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Existe nuvem segura? Sim, existe

O Cloud Computing mudou a forma de as empresas fazer negócio – agora os dispositivos podem ficar conectados de forma online, o que possibilita ganhos na produção

O que as pessoas estão se perguntando é se existe nuvem segura… Afinal, como tudo está na rede, será que existe a chance de hackers ou pessoas mal intencionadas burlar os sistema e roubar as informações dispostas no ambiente virtual?

A resposta é simples: sim, existe segurança nos arquivos que estão na nuvem.

Mas, para entender o porquê dessa resposta afirmativa, vamos levar em conta como funciona o armazenamento de dados em nuvem e o acesso a aplicativos que ficam online o tempo todo.

Cloud Computing

Cloud Computing

A computação na nuvem fez com que os provedores de tecnologia mantenham seus data centers online, sendo que toda informação fica armazenada e disponível para o usuário.

O método traz várias vantagens, como quanto ao armazenamento físico, que evita o risco de furtos ou perdas.

Na prática, funciona assim: tradicionalmente, as empresas usam os data centers, que são discos rígidos, que guardam informações e aplicações importantes. Para isso, necessitam de salas específicas, com manutenção diária e uma alta conta de energia.

Já no Cloud Computing, o avanço está justamente na tecnologia, que redefine a produtividade dos gestores e cria uma integração entre a equipe, além de ter a economia energética.

Tipos de Nuvens

Nos dias de hoje existem duas principais modalidade de computação em nuvem, a pública e a privada. Também é possível usar as duas modalidades juntas, no que é chamado de híbrido. Confira cada um dos tipos.

Nuvem Privada

Ela é de uso exclusivo da empresa e funciona muito bem para aquelas que já têm uma infraestrutura para transformar o data center tradicional em uma nuvem segura privada.

A partir daí é possível começar a usar os benefícios em um ambiente de computação na nuvem, com segurança e privacidade.

Os benefícios são vários: exclusividade dos recursos, soluções customizadas, controle da infraestrutura, redução de custos e outros.

No mercado, existe a Cloud Broker, que é um serviço que possibilita a aplicação dos recursos em mais de um data center.

A Binário Cloud, dona do serviço, garante que uma equipe especializada esteja disponível para ajudar nessa migração dos espaços físicos para a nuvem. Isso é possível através do deep dive assessment (HDL), estudos do negócio do cliente e toda documentação detalhada.

O resultado é rápido e positivo: com um crescimento dinâmico.

Tipos de nuvem

Nuvem Pública

Esse recurso é compartilhado entre todos os assinantes, mas também tem garantia de uso e privacidade que acontece por meio do isolamento dos recursos.

A nuvem pública é indicada para as pessoas que acessam os dados esporadicamente.

Os benefícios também são vários, como o uso rápido, a infraestrutura e outros.

Se existe um lado negativo dessa modalidade é o fato de que algumas empresas têm enfrentado dificuldades nas restrições, como as normas do setor e a legislação do governo.

A Solução Binário Cloud Builder atua justamente nesse ponto, permitindo aos usuários que acessem aos benefícios da computação na nuvem. Isso é possível através dos provedores de serviços que podem se beneficiar dos padrões internacionais.

A ideia foi desenvolvida para permitir que o cliente possa usar o serviço sem ficar refém de um fabricante de hardware ou software.

A Segurança da Nuvem

As pessoas costumam acreditar que a nuvem é um lugar pouco seguro e, por isso, os arquivos não devem ser armazenados lá. Só que isso não é verdade.

Nuvem Segura

Vamos considerar também que manter os dados no seu computador ou servidores pode resultar na perca deles – sabemos que todo dispositivo eletrônico é passível de perdas, furtos, extravios e falhas.

Para esses casos, é preciso usar um backup, onde os arquivos serão salvos de tempos em tempos para garantir que os documentos não sejam perdidos.

A nuvem está sendo usada em grande escala por vários motivos e um deles é justamente esse: de se evitar que backups precisem ser feitos de forma manual.

Essa é uma vantagem do armazenamento na nuvem, mas será que ela é segura? Separamos alguns tópicos para provar que sim.

O Controle dos Usuários

Se você tem arquivos confidenciais, saiba que na nuvem pode controlar os acessos dos usuários, sendo que gestores e diretores podem ter privilégios a mais do que os outros integrantes da equipe.

E você pode compartilhar seus dados com quem quiser, quando quiser, sem medo de que as informações vazem pela rede.

Como é feito o Armazenamento

Armazenamento

A tecnologia atual faz com que um mesmo arquivo seja dividido em várias partes, ou seja, o armazenamento acontece em diversos servidores.

Assim, apenas supondo que exista alguma chance de hackers invadirem o sistema, a informação contida naquele servidor é apenas uma fração do todo.

Na prática, é como um quebra cabeças de 100 peças e o hacker só consegue acessar uma única peça, ou seja, para ele isso não fará muito sentido já que estarão faltando outras 99 peças.

Fica claro que a nuvem segura existe!

A Criptografia dos Dados

A criptografia dos dados na internet garante que seus arquivos jamais sejam vistos por outro usuário, a menos que você queira.

