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Para atender bem, tecnologia

Douglas Alvarez, diretor Comercial da Unidade de Negócios Enterprise do Grupo Binário.

Douglas Alvarez, Diretor Comercial Enterprises do Grupo Binário.

A chamada Era do Cliente passa por uma transformação nas relações de consumo. Não é mais apenas venda e compra, oferta e entrega. Trata-se de um relacionamento muito mais profundo, pautado pela informação abundante e por um poder de decisão jamais experimentado pelo consumidor anteriormente. Ele agora vai à escolha de um produto ou serviço com embasamento e argumentação prontos, fruto dos muitos canais pelos quais pode se inteirar sobre o que procura, e precisa ser entendido e atendido de forma assertiva, ou nada feito.

Para bem atender a este consumidor 3.0, que antes de chegar à sua empresa já pesquisou sobre ela na Internet, já conferiu a opinião de outros a respeito e já a comparou com “N” outras, a tecnologia é a parte central, o que importa. O conceito omni-channel (integração do mundo físico, virtual, e o comprador) não vale apenas para o cliente, mas principalmente para o vendedor, e TI é a resposta para garantir o upgrade que esta relação precisa.

Para começar, infraestrutura. Nenhuma empresa conseguirá suportar uma proposta omni-channel se não possuir uma base de equipamentos e sistemas sólida e alinhada. Um data center bem estruturado garante aplicações rodando, sites no ar, canais abertos operantes para o cliente, pessoas trabalhando, atendendo, vendendo.
Sem infraestrutura é impossível pensar adiante. É nela que tudo se baseia e, portanto, investir em rede, armazenamento, processamento é fundamental.

Mas este não é o único aspecto da tecnologia a ser levado em conta. Há diversas aplicações que embasam fortemente um fornecedor omni-channel. Soluções de comunicação, por exemplo. Não dá para pensar em uma empresa conectada com seu cliente 3.0 sem uma boa base de telefonia, mensageria e outras ferramentas de contato. Cuidar do parque de equipamentos para esta área não é custo, mas sim investimento em melhoria da entrega ao consumidor e das próprias rotinas internas da empresa. Sem falar na produtividade e economia – modernas plataformas de Comunicações Unificadas e sistemas IP, por exemplo, reduzem gastos com ligações, reuniões e atendimento enormemente.

Mobilidade é outra tecnologia a ser considerada. A pesquisa Connected Life, feita com mais de 60 mil consumidores em 50 países, indica que 88% dos entrevistados no Brasil fazem buscas na Internet antes de efetuar uma compra, e 68% decidem na web o que comprarão off-line. Esse universo consumidor não está parado em frente a um computador, apenas. Ele está conectado em todos os lugares, na rua, no ônibus, no carro, no escritório, na beira da praia de férias. Toda empresa que quiser atender melhor na nova Era do Cliente precisa ser mobile, tem de investir em aplicações e dispositivos para estar presente em todas as plataformas. E, é claro, em gerenciamento deste parque de gadgets, sistemas e apps, pois sem uma gestão abrangente disso tudo, a falta de controle e segurança podem facilmente superar os benefícios.

Com o uso continuo de usuários online por conta da mobilidade, o novo cliente que tanto se utiliza dela também contribui para a geração de dados. Muitos e muitos dados. Os smartphones, tablets, computadores, dispositivos da Internet das Coisas, Wearables e tantos outros gadgets estão aí, a pleno uso, constantemente gerando conteúdo.

Prover um bom atendimento e gerir de forma satisfatória a experiência do cliente passa por entende-lo como protagonista do Big Data. Das muitas informações provindas do consumidor será possível obter análises avançadas para a estratégia de negócios. Mas para isso, é preciso de mais tecnologia, e as soluções de Big Data e Analytics, bem como poderosas ferramentas para processamento destes sistemas, estão aí para serem usufruídos.

