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Tsunami de dados desafia infraestrutura e segurança

Marco Wasser é Gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

Marco Wasser é Gerente de Soluções de Data Center do Grupo Binário

O boom dos dados, potencializado pelo Big Data, BYOD, IoT, wearables, vai transformar o mercado corporativo. Começando pelo data center. Será necessário ter capacidade e gerenciamento preditivo para suportar a grande leva de informações circulando pelas empresas, que chegarão cada vez mais das mais diversas fontes: colaboradores, clientes, prospects, parceiros, fornecedores.

Só com o BYOD, inúmeros novos dispositivos invadem as redes das empresas. São smartphones, tablets, notebooks garantindo mais produtividade aos funcionários, mas também abrindo portas para a geração de dados em qualquer lugar, a qualquer tempo, o que amplia consideravelmente a gama de informações com que sistemas e a rede precisam trabalhar. Haja estrutura para suportar tanto tráfego.

A Internet das Coisas e os wearables, nem se fale: são novos ativos remotos conectados, fornecendo um fluxo enorme de dados que precisam ser suportados e geridos.

É preciso pensar na arquitetura infraestrutural que este Big Data empresarial vai precisar. Gerenciar todo o ambiente de equipamentos, o volume massivo de dados, centralizando e monitorando conteúdos e atividades não é tarefa fácil. Para não mencionar a necessidade de garantia destes materiais: pensar em backup de tantas informações é também um desafio.

Entram em cena questões de governança, largura de banda, capacidade de armazenamento, segurança. É preciso pensar em tudo para garantir um ambiente corporativo saudável e produtivo.

Nos data centers, será preciso dimensionar os links de WAN para a largura de banda necessária para o alto tráfego. O poder de processamento será testado, e é preciso atender às exigências à altura.

Como fazer isso? Com gestão. Gerir o armazenamento e processamento é a chave para garantir o funcionamento dos diversos devices, sistemas, aplicações e informações sem causar impacto negativo na infraestrutura. Servidores, switches, toda a estrutura de storage estará em pleno desafio.

E quando se trata de data center, não se pode deixar de considerar o ambiente. Links, storage, segurança e ativos são importantes, mas também são fundamentais as características ambientais do data center, salas de servidores, salas técnicas – um aspecto crucial para manter o ambiente ativo e disponível. Energia, climatização, segurança de acesso e contra incêndio precisam estar nos planos de investimento e nos checklists de toda empresa que depende dos dados, da informação digital venha ela de onde vier.

A segurança, é claro, é item indispensável na estratégia para enfrentar a explosão de dados de forma construtiva. Digitalização e automação são muito importantes e muito boas para a empresa, mas isso precisa estar ligado a uma política sólida de segurança da informação, ou os riscos de vazamento e invasão serão ampliados.

E um ponto principal disso tudo, que não pode ser negligenciado, é o próprio dado. A informação gerada é valiosa para a companhia, e deve ser aproveitada. Empregar tecnologias de análise e triagem deste imenso volume de dados é imprescindível para oportunizar o uso inteligente dos conteúdos, que poderão ser muito úteis para pautar estratégias de venda, atendimento, colaboração interna, crescimento, entre outras.

O Big Data nascido da implantação de tantos dispositivos no cotidiano corporativo ampliará de maneira drástica a complexidade dos ambientes de negócio. Fato. Nunca antes se viu tantos dispositivos em uso, nem tanta informação corrente. É um universo com o qual é preciso saber lidar, mas se o cenário é desafiador, é também oportuno. Saber utilizar e gerenciar este tsunami de dados é indicador de sucesso para a estratégia empresarial. Vale ficar atento.

Fontes

http://goo.gl/iKVTXf

https://goo.gl/IAHlfc

http://goo.gl/1mYjda

Chegou a hora do Big Data/Analytics. Logo, invista em infraestrutura e segurança.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas da B.U Segurança do Grupo Binário

Ninguém que fale em transformação digital pode ignorar o advento da mobilidade como um dos fatores que desencadeou muitas das grandes mudanças a que estamos assistindo. Desde que conseguimos levar nosso trabalho e nossos dados para praticamente qualquer lugar, novas possibilidades foram surgindo. Computação em nuvem, movimentos como BYOD, a interação das redes sociais, BI, tendências, novas ferramentas e inúmeras outras soluções vêm mudando não só a vida pessoal no dia a dia, mas também o mundo dos negócios. E, para muitos especialistas, este cenário desenhou “a hora” de Big Data/Analytics, em muito graças à Internet das Coisas (ou IoT, da sigla em inglês para Internet of Things).