A Recuperação de Dados

Ainda que seja muito raro você perder um documento que está na nuvem, se isso acontecer você pode recuperá-los, através de um backup automático que é feito pelo servidor do serviço.

Armazenamento no Longo Prazo

Com o armazenamento na nuvem, as empresas garante que os dados fiquem seguros por um tempo indeterminado.

Como migrar para a nuvem agora?

Migrar

Que a Cloud Computing é a forma mais recomendável de aumentar a produtividade e a gestão de uma empresa, não resta dúvida… Mas, como migrar para a nuvem com segurança?

A Binário Cloud criou o The Box, que se baseia nos melhores padrões de cloud computing do mercado para dar uma a melhor experiência em nuvem de forma simples e eficiente.

A tecnologia usada pelos grandes provedores está disponível para todas as empresas, independente do tamanho. Ao rodar o negócio, o empresário fica sem preocupações com a disponibilidade da internet ou a segurança que está além do perímetro da empresa.

É uma solução que atende a todas as soluções de computação, rede e armazenamento na mesma caixa – por isso, o nome.

Esteja preparado para o futuro, os próximos anos serão de retomada da economia e você precisa estar atento as necessidades do seu cliente, sem perder tempo ou dinheiro. Conheça o The Box agora mesmo!

Problemas com Internet? Liberte-se dos Cabos Com o Cloud Computing e Outras Soluções

Existem vários problemas que podem acontecer com a internet, mas as soluções wireless podem eliminar grande parte deles

A cada dia que passa, a internet se torna mais importante na vida das pessoas. Quando ela surgiu, em 1969, era chamada de Arpanet e tinha a finalidade de conectar laboratórios de pesquisa, para uma comunicação mais fácil e prática.

De lá para cá, muita coisa mudou. A internet deixou de ser uma tecnologia vista apenas para quem estava em busca de lazer e diversão e já ocupa um lugar determinante no funcionamento da sociedade como um todo. Afinal, é muito difícil encontrar um serviço que não dependa da internet para nada.

Como a importância de seu uso cresceu com o passar dos anos, os problemas que eventualmente acontecem se tornam ainda mais preocupantes. Por exemplo, é impossível imaginar um banco ou uma agência de jornalismo sem conexão à internet por algumas horas.

Os cabos são alguns dos principais problemas que envolvem a internet, já que eles a deixam muito limitada, o oposto do que realmente é essa tecnologia. Felizmente, é possível se livrar de vários desses problemas com o uso de tecnologias como o cloud computing e o Wi-Fi, por exemplo.

 

Principais Problemas com Internet Causados Pelos Cabos

Cabos já são coisas do passado. O futuro é móvel, livre e sem fronteiras. Características que nem de longe combinam com cabos de rede. Confira como resolver os problemas mais comuns e passe longe deles.

 

Falta de Disponibilidade

Nem sempre um roteador é capaz de distribuir a internet entre todos os computadores de uma empresa ou de uma casa, principalmente quando esse número é muito grande.

Uma das possíveis soluções para esse problema é o melhoramento da infraestrutura do ambiente, mas isso demanda instalações complexas e que podem ser bem caro.

Por isso, nada melhor do que utilizar bons roteadores de Wi-Fi para distribuir o sinal por todo o estabelecimento. Assim, a infraestrutura necessária será apenas os cabos de rede para fornecer a internet ao roteador Wi-Fi e tomadas para que eles sejam ligados.

Tecnologia de Computação Mais Atual

Conexão a Computadores Distantes

Além do número de computadores que precisam ser ligados, alguns deles ficam muito longe dos roteadores. Passar um cabo de vários metros para poder interligá-los é algo cada vez mais defasado.

O alcance dos roteadores Wi-Fi pode chegar a um raio de até 100 metros em uma área livre, o que elimina a necessidade de passar vários fios por todo o lugar.

Se for um ambiente muito grande ou com muitos obstáculos, o melhor a se fazer é comprar um roteador com maior capacidade ou então investir em repetidores de sinal.

 

Infraestrutura Complicada Para Sistemas de Computação

Já se foi o tempo em que era necessário contar com um servidor gigante para o funcionamento de um sistema de computação. Hoje em dia, o cloud computing é uma tecnologia muito mais inovadora e prática para todo tipo de empresa.

Além da segurança que essa tecnologia proporciona, a empresa poderá armazenar seus dados na nuvem, para se livrar dos cabos, e terá à sua disposição um sistema escalável. Grandes empresas mundiais adotam esses sistemas a cada dia que passa, e a tendência é a de que ele seja cada vez mais comum.

Alguns dos sinais para investir em cloud computing são o interesse em inovação, análise de dados e economia.

Empresas que estejam em busca disso encontrarão nesse sistema de computação em nuvem a melhor solução possível.

O cliente pode optar pela cloud pública, pela cloud privada ou pela cloud híbrida, de acordo com suas necessidades. Assim, a empresa terá  todas as suas necessidades atendidas e obterá o melhor custo-benefício possível.

 

Cloud Computing: a Tecnologia de Computação Mais Atual

A computação em nuvem é uma tecnologia que já é um pouco antiga, mas vem ganhando força nos últimos anos. Esse conceito já está disponível no Brasil e pode ser adotado por todos os tipos de empresa.

