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Chegou a hora do Big Data/Analytics. Logo, invista em infraestrutura e segurança.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas da B.U Segurança do Grupo Binário

Ninguém que fale em transformação digital pode ignorar o advento da mobilidade como um dos fatores que desencadeou muitas das grandes mudanças a que estamos assistindo. Desde que conseguimos levar nosso trabalho e nossos dados para praticamente qualquer lugar, novas possibilidades foram surgindo. Computação em nuvem, movimentos como BYOD, a interação das redes sociais, BI, tendências, novas ferramentas e inúmeras outras soluções vêm mudando não só a vida pessoal no dia a dia, mas também o mundo dos negócios. E, para muitos especialistas, este cenário desenhou “a hora” de Big Data/Analytics, em muito graças à Internet das Coisas (ou IoT, da sigla em inglês para Internet of Things).

Há pelo menos dois anos se fala na Internet das Coisas, para muitos, uma grande revolução. Ela trata, basicamente, da integração entre diferentes dispositivos a partir de sensores conectados a hardware e software com grande capacidade de processamento e de armazenamento. Essas “coisas” (uma infinidade de dispositivos e equipamentos como relógios, roupas, carros, eletrodomésticos, casas, etc.) geram dados, se comunicam. Assim, todas as luzes ou o sistema de segurança de uma casa podem ser monitorados à distância, por exemplo. Um refrigerador “inteligente” pode mostrar, na tela da porta, quais os itens que estão em falta – pode até mesmo gerar uma lista de compras baseado no que a família consome habitualmente.

Num cenário que é cada vez mais complexo, com um volume e um fluxo de dados cada vez maiores, equipes e lideranças de TI buscam novos processos e soluções a implementar – com a pressão de sempre manter as operações em funcionamento. A tecnologia segue sua evolução, constante e ininterrupta, criando sempre mais possibilidades. Aos executivos cabe pensar em como utilizar as novidades na área de TI alinhando as tendências tecnológicas de maneira a atender as demandas e estratégias de negócios das suas empresas.

A IoT promete aplicações praticamente infinitas, mas traz um grande desafio: há que se ter tecnologia de sistemas e ambientes de infraestrutura tecnológica preparados para suportar o crescimento contínuo desse mundo da mobilidade, para que os dados gerados por bilhões de dispositivos possam ser transmitidos via conexões seguras e com confiabilidade – assim, a infraestrutura e a segurança são fundamentais, sempre – a fim de serem analisados e interpretados, de modo a se transformarem em informação útil e valioso.

Estima-se que os dados digitais cresçam cerca de 150% ao ano – e esta “abundância de dados” é o detalhe para que muitos analistas digam que chegou a hora de Big Data/Analytics. Graças à IoT. Como? Se considerarmos que a maior parte destes dados não é estruturada, veremos que não é fácil tê-los integrados nas bases de dados relacionais que as organizações usam. Já os dados gerados pelas “coisas” são estruturados, ou seja, não é necessário criar novos softwares ou aplicações para estes dados, pois os sensores que os emitem têm um layout definido. Então eles podem ser incorporados com mais rapidez às bases de dados que temos. E a criação de novos algoritmos que transformem os dados desestruturados em informações úteis que possam ser ligadas à inteligência dos negócios se torna mais eficaz. O resultado? O uso pleno destes dados, em tempo real ou num tempo que se aplique à eficiência dos negócios.

As aplicações, cada vez mais, serão desenvolvidas e programadas para trabalhar com um gigantesco e contínuo fluxo de dados, que precisarão ser processados. Pense em adotar soluções e ferramentas de Big Data e Analytics: a Internet das Coisas dará o impulso necessário para que estes movimentos ganhem força e se estabeleçam. Mas também pense, e muito bem, na infraestrutura para isso tudo. Sistemas precisam de uma infraestrutura sólida para rodar com bom desempenho, logo, investir em armazenamento e redes seguros, robustos e confiáveis é o caminho para o sucesso.

