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Segurança é a palavra chave!

banner_empresa_ptSai ano, entra ano e a preocupação com a Segurança da Informação só aumenta. A cada dia surgem novos tipos de ameaças cibernéticas e acompanhá-las, além de se proteger delas, tem sido um baita desafio! No entanto, a prioridade das empresas é exatamente essa e não podia ser diferente: a segurança dos seus dados de uma organização está em primeiro lugar.

A popularização dos smartphones e tablets resultou em um movimento conhecido como BYOD (Bring Your Own Device), que é o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho, possibilitando ao funcionário realizar suas atividades de qualquer lugar. Se por um lado esse conceito pode trazer mais produtividade, por outro lado pode trazer também ameaças cibernéticas e tornar vulnerável a rede corporativa. É neste cenário que entra a importância das empresas em estabelecerem políticas de segurança para proteger a sua rede e conscientizar seus colaboradores sobre as responsabilidades no ambiente corporativo.

No trabalho ou em casa, a internet e os dispositivos móveis nos proporcionam facilidades. Estamos em um momento em que fazemos tudo, ou quase tudo, pela internet. Difícil encontrar alguém que ainda saia para comprar um presente, por exemplo, pois as vantagens da internet são muitas, como evitar o trânsito; não precisar procurar vaga e/ou estacionamento; e o melhor: não precisa enfrentar filas para comprar e pagar suas compras. Mas de que adianta essa facilidade se você estiver colocando em risco os seus dados?

Em uma pesquisa recente, realizada pela Symantec, detectou-se que o volume de spams e a posição do Brasil em rankings de ataques cibernéticos caíram, em compensação o volume de informações pessoais roubadas aumentaram e muito, em 2012 foram 93 milhões de dados roubados e em 2013, esse número saltou para 552 milhões!

Para os usuários finais listamos algumas dicas que podem ajudar a proteger seus dados e, consequentemente, se utilizam seus dispositivos nas empresas, também ajudará a trazer mais segurança e tranquilidade para o ambiente corporativo, são elas:

  • Fuja de software suspeito;
  • Bloqueie os pop-up;
  • Cuidado ao clicar em links compartilhados nas redes sociais;
  • Mantenha seu antivírus e todos os serviços de segurança atualizados;
  • Assista a vídeos em sites conhecidos;
  • Não armazene senhas no seu navegador;
  • Altere suas senhas pessoais de vez em quando;

E lembre-se: presentes gratuitos online não existem!

 

Fontes:

http://bit.ly/1lwZxzh

http://bit.ly/1lJI0TA

http://glo.bo/1erODpB

Data Centers e a Internet das Coisas

Camila Inácio é Especialista Pré Vendas

Camila Inácio é Especialista Pré Vendas

Segundo pesquisas do Gartner, a Internet das Coisas (IoT) – conceito que conecta ativos remotos e fornece um fluxo de dados entre eles e sistemas de gerenciamento centralizados – tem um efeito de transformação potencial no mercado de Data Centers, em seus clientes, fornecedores, tecnologias e modelos de marketing.

A consultoria estima que até 2020, a IoT incluirá 26 bilhões de unidades instaladas, criando novos desafios para todos os aspectos dos Data Centers. Os fornecedores de produtos e serviços vão gerar receitas adicionais superiores a US$ 300 bilhões – sua maioria, em serviços.

Este foi um dos assuntos discutidos durante a última Conferência de Infraestrutura de TI, Operações e Data Center, em São Paulo. Na ocasião, Henrique Cecci, diretor de pesquisa do Gartner, afirmou que “as implantações de Internet das Coisas vão gerar grandes quantidades de dados, que precisam ser processados e analisados em tempo real” e que “este processamento aumentará na proporção de cargas de trabalho dos Data Centers, fazendo com que os fornecedores tenham novos desafios de analíticos, segurança e capacidade”.

Diante deste cenário, a consultoria diz que os gerentes de Data Centersprecisarão implantar mais gerenciamento de capacidade preditivo nestas áreas para conseguirem atender proativamente às prioridades de negócios associadas à Internet das Coisas.