Há pelo menos dois anos se fala na Internet das Coisas, para muitos, uma grande revolução. Ela trata, basicamente, da integração entre diferentes dispositivos a partir de sensores conectados a hardware e software com grande capacidade de processamento e de armazenamento. Essas “coisas” (uma infinidade de dispositivos e equipamentos como relógios, roupas, carros, eletrodomésticos, casas, etc.) geram dados, se comunicam. Assim, todas as luzes ou o sistema de segurança de uma casa podem ser monitorados à distância, por exemplo. Um refrigerador “inteligente” pode mostrar, na tela da porta, quais os itens que estão em falta – pode até mesmo gerar uma lista de compras baseado no que a família consome habitualmente.

Num cenário que é cada vez mais complexo, com um volume e um fluxo de dados cada vez maiores, equipes e lideranças de TI buscam novos processos e soluções a implementar – com a pressão de sempre manter as operações em funcionamento. A tecnologia segue sua evolução, constante e ininterrupta, criando sempre mais possibilidades. Aos executivos cabe pensar em como utilizar as novidades na área de TI alinhando as tendências tecnológicas de maneira a atender as demandas e estratégias de negócios das suas empresas.

A IoT promete aplicações praticamente infinitas, mas traz um grande desafio: há que se ter tecnologia de sistemas e ambientes de infraestrutura tecnológica preparados para suportar o crescimento contínuo desse mundo da mobilidade, para que os dados gerados por bilhões de dispositivos possam ser transmitidos via conexões seguras e com confiabilidade – assim, a infraestrutura e a segurança são fundamentais, sempre – a fim de serem analisados e interpretados, de modo a se transformarem em informação útil e valioso.

Estima-se que os dados digitais cresçam cerca de 150% ao ano – e esta “abundância de dados” é o detalhe para que muitos analistas digam que chegou a hora de Big Data/Analytics. Graças à IoT. Como? Se considerarmos que a maior parte destes dados não é estruturada, veremos que não é fácil tê-los integrados nas bases de dados relacionais que as organizações usam. Já os dados gerados pelas “coisas” são estruturados, ou seja, não é necessário criar novos softwares ou aplicações para estes dados, pois os sensores que os emitem têm um layout definido. Então eles podem ser incorporados com mais rapidez às bases de dados que temos. E a criação de novos algoritmos que transformem os dados desestruturados em informações úteis que possam ser ligadas à inteligência dos negócios se torna mais eficaz. O resultado? O uso pleno destes dados, em tempo real ou num tempo que se aplique à eficiência dos negócios.

As aplicações, cada vez mais, serão desenvolvidas e programadas para trabalhar com um gigantesco e contínuo fluxo de dados, que precisarão ser processados. Pense em adotar soluções e ferramentas de Big Data e Analytics: a Internet das Coisas dará o impulso necessário para que estes movimentos ganhem força e se estabeleçam. Mas também pense, e muito bem, na infraestrutura para isso tudo. Sistemas precisam de uma infraestrutura sólida para rodar com bom desempenho, logo, investir em armazenamento e redes seguros, robustos e confiáveis é o caminho para o sucesso.

Parece óbvio, já que os dados só têm importância se podem ser transformados em informações de valor, ou seja, úteis. Internet das Coisas e Big Data significam volumes avassaladores de dados em um formato conhecido oferecendo informações de qualidade (Analytics) no tempo certo – de acordo com as demandas do negócio. Sem, é claro, esquecer da segurança. E o seu negócio já está preparado?

Armazenamento de dados: o foco é ajudar a crescer e proteger o seu negócio

Marco Wasser é gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

Marco Wasser é gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

A TI vem passando por uma série de transformações que vão modificando as regras do jogo. Organizações como IDC e Gartner e muitos CEOs e CIOs apostam em 2016 como o ano da “nova TI”. Este movimento se dá em função da integração de ambientes e aplicações em nuvem, somada a tecnologias como redes definidas por software. E para que as empresas continuem a ser competitivas, será preciso transformar também a maneira de aproximar a TI e as áreas de negócio.

As companhias seguem buscando modernizar sua eficiência procurando as soluções mais robustas e resilientes para manter sistemas críticos rodando 24×7. Isso muda também o ambiente de data center, cada vez mais perto do que se chama infraestrutura de TI invisível: aquela que roda integrada em segundo plano, e só se faz notar quando a operação é interrompida.

A arquitetura web-scale, cada vez mais presente pelo crescimento das práticas DevOps e dos serviços baseados em software, também amplia as ofertas de infraestrutura ao alcance das empresas, independente do porte. Afinal, todo mundo quer os benefícios de uma rede escalável e configurável que seja capaz de evoluir junto com as demandas do negócio, integrando novos modelos e novas formas de atuar.

Mas sabemos que a construção e a manutenção de um data center pode ser um investimento muito alto para pequenas e médias companhias. Sabemos também que, por mais que todos os aspectos do negócio sejam importantes, o setor mais crítico para suportar o crescimento é o de TI. Afinal, todo negócio tem dados, operações e sistemas que precisa manter seguros e em funcionamento, e por isso é tão fundamental manter o data center como assunto principal, pois uma infraestrutura correta é o que mantém tudo rodando, tudo no ar. Assim, a escolha do data center impacta diretamente no crescimento dos negócios.