Parece óbvio, já que os dados só têm importância se podem ser transformados em informações de valor, ou seja, úteis. Internet das Coisas e Big Data significam volumes avassaladores de dados em um formato conhecido oferecendo informações de qualidade (Analytics) no tempo certo – de acordo com as demandas do negócio. Sem, é claro, esquecer da segurança. E o seu negócio já está preparado?

Unified Communications: economia, produtividade e crescimento

Leonardo Mezzanotti, Systems Engineer do Grupo Binário

Leonardo Mezzanotti, Systems Engineer do Grupo Binário

O crescimento expressivo dos dispositivos móveis e conectados, que em 2016 deverão atingir uma base de 7,8 bilhões segundo pesquisas globais, aumenta a necessidade de soluções que organizem e tornem eficiente este ambiente de equipamentos, especialmente no mercado corporativo.

Neste cenário, as comunicações unificadas e soluções de colaboração despontam: até 2019, estas ferramentas receberão investimentos da ordem de US$ 17,38 bilhões, conforme o relatório Mobile Unified Communications and Collaboration Market, da empresa de pesquisas MarketsandMarkets.

E o motivo principal é a conveniência e praticidade trazidas por estas soluções ao ambiente empresarial. De acordo com o relatório, as companhias que projetam investir em Comunicações Unificadas apostam em aumento da produtividade. E esta percepção é tão presente que não apenas grandes empresas estão atentas a esta tendência: as pequenas também começam a notar os benefícios e a se interessar por esta tecnologia.

Como as ferramentas de Unified Communications (UC) aumentam a produtividade? Tornando o ambiente mais integrado e aproximando pessoas. Esta tecnologia possibilita reunir equipes separadas geograficamente em call conferences ou vídeo conferences com alta qualidade de áudio e vídeo, evitando que a distância se torne um empecilho para a produção.

Além disso, as soluções aumentam a colaboração entre as equipes, oferecendo recursos para que projetos sejam trabalhados durante as reuniões à distância da mesma forma que o seriam presencialmente – boas ferramentas de UC trazem funcionalidades para que os times interajam com os projetos apresentados, podendo fazer adições, modificações, evoluções nos arquivos a partir de qualquer lugar.

Sem falar na economia gerada. Com as soluções de UC, que possibilitam integrar equipes espalhadas geograficamente em reuniões embasadas em recursos de alta qualidade, as empresas economizam em transporte, evitando o deslocamento desnecessário ou excessivo de profissionais.

Tanto que o levantamento mundial “Estado da Comunicação” mostra que infraestruturas de comunicação baseadas em IP geram para as organizações uma economia de 43% em relação aos sistemas tradicionais de PABX. No estudo, 90% dos entrevistados destacaram ferramentas de colaboração IP online, comunicações unificadas (UC) e videoconferência IP como suas tecnologias favoritas.

Já a pesquisa da MarketsandMarkets mostra também que, ao longo dos anos, as ferramentas de Comunicações Unificadas evoluíram muito no quesito “experiência do usuário”, com interface e recursos cada vez mais fáceis de usar, o que tem intensificado a utilização destas soluções nas empresas, movimentando o mercado e melhorando a comunicação intra e inter-escritório.

Os abundantes recursos da tecnologia de Unified Communications e Colaboração – voz, vídeo, web, mensageria, chats, e-mail, entre outros – pode ser um motor de crescimento não apenas para a competitividade das empresas usuárias, como também para tendências de mercado, como a da virtualização da força de trabalho.

Não à toa, este mercado chama atenção e tende a crescer a uma taxa composta de 27,5% nos próximos quatro anos. Ponto para as companhias que apostarem em UC.

BYOA: uma realidade que você precisa conhecer

Marcela Rodrigues é gerente Comercial da BinarioMobile

Marcela Rodrigues é gerente Comercial da BinarioMobile

A mobilidade está cada vez mais disseminada e, em breve, todos os setores de negócio serão afetados por ela, em maior ou menor grau, é só uma questão de tempo. A cada dia, também conhecemos novas tendências tecnológicas, que nascem com objetivo de facilitar nossas rotinas, sendo assim, precisamos aproveitá-las, mas também devemos estar sempre atentos às suas implicações para não sermos surpreendido, principalmente, quando se trata do ambiente corporativo.