Outro ponto que não pode ficar de fora é a velocidade. Sim, pois quem é exigente quer atendimento rápido, prestativo e eficiente. Para isso, tudo na empresa precisa estar ágil, pois morosidade em qualquer processo impacta os resultados na ponta, e nesta ponta pode estar uma oportunidade sendo perdida. É para isso que se aplicam soluções de otimização de rede, que permitem melhorar o tempo de resposta das aplicações corporativas e do acesso entre unidades dispersas geograficamente. Ferramentas de otimização e performance possibilitam análises e ações que melhoram o aproveitamento dos recursos da rede, levando a um desempenho mais alto e, consequentemente, ganhos de produtividade.

Atender melhor é vender mais. E a tecnologia é um forte aliado para quem quer realmente tornar-se omni-channel, conquistar e fidelizar o cliente 3.0. A Era do Cliente é também a Era da Tecnologia para o Cliente. Investir em TI de ponta a ponta das operações da empresa é tiro certo no alvo da competitividade.

Fontes:

http://dtcom.com.br/era-cliente/

https://www.mundodomarketing.com.br/artigos/marcelo-trevisani/35776/omnichannel-constroi-hoje-a-ponte-entre-o-digital-e-o-fisico.html

http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/marketing-de-relacionamento-a-era-do-cliente/57072/

Você precisa e sabe onde estão tantos dados?

Marcela Rodrigues é Gerente Comercial

Marcela Rodrigues é Gerente Comercial

Em média, 69% dos dados de uma empresa não precisam ser armazenados. Já 1% precisam ser guardados por questões legais, 5% por razões regulatórias e 25% por valor estratégico. As afirmações são de uma pesquisa do CGOC – Compliance, Governance and Oversight Council e permitem avaliar a prática de estocar arquivos corporativos – e os riscos que ela pode trazer.

Com a efervescência de dados atual, em que as fontes são múltiplas e o conteúdo gerado chega ao limite da poluição informacional, não é incomum que materiais acabem sendo produzidos, armazenados e, posteriormente, esquecidos.

O que pode parecer inofensivo, na verdade, não é: esta massa esquecida, chamada de “dark data” pode colocar a empresa à mercê de situações arriscadas. Riscos à governança são um primeiro exemplo. Se a empresa for de um setor sobre o qual incidam regulamentações, perder a vista sobre arquivos e documentos pode ser crítico e resultar em perdas de conformidade, o que resultará em irregularidades que, com certeza, cobrarão seu preço legal, fiscal ou financeiro.

Por falar em custo legal, o conteúdo armazenado e não gerenciado pode trazer riscos diretos a esta área. Informações pessoais de colaboradores ou clientes, por exemplo, se caírem no dark data poderão resultar em litígio. O sigilo, o respeito à privacidade, políticas de gestão destes dados são imprescindíveis para assegurar que sejam vistos apenas por quem os controla, com responsabilidade sobre os arquivos e sua utilização.

Além dos custos trazidos por possíveis problemas de conformidade ou implicações legais, os dados armazenados e esquecidos também oneram as empresas em itens básicos, como a capacidade de armazenamento. Informações redundantes, arquivos desnecessários, conteúdo excessivo e sem função real para o negócio nada mais são do que exageros na rede e nos sistemas, pesando na infraestrutura e prejudicando o desempenho de aplicações realmente necessárias.

A solução, felizmente, é bem simples. Ferramentas para gestão de dados, incluindo sistemas de segurança da informação, que permitem delinear políticas de acesso e geração de conteúdo nas redes corporativas, aumentam o controle e evitam que informações caiam no “limbo” empresarial. Ferramentas de MDM (Mobile Devices Management) também são uma boa pedida para evitar que o BYOD e práticas afins entulhem as redes das companhias com um turbilhão de dados descontrolados.

E, é claro, infraestrutura. Apostar em uma rede bem equipada, com soluções que garantam desempenho, performance e elasticidade é garantir que as operações se mantenham ativas mesmo com um alto tráfego de informações.

Cuidado com o dark data. Olho vivo nunca é demais.