Crescimento este que promete ser voluptuoso: de acordo com o IDC, entre 2013 e 2020 o universo digital vai crescer de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões. Atualizar servidores e racks, repensar a infraestrutura com base nas novas soluções, será mandatório.

Novas soluções como a cloud computing. Alguns anos atrás, temia-se que a nuvem poderia ‘matar’ os data centers, mas o tempo mostrou que eles se complementam e precisam trabalhar juntos para tudo funcionar como se espera: com segurança, confiabilidade, desempenho, aplicações, agilidade. E essa tendência vai atravessar os próximos anos.

Data center próprio, terceirizado, cloud computing, SDN… As opções são muitas, e o importante é que estejam no centro das decisões de TI e de negócio. Esta é a melhor forma de assegurar o bom funcionamento e a continuidade das operações, garantindo produtividade e competitividade.

As empresas ainda hesitam sobre Big Data. Elas têm razão?

Angelo Dias é gerente de contas do Grupo Binário

Angelo Dias é gerente de contas do Grupo Binário

É fato: a grande maioria das empresas querem tirar proveito das informações dos clientes. Segundo a 6ª Pesquisa Anual de QI Digital da PwC, 72% dos empresários e líderes de TI demonstram interesse na coleta e análise dos dados dos consumidores para fomentar suas estratégias de negócio. Por outro lado, apenas 44% tomam uma atitude sobre Big Data.

Mas por que o conceito ainda é visto com precaução pelos executivos? Levando em conta o momento atual da economia, toda e qualquer ferramenta que impulsione as vendas deve ser vista com bons olhos. E olha que existem muitos dados dando sopa por aí: websites, e-mail, redes sociais, celular, atendimento ao consumidor, armazéns de dados (data warehouses) e outros.

A enorme quantidade de informações é o grande desafio. Administrar de forma inteligente esta gama de possibilidades requer planejamento e muito trabalho. Muitos destes dados são desestruturados e a tendência é que esse número aumente, fora o fato de que as plataformas onde podem ser colhidos estes dados também estão cada vez mais diversificadas.

Para que as empresas consigam aproveitar os benefícios, algumas medidas devem ser tomadas. A primeira delas é a automação dos ambientes de marketing, com dados sendo consumidos em tempo real. Quanto mais canais e pontos de contato, maior será o volume de informações, ampliando possibilidades e construindo um conjunto cada vez mais completo de alternativas.

Além disso, investimentos em estrutura são fundamentais, pois estes dados ocupam espaço. O modo como as empresas podem resolver este empecilho também é diversificada, já que hoje podemos contratar estruturas, adquirir data center ou até mesmo armazenar na nuvem.

Ser ágil e tomar decisões rápidas soa bem aos nossos ouvidos, mas velocidade muitas vezes não combina com eficiência. Muitas vezes, os dados podem levantar mais perguntas do que dar respostas, e há sempre uma questão, um porque, por atrás das tendências de dados quantitativos. As análises incompletas das informações podem levar a falsos resultados e, quanto maior o volume da amostragem, mais difícil será achar algo aproveitável, valioso.

Tomando alguns cuidados e realizando um planejamento adequado, a vantagem competitiva em relação aos concorrentes é imensa. Ter embasamento para poder mudar uma estratégia de vendas rapidamente, formular uma promoção ou trocar produto foco é um diferencial. Lembre-se: garantir uma experiência completa e personalizada, fideliza os clientes.

Fontes:

http://goo.gl/ZiZcVt
http://goo.gl/CyZU7a
http://goo.gl/l2JXjU

É preciso inserir o Big Data na cultura organizacional

João Ledo, Gerente de Contas do Grupo Binário.

João Ledo, Gerente de Contas do Grupo Binário.

Já dissemos aqui no blog que 2015 será marcado por um crescente número de empresas brasileiras que estão adotando a cultura do Big Data em suas rotinas. E por mais simples e comentado que pareça o conceito – coletar dados e mais dados a partir do maior número de fontes possíveis –, é importante tê-lo em pauta constante, pois gera esclarecimento, o que fará com que mais e mais profissionais o adotem.

Por que esta preocupação? Porque a peça-chave para o sucesso de uma estratégia de Big Data são os profissionais responsáveis por realizar a análise das informações geradas, juntamente com a incorporação dessa mudança no mindset do negócio.

Então, em um cenário brasileiro de adoção gradual e ambientação corporativa ao Big Data, o diferencial será cada vez mais a sincronia e a dinâmica com que as corporações atuarão na tradução dos chamados insights em resultados reais, liquidez e valor real para o negócio.