Depois do fenômeno do BYOD (Bring Your Own Device), é hora de conhecer um novo conceito que já realidade em muitas companhias, o BYOA (Bring Your Own App). O “traga seu próprio app” é considerado um caminho natural da mobilidade, pois já estamos acostumamos a usar diversos apps que facilitam nosso dia a dia, e os queremos usar, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

A integração dos apps com recursos corporativos cria um novo contexto e é preciso estar atento às suas implicações, como segurança, suporte, aspectos legais, entre outros.

Os aplicativos e atividades mais populares entre os funcionários incluem: sincronização de arquivos cloud, apps de compartilhamento (Dropbox, Cubby, Google Drive); apps de colaboração (Skype, join.me, Trello); apps de produtividade (Evernote, Google Apps for Business/Google Docs), e apps sociais e de acesso remoto.

Recente pesquisa da LogMeIn e Edge Strategies revelou que a equipe de TI sabe muito pouco sobre como anda o estado do uso de apps trazidos por funcionários para o ambiente de trabalho. Cerca de 70% das empresas ouvidas confirmaram o uso ativo de apps trazidos por funcionários. Mas enquanto a equipe de TI acha que existe uma média de 2,8 apps na empresa, os dados reais apresentam uma média perto de 21 aplicativos cloud por empresa, um número sete vezes maior do que o percebido.

Com esses dados, a preocupação com a segurança impera para 54% dos profissionais de TI ouvidos na pesquisa. Para eles, a segurança dos dados é o fator mais importante que limita a adoção ou o suporte às práticas de BYOA por suas empresas. A falta de controle ou gerenciamento é o segundo limitante para 45% dos profissionais.

Apenas 38% das empresas têm políticas de BYOA definidas e só 20% dos profissionais de TI se sentem bem preparados para mitigar a maioria dos riscos de segurança associados à BYOA.

Diante desse cenário, especialistas acreditam que a função de TI precisa ser fundamentalmente redefinida se esses profissionais quiserem reconquistar sua voz estratégica, e isso significa reinventar a maneira como eles abordam o gerenciamento de aplicativos, dispositivos e dados nessa era do BYO.

Fontes:

http://bit.ly/1t5lwnb

http://bit.ly/WRy1p2

http://bit.ly/1pwc8ne

Ataques DDoS voltam a assombrar. Cuidado!

Bruno Adorno, Gerente de Negócios no Grupo Binário.

Bruno Adorno, Gerente de Negócios no Grupo Binário.

No fim de 2013, falamos aqui no blog sobre os riscos de DDoS – sigla para o inglês Distributed Denial of Service, que determina ataques distribuídos de negação de serviço, ampliando a abrangência do DoS (Denial of Service) em uma tentativa de hacker para tornar os recursos de um sistema indisponíveis a seus usuários, tendo servidores web como alvos favoritos.

Na época, tratamos do assunto pois o Brasil foi apontado na pesquisa “State of the Internet” como um dos dez Top 10 na geração de ataques na Internet, dentre os quais os do tipo DDoS eram os mais informados. Agora, o tema volta à tona por conta de outros estudos recentes, como os realizados pela especialista Molly Sauter, autora do livro The Coming Swarm, e da consultoria Forrester Research, que indicam que, só em junho de 2014, os ataques DDoS proliferaram de forma a sugerir que até mesmo sites considerados de alto perfil em relação à segurança da informação, como os de patrocinadores e apoiadores da Copa do Mundo, o leitor de RSS Feedly e o serviço de anotações e organização pessoal Evernote, que sofreram com a praga, não estão tão a salvo assim.

A analista não revela números, mas usa termos sugestivos: conforme ela, “um monte de ações DDoS orientadas pelo grupo Anonymous” foram vistas no último mês, e, em função destas, as interrupções de negócios foram muitas, computadores chegaram a ficar inoperantes por dias inteiros e “pelo menos uma empresa foi obrigada fechar as portas”.