Fontes:

http://www.r1soft.com/blog/dark-data-what-is-it-and-why-should-i-care

http://www.gartner.com/it-glossary/dark-data

http://searchdatamanagement.techtarget.com/definition/dark-data

http://hpe.itforum365.com.br/noticias/detalhe/118791/dark-data-risco-e-alto-custo-para-as-empresas

Outsourcing: três aspectos para vencer os desafios

Leandro Bastos é gerente de Engenharia

Leandro Bastos é Gerente de Engenharia do Grupo Binário.

Vamos combinar: terceirização de serviços de TI tem, sim, um aspecto econômico agregado, mas tem mais a ver com ganhar flexibilidade e escala do que com poupar dinheiro. O outsourcing é uma parte fundamental da cultura de trabalho: terceirizar parte ou todo o desenvolvimento de software, administração do ambiente de TI ou outros serviços aparece como opção para inúmeras organizações, independente do porte ou do setor em que atuam. Mas além dos benefícios, há os desafios a enfrentar, obstáculos que podem impedir o sucesso de um projeto terceirizado. Vamos então conversar sobre isso, abordando três aspectos fundamentais para que seu projeto de terceirização não fracasse: liderança, planejamento e comunicação.

Vamos começar pela LIDERANÇA, considerando que ela é o pilar sobre o qual se assenta a responsabilidade pela condução e, em última análise, pelo sucesso ou insucesso do projeto. Os CIOS devem, portanto, estar cientes de seu papel de ponte entre a equipe de TI e o CEO, entender de modo abrangente todas as implicações do projeto para o negócio e comunicar-se com todos os integrantes, estimulando e motivando-os. Um bom líder também tem consciência de como o projeto se integra aos outros produtos da empresa e leva em consideração todos os processos e fluxos do negócio. Essa visão abrangente e a consciência de todas as implicações do projeto evitarão a criação de um produto isolado que, afinal, enfrente tanto desgaste que acabe não sendo implementado.

Levando tudo isso em conta, passemos à fase de PLANEJAMENTO. Primeiro aspecto a se ter atenção: trabalhar muito junto do cliente para compreender bem o que ele precisa e o que é mais importante, para em seguida poder planejar cada aspecto do processo. É fundamental que as preferências e os padrões sejam muito claros, cada fase bem definida e as tarefas em cada fase também.

O planejamento correto facilita que o projeto siga sempre na direção desejada, portanto aplique-se em pré-definir o que for necessário, como estilo, maneira de comunicação, documentação, arquitetura… É aqui no planejamento, também, que se pode contar com um parceiro confiável – obviamente, escolhido anteriormente, seja um fornecedor e/ou um desenvolvedor. Assim, é possível se concentrar no que é mais importante sem estar o tempo todo perguntando e demandando tempo das equipes.

E aqui entramos no terceiro aspecto fundamental, a COMUNICAÇÃO. É imperativo que se explique cada fase do projeto, cada etapa, em detalhes, sem omitir nada, nem o que pareça ser “óbvio”. Afinal, o que é óbvio para sua empresa ou para as pessoas que trabalham com você pode não estar tão claro para uma equipe terceirizada que está começando um projeto – mesmo que não seja a primeira experiência desta equipe com o tipo de projeto ou tarefa a ser feita. O parceiro também pode não dominar todas as nuances do setor em que a sua empresa atua, e sempre há aspectos ou detalhes pertinentes ao processos de negócio da sua empresa que podem ter impacto sobre o projeto. Novamente, é dever do líder garantir que essa comunicação e o entendimento cheguem a todos os envolvidos. Projetos que utilizam o trabalho remoto sofrem com falhas de comunicação, então o planejamento deve contemplar a realização frequente de reuniões via vídeo para atenuar os gaps desta comunicação e manter o cuidado com os detalhes. É melhor sobrar comunicação do que faltar entendimentos em aspectos que, por parecerem óbvios, acabam recebendo menos atenção do que deveriam.