Confira algumas mudanças propostas pelo Gartner:

1- Segurança 

A crescente digitalização e automação dos milhares de dispositivos implantados em diferentes áreas dos ambientes urbanos modernos darão origem a novos desafios de segurança para muitos setores.

2-Empresa 

Os significativos desafios de segurança continuarão pelo fato de que o Big Data – criado a partir da implantação de inumeráveis dispositivos – aumentará, drasticamente, a complexidade de segurança. Isto, por sua vez, impactará nas exigências de disponibilidade, que também devem crescer, colocando processos de negócios em tempo real e, potencialmente, segurança pessoal em risco.

3- Privacidade do consumidor 

Como já acontece com os equipamentos de  medição inteligente e automóveis cada vez mais digitais, haverá um vasto volume de dados fornecendo informações sobre o uso pessoal dos dispositivos que, se não forem seguros, podem abrir caminho para violações de privacidade. Isto é um desafio, pois a informação gerada pela Internet das Coisas é essencial para trazer melhores serviços e o gerenciamento destes aparelhos.

5- Dados 

O impacto da Internet das Coisas no armazenamento tem duas vertentes em relação aos tipos de dados a serem armazenados: pessoais (de consumidores) e Big Data (de empresas). Dados serão gerados, na medida em que os consumidores usam Apps e os dispositivos continuam a aprender sobre eles.

6- Gestão de armazenamento 

O impacto na infraestrutura de armazenamento é outro fator que contribui para a demanda crescente por mais capacidade e um dos que deverá ser resolvido, pois estes dados se tornam mais presentes. O foco atual precisa ser na capacidade de armazenamento, bem como, em saber se o negócio é capaz de coletar e usar dados da Internet das Coisas de uma maneira efetiva em termos de custos.

7- Tecnologias de servidores 

O impacto da Internet das Coisas no mercado de servidores será amplamente focado no investimento crescente em segmentos chave e organizações relacionadas a eles, nos quais a Internet das Coisas possa ser rentável ou gere valor significativo.

8- Rede de Data Center 

Os links WAN de Data Center são dimensionados para as necessidades de largura de banda moderada, geradas por interações humanas com aplicações. A Internet das Coisas deve mudar esses padrões ao transferir grandes volumes de dados de sensores de mensagens pequenas ao Data Center para processamento, aumentando as necessidades por largura de banda de entrada no Data Center.

A Internet das Coisas transformará completamente os centros de dados e as empresas precisam se preparar para essa nova onda, que traz muitos desafios e que nos promete um mundo hiperconectado, com inovações e possibilidades. O tema ainda será muito discutido até atingir todo o seu potencial. Vamos continuar acompanhando todos os movimentos e novidades dessa nova era.

Fontes:

http://bit.ly/R4fnqy

http://bit.ly/1lFDO8p

 

Quer aumentar a performance da rede? Leia isso.

Wallace Figueiredo é gerente de negócios do Grupo Binário.

Wallace Figueiredo é gerente de negócios do Grupo Binário.

Este post é uma pequena contribuição para auxiliar sua empresa a otimizar a performance de sua rede. O intuito não é tratar de problemas, mas, principalmente, de como evita-los. Porém, se ocorrerem, a primeira dica de ouro é: detectá-los.

Parece óbvio, parece chover no molhado, mas não é. Em muitas organizações, a demora na percepção de um problema de rede acarreta o agravamento dos danos causados por ele e, infelizmente, esta não é uma situação rara.

Detectar problemas de rede começa pela previsão de gargalos. Mapeie seu negócio e identifique nele tudo o que depende da rede, partindo disso para a projeção de todos os possíveis riscos a esta rede, desde os que pareçam mais insignificantes – eles podem crescer por não serem notados, lembra?

Para realizar esta previsão, você não vai precisar de uma bola de cristal, mas de uma equipe de TI profundamente conhecedora de sua infraestrutura, aplicações e serviços suportados e utilizados em seu ambiente corporativo, além de acompanhar o tráfego constante de dados e voz. Com estas informações em mãos, será mais fácil perceber o que pode comprometer o funcionamento do negócio em caso de falha e, consequentemente, se preparar para evitar tal resultado.