O Gartner aponta que a demanda por profissionais orientados a projetos de Big Data – olha eles aí de novo – criará 4,4 milhões de postos de trabalho ainda em 2015, em todo mundo. Segundo a consultoria, a exigência destas vagas é bastante alta e a qualificação é imprescindível.

Iniciativas de Big Data são desenvolvidas para que gerem receitas ou reduções significativas de custos e, para isso, é necessário uma visão estratégica aliada ao conhecimento, experiência e ao feeling dos líderes que tomarão decisões em tempo real, logicamente, baseadas na interpretação dos dados coletados.

O conceito transformado em tecnologia e aplicado a uma bem pensada estratégia proporciona respostas a questionamentos que nem foram feitos, demandando ainda mais a capacitação e visão, para que o planejamento possa ser ajustado e, assim, gerar melhores resultados.

As organizações que estimulam a análise de dados em sua cultura precisam entender que os funcionários também devem estar envolvidos no processo e motivados na busca por soluções. Acesso – com responsabilidade – aos dados disponíveis, investimento em treinamento e a manutenção de um equilíbrio nas ações, são fundamentais para que os resultados sejam impulsionados.

Uma receita permeada de ingredientes que constroem a inovação tida como chave para o sucesso no mercado de TIC atual.

Conhecimento mais criatividade na abordagem das informações é igual a uma empresa apta a fazer a diferença com o uso dos dados. E, com isso, estimular o potencial de seus funcionários, estratégias e, é claro, vendas e clientes.

Fontes:

http://goo.gl/n86Jz7
http://goo.gl/WKLkGC
http://goo.gl/mIDaOi
http://goo.gl/K3RdtA
http://goo.gl/ZY9DDU

Big Data Analytics ganha corpo no Brasil. Vai ficar de fora?

Hélio Noronha, gerente Comercial do Grupo Binário.

Hélio Noronha, gerente Comercial do Grupo Binário.

Embora o conceito de Big Data Analytics ainda engatinhe no Brasil, com poucas empresas adeptas de estratégias consolidadas no assunto, um estudo da Frost & Sullivan provou esta semana que esta realidade está mudando.

O relatório Strategic Analysis of the Brazilian Companies Investments in ICT, feito com 313 empresas de diversos estados, demonstra que ainda este ano mais de 34% das corporações do país investirão, ainda que inicialmente, nesta tecnologia.

Conforme os especialistas da F&S, as companhias revelam cada vez mais interesse na adoção de Big Data Analytics e outras tecnologias que há pouco atraíam menos empresas, como cloud computing, mobilidade e serviços de telecom.

Entretanto, é importante ressaltar que o quadro é futurista. Tudo deve andar a partir deste ano, com incremento de usuários de Big Data Analytics até dezembro próximo, mas, por ora, somente 10% dos empresários entrevistados pela consultoria dizem utilizar a tecnologia ou ter iniciado uma estratégia para adotá-la.

Em contrapartida, os adeptos à computação em nuvem só fazem crescer – inclusive, estas soluções ficaram à frente do Big Data Analytics no quesito “prioridade dos CIOs” do estudo.

Em muito, a demora na aceitação da nova tecnologia depende, segundo os consultores da F&S, à falta de compreensão sobre o tema. Para muitos, Big Data ainda é um termo difuso, que se confunde com BI ou CRM (já abordamos as diferenças entre estes tipos de software em post aqui do blog, confira). Além disso, os fornecedores da tecnologia, na busca por diferenciais e approaches competitivos, assumem discursos diversos sobre o conceito, dificultando o entendimento do mesmo.

Some-se a isso que a mão de obra especializada nesta área é escassa e talvez tenhamos um quociente que explique porque 35% dos ouvidos pela Frost&Sullivan disseram não ter a menor intenção de aderir ao Big Data antes de 2018.

Se você estiver neste grupo, é bom atentar para o fato de que ficar de fora do Big Data, ou da vertente Analytics, pode coloca-lo em posição confortável momentânea, já que obedece às estratégias e roadmaps de TIC que você já tem planejados, mas no futuro próximo pode deixa-lo atrás da concorrência.

Isto porque – e aqui não estou contando novidade alguma – o mercado torna-se a cada dia mais competitivo e a cada nova onda tecnológica, mais equipado na acirrada disputa por resultados, seja para sua empresa ou, principalmente, para seus clientes.

Surfar na onda do Big Data trará um arsenal de dados que, se aliado a soluções bem escolhidas, filtrará conteúdos que maximizarão a tomada de decisões nas áreas mais estratégicas de seu negócio. No mundo do “tudo para ontem”, análises em tempo real cairão muito bem, certo?