Não importa qual seja o porte ou o segmento da companhia, a computação em nuvem pode ser adotada e trazer uma série de benefícios. Portanto, os  cloud computing podem ser ainda melhores, e quem começar a utilizar essa tecnologia já estará alguns passos à frente da concorrência.

Application Acceleration: investir é ganhar

Carlos Roberto Hirama é coordenador de pré vendas do Grupo Binário

Carlos Roberto Hirama é Gerente de Soluções Application Delivery do Grupo Binário

A otimização de links – ou otimização de WAN – é um conjunto de técnicas e soluções que permitem melhorar o tempo de resposta das aplicações.

Com os aceleradores WAN, é possível não apenas ganhar velocidade na resposta dos sistemas, mas também melhorar a integridade dos links, reduzindo em muito ou zerando problemas de congestionamento e ordenação de informações, além de aplicar regras de priorização de tráfego. A rede é otimizada e tem sua capacidade de transmissão utilizada integralmente.

Ganhos que toda empresa precisa ter e, por isso, a decisão por investir em soluções de application acceleration é bastante assertiva. Quando toma-la? Sempre que houver, na empresa, questões relativas a quantidade de tráfego, tempo de resposta das aplicações, valor de link e dificuldade para ampliação dos links em escritórios remotos.

Adotando a tecnologia de aceleração de WAN, a empresa ganha uma resposta para suas demandas de aumento de capacidade de links, consegue maior transmissão de dados e reduz o tempo de resposta das aplicações, além de contar com a oportunidade de adicionar novos serviços baseados em Cloud a sua estrutura.

Para quem possui operações críticas, que não podem parar – e quem não possui? -, estas soluções são a famosa “mão na roda”. A otimização de redes WAN traz rapidez ao acesso as aplicações entre unidades distribuídas geograficamente, aprimorando a performance da rede, melhorando a experiência do usuário e tornando a empresa mais produtiva.

Alto desempenho da rede, acesso a dados e aplicações de forma rápida, segura, sem interrupções. É o que garantem as ferramentas de application acceleration. Com certeza, um investimento certeiro para a saúde dos negócios.

Fontes:

https://goo.gl/IAHlfc

http://goo.gl/ftmLyM

http://goo.gl/goKdH6

Chegou a hora do Big Data/Analytics. Logo, invista em infraestrutura e segurança.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas da B.U Segurança do Grupo Binário

Ninguém que fale em transformação digital pode ignorar o advento da mobilidade como um dos fatores que desencadeou muitas das grandes mudanças a que estamos assistindo. Desde que conseguimos levar nosso trabalho e nossos dados para praticamente qualquer lugar, novas possibilidades foram surgindo. Computação em nuvem, movimentos como BYOD, a interação das redes sociais, BI, tendências, novas ferramentas e inúmeras outras soluções vêm mudando não só a vida pessoal no dia a dia, mas também o mundo dos negócios. E, para muitos especialistas, este cenário desenhou “a hora” de Big Data/Analytics, em muito graças à Internet das Coisas (ou IoT, da sigla em inglês para Internet of Things).

Há pelo menos dois anos se fala na Internet das Coisas, para muitos, uma grande revolução. Ela trata, basicamente, da integração entre diferentes dispositivos a partir de sensores conectados a hardware e software com grande capacidade de processamento e de armazenamento. Essas “coisas” (uma infinidade de dispositivos e equipamentos como relógios, roupas, carros, eletrodomésticos, casas, etc.) geram dados, se comunicam. Assim, todas as luzes ou o sistema de segurança de uma casa podem ser monitorados à distância, por exemplo. Um refrigerador “inteligente” pode mostrar, na tela da porta, quais os itens que estão em falta – pode até mesmo gerar uma lista de compras baseado no que a família consome habitualmente.

Num cenário que é cada vez mais complexo, com um volume e um fluxo de dados cada vez maiores, equipes e lideranças de TI buscam novos processos e soluções a implementar – com a pressão de sempre manter as operações em funcionamento. A tecnologia segue sua evolução, constante e ininterrupta, criando sempre mais possibilidades. Aos executivos cabe pensar em como utilizar as novidades na área de TI alinhando as tendências tecnológicas de maneira a atender as demandas e estratégias de negócios das suas empresas.

A IoT promete aplicações praticamente infinitas, mas traz um grande desafio: há que se ter tecnologia de sistemas e ambientes de infraestrutura tecnológica preparados para suportar o crescimento contínuo desse mundo da mobilidade, para que os dados gerados por bilhões de dispositivos possam ser transmitidos via conexões seguras e com confiabilidade – assim, a infraestrutura e a segurança são fundamentais, sempre – a fim de serem analisados e interpretados, de modo a se transformarem em informação útil e valioso.