Ok, você e sua TI já estão plenamente inteirados sobre a estrutura de rede, as aplicações, os serviços e tudo o que roda aí na empresa. Tudo tranquilo, certo? Errado: a consciência de que isso basta leva a uma estagnação que impede, muitas vezes, a visão das necessidades por atualização. E aí encontramos um novo problema.

Para solucioná-lo, a dica é simples: não se atenha aos atuais conceitos utilizados em sua companhia, esteja atento ao mercado, à concorrência, às tendências, ao que a TIC mostra diariamente em termos de inovação. Filtre o que pode auxiliar seu negócio a produzir mais com menos custo e calcule o resultado. Muitas vezes você concluirá que abandonar o confortável presente e substituí-lo pelo novo é muito mais rentável do que fazer sua equipe trabalhar incansavelmente na adaptação de uma plataforma antiga a soluções de última geração. O obsoleto é… Bem, obsoleto. Reconheça e vá em frente.

Outra dica é ter em mente duas palavras de ordem: capacidade e desempenho. Perceba que espremer o máximo de discos rígidos que um rack possa suportar nem sempre será a melhor solução custo X benefício para sua demanda. Mais do que isso, é preciso estar atento também à velocidade dos discos, às operações de entrada e saída por segundo que conseguem realizar.

Para melhor definir esta infraestrutura de acordo com suas demandas, defina, primeiro estas demandas. Que discos necessitam de mais alta performance? Que operações precisam desta infra mais robusta? Respondendo a perguntas simples como esta será mais fácil identificar os padrões necessários e investir de forma certeira, sem gastar demais com plataformas exageradas ou economizar em estruturas que fiquem aquém das suas necessidades.

Mais um conselho para sua infraesturura: não a resuma à performance de processamento. Sua avaliação deste ambiente tem de ir além da matemática dos computadores em uso divididos por processadores mais discos mais RAM. É importante ter em mente que a estrutura de provimento do tráfego de dados (Fiber Channel, RPM, SAS) também tem de entrar nesta conta.

Já que mencionamos novamente o tráfego, vamos aproveitar para ver também a questão do aumento contínuo do volume de dados na rede corporativa. Como lidar com esta expansão e, ao mesmo tempo, poupar em espaço e garantir performance? Uma boa pedida é começar por tirar de casa todo o resíduo armazenado nos backups de dados, deixando salvo somente o que é útil. A deduplicação é sua amiga, confie nela.

E quem é amigo se ajuda, é claro. Para fazer sua parte nesse trabalho, contrate soluções de backup que permitam resgate automático de dados em eventuais situações de perda.

Com tudo isso em mãos, ainda será necessário sempre – repito: sempre – investir na manutenção. Toda a engrenagem de rede, dados, voz, sistemas, backups, aceleradores e tudo mais precisa estar em dia, com todas as peças funcionando perfeitamente, para garantir um bom resultado.

E se ficar salgado pensar no custo de um suporte ativo e reativo constante, pense no preço de perder algum destes componentes ou de parar seu negócio por falha de algum deles. Agora ficou mais fácil a conta, não?

Resumindo, mapeie suas demandas, projete os resultados desejados de negócio e, com base nisso, defina sua TI da infraestrutura até a solução de ponta, lá na sua mesa, e na mão do seu colaborador que trabalha em BYOD. Incremente isso tudo com uma boa estratégia de backup e manutenção. Cremos que suas noites serão mais bem dormidas a partir daqui.

 

 

Gartner aponta novas tendências para infraestrutura de TI

banner_empresa_ptPor Grupo Binário

Em última conferência, a consultoria Gartner divulgou suas previsões e sugestões sobre as tendências de mercado para os próximos anos no setor de infraestrutura de TI, operações e data centers. O evento discutiu as estratégias tecnológicas para entregar excelência operacional com a pressão por redução de custos sofridas pelas equipes de TI.