Se você ainda não começou a pensar nisso, comece. Estude o mercado, avalie as soluções e fornecedores adequados a seu perfil, porte, segmento e orçamento, e não esqueça de dar uma boa olhada nos usuários destas tecnologias. Pesquisar experiências de uso e resultados trazidos pode ser o melhor guia para sua decisão de quando, como e em que ferramenta de Big Data investir.

Tome seu tempo, não é necessário se afobar e sair por aí comprando um conceito porque a consultoria diz que ele está em crescimento. Mas é preciso, sim, notar que se os analistas de mercado indicam isso, é porque há um movimento acontecendo, e que acompanha-lo da forma mais adequada a sua realidade será a melhor maneira de manter seu negócio atualizado, inovador e saudavelmente competitivo.

Fontes:

http://goo.gl/8eTqUi

http://goo.gl/5WaBe0

http://goo.gl/s68M7L

Pense, planeje e invista bem em TIC

Martha Leite é gerente de negócios do Grupo Binário.

Martha Leite é gerente de negócios do Grupo Binário.

A empresa é muito pequena, ainda. Ou já é grande o suficiente. Ou é média, está em expansão e o momento é de aguardar. Há sempre um questionamento a ser feito, um ponto (ou muitos) a ser analisado na decisão por investir em TIC. Sendo assim, decidi fazer uma análise hoje que pode ajuda-lo a pensar no melhor momento para fazer estes investimentos aí na sua companhia. Para isso, vou me embasar em experiência própria, avaliação do mercado e visões de especialistas. Vamos lá.

Há pouco tempo, ouvi de especialistas ligados a uma das maiores associações de empresas de TIC do país que a decisão pela hora certa de investir em tecnologia deve levar em conta três pontos: os objetivos dos gestores do negócio, o nível de amadurecimento organizacional da empresa e as exigências do mercado.

Concordo. Vamos avaliar o primeiro quesito. Quais são as suas metas para a empresa – quer mais produtividade, resultados e economia, com certeza, mas já pensou nas formas para conquistar isso tudo?

A tecnologia é um meio certeiro para chegar a estes fins, sim, mas pense bem por qual via você pretende trafegar. Abra o leque de opções tecnológicas que o cenário atual oferece e analise as que melhor se encaixam aos seus objetivos corporativos.

Se você quer mais processamento, capacidade de hospedagem e espaço físico livre, a virtualização e a cloud computing estão à sua disposição. Se o incremento das suas vendas está freado por falta de assertividade no público, timing e formato de oferta, entre outras tantas variáveis deste item, boas alternativas serão softwares de Business Inteligence (BI), Business Analytics (BA), Customer Relationship Manager (CRM) e o Big Data (estude-o e verá que se trata de muito mais do que um conceito, e que há dentro dele muitas opções cabíveis e não cabíveis a cada momento da sua companhia).

Vamos ao segundo ponto, amadurecimento organizacional. Administração pura. Liderança, planejamento, responsabilidades, definição de metas e processos.

Como está este quadro na sua empresa? Se a sua resposta for vaga, provavelmente seu negócio ainda esteja no caminho do amadurecimento, e neste sentido o investimento em tecnologia precisa ser muito bem pensado, pois há soluções que poderão auxiliá-lo neste crescimento e outras cuja adoção seria pré-matura para o atual cenário corporativo. Por exemplo: se hoje você tem processos muito redondinhos na matriz, mas as filiais têm gestão desintegrada, cada uma utilizando um sistema, padrões e procedimentos diferentes, então um ERP poderá ser uma boa solução.

Há softwares deste tipo disponíveis no mercado para todos os portes e segmentos de negócio. Desde que compatível com o seu, podem ser uma mão na roda na hora de padronizar ações, unificar sistemas, congregar documentações e informações, expandindo o controle geral.

Por outro lado, se a empresa é pequena, com poucos funcionários, e está se virando muito bem com os sistemas básicos, não é o momento de investir em um software robusto, de ROI longo, que poderá trazer a sensação de custar mais do que entregar num primeiro momento.

Vai de você avaliar o estágio de amadurecimento da sua organização. E este é um dos pontos mais críticos no momento de decidir pelo investimento em TIC.

Terceiro ponto, exigências do mercado. Deixei este por último pois não vejo como leva-lo em conta sem antes passar bem detalhadamente pelos outros dois. Afinal, é muito importante considerar as demandas e movimentos do mercado, mas essencial olhar para dentro de casa e saber o que está e o que não está pronto para atender as primeiras e seguir os segundos.

Quanto às demandas, o que cabe é estudar seu cliente, seu público alvo, e não partir para a oferta até que ajuste todos os ponteiros do seu negócio para faze-la corretamente e, especialmente, cumpri-la em todos os quesitos. Nada pior do que um fornecedor que promete e não entrega.