Estima-se que os dados digitais cresçam cerca de 150% ao ano – e esta “abundância de dados” é o detalhe para que muitos analistas digam que chegou a hora de Big Data/Analytics. Graças à IoT. Como? Se considerarmos que a maior parte destes dados não é estruturada, veremos que não é fácil tê-los integrados nas bases de dados relacionais que as organizações usam. Já os dados gerados pelas “coisas” são estruturados, ou seja, não é necessário criar novos softwares ou aplicações para estes dados, pois os sensores que os emitem têm um layout definido. Então eles podem ser incorporados com mais rapidez às bases de dados que temos. E a criação de novos algoritmos que transformem os dados desestruturados em informações úteis que possam ser ligadas à inteligência dos negócios se torna mais eficaz. O resultado? O uso pleno destes dados, em tempo real ou num tempo que se aplique à eficiência dos negócios.

As aplicações, cada vez mais, serão desenvolvidas e programadas para trabalhar com um gigantesco e contínuo fluxo de dados, que precisarão ser processados. Pense em adotar soluções e ferramentas de Big Data e Analytics: a Internet das Coisas dará o impulso necessário para que estes movimentos ganhem força e se estabeleçam. Mas também pense, e muito bem, na infraestrutura para isso tudo. Sistemas precisam de uma infraestrutura sólida para rodar com bom desempenho, logo, investir em armazenamento e redes seguros, robustos e confiáveis é o caminho para o sucesso.

Parece óbvio, já que os dados só têm importância se podem ser transformados em informações de valor, ou seja, úteis. Internet das Coisas e Big Data significam volumes avassaladores de dados em um formato conhecido oferecendo informações de qualidade (Analytics) no tempo certo – de acordo com as demandas do negócio. Sem, é claro, esquecer da segurança. E o seu negócio já está preparado?

Armazenamento de dados: o foco é ajudar a crescer e proteger o seu negócio

Marco Wasser é gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

Marco Wasser é gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

A TI vem passando por uma série de transformações que vão modificando as regras do jogo. Organizações como IDC e Gartner e muitos CEOs e CIOs apostam em 2016 como o ano da “nova TI”. Este movimento se dá em função da integração de ambientes e aplicações em nuvem, somada a tecnologias como redes definidas por software. E para que as empresas continuem a ser competitivas, será preciso transformar também a maneira de aproximar a TI e as áreas de negócio.

As companhias seguem buscando modernizar sua eficiência procurando as soluções mais robustas e resilientes para manter sistemas críticos rodando 24×7. Isso muda também o ambiente de data center, cada vez mais perto do que se chama infraestrutura de TI invisível: aquela que roda integrada em segundo plano, e só se faz notar quando a operação é interrompida.

A arquitetura web-scale, cada vez mais presente pelo crescimento das práticas DevOps e dos serviços baseados em software, também amplia as ofertas de infraestrutura ao alcance das empresas, independente do porte. Afinal, todo mundo quer os benefícios de uma rede escalável e configurável que seja capaz de evoluir junto com as demandas do negócio, integrando novos modelos e novas formas de atuar.

Mas sabemos que a construção e a manutenção de um data center pode ser um investimento muito alto para pequenas e médias companhias. Sabemos também que, por mais que todos os aspectos do negócio sejam importantes, o setor mais crítico para suportar o crescimento é o de TI. Afinal, todo negócio tem dados, operações e sistemas que precisa manter seguros e em funcionamento, e por isso é tão fundamental manter o data center como assunto principal, pois uma infraestrutura correta é o que mantém tudo rodando, tudo no ar. Assim, a escolha do data center impacta diretamente no crescimento dos negócios.

Crescimento este que promete ser voluptuoso: de acordo com o IDC, entre 2013 e 2020 o universo digital vai crescer de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões. Atualizar servidores e racks, repensar a infraestrutura com base nas novas soluções, será mandatório.

Novas soluções como a cloud computing. Alguns anos atrás, temia-se que a nuvem poderia ‘matar’ os data centers, mas o tempo mostrou que eles se complementam e precisam trabalhar juntos para tudo funcionar como se espera: com segurança, confiabilidade, desempenho, aplicações, agilidade. E essa tendência vai atravessar os próximos anos.

Data center próprio, terceirizado, cloud computing, SDN… As opções são muitas, e o importante é que estejam no centro das decisões de TI e de negócio. Esta é a melhor forma de assegurar o bom funcionamento e a continuidade das operações, garantindo produtividade e competitividade.

Novos números da mobilidade, novas chances para o seu negócio

Marcela Rodrigues é gerente Comercial da BinarioMobile

Marcela Rodrigues é gerente Comercial da BinarioMobile

Até 2020, o mundo terá 4,6 bilhões de usuários de serviços móveis, número que hoje fica em 3,6 bilhões, segundo estudo da GSMA. O crescimento parece muito palpável, já que no ano passado 1,2 bilhão de smartphones foram vendidos globalmente, conforme o Gartner, representando dois terços das vendas totais de telefones celulares.

A mobilidade é um caminho sem volta mesmo. Um caminho muito bom, diga-se de passagem. E caso você esteja se perguntando “bom para quem?”, saiba que a resposta correta é: para quem souber aproveitar.

Vejamos: se hoje temos 3,6 bilhões de usuários ativos de serviços de mobilidade, trata-se de um número considerável, mas ainda com larga folga para expansão, já que o total de linhas móveis ativas em todo o mundo é de 7,1 bilhões. Ou seja, há 3 bilhões e meio de linhas para as quais vender produtos e soluções, e este é com certeza um ótimo dado para ser transformado em cifra, ou melhor, cifrões.