Entre as principais tendências apontadas pela consultoria está o Data Center inteligente: constituído por uma topologia global (considerando a atual hiperconectividade do mundo), combinação de capacidade originada internamente e externamente – um modelo dinâmico baseado em necessidades e requisitos de negócios. Uma caracterização do Data Center inteligente inclui a virtualização de infraestrutura e componentes de serviço, aplicações que abrangem tanto a orquestração física quanto a lógica e um fluxo de trabalho que se estende por todos os sites.

“Um dos principais desafios é lidar com esse crescimento que época ocorre mais forte, época mais fraco. Essa área de infraestrutura e operações de data center é muito crítica e precisa estar sempre preparada para atender as demandas da área de negócio”, afirmou o diretor de pesquisa do Gartner, Henrique Cecci.

Para ter um data center inteligente, o Gartner indica que as empresas comecem a implantar novas tecnologias de processamento, memória e energia mais eficiente. Isso, pois são ambientes complexos, formados por vários equipamentos e vários elementos com diferentes ciclos de vida. “E eles estão se modificando para ficarem cada vez mais eficientes para cuidar dos recursos que estão disponíveis. No momento que você tem soluções mais modulares, virtualizadas, você consegue atualizar esses elementos de maneira gradativa”, explica Cecci.

Outro ponto abordado na conferência é que o Brasil vai precisar criar uma estratégia para aumentar a competitividade dos data centers no país e se preparar para Internet das Coisas e os novos serviços em nuvem que vão demandar processamento de grandes volumes de dados em tempo real.  Estudos da consultoria apontam que o volume de dados vai crescer 800% nos próximos cinco anos, sendo que 80% serão informações não estruturadas.

Para a consultoria, o problema dos data centers no Brasil é mais técnico e precisa de uma solução rápida para atender as demandas da economia digital.Cecci citou em caráter de urgência, entre outras questões, a ampliação da localização geográfica das empresas. Ele observa que a concentração dos data centers no eixo São Paulo/Rio não vai dar conta do crescimento da economia digital e que muitas regiões do Brasil estão carentes desses serviços, como é o caso do Nordeste. As recomendações da consultoria é que corporações globais tenham diversos data centers espalhados pelo mundo.

Diante desse cenário, os executivos de decisão deverão ter uma mudança de perfil e adquirir novas habilidade, além de um bom entendimento dos benefícios que esses modelos podem trazer para dentro das empresas.

 

Fontes: http://goo.gl/71Og8G

http://goo.gl/HRkj9T

http://goo.gl/ubuF9c

http://goo.gl/cPKZ2I

 

 

No corporativo, no público: sucesso se escreve com alinhamento da TIC à estratégia

globo51.jpgA Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) não é um recurso restrito a si próprio – tecnologia para o departamento de TI -, mas um ferramental de negócio. Esta é uma máxima que vem sendo trabalhada há alguns anos, e que, para a alegria de CIOs e ganhos de CEOs do mundo todo, ganha cada vez mais força e aceitação.

Não apenas na esfera privada: na definição da Estratégia Geral de Tecnologia da Informação (EGTI) do Governo Federal, na primeira semana de abril, a importância do investimento e uso convergente da TIC no alinhamento entre ferramentas e alcance de objetivos despontou como prioridade.

Na construção da EGTI, as metas propostas englobam dirigentes de TI de órgãos federais, correlatos e seccionais, e preveem a elaboração participativa de planos entre todas as áreas ao longo de 2014 e 2015. Para quê? Para alcançar a sinergia entre TIC, projetos e ações que permitam atender às demandas das mais variadas estratégias do governo.

Trazendo esta mesma moldura para a cena privada, o quadro cabe perfeitamente: um estudo da McKinsey divulgado há poucas semanas, por exemplo, mostra que cada vez mais as empresas abandonam o discurso de TI como ferramenta de redução de custo e passam a vê-la como oportunidade de efetivar negócios.

O cenário foi desenhado com base na coleta de respostas junto a 807 executivos, dos quais mais da metade são de áreas usuárias, e mostrou que a prioridade das companhias quanto à adoção de TI é prover eficiência aos processos, controlar custos e assegurar a apuração e entrega de informações gerenciais.

