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Smartphones já são usados por 29% da população global e 17% na América Latina

Luiz Fernando Kasprik é gerente de divisão do Grupo Binário

As remessas de smartphones representaram 29% do total de celulares no terceiro trimestre, o que revela que esses aparelhos já não são mais uma tendência entre aficionados por tecnologia, de acordo com estudo da Vision Mobile.

(Fonte: TI INSIDE)

Nessa pesquisa, um dos dados interessantes é a quantidade crescente de smartphones. Pois, independente dos percentuais de penetração por geografia, esses dados indicam que há e haverá novas necessidades de investimentos por parte das operadoras móveis como, por exemplo, TIM, OI, Vivo, Claro, entre outras ao redor do mundo.

Nesse mesmo contexto, destaco o número de usuários de smartphones e as campanhas de marketing dos grandes produtores que deverão fazer contato com esses consumidores por meio de redes sociais e, talvez, por meio de aplicativos específicos.

Todo esse movimento poderá gerar uma onda de novas oportunidades em um número variado de setores da economia, tanto no mundo real quanto no virtual.

Proteja seus links

Eduardo Maffessoni é coordenador pré-vendas do Grupo Binário

Nos últimos anos, a busca por empresas que oferecem projetos de segurança da informação deixou de ser algo opcional e de “resto de budget” para algo prioritário.

Com isso, as estruturas dos ataques sofreram mudanças consideráveis também. Antes se invadia diretamente um serviço, hoje se usa de malwares (vírus, trojans, backdoors) para forçar a queda de um serviço e/ ou facilitar a sua entrada no sistema.

Para minimizar esses tipos de ataques nas empresas, existe a solução “clean pipe”. Esse método utiliza equipamentos de análise de tráfego dentro dos backbones das operadoras. Ao detectar um tráfego malicioso, a solução realiza a remoção desse pacote antes que este seja entregue ao equipamento de borda da empresa.

Hacker

Um exemplo que aconteceu no Brasil, este ano, foi o ataque aos servidores do Governo Federal. O malware utilizado, BKDR_ZOMBIE.SM, faz com que várias máquinas infectadas abram uma conexão “pirata” com o servidor central e recebam ordens de iniciar conexões com o servidor a ser atacado pela internet.

As máquinas enviam simultaneamente conexões ao servidor a ser atacado e sua soma resulta na lentidão do servidor que chega ao seu limite de conexões disponíveis. Isso ocorre porque seu processamento não é infinito, assim como sua memória. Quando alcança o seu limite, para de aceitar conexões, o que acarreta em uma paralisação momentaneamente do serviço.

DDoS - soluções que inibem esses ataques

A explosão do mercado de serviços de cloud pública

Sergio Humberto Marques é gerente de logística do Grupo Binário

Os próximos cinco anos são promissores para serviços em nuvens públicas. Faltando dois meses  para terminar 2011, já se sabe que a receita mundial desse mercado será de US$ 18 bilhões. Mas os anos seguintes são ainda mais animadores.

Alguns analistas prevêem que esse valor chegue a US$ 66 bilhões em 2016. A má notícia é que metade vai ficar somente na América do Norte, segundo estimativa divulgada recentemente pela empresa de análise Ovum.

O que é interessante por trás dos números é a possível reconfiguração de tendências. Acredita-se que o SaaS vai reduzir dos atuais 87% do mercado para 62% em 2016, especialmente por conta do crescimento da IaaS e PaaS. A Infraestrutura como Serviço poderá saltar dos 9% hoje para 23% em 2016, e a Plataforma como Serviço poderá sair dos 5% registrados este ano para 16% daqui a cinco anos. O analista especializado em cloud computing Laurent Lachal chegou a dizer o seguinte:

“As mudanças passarão por uma abordagem mais holística na conexão de redes, hardware e software. Os departamentos de TI também reduzirão a ênfase na manutenção e deverão aumentar a sua inovação, ao mesmo tempo em que assume mais riscos ao dar aos colaboradores a capacidade de enfrentar riscos de alta recompensa”.

Poderá sair na frente quem estiver mais preparado para esse cenário.