Como chegar nisso? Enxergando e oferecendo possibilidades. Todo dispositivo conectado pode interagir. Com sites, com serviços, com outros dispositivos, com o que você imaginar e a sua tecnologia permitir entregar.

Uma enorme possibilidade em aberto é a de interação comercial. Venda e permita a compra via mobile. E-commerce, e-payment, m-payment. A era do dinheiro virtual e do dinheiro móvel está aqui para ser aproveitada.

Algumas empresas já estão de olho bem vivo nisso. A gigante de crédito Mastercard, por exemplo, que esta semana declarou que todo e qualquer dispositivo conectado servirá para fazer compras.

É, você leu bem: todos. Em tempos de Internet das Coisas, isso faz pensar que daqui a pouco estaremos usando o liquidificador para comprar o leite e a banana da vitamina. Assustador? Não, ao contrário, encantador e muitíssimo oportuno.

E a comunicação máquina-a-máquina? Outra chance em aberto. Pelos dados da GSMA, a base de conexões M2M aumentará 25% entre 2014 e 2020 na América Latina, e o Brasil vai liderar este movimento.

Pense no consumidor móvel. Mova esforços para ele. Determine seu nicho de atuação, é claro que nem todas as empresas poderão vender para quem compra pela televisão ou pela geladeira conectadas, mas todas terão a chance de vender para alguns – sim, com certeza mais de um – dispositivo móvel.

Seus produtos e serviços, sua empresa, ainda não podem ser acessados via mobile? Isso precisa mudar, ou em breve seu negócio parecerá um daqueles comércios onde a falta de uma simples máquina de débito e crédito estupefaz, mas é real. Quando não acompanhada pela infame plaquinha “apenas dinheiro e cheque”.

Não fique obsoleto. Aproveite as oportunidades que o BOOM cada vez maior da mobilidade abre para os negócios. Só na América Latina, a penetração de smartphones saltará de 32% em 2014 para 68% em 2020, e no Brasil o aumento será de 38% para 72%.

Fique de olho, suas vendas agradecem – ou agradecerão.

Fontes:
http://goo.gl/BdGsWa
http://goo.gl/lAE6ri
http://goo.gl/FAVj09

Pense, planeje e invista bem em TIC

Martha Leite é gerente de negócios do Grupo Binário.

Martha Leite é gerente de negócios do Grupo Binário.

A empresa é muito pequena, ainda. Ou já é grande o suficiente. Ou é média, está em expansão e o momento é de aguardar. Há sempre um questionamento a ser feito, um ponto (ou muitos) a ser analisado na decisão por investir em TIC. Sendo assim, decidi fazer uma análise hoje que pode ajuda-lo a pensar no melhor momento para fazer estes investimentos aí na sua companhia. Para isso, vou me embasar em experiência própria, avaliação do mercado e visões de especialistas. Vamos lá.

Há pouco tempo, ouvi de especialistas ligados a uma das maiores associações de empresas de TIC do país que a decisão pela hora certa de investir em tecnologia deve levar em conta três pontos: os objetivos dos gestores do negócio, o nível de amadurecimento organizacional da empresa e as exigências do mercado.

Concordo. Vamos avaliar o primeiro quesito. Quais são as suas metas para a empresa – quer mais produtividade, resultados e economia, com certeza, mas já pensou nas formas para conquistar isso tudo?

A tecnologia é um meio certeiro para chegar a estes fins, sim, mas pense bem por qual via você pretende trafegar. Abra o leque de opções tecnológicas que o cenário atual oferece e analise as que melhor se encaixam aos seus objetivos corporativos.

Se você quer mais processamento, capacidade de hospedagem e espaço físico livre, a virtualização e a cloud computing estão à sua disposição. Se o incremento das suas vendas está freado por falta de assertividade no público, timing e formato de oferta, entre outras tantas variáveis deste item, boas alternativas serão softwares de Business Inteligence (BI), Business Analytics (BA), Customer Relationship Manager (CRM) e o Big Data (estude-o e verá que se trata de muito mais do que um conceito, e que há dentro dele muitas opções cabíveis e não cabíveis a cada momento da sua companhia).

Vamos ao segundo ponto, amadurecimento organizacional. Administração pura. Liderança, planejamento, responsabilidades, definição de metas e processos.

Como está este quadro na sua empresa? Se a sua resposta for vaga, provavelmente seu negócio ainda esteja no caminho do amadurecimento, e neste sentido o investimento em tecnologia precisa ser muito bem pensado, pois há soluções que poderão auxiliá-lo neste crescimento e outras cuja adoção seria pré-matura para o atual cenário corporativo. Por exemplo: se hoje você tem processos muito redondinhos na matriz, mas as filiais têm gestão desintegrada, cada uma utilizando um sistema, padrões e procedimentos diferentes, então um ERP poderá ser uma boa solução.

Há softwares deste tipo disponíveis no mercado para todos os portes e segmentos de negócio. Desde que compatível com o seu, podem ser uma mão na roda na hora de padronizar ações, unificar sistemas, congregar documentações e informações, expandindo o controle geral.