No cenário de possibilidades para a proliferação dos ataques, Sauter inclui ações como ativismo online, possíveis atividades de vigilância governamental e extorsões motivadas por lucro. Ainda, analisa que o aumento deste tipo de ataque aos serviços online não se dá à toa: para empresas da Internet, o vínculo entre disponibilidade e geração de receita é direto. Fora do ar, perdendo dinheiro, simples assim. Logo, um prato cheio para um hacker DDoS interessado em extorsão – em outras palavras, sequestrar seu servidor web por dinheiro.

Entretanto, o pagamento do “resgate” não significa que o hacker interromperá o ataque, e é aí que mora o grande perigo. Contra isso é que a consultoria IDC indica práticas voltadas a dificultar a invasão, como evitar a combinação de protocolos, reduzindo o poder de escala dos ataques, especialmente DNS e NTP – quando o hacker injeta dados indesejados em seus alvos.

A Forrester Research vai ainda mais longe, revelando que os ataques focados em aplicações também têm aumentado, só em 2013, foram responsáveis por 42% das vítimas de DDoS, apenas dois pontos percentuais abaixo dos que sofreram com ataques volumétricos, como DNS e NTP.

E agora, como se proteger? Em primeiro lugar, apontam todos os pesquisadores, pense na segurança da informação levando em conta possibilidades sofisticadas de ataque – sim, o agressor da sua rede também investe em P&D e cria técnicas e recursos bem avançados.

Leve em conta situações de ataques híbridos ou multi-vetoriais, aqueles que usam plataformas diversas e, não raro, também têm mais de um alvo. Muito mais difíceis de detectar e combater, estas ameaças, infelizmente, só aumentam – no ano passado, subiram 41% em relação a 2012 -, ao mesmo tempo em que as técnicas para realiza-las tornam-se cada vez mais fáceis e baratas.

Um universo que exige manter equipes dedicadas ao monitoramento e, se necessário, combate imediato dos ataques detectados nas mais diversas frentes. Equipes alicerçadas, é claro, por sistemas abrangentes de segurança da informação, que contemplem tecnologias capazes de detectar a ameaça de invalidação por sobrecarga típica do DDoS, como DNS para gerenciamento de IP, IPsec/SSL VPN, Behavior Analisys, NAC, IPS/IDS, entre outras.

Dicas boas, mas que, para dar resultado, precisam ser postas em prática. Em outro estudo, este da Brittish Telecom, realizado recentemente, 74% dos empresários ouvidos no Brasil disseram que os ataques DDoS são a principal preocupação com a segurança de suas redes, mas apenas 26% acreditam ter recursos suficientes para combate-los. Hora de ampliar o investimento em tecnologia preventiva, certo pessoal?

Fontes:

http://bit.ly/1jNmwtk

http://bit.ly/1oFwd93

 

Como fazer TI e Negócios realmente colaborarem

Rose Oliveira é gerente administrativa do Grupo Binário.

Rose Oliveira é gerente administrativa do Grupo Binário.

TI x Negócios. Quem já não vivenciou ao menos um debate sobre a relação entre as áreas? Cada vez mais apontada como necessária para garantir a boa saúde de qualquer empresa, a interação entre estes setores pode ser facilitada seguindo alguns passos simples.

Uma boa dica, sugerida pela consultoria Partnering Resources, é fazer com que os profissionais das duas esferas reflitam sobre o porquê de sua necessidade de interação. Uma primeira resposta que facilmente virá às mentes é a de que todos estão muito ocupados. Logo, colaboração não pode ser uma má ideia. Parece um conselho básico, mas pense: nem sempre saber que o trabalho colaborativo será bom para o cliente é suficiente; agora, se os profissionais souberem que será bom para eles mesmos… Pois é.

Outras reflexões muito úteis de se por em prática são: o que o departamento X possui que pode auxiliar no trabalho da área Y? O que a TI pode oferecer para melhorar o desempenho dos setores de Negócios? E o que é crítico para os clientes se as divisões não cooperarem entre si?