Sobre os movimentos, as tendências de mercado, muita calma. Não é porque todo mundo está falando na famosa transformação digital que você precisa sair correndo para ter todos os conceitos divulgados pelo último relatório do Gartner aí dentro da sua companhia. Esta transformação existe, sim, é muito importante e pareada por diversas tecnologias – muitas delas já citadas aqui neste post, como Cloud Computing e Big Data.

Entretanto, o mais relevante dela é a busca por alinhamento da TI aos negócios, por estreitamento entre estas áreas a ponto de torna-las intrínsecas uma a outra.

Pense nisso, direcione seus esforços para isso. Como a TI que você fornece pode ser aliada direta do negócio – gestão, venda, resultados, dinheiro em caixa – do seu cliente? Ou como a TI que você usa pode se aliar desta forma ao seu negócio? Se não se alia, o que comprar para chegar neste objetivo?

Outro especialista da área, o analista da consultoria Oliver Wyman, Andre Galesi, afirma que o “custo do dinheiro” no Brasil é muito acima da média mundial, e que a tecnologia precisa trabalhar para reduzir isso nas empresas. É um ponto de vista muito interessante, que vem bem a calhar com tudo o que estamos falando aqui. Ao pensar em investir em TIC, avalie que a hora certa será quando a solução ou serviço em questão virá para otimizar seus processos, permitindo fazer mais com menos custo, usar melhor os recursos que virão e os que já existem de forma inteligente e potencializada. Potencializar não é necessariamente economizar no investimento, mas com certeza o será no uso das soluções investidas.

Antes de investir, avalie para que lugar de seu negócio ou do negócio de seus clientes se destinará cada real destinado à tecnologia. Inovação é muito importante, e você precisa participar dela. Apenas, saiba que isso não significa pular na onda e sair surfando, vá com cautela, analise todos os pontos e decida bem embasado. Se achar melhor, há profissionais especializados para orientá-lo no planejamento e na decisão – que, quando tomada com todo este critério, certamente será assertiva.

Fontes:
http://goo.gl/FVqq8n
http://goo.gl/0NBnC6

IoT: uma tendência, muitas possibilidades

Renata Natali é do suporte de pré-vendas do Grupo Binário

Renata Natali é do suporte de pré-vendas do Grupo Binário

Acabam de sair as previsões da IDC sobre o mercado de Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) para os próximos anos. De acordo com o levantamento, até 2020 cerca de 90% de todos os dados de IoT serão hospedados em nuvem, em três anos 50% das redes de TI estarão no limite da capacidade para interagir com aplicações e dispositivos de IoT e o conceito se alastrará para aplicações em todas as indústrias, indo muito além dos transportes, mercado residencial e cidades inteligentes em que é focado hoje.

Porém, nem tudo são flores: já a partir do ano que vem a tendência começará a dar dor de cabeça, diz o IDC, já que poderá responder por falhas de segurança em 90% das redes de TIC de todo o mundo até o fim de 2016.

Ou seja, será reforçada a necessidade de proteger dispositivos e redes, pois a conexão cada vez mais ampla e constante à Internet significa, diretamente, abertura de novas portas para ameaças cibernéticas. Dados e estruturas antes particionados serão convergentes na nuvem, e cuidar da informação estratégica da empresa será cada vez mais crítico e urgente.

Por outro lado, boa notícia: os meios de proteção também se intensificam, facilitando o trabalho da TI. Hoje, as soluções de segurança de identidade, autenticação, gerenciamento de risco e acesso, proteção de pagamentos e outras já são abundantes. Nos próximos anos, certamente aumentarão, segundo a IDC.

Outra boa nova da Internet das coisas é que ela trará consigo um novo ciclo de mercado, gerando novos modelos de negócio que, se bem utilizados, poderão gerar várias oportunidades de competitividade às empresas que aproveitarem o filão.

Relembrando análise do economista Michael Porter, nos últimos 50 anos a tecnologia passou por duas grande ondas: a que trouxe a automação de processos, nos anos 60-70, e, pouco depois, a da Internet. Naturalmente, a evolução da Internet sugere uma terceira onda, e a IoT surfa nela bem à vontade.

Para aproveitar as oportunidades, será preciso entrar nos novos modelo de interação com o consumidor (pense bem, agora até a geladeira dele está conectada), pensar em formas de abastecer todos os dispositivos possíveis e imagináveis com recursos informativos, comerciais e analíticos.

É a era dos produtos inteligentes. Dos eletrodomésticos que interagem com o usuário. Dos wearables que invadem casas e empresas, facilitando a vida e inflando o lote de devices à disposição.

Ter acesso a este universo, entender como utilizá-lo e aproveitar as informações que ele traz, analiticamente, permite antecipar tendências e gerar produtos e serviços para atende-las – leia-se mais vendas. Permite prever possíveis problemas e munir o consumidor de soluções. Leia-se satisfação do cliente. Permite interagir com o usuário cada vez mais, entender o que precisa e vender a ele, entender como usa o que compra e acompanhar sua experiência com o produto. Leia-se fidelização.