Resumindo, convergência. Na EGTI do Governo Federal, o mesmo pode ser visto: outra meta definida na nova estratégia é o compartilhamento de informações e recursos, seja de softwares e soluções eletrônicas desenvolvidas pelos órgãos do governo, seja de terceiros, para otimização do trabalho.

Voltando ao estudo da McKynsei, para suportar as prioridades definidas, 64% dos entrevistados destacam aumento nos investimentos em TIC este ano.

Projeção já feita também pelo governo brasileiro: ainda em 2012, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação havia anunciado meta de ampliar o investimento do país no setor para 1,8% do PIB até 2015. E quando se sabe que o Brasil é um dos quatros maiores mercados do mundo em termos de gastos com TIC, representando mais do que duas vezes a Rússia e a Índia e investindo mais da metade do percentual de toda a América Latina no setor, em vias de atingir a terceira posição na TIC global até 2022, a projeção torna-se ainda mais razoável.

Para chegar a tudo isso, não é novidade que os investimentos focarão não apenas as soluções de tecnologia, mas também a mão de obra.

No setor privado, a altíssima demanda por profissionais especializados em TIC não é novidade – dado da IDC mostra que até 2015 haverá uma lacuna de 117.200 profissionais especializados apenas nas áreas de redes e conectividade no Brasil.

Cenário que não muda muito ao olhar para a esfera pública: para alinhar a tecnologia às estratégias do governo federal, a EGTI também prevê uma agenda de investimentos em capacitação de pessoal ao longo de 2014 e 2015. Para tanto, oficinas e discussões com os órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp), programas de qualificação e novos concursos públicos estão nos planos.

No governo, nas empresas, TIC é recurso fundamental para o bom andamento e o alcance de objetivos de negócio. Disso, já sabemos. E promover este alinhamento: sabemos também? Vale a reflexão!

Grupo Binário

 

A evolução do tráfego de aplicações e dados não precisa doer… Conheça a arquitetura MetaFabric

Arquitetura MetaFabric

Arquitetura MetaFabric

*Por Fábio Melchert

Como pensar as infraestruturas de rede e data center diante do altíssimo volume de dados e aplicações ditado pelo cenário atual de Big Data, Internet das Coisas, mobilidade, nuvem e afins? Como redesenhar as topologias de rede para um modelo além da estrutura cliente/servidor, evoluindo para acompanhar a mudança trazida à natureza e os caminhos do tráfego?

Uma boa resposta está na arquitetura MetaFabric, uma nova proposta de estrutura de data center baseada em três pilares: simplicidade, flexibilidade e inteligência.

O primeiro trata da facilidade de implantação do ambiente, que otimiza a operação e gestão da rede sem interrupção dos serviços. O segundo, tange à flexibilidade trazida por esse modelo, que permite integração com qualquer ambiente de data center. Já o terceiro agrega dados e funções analíticas para entregar economia de tempo e melhoria do desempenho da rede.

Se ainda não ficou claro, vamos para a abordagem prática: pare para pensar na estrutura complexa e diversificada que hoje certamente povoa seu negócio – são informações, documentos, imagens, aplicações, sistemas, tudo em constante uso e mobilidade, e tudo hospedado em uma paisagem bem mais estratificada do que o antigo centro de dados único.

Agora, você tem à frente vários sites, data centers distribuídos, sistemas e serviços na nuvem. E para garantir o tráfego de tudo isso sem por em risco a continuidade do negócio, uma arquitetura que não apenas possibilite gerir e entregar aplicações dentro e através dos variados sites e clouds, mas também acelere a implementação desta estrutura, é a solução.

Pois é este cenário que a arquitetura MetaFabric permite entregar, por meio de uma combinação robusta de roteamento, processamento e segurança, com base em orquestração de rede, SDN e APIs abertas, gerando um cenário de integração tecnológica que pode ser a cola para unir as peças hoje dispersas no seu ecossistema de TI.