Mesmo com todos esses cuidados, ainda poderá haver problemas a resolver. Mas com uma liderança ativa, informada e comunicativa, relatórios e revisões regulares, um planejamento bem pensado e bem executado, aliados a uma comunicação estruturada entre equipes bem informadas e bem entrosadas, auxiliam na compreensão total do escopo. E tudo isso alinhado com as demandas e os objetivos das áreas de negócios pode significar a diferença entre um projeto de terceirização bem-sucedido e um fracasso em outsourcing.

Fontes:

http://goo.gl/3V1Vg4

http://goo.gl/X0hKCX

http://goo.gl/Flr7xa

Tsunami de dados desafia infraestrutura e segurança

Marco Wasser é Gerente da Divisão de Data Center do Grupo Binário

Marco Wasser é Gerente de Soluções de Data Center do Grupo Binário

O boom dos dados, potencializado pelo Big Data, BYOD, IoT, wearables, vai transformar o mercado corporativo. Começando pelo data center. Será necessário ter capacidade e gerenciamento preditivo para suportar a grande leva de informações circulando pelas empresas, que chegarão cada vez mais das mais diversas fontes: colaboradores, clientes, prospects, parceiros, fornecedores.

Só com o BYOD, inúmeros novos dispositivos invadem as redes das empresas. São smartphones, tablets, notebooks garantindo mais produtividade aos funcionários, mas também abrindo portas para a geração de dados em qualquer lugar, a qualquer tempo, o que amplia consideravelmente a gama de informações com que sistemas e a rede precisam trabalhar. Haja estrutura para suportar tanto tráfego.

A Internet das Coisas e os wearables, nem se fale: são novos ativos remotos conectados, fornecendo um fluxo enorme de dados que precisam ser suportados e geridos.

É preciso pensar na arquitetura infraestrutural que este Big Data empresarial vai precisar. Gerenciar todo o ambiente de equipamentos, o volume massivo de dados, centralizando e monitorando conteúdos e atividades não é tarefa fácil. Para não mencionar a necessidade de garantia destes materiais: pensar em backup de tantas informações é também um desafio.

Entram em cena questões de governança, largura de banda, capacidade de armazenamento, segurança. É preciso pensar em tudo para garantir um ambiente corporativo saudável e produtivo.

Nos data centers, será preciso dimensionar os links de WAN para a largura de banda necessária para o alto tráfego. O poder de processamento será testado, e é preciso atender às exigências à altura.

Como fazer isso? Com gestão. Gerir o armazenamento e processamento é a chave para garantir o funcionamento dos diversos devices, sistemas, aplicações e informações sem causar impacto negativo na infraestrutura. Servidores, switches, toda a estrutura de storage estará em pleno desafio.

E quando se trata de data center, não se pode deixar de considerar o ambiente. Links, storage, segurança e ativos são importantes, mas também são fundamentais as características ambientais do data center, salas de servidores, salas técnicas – um aspecto crucial para manter o ambiente ativo e disponível. Energia, climatização, segurança de acesso e contra incêndio precisam estar nos planos de investimento e nos checklists de toda empresa que depende dos dados, da informação digital venha ela de onde vier.

A segurança, é claro, é item indispensável na estratégia para enfrentar a explosão de dados de forma construtiva. Digitalização e automação são muito importantes e muito boas para a empresa, mas isso precisa estar ligado a uma política sólida de segurança da informação, ou os riscos de vazamento e invasão serão ampliados.

E um ponto principal disso tudo, que não pode ser negligenciado, é o próprio dado. A informação gerada é valiosa para a companhia, e deve ser aproveitada. Empregar tecnologias de análise e triagem deste imenso volume de dados é imprescindível para oportunizar o uso inteligente dos conteúdos, que poderão ser muito úteis para pautar estratégias de venda, atendimento, colaboração interna, crescimento, entre outras.

O Big Data nascido da implantação de tantos dispositivos no cotidiano corporativo ampliará de maneira drástica a complexidade dos ambientes de negócio. Fato. Nunca antes se viu tantos dispositivos em uso, nem tanta informação corrente. É um universo com o qual é preciso saber lidar, mas se o cenário é desafiador, é também oportuno. Saber utilizar e gerenciar este tsunami de dados é indicador de sucesso para a estratégia empresarial. Vale ficar atento.