Reforçar as relações pessoais entre as áreas também é um ponto importante da estratégia de integração, já que só admitir que a colaboração é eficiente não fará com que ela comece a acontecer. Pessoas bem entrosadas têm maior sinergia. Logo, os profissionais precisam, literalmente, conversar dentro da empresa para que as divisões também “conversem”. E eis que o cafezinho, a sala de descompressão e o horário de almoço ganham ares de ferramenta gerencial!

Conquistada a colaboração, ufa! Seu trabalho de gestão departamental acabou. Não é bem assim… Agora é hora de prestar atenção à execução do trabalho integrado. Reuniões de trabalho serão bons momentos para avaliar se as equipes estão realmente entrosadas, se há objetivos compartilhados de cooperação, se os processos estão verdadeiramente estruturados, se não há uns trabalhando mais do que outros e se todos os envolvidos conhecem metas propostas e – especialmente – atingidas.

Se algo não estiver funcionando bem, não é motivo para desistir da estratégia. Relações pessoais, mesmo no ambiente profissional, são complicadas, a confiança entre departamentos é algo que leva tempo para ser construído. Além disso, mesmo que o trabalho colaborativo venha fluindo bem há algum tempo, mudanças de cenário e de planos são sempre uma possibilidade, e situações assim podem trazer reações negativas, retroceder passos já dados, mas tudo tem conserto, basta manter o foco.

As melhores ferramentas neste processo são a insistência e a paciência. As interações entre as equipes tendem a evoluir por si só. Incentive o trabalho integrado, facilite ambientes e situações de colaboração e assista. Cada resultado conquistado incentivará os próprios times a buscarem interação. Afinal, o que é que a união faz mesmo?

Fonte: http://goo.gl/nCn6sT

DRO: sua empresa ainda vai ter um

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Novas tecnologias surgem constantemente e esse avanço seguirá se intensificando nos próximos anos. E esta não é uma projeção apenas boa: do “lado negro” da TI, onde proliferam técnicas e aplicações voltadas a corromper sistemas, invalidar máquinas, invadir redes e roubar dados, a evolução também é rápida. Tanto que, segundo o Gartner, a gestão de risco deve ser o foco de sua equipe de segurança da informação, pois dentro de seis anos mais da metade das empresas com negócios digitais sofrerão falhas de serviço com potencial de parar parcial ou totalmente a atuação.

Governança de TI e gestão de risco terão de ser, conforme a consultoria, tão interligadas quanto serão os sistemas da sua empresa e tendências como BYOD, CYOD e Internet of Things. CEOs, CIOs e CSOs terão de andar de mãos dadas, e muito logo o time ganhará o reforço de um DRO – Digital Risk and Security Officer, cargo que o Gartner avisa que, já em 2017, estará presente em um terço das grandes empresas que tenham qualquer negócio digital.

Tudo para combinar visão de negócios, domínio sobre tecnologia e expertise na análise e apontamento de potenciais riscos digitais ao negócio. Isto porquê, na análise da consultoria global, a cultura corporativa atual traz uma abordagem fragmentada entre TI e negócios que não é saudável e, em pouco tempo, se tornará muito perigosa para a continuidade das operações.

Aproximar os times propiciará uma visão unificada dos riscos digitais, áreas mais desprotegidas, potenciais métodos de detecção em tempo hábil e definição de ações de segurança efetivas. Integração de capacidades para garantir uma gestão eficiente, evitar perdas e maximizar investimentos em soluções de proteção.

Eis a receita dos especialistas. E aí, vai experimentar? Sua resposta pode até ser “não” ou “não por enquanto” neste primeiro momento. Mas saiba que o Gartner sentenciou: até 2019 esta reengenharia de posições de TI e negócios a favor de uma gestão unificada de riscos terá sido englobada ao diário corporativo. Todos manterão suas atuais funções e atribuições, porém compartilharão responsabilidades e, com isso, desenvolverão novas capacidades que, no fim, resultarão em uma abordagem completa de segurança. Convenhamos, não parece tão mal.

Fontes:

http://goo.gl/ri1iWj

http://goo.gl/7pg821

 

IoT dá medo ou gera oportunidade?