O fato é que se a estrutura de rede não se expandir na mesma velocidade em que mudaram e seguem mudando a natureza de tráfego e hospedagem das aplicações, poderá se tornar um gargalo crítico para as empresas, afetando a experiência do usuário de modo a acarretar, no pior dos cenários, aumento exponencial de custos, riscos à segurança dos dados e perda de agilidade e responsividade ao mercado.

A boa notícia é que tais consequências podem ser evitadas, e para detalhar e esmiuçar todas as possibilidades que a arquitetura MetaFabric oferece para isso, farei uma apresentação das soluções Juniper para esta área durante o IT CIO Brasil, que ocorre de 19 a 21 de março no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis, Santa Catarina. Nos encontramos lá!

*Fábio Melchert, diretor de Vendas para os territórios de São Paulo e Sul do Brasil da Juniper Networks.

Mercado de data centers: as projeções pós-folia

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão - Data Center

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão – Data Center

Veio o feriado, você partiu para os merecidos dias de espairecer e acabou não acompanhando as projeções que o Gartner liberou em pleno 28 de fevereiro sobre o mercado de data center? Não se preocupe: aconteceu com muitos, e estamos aqui para te por a par de todas as previsões da consultoria para o ano.

Em primeiro lugar, se você é um fornecedor da cadeia de data center, é bom estar preparado para reinventar oferta e discurso: o Gartner prevê que o papel dos data centers nas corporações e o planejamento destas estruturas pelos CIOs e CEOs mudarão bastante nos próximos cinco anos.

Para os analistas, questões relacionadas à entrega de projetos nesta área, especialmente no quesito fiscal, estarão no cerne das preocupações que nortearão esta mudança e uma forma de atender às novas exigências será aliar custo, risco e agilidade dos ambientes em um equação equilibrada.

Outra tendência indicada é a aposta crescente em computação in memory, muito em função de aumento da agilidade na arquitetura de processos e, principalmente, na economia dos componentes do ambiente. Memória DRAM e flash NAND seguirão levando investimentos como auxiliares do in memory.

Também está projetado o aumento de investimentos no uso da cloud computing, quando do planejamento da arquitetura de sistemas no data center.

Outra previsão do Gartner se refere ao investimento em processos operacionais e ferramentas aprimoradas de entrega de serviços de TI, partindo da boa documentação e revisão constante dos níveis de serviço dos usuários em paralelo ao mapeamento da capacidade de atendimento deles pela estrutura/equipe de TI.

A integração de disaster recovery e continuidade de negócios à estratégia de data center é outra tendência prevista pelo Gartner, que recomenda um planejamento forte destas áreas baseado nas projeções não muito favoráveis do quadro macro-sócio-econômico mundial, ou seja, levando em conta possíveis turbulências econômicas e políticas por vir nas regiões do globo importantes para o seu negócio.

Gerenciamento da expansão da capacidade do data center por meio da análise de dados, contabilizando possíveis demandas de aumento no tamanho da estrutura, uso de energia e refrigeração, é outra projeção da consultoria. Dentro disso, a empresa projeta o aumento da importância, no mercado, de funções como, por exemplo, engenheiros de dados.

E se o cenário previsto é de mudanças, elas também chegam aos sistemas operacionais e de aplicações. Até 2019, segundo o Gartner, a maioria dos data centers migrará da plataforma Unix para a Linux, e o Windows manterá uma curva de crescimento, enquanto o IBM Z O/S viverá um período instável, ganhando mais adeptos em algumas regiões, ao passo que os perderá em outras.

Quanto às aplicações, a consultoria indica que as migrações começarão pelas de menor demanda de disponibilidade, latência e compliance. Estas entrarão na onda migratória de sistemas por volta de 2017, acreditam os analistas.

Consolidar e racionalizar. Esta é a base da sétima profecia do Gartner para o mercado de data center global nos próximos cinco anos. De acordo com a análise, será preciso parar de pensar na consolidação do data center, somente, e tratar esta integração junto com outras peças da infraestrutura e das operações corporativas, o que permitirá planejar recursos e ações para mudanças e oscilações do cenário macro.