Fontes

http://goo.gl/iKVTXf

https://goo.gl/IAHlfc

http://goo.gl/1mYjda

Application Acceleration: investir é ganhar

Carlos Roberto Hirama é coordenador de pré vendas do Grupo Binário

Carlos Roberto Hirama é Gerente de Soluções Application Delivery do Grupo Binário

A otimização de links – ou otimização de WAN – é um conjunto de técnicas e soluções que permitem melhorar o tempo de resposta das aplicações.

Com os aceleradores WAN, é possível não apenas ganhar velocidade na resposta dos sistemas, mas também melhorar a integridade dos links, reduzindo em muito ou zerando problemas de congestionamento e ordenação de informações, além de aplicar regras de priorização de tráfego. A rede é otimizada e tem sua capacidade de transmissão utilizada integralmente.

Ganhos que toda empresa precisa ter e, por isso, a decisão por investir em soluções de application acceleration é bastante assertiva. Quando toma-la? Sempre que houver, na empresa, questões relativas a quantidade de tráfego, tempo de resposta das aplicações, valor de link e dificuldade para ampliação dos links em escritórios remotos.

Adotando a tecnologia de aceleração de WAN, a empresa ganha uma resposta para suas demandas de aumento de capacidade de links, consegue maior transmissão de dados e reduz o tempo de resposta das aplicações, além de contar com a oportunidade de adicionar novos serviços baseados em Cloud a sua estrutura.

Para quem possui operações críticas, que não podem parar – e quem não possui? -, estas soluções são a famosa “mão na roda”. A otimização de redes WAN traz rapidez ao acesso as aplicações entre unidades distribuídas geograficamente, aprimorando a performance da rede, melhorando a experiência do usuário e tornando a empresa mais produtiva.

Alto desempenho da rede, acesso a dados e aplicações de forma rápida, segura, sem interrupções. É o que garantem as ferramentas de application acceleration. Com certeza, um investimento certeiro para a saúde dos negócios.

Fontes:

https://goo.gl/IAHlfc

http://goo.gl/ftmLyM

http://goo.gl/goKdH6

O direito à educação passa pela mobilidade

Cleber Calegari é Diretor Comercial - Educação do Grupo Binário

Cleber Calegari é Diretor Comercial – Educação do Grupo Binário

NO BRASIL, WIFI É A ALTERNATIVA MAIS ECONÔMICA, DE RÁPIDA IMPLEMENTAÇÃO E GERENCIAMENTO PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO, INDEPENDENTE DA LOCALIZAÇÃO – EM ZONAS URBANAS, RURAIS E ÁREAS INÓSPITAS, PATRIMÔNIOS TOMBADOS, ONDE O CABEAMENTO É PROIBIDO.

É certo que a tecnologia está transformando a forma como nos comunicamos, produzimos, consumimos e até como assumimos a nossa condição de cidadãos. Em relação ao setor de educação, a tecnologia está promovendo uma verdadeira revolução, redesenhando o processo como aprendemos e ensinamos, democratizando o acesso à informação e a conteúdo pedagógico de qualidade e, ainda, tornando a missão de ensinar cada dia mais interativa e atraente.

Uma das tecnologias que vem cada vez mais recebendo investimentos do setor educacional é a rede sem fio ou WiFi, que possibilita comunicação em escala, em qualquer lugar, resolvendo demandas como densidade de acessos e dados, além de possibilitar o sinal da rede chegar onde os cabos dificilmente chegariam. No Brasil, a rede WiFi é a alternativa mais econômica, de rápida implementação e gerenciamento para as instituições de ensino, independente da localização, em zonas urbanas, rurais, inclusive em áreas inóspitas, patrimônios tombados etc., onde o cabeamento é praticamente proibido.