Grupo Binário

Grupo Binário

A internet das coisas (IoT) vai mudar as nossas vidas completamente – é o que garantem muitos especialistas e o que setores como o automotivo já vem nos mostrando há algum tempo. Carros conectados, sensores que “conversam” com os sistemas de radar e freiam ao se aproximar de detectores, carros com acesso WiFi que permitem acessar mapas com as indicações do trânsito, realizar check in em hoteis e companhias aéreas, reservar restaurantes e bares, se conectar às redes sociais, fazer compras online… Há muitas novidades em andamento e mudanças que não vamos precisar esperar muito para ver.

A consultoria SpiceWorks divulgou recentemente um relatório que aponta que os CIOs se mostram resistentes a aderirem a essa novidade e tudo o que virá com ela. Constatou-se também que 71% dos executivos acreditam que a internet das coisas afetará tanto o lado de consumo quanto o corporativo, mas 59% não atua de maneira ativa, ou seja, poucos têm efetivamente investido nesta tendência ou avaliado os reais impactos que isso possa trazer aos negócios.

Poucos mesmo: atualmente, estima-se que apenas 1% das “coisas” do mundo tenha algum tipo de inteligência e conectividade.

Olho vivo! De acordo com o estudo da consultoria, esse grupo pode acabar sendo atropelado por uma manada de tecnologias e conceitos relacionados a IoT, com força das àreas de operação e de negócios, sem ter planejamento ou sequer preparo para acompanhar a onda.

Aos poucos, a tendência vai ganhando força, com apoio de novos sensores e chips que vão se integrando a mais e mais equipamentos, dando “vida” a aparelhos que vão de complexos automóveis aos mais rotineiros eletrodomésticos – há projetos de geladeiras conectadas à web, com sistemas inteligentes capazes de detectar a necessidade de reposição de intes, você sabia?

Se os CIOs hoje têm, na maioria, este certo “medo” da IoT que o levantamento da SpiceWorks aponta, é bom atentar para o fato de que, mais do que assustadora, esta tendência é criadora de oportunidades. Já parou para pensar no mar de aplicações que podem ser criadas para este segmento? É um mercado aberto e em expansão, esperando para ser abocanhado.

Se ainda não está convencido, veja que há pelo menos três previsões do Gartner para 2014 com relação direta ou indireta ao conceito: Smart Machines (viveremos o nascimento das máquinas inteligentes); Software-Defined Anything (à medida que uma “coisa” é conectada, precisa receber a camada de aplicação); e o propriamente dito Internet of Everything (produtos conectados e serviços correlacionados que irão gerar uma receita incremental da ordem de US$ 300 bilhões, resultando em US$ 1,9 trilhão em valor adicionado à economia global).

O novo assusta – sempre assusta, não é de hoje. Mas o que há para ser levado em consideração no quesito IoT é a oportunidade imensa de mercado. Para quem cria TI, vamos à fábrica de aplicativos, conectores, equipamentos conectados! Para quem usa, vamos ao estudo de que aplicações ou devices adeptos do conceito poderão ser úteis para nossas casas e empresas. Para quem lida com tecnologia, o novo deve desafiar e entusiasmar. Vai querer mesmo ficar alheio a uma inovação deste tamanho?

Fonte: http://bit.ly/1jWcY9r

Tecnologia: um facilitador da educação

Cleber Calegari é executivo de Negócios

Cleber Calegari é executivo de Negócios

Cada vez mais inserida em vários setores do nosso cotidiano, na educação a tecnologia também se faz dia a dia mais presente. Nas universidades, por exemplo, tablets, computadores e celulares já são, muitas vezes, acessórios comuns ao processo de aprendizagem.

Em pesquisa realizada recentemente pela Intel, 77% dos brasileiros entrevistados afirmaram acreditar que as instituições devam se apoiar na tecnologia para garantir melhorias no sistema educacional.

E dentro deste quadro, a modalidade de Ensino a Distância (EAD), que facilita a especialização e aprendizado no dia a dia cada vez mais corrido das pessoas, desponta como uma tendência cada vez mais forte. Resultado da evolução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), esta opção conta, hoje, com uma extensa oferta de soluções para garantir o atendimento e a troca de informações com o usuário de maneira rápida, real e satisfatória.