Por fim, a consultoria traz uma palavra forte de ordem: modernizar. Nada de novo? Não é bem assim. A empresa avalia que a modernização das estruturas antigas não será suficiente, pois estas não foram projetadas para o aumento de energia, refrigeração e outros custos inclusos na otimização prevista pelas novas tendências.

Ou seja, será preciso modernizar da base, investir em ferramentas de software para gerenciamento das estruturas de armazenamento, repensar as estratégias de hospedagem em nuvem, agilizar processos.

Resumidas, são estas as oito tendências – ou “oito forças críticas”, na definição do próprio Gartner – indicadas pela consultoria para os próximos cinco anos na área de data centers. Um belo tópico para exercitar o pensamento gestor na volta da folia, não é mesmo?

2014: um ano sem limites para os serviços de TIC

Thales Cyrino é Diretor de Serviços da QoS

Thales Cyrino é Diretor de Serviços da QoS

Em 2014, a previsão do IDC é que as empresas brasileiras ampliem seus gastos com TIC em 9,2% sobre 2013, o que irá somar US$ 175 bilhões. Nesta expansão, que posicionará o Brasil como quarto maior mercado mundial do setor, o segmento de serviços será um dos maiores impulsionadores, com fatia de 10% dos orçamentos e atrás apenas de software, que ficará com 11%.

Esta participação dos serviços se explica muito pela tendência de integração que vem sendo percebida no mercado já há algum tempo, e que ganha contornos ainda mais nítidos este ano. O mesmo estudo do IDC aponta para uma “terceira plataforma” de investimentos em tecnologia, que compreende computação em nuvem, aplicativos e dispositivos móveis, big data e redes sociais.

A análise é compartilhada por diversas fontes de mercado, e muitas delas, como os participantes da plataforma Open Stack, indicam que o caminho certeiro do mercado atual é a dissolução dos limites entre IaaS, PaaS e SaaS, entrando em uma onda de integração extrema, permeada por serviços de TIC, que otimizará investimentos do setor corporativo e ampliará a produtividade dele e dos fornecedores de tecnologia.

Nesta integração, a inovação contínua dos aplicativos voltados a alavancar a flexibilidade e escalabilidade da plataforma de nuvem, eliminando as fronteiras entre IaaS, PaaS e SaaS, terá papel fundamental.

As tendências também apontam que a adoção da Infraestrutura como Serviço aumentará drasticamente não apenas entre as empresas, mas também órgãos do setor público, já que soluções de IaaS facilitarão a combinação de diferentes soluções de virtualização, garantindo interoperabilidade e segurança ao ambiente híbrido.

São destinos inevitáveis para os caminhos que levaram à “nuvem orientada a negócios”, que nada mais é do que uma composição convergente entre as empresas de serviços em nuvem, os clientes que demandam controle sobre suas estruturas, com produtividade e sem perder o foco no core business, e o crescente reconhecimento dos sistemas de gerenciamento de regras de negócio como ferramentas imprescindíveis na orientação das tomada de decisões corporativas.

As análises das consultorias e especialistas de mercado não deixam margem para dúvidas: os investimentos em TIC se concentram gradativamente mais na convergência e integração, e os serviços de infraestrutura, gestão e suporte estão na base disso, auxiliando na revisão das atuais operações de TI e no redesenho das mesmas para que assumam modelos mais escaláveis, rentáveis e seguros.

A tecnologia voltada ao provisionamento e à prestação/gestão de serviços ao usuário. É este o cenário de 2014, senhoras e senhores. Todos prontos para participar do show?

Referências: http://goo.gl/LFFeFr e http://goo.gl/WV8kqE

Empresas falham com a segurança da informação

Camila Inácio é Especialista Pré Vendas

Camila Inácio é Especialista Pré Vendas

Segundo indicadores do mercado, o ano de 2014 vai ser bem pior do que foi 2013 em relação à segurança na Internet. Quem afirma é Steve Wexler – jornalista especializado em tecnologia corporativa e a cabeça por trás do IT-TNA, um serviço de consultoria de informação voltado para tendências em TI -, após compilar em um relatório as previsões de diferentes empresas de segurança e consultorias de TI.