A IoT vem para mudar cidades inteiras. Não é à toa que já em 2014 as chamadas Smart Cities são um mercado em franca expansão para a Internet das Coisas, que se aplica a dispositivos de monitoramento urbano à iluminação pública, da regulação do tráfego à segurança, da interação entre órgãos administrativos e o público atendido a coleta de dados e ações sobre ar, água, solo, população etc.

O mercado gerado é vasto. As oportunidades, idem. As informações sobre o tema, gerando Big Data Internet e mercado a fora, também. Vale como dica de ouro para encerrar suas reflexões de 2014: sua empresa está atenta às novidades e chances que esta tendência traz? Antene-se agora e feliz 2015 (e 16, 17, 18…).

Fontes:

http://goo.gl/v0WS9Y
http://goo.gl/KMFWzV
http://goo.gl/O3tQS6
http://goo.gl/Pkf9wh

Big Data, CRM e BI: o que é o quê?

Edson Cardoso é gerente de pré-vendas do Grupo Binário

Edson Cardoso é gerente de pré-vendas do Grupo Binário

O mercado de Big Data movimentará cerca de R$ 47 bilhões em 2018, conforme estudo da Bain & Company. Tal explosão será motivada principalmente pela crescente percepção dos executivos quanto ao potencial trazido por ferramentas desta linha como, por exemplo, a capacidade de garantir tomadas de decisões até cinco vezes mais rápidas.

Mesmo assim, ainda há muitas dúvidas rondando o universo Big Data. Algumas delas, a confusão deste tipo de solução com outras a que o mercado já está habituado, como o BI e o CRM.

Em primeiro lugar, o CRM é um tipo de software para análise do comportamento e relacionamento com clientes. Por meio dessa ferramenta, é possível receber informações, conhecer dúvidas, fornecer respostas, criando um banco de dados que permite conhecer o perfil do público atendido, com a possibilidade de fazê-lo por regiões de atuação, ramo de vendas, horários de frequência e compra, entre muitos outros.

O Big Data, por sua vez é bem mais abrangente do que isso. Esta tecnologia engloba ferramentas que permitem interagir e coletar dados coletados das mais diversas fontes como do próprio CRM, do sistema de banco de dados, de softwares de gestão financeiros e de RH, até mesmo de redes sociais. É você quem define que dados quer colher, sobre quem ou qual área e, principalmente, que análises deseja para nortear suas principais decisões.

Ou seja, o Big Data não invalida o CRM. Na verdade, o melhor dos mundos conjuga estas ferramentas e, se o porte e a capacidade de investimento da empresa justificar, a aquisição e integração de ambas é muito válida. Com isso, a compreensão do consumidor e estará aliada ao entendimento dos fornecedores e dos mais diversos dados internos do negócio, possibilitando ações assertivas e decisões ágeis que se convertam em novas oportunidades, além de reduzir a possibilidade de impactos negativos no contato com o cliente.

No caso do BI, a diferença mais básica reside em que o BI geralmente entrega análise de informações passadas, que são extraídas do local de origem, analisadas e entregues em dashboards para que profissionais as interpretem e tomem suas decisões.

Já o Big Data vai além, com recursos que permitem, com a própria tecnologia, interpretar cenários e fazer projeções. Assim, será mais fácil antecipar possíveis oportunidades, comportamentos e problemas, o que torna a vida corporativa bastante mais fácil.

Uma boa dica para facilitar a diferenciação do Big Data de outras soluções potencialmente similares é avaliar os famosos 5 Vs. Para que seja considerado Big Data é necessário ter uma resposta positiva para os Vs.

Conte o Volume de dados analisado (se for enorme, é Big Data), a Variedade das informações (se vierem de diversas fontes, enriquecidas com variações analíticas das operações, também é), Velocidade de análise e entrega (porque o Big Data avalia, além de dados parados em cadastros e tabelas, aqueles em movimento, como os das redes sociais e ferramentas interativas), Veracidade do conteúdo colhido e analisado (confiança é uma palavra chave) e o Valor (porque a análise tem que refletir em geração de oportunidades, retenção de clientes, mais produtividade e eficiência operacional, entre outros benefícios, ou então não tem sentido).

Se reunir estes 5 Vs, é Big Data. É claro que alguns deles transitam também pelo CRM e pelo BI, e é por isso que se recomenda, sempre que possível, a convivência integrada das soluções. Afinal, inovar e se alinhar às tendências mais atuais e assertivas da TIC não precisa significar perder os investimentos legados.

Fontes:

http://goo.gl/nVAfKY

http://goo.gl/eLBYnB

http://goo.gl/QFR8SW

O consumidor mudou, a TIC ajudou, e você, já se adaptou?