Nesta linha, entram ferramentas como:

  • Aplicativos de comunicação para dispositivos móveis. A mobilidade invadiu as escolas e universidades, não há porque não fazer uso dela para fomentar as práticas de ensino.
  • Com a mobilidade, vem também o ambiente educacional e a preocupação com a segurança. É o BYOD invadindo o campus! Ferramentas de gestão de acesso e recursos de segurança da informação são fundamentais também no meio acadêmico e escolar.
  • Se a aposta está na mobilidade e no online, não pode faltar uma boa arquitetura Wi-Fi, que possibilite a transmissão de sinal wireless com qualidade, continuidade e que suporte as demandas pedagógicas como recursos digitais de ensino e aprendizagem.
  • Não é só a relação de ensino que está no visor: a gestão de todos os processos escolares também pode contar com a tecnologia. A TIC está aí para auxiliar na gestão escolar, aposte nela.
  • Chats – Além de permitir interação entre aluno e professor, este recurso também permite que o estudante crie fóruns e troque conhecimento com outros usuários. A distância não é problema algum quando se tem uma ferramenta, utilizada em desktop ou dispositivos móveis, que permita comunicação em tempo real com professores e colegas, não é mesmo?
  • Ambientes Virtuais de Aprendizagem – O objetivo principal desse espaço é a gestão dos cursos EAD, que são separados por salas virtuais, possibilitando aos professores acompanhar o desempenho dos alunos.
  • Videoconferência – permite a interação visual entre aluno e professor. Esse recurso é bastante utilizado nos polos de atendimento.

Eis um campo a ser muito bem explorado. E que campo: segundo informações da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), atualmente há mais de 1 milhão de alunos matriculados via EAD no Brasil, só no ambiente de graduação.

Soluções wireless, mobilidade, aplicativos específicos, software e hardware alinhados às demandas de aprendizado e especialização. As TICs proporcionam uma grande evolução ao campo da educação. Invista nelas!

Fonte:

http://bit.ly/1qjAKUz

IT Roadmapping: o provedor de TIC tem o mapa da mina

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

No começo deste ano, a consultoria IDC divulgou que o mercado brasileiro vai investir US$ 175 bilhões em TIC em 2014, dos quais US$ 569 milhões deverão ir para infraestrutura – puxados, em grande parte, pela demanda de readequação das redes corporativas ao crescente volume de aplicações, redefinição de data centers, adaptação aos modelos de nuvem e conceito SDN (Software Defined Network).

Dentro desta cifra bilionária está o investimento da sua empresa, e sabemos que todo capital aplicado a TI precisa ser assertivo, afinal recursos destinados erroneamente implicarão em prejuízo direto ou indireto para todo o negócio.

Disto isto, o desafio é planejar o caminho que sua infraestrutura de rede tomará em perfeito acordo com o andamento do negócio de sua empresa e de seus clientes, vencendo uma batalha pelo mapeamento coordenado de tudo isso. E agora, quem poderá ajudar? O super-herói deste cenário: o provedor de tecnologia, que usará a armadura do IT Roadmapping para lutar contra os perigos de projetos inadequados e chegar à vitória com investimentos certeiros.

Um bom roadmap possibilitará fazer dos investimentos em infraestrutura de TI e definir ações que tragam valor adicional à sua empresa. Sem ele, servidores, switches, roteadores, cabos, computadores, telefonia e muitos outros itens afins poderão resultar em um gasto isolado que somará peças sem garantir o perfeito funcionamento da engrenagem.

O provedor de tecnologia especializado saberá cuidar do seu legado, otimizando o que for possível em adequação com novos investimentos, a ponto de construir integração de tecnologias satisfatória para os objetivos específicos do seu negócio.

Maior produtividade, economia, processos mais eficientes, um cotidiano funcional, organizado e de alto desempenho. Este é o mundo dos sonhos da infraestrutura de TIC, e um bom IT Roadmapping é o segredo para alcança-lo.