O conceito de mobilidade é mais amplo que o de uma rede WiFi. Passa pelo acesso generalizado através de muitos tipos de dispositivos. Mobilidade não é simplesmente um sinônimo para smartphones ou tablets. Mobilidade na educação inclui o uso de tecnoologia em todos os aspectos acadêmicos – administração, ensino e pesquisa. Diversas tecnologias podem garantir a conexão sem fio: Wireless LAN e WiMAX para redes de computadores, por exemplo, e também as redes 3G e LTE 4G adotadas por operadoras de telefonia celular.

Um dos fatores de incentivo ao ambiente sem fio para as instituições de ensino é o BYOD (Bring Your Own Device), oferecendo suporte aos dispositivos móveis por meio dos quais os alunos buscam conhecimento. Já para os gestores de TI, o BYOD ainda é uma grande dor de cabeça em questões como infraestrutura e segurança.

Para promover a mobilidade é preciso mais do que prover banda larga em pontos de acesso a milhares de usuários. O salto tecnológico está em, por meio do uso da própria tecnologia, conhecer seu público e adequar a rede ao perfil de quem a utiliza. Por pressão social e econômica, os líderes da educação estão repensando os modelos de negócio e considerando uma série de novas tecnologias, com objetivo de derrubar o custo de administrar instituições de ensino e dimensionar o negócio.

O instituto Gartner previu um crescimento de 2,3%, em 2015, da despesa mundial do setor da educação com novas tecnologias, cerca de US$ 67,8 bilhões. Essa previsão incluía o ensino superior, escolas primárias e secundárias. Ainda não sei se essas previsões se concretizaram, mas, de qualquer forma, é um número bastante expressivo.

O Gartner também identificou as dez principais tecnologias estratégicas para o setor de educação e, entre os destaques, está a mobilidade. Para os gestores de tecnologia, conceitos novos estão chegando ao mercado, tais como: adaptive learning; adaptive e-textbooks; CRM; big data; sourcing strategies; exostructure; open microcredentials; digital assessment; mobility e social learning. Para todas essas novas tecnologias, será necessária uma infraestrutura robusta. Atualmente, as redes sem fio podem ser consideradas tão robustas (ou mais) que uma rede cabeada. É também segura, agregando recursos como criptografia, por exemplo, já de forma embarcada.

Com tantas evoluções, o ambiente wireless ganha cada vez mais aprovação do setor educacional, que deseja prover mobilidade em diversos locais remotos, como salas de aula, biblioteca, ginásios, auditórios, laboratórios e diversas áreas ao longo de uma escola ou campus universitário. As instituições de ensino superior brasileiras estão investindo na criação de ambientes de acesso móvel em seus campi, uma vez que a mobilidade irrestrita no acesso à rede acadêmica colabora para o crescimento da produtividade de estudantes e mestres no desenvolvimento de suas pesquisas e estudos.

Acredito que o direito à educação passa pela ampliação da tecnologia móvel (WiFi etc.), criando uma infraestrutura de acesso robusta que promova colaboração e inovação nos processos de ensino-aprendizagem, pesquisa e atividade meio, trilhando um caminho de novas possibilidades e recursos digitais para os nossos educadores e estudantes.

Grupo Binário investe em data center sob medida

Banners-Linkedin-LOGO-200x200-JAN16Data center sob medida. Esse é o novo nicho de mercado do Grupo Binário no Brasil. A ideia é oferecer infraestrutura de ponta a ponta – passando pela concepção da ideia, layout e implementação do data center. A empresa também pode assumir a operação, manutenção e o suporte do ambiente. A estratégia da companhia é mirar em data centers de pequeno e médio porte, com até 200 metros quadrados.

“A crise econômica abre uma frente para nós nessa área. Muitas médias e pequenas empresas não querem levar o seu storage para um hosting. Elas preferem criar ambientes de processamento nas suas próprias instalações. Vamos atuar com modelos de oferta por demanda de hardware e software, com contratos até três anos, ou com a sala ficando para o cliente, com a nossa manutenção e operação”, explicou ao portal Convergência Digital, o gerente da divisão de Data Center do Grupo Binário,Marco Wasser.