Outro estudo, divulgado pela CompTIA – a associação sem fins lucrativos da indústria de tecnologia da informação (TI) -, revelou que as empresas estão mais confiantes em combater ameaças, mas não estão preparadas para os ataques mais sofisticados.

Os estudos apontaram a adoção de soluções na nuvem, a utilização de novas tecnologias e a falta de profissionais como os principais motivadores do aumento da vulnerabilidade da segurança na internet.

As soluções baseadas em “cloud” reduzem os custos e aumentam a flexibilidade das companhias, mas também aumentam os riscos; a utilização de novas tecnologias, com a adição de dispositivos móveis e redes sociais, exigem uma mudança na infraestrutura das empresas para que seja possível combater as ameaças e ataques da Internet; e para uma mudança na infraestrutura, as companhias precisam contar com especialistas no assunto para tomar decisões, procurar as melhores soluções e evangelizar os colaboradores sobre a importância da segurança da informação.

Muitas empresas ainda têm enxergado apenas hackers, vírus, malwares (para dispositivos comuns) como ameaças, e acabam esquecendo os ataques de DoS, DDoS, IPv6 e malwares para dispositivos móveis, acreditando que seus dados estão seguros com o que já existe na sua infraestrutura, quando na verdade estão totalmente expostas.

Nos últimos onze anos, segundo a CompTIA, o ser humano tem sido o fator principal contra a segurança da informação por desconhecerem a importância de zelar por ela.

Internet das Coisas: um futuro conectado!

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Já imaginou sua geladeira avisando sobre um produto que está perto do vencimento ou fazendo a lista dos produtos que estão acabando? E seu relógio com acesso à internet e com aplicações tão úteis quanto as presentes em seu smartphone? Ou ainda, seu carro interagindo com a concessionária para agendar a revisão?

Os exemplos citados parecem ter saído de um filme de ficção cientifica, onde as máquinas têm vida e interagem entre si e com as pessoas. Porém, estamos falando de exemplos reais, de tecnologias que fazem parte de um conceito chamado Internet das Coisas.

Se você ainda não tinha ouvido falar nesse conceito, é bom ir se acostumando, pois ele vem ganhando espaço no mercado e nos promete um futuro conectado.

A Internet das Coisas foi destaque da última edição da CES (Consumer Electronics Show), a maior feira de eletrônicos, que ocorre anualmente nos Estados Unidos, a fim de apresentar ao mundo as novidades tecnológicas das principais fabricantes.

Mesmo que na prática os produtos demonstrados na feira ainda pareçam apenas promessas e longe da nossa realidade, especialistas e estudos mostram que se trata do inicio de uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação.

Algumas empresas já trouxeram o conceito de Internet das Coisas para a vida das pessoas, como a Apple e a Nike. A parceria entre as companhias consistiu na instalação de chips nos tênis de corrida a fim de monitorar os exercícios físicos.

Outro produto que se aproveita do conceito é um pequeno robô chamado Nabaztag, da empresa Violet: um coelhinho aparentemente inofensivo que fala, mexe as orelhas e pisca luzes coloridas. Cada cor que ele assume representa uma informação, como, por exemplo, a chegada de novos e-mails, a previsão do tempo, a situação das estradas e até o comportamento das bolsas de valores, tudo em tempo real.

Os pilares que garantem a transformação do conceito em realidade são a identificação por RFID (sigla em inglês para identificação por radiofrequência) e marcação de objetos do mundo físico, além das redes sem fio ubíquas (ou seja, presentes em todos os lugares) e a mudança do protocolo de internet para a versão IPv6.

Até aqui, tudo perfeito! Porém, há um lado ainda pouco abordado em toda essa história: a segurança.

Como fica a segurança de dados e das pessoas em um mundo ultraconectado? Com mais dispositivos e objetos ligados à Internet, aumentará os ataques por cibercriminosos? E a espionagem por governos? Como as companhias e fornecedores de TI estão se preparando?

E você, está preparado para esse futuro ainda mais conectado?