Por outro lado, se a empresa é pequena, com poucos funcionários, e está se virando muito bem com os sistemas básicos, não é o momento de investir em um software robusto, de ROI longo, que poderá trazer a sensação de custar mais do que entregar num primeiro momento.

Vai de você avaliar o estágio de amadurecimento da sua organização. E este é um dos pontos mais críticos no momento de decidir pelo investimento em TIC.

Terceiro ponto, exigências do mercado. Deixei este por último pois não vejo como leva-lo em conta sem antes passar bem detalhadamente pelos outros dois. Afinal, é muito importante considerar as demandas e movimentos do mercado, mas essencial olhar para dentro de casa e saber o que está e o que não está pronto para atender as primeiras e seguir os segundos.

Quanto às demandas, o que cabe é estudar seu cliente, seu público alvo, e não partir para a oferta até que ajuste todos os ponteiros do seu negócio para faze-la corretamente e, especialmente, cumpri-la em todos os quesitos. Nada pior do que um fornecedor que promete e não entrega.

Sobre os movimentos, as tendências de mercado, muita calma. Não é porque todo mundo está falando na famosa transformação digital que você precisa sair correndo para ter todos os conceitos divulgados pelo último relatório do Gartner aí dentro da sua companhia. Esta transformação existe, sim, é muito importante e pareada por diversas tecnologias – muitas delas já citadas aqui neste post, como Cloud Computing e Big Data.

Entretanto, o mais relevante dela é a busca por alinhamento da TI aos negócios, por estreitamento entre estas áreas a ponto de torna-las intrínsecas uma a outra.

Pense nisso, direcione seus esforços para isso. Como a TI que você fornece pode ser aliada direta do negócio – gestão, venda, resultados, dinheiro em caixa – do seu cliente? Ou como a TI que você usa pode se aliar desta forma ao seu negócio? Se não se alia, o que comprar para chegar neste objetivo?

Outro especialista da área, o analista da consultoria Oliver Wyman, Andre Galesi, afirma que o “custo do dinheiro” no Brasil é muito acima da média mundial, e que a tecnologia precisa trabalhar para reduzir isso nas empresas. É um ponto de vista muito interessante, que vem bem a calhar com tudo o que estamos falando aqui. Ao pensar em investir em TIC, avalie que a hora certa será quando a solução ou serviço em questão virá para otimizar seus processos, permitindo fazer mais com menos custo, usar melhor os recursos que virão e os que já existem de forma inteligente e potencializada. Potencializar não é necessariamente economizar no investimento, mas com certeza o será no uso das soluções investidas.

Antes de investir, avalie para que lugar de seu negócio ou do negócio de seus clientes se destinará cada real destinado à tecnologia. Inovação é muito importante, e você precisa participar dela. Apenas, saiba que isso não significa pular na onda e sair surfando, vá com cautela, analise todos os pontos e decida bem embasado. Se achar melhor, há profissionais especializados para orientá-lo no planejamento e na decisão – que, quando tomada com todo este critério, certamente será assertiva.

Fontes:
http://goo.gl/FVqq8n
http://goo.gl/0NBnC6

Interessado em seus direitos online? Marco Civil expandiu o debate

Rose Oliveira é gerente administrativa do Grupo Binário.

Rose Oliveira é gerente administrativa do Grupo Binário.

A semana de Carnaval retoma suas atividades com o anúncio, pelo Ministério da Justiça, da expansão até 30 de abril do prazo para debate público sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet e o anteprojeto de lei de Proteção de Dados Pessoais na web.

Segundo o órgão, a prorrogação é para ampliar as possibilidades de participação da sociedade no debate, já que o tema envolve pontos tão importantes quanto polêmicos, como, por exemplo a responsabilidade das operadoras por guardar registros de conexão (o que pode ser útil em casos processuais), a guarda e liberação de registros de aplicações coletadas por redes sociais, aplicativos móveis e sites, entre outros.

Devido à sua importância, o Marco Civil da Internet já teve nossa atenção aqui no Blog (confira em http://goo.gl/Go81C1, http://goo.gl/uZzJws, https://www.binarionet.com.br/blog/?p=773, http://goo.gl/R9YoH0 e http://goo.gl/rudKrS. Pudera: estamos falando de algo como a “constituição” da web, uma série de direitos e deveres que regulamentará um ambiente no qual tramitamos boa parte de nosso cotidiano e que, até o momento, pende de regras claras para usuários, provedores de rede, governo e outros envolvidos.

E nas tratativas sobre o assunto, que no Brasil se desenrolam há mais de três anos, o principal ponto tem sido a neutralidade da rede, ou seja, a garantia de que dados circulantes na web sejam tratados sem qualquer distinção de origem, destino, serviço ou conteúdo.

Por que este é o ponto crucial? Porque versa sobre tudo o que você deixa impresso nas páginas que visita. Já parou para pensar sobre quantos cadastros já preencheu desde que começou a usar a Internet? Nome, sexo, data de nascimento, endereço, CPF/CNPJ, entre tantos outros, em tantos e tantos serviços, e-commerces, portais dos mais variados, redes sociais. Pois tudo isso está lá, disponível para… Opa, espera: pode mesmo ser disponibilizado? Você autorizou isso? E se sim, para quem e para que fins? E que direitos e deveres têm você, usuário e responsável pelo cadastro dos dados, sobre este conteúdo, suas consequências e formas de utilização?