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão - Data Center

Ailton Oliveira Neves é gerente Divisão – Data Center

Três tendências tecnológicas moldaram um novo modelo de consumo, ditado não apenas por quem compra, mas também e principalmente pelas interações realizadas por este consumidor. São elas: mobilidade, cloud computing e social media.

Como? Assim: estas três áreas possuem um ponto convergente, que é a colaboração entre os usuários. Não basta mais o consumidor pesquisar itens de seu interesse e comparar preços pela Internet, ele agora o faz pelo navegador do smartphone e dali mesmo já compartilha sua experiência nas redes sociais, colhendo informações sobre o produto ou serviço em questão, sobre o fabricante, o vendedor, a empresa de entregas e toda a cadeia que trará a mercadoria até ele.

É um mundo novo e para se manterem competitivas as empresas de TIC terão de entende-lo e se adaptar na velocidade da mais recente moda do Facebook – qual é ela mesmo? Ah, já passou.

Vamos começar pelo básico: o público não está mais só lá no lado dele, ele está aqui dentro da sua empresa, basta que ele acesse seu site ou visite sua página em alguma das redes. Sendo assim, o que ele vai encontrar? É importantíssimo cuidar da sua presença virtual, atentando para que o conteúdo de seu website seja claro e informativo, e o de suas redes sociais, contributivo e útil para o seu consumidor.

Colaborar com a boa informação do cliente tornou-se um atrativo. Fornecer dados e análises que o auxiliem não só em suas decisões de compra, mas em suas atividades profissionais e pessoais, é um novo apelo de venda e uma poderosa ferramenta para tornar seu negócio um referencial de mercado. E ser simpático também: tenha postagens convidativas, que atraiam seu público pelo visual, conteúdo e criatividade. Em rede social, chamar interação é melhor do que chamar atenção. #ficadica

Seu público alvo é comprador de TIC corporativa e não curte nem compartilha a ideia de navegar nas mídias sociais? Fale-me mais sobre as campanhas massivas feitas nestes meios por gigantes como Apple, Dell, IBM e SAS, sobre o fato de que dentre as empresas que usam rede social no Brasil, 63% são da área de informação ou comunicação (segundo estudo do CGI.br) e de que para 79% dos usuários de redes sociais da América Latina, posts de marcas ou de conhecidos sobre marcas e produtos são fator decisor de compra (dados da Oh! Panel).

Retomando a convergência das três forças do novo consumo, vamos envolver a cloud computing e outra tendência trend topic do momento, o Big Data, nas mídias sociais.

O Brasil é líder disparado no uso de redes sociais, com 84% de participação, e isso gera dados – muitos, muitos dados. Você pode monitorar estes canais para identificar preferências, comportamentos, incidentes, contatos, grupos de interesses, uma infinidade de coisas que, armazenadas e analisadas, serão úteis para planejar soluções e ofertas.

Armazenar, porém, é custoso, e para transformar este limão em uma lucrativa limonada a quantidade de empresas que migrarão suas infraestruturas de TI para a nuvem nos próximos três anos vai nada menos do que dobrar, como constata pesquisa da IBM com o instituto Economist Intelligence Unit.

Toquezinho em 140 caracteres: os mais rápidos na adoção da cloud computing terão vantagem na criação de produtos, de serviços e na captura de novos mercados, diz o estudo.

Muita gente já se deu conta disso, basta ver que dos 500 empresários ouvidos para o levantamento, 16% afirmam já investir em nuvem para inovar os negócios, ampliar a atuação para novos nichos de negócio ou se reinventar nos mercados em que já atuam. Outros 35% garantem que o farão até 2015.

A mobilidade, terceiro ingrediente da composição do novo consumidor, vem como a cobertura desse bolo todo. E como toda boa cobertura, é abundante: no Brasil, foram 272,72 milhões de acessos móveis no primeiro bimestre de 2014 (Anatel), dos consumidores entre 25 e 34 anos, 45% usam smartphones e, destes, 32% acessam a Internet mais no telefone do que no computador e 21% só acessam pelo celular (Google).

É mole? Seu produto, seu serviço, sua empresa, seu nome, sua marca estão o tempo todo sendo vistos, comparados e, se você fizer direitinho seu papel do lado do fornecedor para um novo modelo de consumo, comprados.

Aquela máxima do “foco no cliente” pode ser tradicional, mas não fica velha jamais. É ela que está na mesa novamente, determinando sua vantagem ou desvantagem competitiva. Seu cliente agora é um ser cheio de olhos, ouvidos e bocas, pois o que ele vê e ouve chega por muitas fontes e o que ele fala repercute em todas elas, mais os contatos de cada uma. É uma rede extensa demais para sua empresa ficar de fora, não é não?

Fontes:
http://goo.gl/LvSnu9
http://goo.gl/IVL9F8
http://goo.gl/9LxOOK