em transformação digital pode ignorar o advento da mobilidade como um dos fatores que desencadeou muitas das grandes mudanças a que estamos assistindo. Desde que conseguimos levar nosso trabalho e nossos dados para praticamente qualquer lugar, novas possibilidades foram surgindo. Computação em nuvem, movimentos como BYOD, a interação das redes sociais, BI, tendências, novas ferramentas e inúmeras outras soluções vêm mudando não só a vida pessoal no dia a dia, mas também o mundo dos negócios. E, para muitos especialistas, este cenário desenhou “a hora” de Big Data/Analytics, em muito graças à Internet das Coisas (ou IoT, da sigla em inglês para Internet of Things).

Há pelo menos dois anos se fala na Internet das Coisas, para muitos, uma grande revolução. Ela trata, basicamente, da integração entre diferentes dispositivos a partir de sensores conectados a hardware e software com grande capacidade de processamento e de armazenamento. Essas “coisas” (uma infinidade de dispositivos e equipamentos como relógios, roupas, carros, eletrodomésticos, casas, etc.) geram dados, se comunicam. Assim, todas as luzes ou o sistema de segurança de uma casa podem ser monitorados à distância, por exemplo. Um refrigerador “inteligente” pode mostrar, na tela da porta, quais os itens que estão em falta – pode até mesmo gerar uma lista de compras baseado no que a família consome habitualmente.

Num cenário que é cada vez mais complexo, com um volume e um fluxo de dados cada vez maiores, equipes e lideranças de TI buscam novos processos e soluções a implementar – com a pressão de sempre manter as operações em funcionamento. A tecnologia segue sua evolução, constante e ininterrupta, criando sempre mais possibilidades. Aos executivos cabe pensar em como utilizar as novidades na área de TI alinhando as tendências tecnológicas de maneira a atender as demandas e estratégias de negócios das suas empresas.

A IoT promete aplicações praticamente infinitas, mas traz um grande desafio: há que se ter tecnologia de sistemas e ambientes de infraestrutura tecnológica preparados para suportar o crescimento contínuo desse mundo da mobilidade, para que os dados gerados por bilhões de dispositivos possam ser transmitidos via conexões seguras e com confiabilidade – assim, a infraestrutura e a segurança são fundamentais, sempre – a fim de serem analisados e interpretados, de modo a se transformarem em informação útil e valioso.

Estima-se que os dados digitais cresçam cerca de 150% ao ano – e esta “abundância de dados” é o detalhe para que muitos analistas digam que chegou a hora de Big Data/Analytics. Graças à IoT. Como? Se considerarmos que a maior parte destes dados não é estruturada, veremos que não é fácil tê-los integrados nas bases de dados relacionais que as organizações usam. Já os dados gerados pelas “coisas” são estruturados, ou seja, não é necessário criar novos softwares ou aplicações para estes dados, pois os sensores que os emitem têm um layout definido. Então eles podem ser incorporados com mais rapidez às bases de dados que temos. E a criação de novos algoritmos que transformem os dados desestruturados em informações úteis que possam ser ligadas à inteligência dos negócios se torna mais eficaz. O resultado? O uso pleno destes dados, em tempo real ou num tempo que se aplique à eficiência dos negócios.

As aplicações, cada vez mais, serão desenvolvidas e programadas para trabalhar com um gigantesco e contínuo fluxo de dados, que precisarão ser processados. Pense em adotar soluções e ferramentas de Big Data e Analytics: a Internet das Coisas dará o impulso necessário para que estes movimentos ganhem força e se estabeleçam. Mas também pense, e muito bem, na infraestrutura para isso tudo. Sistemas precisam de uma infraestrutura sólida para rodar com bom desempenho, logo, investir em armazenamento e redes seguros, robustos e confiáveis é o caminho para o sucesso.

Parece óbvio, já que os dados só têm importância se podem ser transformados em informações de valor, ou seja, úteis. Internet das Coisas e Big Data significam volumes avassaladores de dados em um formato conhecido oferecendo informações de qualidade (Analytics) no tempo certo – de acordo com as demandas do negócio. Sem, é claro, esquecer da segurança. E o seu negócio já está preparado?