É sobre criar respostas para estas questões que estamos falando quando debatemos o Marco Civil. É sobre segurança e privacidade, sobre as mais diversas varas do Direito (afinal, a Internet é um vasto mar de dados, contatos e possibilidades).

Isso inclui o direito do consumidor, basta ver que o Marco Civil pretende regulamentar a oferta de provedores. Por exemplo, está em debate a proibição a estes fornecedores sobre a oferta de conexões diferenciadas, com limitações de acesso a serviços ou conteúdos, entre outros. Por seu lado, os provedores chiam, reclamando falta de liberdade. Já pelo seu, os consumidores vibram pela possível melhoria nos serviços e na concorrência, o que pode aumentar o escopo de barganha de preço.

Há muito por discutir, a proteção aos dados na Internet é uma questão delicada e vital. Hoje, mais de 100 países têm regras legais quanto a este campo. No Brasil, tivemos a Lei 12.965/14 sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 23/04/2014, mas para o funcionamento de algumas das normas previstas, um regulamento precisará ser editado por meio de Decreto Presidencial e é isso que está em curso neste momento, por meio de debate público via Internet. Estamos um passo mais próximos de assegurar melhorias na legislação da web, participar é tão fundamental quanto reivindicar.

Como participar: http://goo.gl/dT5xkq

Fontes que embasaram este post:
http://goo.gl/ujhZZs
http://goo.gl/ZJvGLs
http://goo.gl/eyfzb7

IoT: uma tendência, muitas possibilidades

Renata Natali é do suporte de pré-vendas do Grupo Binário

Renata Natali é do suporte de pré-vendas do Grupo Binário

Acabam de sair as previsões da IDC sobre o mercado de Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) para os próximos anos. De acordo com o levantamento, até 2020 cerca de 90% de todos os dados de IoT serão hospedados em nuvem, em três anos 50% das redes de TI estarão no limite da capacidade para interagir com aplicações e dispositivos de IoT e o conceito se alastrará para aplicações em todas as indústrias, indo muito além dos transportes, mercado residencial e cidades inteligentes em que é focado hoje.

Porém, nem tudo são flores: já a partir do ano que vem a tendência começará a dar dor de cabeça, diz o IDC, já que poderá responder por falhas de segurança em 90% das redes de TIC de todo o mundo até o fim de 2016.

Ou seja, será reforçada a necessidade de proteger dispositivos e redes, pois a conexão cada vez mais ampla e constante à Internet significa, diretamente, abertura de novas portas para ameaças cibernéticas. Dados e estruturas antes particionados serão convergentes na nuvem, e cuidar da informação estratégica da empresa será cada vez mais crítico e urgente.

Por outro lado, boa notícia: os meios de proteção também se intensificam, facilitando o trabalho da TI. Hoje, as soluções de segurança de identidade, autenticação, gerenciamento de risco e acesso, proteção de pagamentos e outras já são abundantes. Nos próximos anos, certamente aumentarão, segundo a IDC.

Outra boa nova da Internet das coisas é que ela trará consigo um novo ciclo de mercado, gerando novos modelos de negócio que, se bem utilizados, poderão gerar várias oportunidades de competitividade às empresas que aproveitarem o filão.

Relembrando análise do economista Michael Porter, nos últimos 50 anos a tecnologia passou por duas grande ondas: a que trouxe a automação de processos, nos anos 60-70, e, pouco depois, a da Internet. Naturalmente, a evolução da Internet sugere uma terceira onda, e a IoT surfa nela bem à vontade.

Para aproveitar as oportunidades, será preciso entrar nos novos modelo de interação com o consumidor (pense bem, agora até a geladeira dele está conectada), pensar em formas de abastecer todos os dispositivos possíveis e imagináveis com recursos informativos, comerciais e analíticos.

É a era dos produtos inteligentes. Dos eletrodomésticos que interagem com o usuário. Dos wearables que invadem casas e empresas, facilitando a vida e inflando o lote de devices à disposição.

Ter acesso a este universo, entender como utilizá-lo e aproveitar as informações que ele traz, analiticamente, permite antecipar tendências e gerar produtos e serviços para atende-las – leia-se mais vendas. Permite prever possíveis problemas e munir o consumidor de soluções. Leia-se satisfação do cliente. Permite interagir com o usuário cada vez mais, entender o que precisa e vender a ele, entender como usa o que compra e acompanhar sua experiência com o produto. Leia-se fidelização.

A IoT vem para mudar cidades inteiras. Não é à toa que já em 2014 as chamadas Smart Cities são um mercado em franca expansão para a Internet das Coisas, que se aplica a dispositivos de monitoramento urbano à iluminação pública, da regulação do tráfego à segurança, da interação entre órgãos administrativos e o público atendido a coleta de dados e ações sobre ar, água, solo, população etc.

O mercado gerado é vasto. As oportunidades, idem. As informações sobre o tema, gerando Big Data Internet e mercado a fora, também. Vale como dica de ouro para encerrar suas reflexões de 2014: sua empresa está atenta às novidades e chances que esta tendência traz? Antene-se agora e feliz 2015 (e 16, 17, 18…).