Este bom IT Roadmapping trará, sem dúvida, a atenção ao inventário atualizado de todo seu ambiente de TI, verificação da necessidade de atualização de equipamentos e sistemas, identificação de possíveis gargalos e vulnerabilidades, bem como dos riscos que possam trazer à performance de trabalho e vendas, em um trabalho permeado por atuação preventiva, que projetará cenários de demandas e crises ao invés de fazê-lo correr atrás para solucioná-los.

Um trabalho minucioso que requer expertise. Quer um bom conselho? Inclua o IT Roadmapping especializado em seus planos de investimento. Sua infraestrutura de TIC sairá bem alinhada, seu negócio, beneficiado, e você, tranquilo.

 

Copa do Mundo no Brasil: como garantir a produtividade da equipe?

Grupo Binário

Grupo Binário

O clima já é de contagem regressiva! No próximo dia 12, o Brasil e o mundo estarão com todas as atenções voltadas para um dos maiores (se não o maior) eventos: a Copa do Mundo. E essa edição do evento tem um “gostinho” especial para os amantes do esporte: é a Copa do Mundo no país do futebol.

Porém, nem tudo é alegria e nem toda preocupação se refere aos resultados em “campo”. Com o evento, as empresas precisarão se preparar para “driblar” os problemas de produtividade e motivação da equipe durante os jogos do mundial.

Segundo especialistas, as áreas que mais sofrerão impactos do evento no Brasil serão as Indústrias, que terão que enfrentar a queda na produção nos dias e horários de jogos; e o Comércio, devido ao baixo movimento durante as partidas.

Entretanto, todas as companhias, inclusive, as que atuam no mercado de Tecnologia da Informação – área que registrou expectativas otimistas em um estudo recente da IDC, encomendado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES),  faturando US$ 61,6 bilhões em 2013 – poderão sofrer com a possível falta de foco dos funcionários durante o mundial.

Diante desse cenário, o gestor precisará responder a seguinte questão: como aproveitar positivamente esse clima de Copa do Mundo e manter a produtividade e motivação dos funcionários?

Para os especialistas, este é o momento das companhias criarem ações para motivar os funcionários e integrar a equipe. Veja algumas dicas que podem ajudar:

– Primeiro passo é mapear as oportunidades e possíveis problemas no período: faça uma pesquisa para saber quais são os interesses e as expectativas dos funcionários. Com o levantamento em mãos, a empresa deverá definir a estrutura de operação e as ações para os dias dos jogos;

– Estabelecer metas e compensações é uma alternativa: essas medidas criam um ambiente competitivo e desafiador, que ajudam a motivar a equipe. Em alguns setores é possível gerar inclusive um aumento nas vendas;

– Para os setores que não poderão interromper suas atividades durante os jogos, a recomendação é fazer com que os funcionários não se sintam prejudicados. Nesse caso, a empresa pode estabelecer, além da escala de folgas, ações temáticas, como sorteios de brindes e “bolões”, que contribuem para deixar o ambiente de trabalho mais agradável e descontraído;

– Incentive a união entre os colaboradores nos dias dos jogos e ofereça uma estrutura: enfeite o ambiente, disponibilize TVs, ofereça comida e bebida. Se possível, uniformize os colaboradores nos dias de jogos do Brasil ou os motive a usar roupas que remetam às cores da bandeira;

– Dica mais importe: Participe! A maior parte dessas ações não terá um bom retorno se o gestor não estiver junto. Além disso, não terão sentido algum se nos outros dias do ano o ambiente de trabalho for completamente diferente do espírito esportivo e do espírito de integração vividos durante o mundial.

Sendo assim, vimos que com um bom planejamento e criatividade, é possível manter a equipe comprometida durante a Copa do Mundo. Aproveite este clima para fazer diferente, sem deixar de ser líder. Com certeza, sua equipe irá reconhecê-lo por isso.

Fontes:

http://bit.ly/1nMA9dv

http://bit.ly/1h6tZ4X

http://bit.ly/1kIcJhu