Fontes:

http://goo.gl/v0WS9Y
http://goo.gl/KMFWzV
http://goo.gl/O3tQS6
http://goo.gl/Pkf9wh

O consumidor mudou, a TIC ajudou, e você, já se adaptou?

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão - Data Center

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão – Data Center

Três tendências tecnológicas moldaram um novo modelo de consumo, ditado não apenas por quem compra, mas também e principalmente pelas interações realizadas por este consumidor. São elas: mobilidade, cloud computing e social media.

Como? Assim: estas três áreas possuem um ponto convergente, que é a colaboração entre os usuários. Não basta mais o consumidor pesquisar itens de seu interesse e comparar preços pela Internet, ele agora o faz pelo navegador do smartphone e dali mesmo já compartilha sua experiência nas redes sociais, colhendo informações sobre o produto ou serviço em questão, sobre o fabricante, o vendedor, a empresa de entregas e toda a cadeia que trará a mercadoria até ele.

É um mundo novo e para se manterem competitivas as empresas de TIC terão de entende-lo e se adaptar na velocidade da mais recente moda do Facebook – qual é ela mesmo? Ah, já passou.

Vamos começar pelo básico: o público não está mais só lá no lado dele, ele está aqui dentro da sua empresa, basta que ele acesse seu site ou visite sua página em alguma das redes. Sendo assim, o que ele vai encontrar? É importantíssimo cuidar da sua presença virtual, atentando para que o conteúdo de seu website seja claro e informativo, e o de suas redes sociais, contributivo e útil para o seu consumidor.

Colaborar com a boa informação do cliente tornou-se um atrativo. Fornecer dados e análises que o auxiliem não só em suas decisões de compra, mas em suas atividades profissionais e pessoais, é um novo apelo de venda e uma poderosa ferramenta para tornar seu negócio um referencial de mercado. E ser simpático também: tenha postagens convidativas, que atraiam seu público pelo visual, conteúdo e criatividade. Em rede social, chamar interação é melhor do que chamar atenção. #ficadica

Seu público alvo é comprador de TIC corporativa e não curte nem compartilha a ideia de navegar nas mídias sociais? Fale-me mais sobre as campanhas massivas feitas nestes meios por gigantes como Apple, Dell, IBM e SAS, sobre o fato de que dentre as empresas que usam rede social no Brasil, 63% são da área de informação ou comunicação (segundo estudo do CGI.br) e de que para 79% dos usuários de redes sociais da América Latina, posts de marcas ou de conhecidos sobre marcas e produtos são fator decisor de compra (dados da Oh! Panel).

Retomando a convergência das três forças do novo consumo, vamos envolver a cloud computing e outra tendência trend topic do momento, o Big Data, nas mídias sociais.

O Brasil é líder disparado no uso de redes sociais, com 84% de participação, e isso gera dados – muitos, muitos dados. Você pode monitorar estes canais para identificar preferências, comportamentos, incidentes, contatos, grupos de interesses, uma infinidade de coisas que, armazenadas e analisadas, serão úteis para planejar soluções e ofertas.

Armazenar, porém, é custoso, e para transformar este limão em uma lucrativa limonada a quantidade de empresas que migrarão suas infraestruturas de TI para a nuvem nos próximos três anos vai nada menos do que dobrar, como constata pesquisa da IBM com o instituto Economist Intelligence Unit.

Toquezinho em 140 caracteres: os mais rápidos na adoção da cloud computing terão vantagem na criação de produtos, de serviços e na captura de novos mercados, diz o estudo.

Muita gente já se deu conta disso, basta ver que dos 500 empresários ouvidos para o levantamento, 16% afirmam já investir em nuvem para inovar os negócios, ampliar a atuação para novos nichos de negócio ou se reinventar nos mercados em que já atuam. Outros 35% garantem que o farão até 2015.

A mobilidade, terceiro ingrediente da composição do novo consumidor, vem como a cobertura desse bolo todo. E como toda boa cobertura, é abundante: no Brasil, foram 272,72 milhões de acessos móveis no primeiro bimestre de 2014 (Anatel), dos consumidores entre 25 e 34 anos, 45% usam smartphones e, destes, 32% acessam a Internet mais no telefone do que no computador e 21% só acessam pelo celular (Google).

É mole? Seu produto, seu serviço, sua empresa, seu nome, sua marca estão o tempo todo sendo vistos, comparados e, se você fizer direitinho seu papel do lado do fornecedor para um novo modelo de consumo, comprados.

Aquela máxima do “foco no cliente” pode ser tradicional, mas não fica velha jamais. É ela que está na mesa novamente, determinando sua vantagem ou desvantagem competitiva. Seu cliente agora é um ser cheio de olhos, ouvidos e bocas, pois o que ele vê e ouve chega por muitas fontes e o que ele fala repercute em todas elas, mais os contatos de cada uma. É uma rede extensa demais para sua empresa ficar de fora, não é não?

Fontes:
http://goo.gl/LvSnu9
http://goo.gl/IVL9F8
http://goo.gl/9LxOOK