A nova unidade foi planejada ao longo de 2015 e foram investidos aproximadamente R$ 1 milhão na contratação de engenheiros qualificados e na aquisição de equipamentos para viabilizar o modelo de negócios. “Nossa expectativa é terminar o primeiro ano de operação com de cinco a oito clientes na carteira e uma receita de R$ 12 milhões”, destaca Wasser.

Uma das ofertas da unidade de data center é a Consultoria e Diagnóstico com objetivo de ajudar o cliente a definir o modelo adequado e a modalidade de Data Center, considerando os requisitos do negócio, os riscos, o crescimento e a operação. Já, com relação ao projeto e implementação, o Data Center é concebido em conformidade com a norma EIA/TIA942 que indica os requisitos desde a construção até sua pronta ativação.

A empresa passa a disponibilizar serviços de Consultoria e Diagnóstico com objetivo de ajudar o cliente a definir o modelo adequado e a modalidade de Data Center, considerando os requisitos do negócio, os riscos, o crescimento e a operação. Já, com relação ao projeto e implementação, o Data Center é concebido em conformidade com a norma EIA/TIA942 que indica os requisitos desde a construção até sua pronta ativação.

Para a infraestrutura física e lógica de TI, o Grupo Binário assume a implantação completa do cabeamento metálico e óptico; instalação e configuração de switches e roteadores; definição de sistemas e protocolos; e instalação de servidores e sistemas de armazenamento.

Em relação à gestão e à operação, a empresa conta com três centros de gerenciamento de redes e infraestrutura (NOC), localizados em São Paulo, Barueri (SP) e Maceió (AL), com sistemas capazes de identificar e alertar desvios de comportamento de elementos antes que se tornem falhas críticas, possibilitando atuação de forma proativa.

O centro de gerenciamento também pode ser estruturado e instalado no ambiente do cliente. Na prática, a unidade se prepara para oferecer modelos diferentes de serviços de data center. Entre eles estão o Data Center Container, como o próprio nome sugere, é um contêiner marítimo preparado para receber equipamentos de TI. Já o Modular, proporciona flexibilidade ao ambiente, podendo crescer ou reduzir tanto seus ativos e equipamentos como sua estrutura.

“Nós entregamos o sistema elétrico, sistema de climatização (down-flow, up-flow, in row e outros), sistema de extinção de incêndio, cabeamento, software e hardware, controle de acesso e circulação, gerenciamento (DCIM), entre outros itens. Em suma, o cliente nos cede o espaço e nós entregamos um Data Center pronto e ativo”, completa o gerente da divisão de Data Center do Grupo Binário. Para consolidar a unidade, a empresa fechou acordos estratégicos com fabricantes como Schneider Electric; Stulz; SmartCube – além de Huawei e CA Technologies, que já atuavam como parceiros.

Matéria publicada pelo portal Convergência Digital
Ana Paula Lobo – 15/02/2016
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41666&sid=97#.VsIaHvIrLIW

Infraestrutura e Operações? Conheça o IOBVD

Thales Cyrino - Diretor de Desenvolvimento de Novos Serviços

Thales Cyrino – Diretor de Desenvolvimento de Novos Serviços

Se você é gestor de infraestrutura, operações ou TI, é bom que se prepare: em breve, você provavelmente será um usuário do IOBVD (Infrastructure and Operations Business Value Dashboards).  Trata-se de um novo conceito, derivado do BVD (Business Value Dashboard) e trazido por um relatório recente do Gartner Group sobre ferramentas para medir o quanto as áreas de TI e Infraestrutura e Operações (I&O) contribuem para o desempenho do negócio.

O que acontece comumente é que, com suas ferramentas de métricas operacionais, os gestores de TI e I&O não conseguem mostrar o quanto seus resultados impactam no faturamento da organização. Assim, geralmente estas áreas são vistas mais como centros de custo, pois em geral seus chefes se reportam a executivos ligados à área financeira ou de negócios, que não enxergam o valor de I&O por falta de dados estratégicos neste sentido.

Esta visão incorreta sobre tais áreas é uma das coisas que os IOBVDs podem melhorar, pois eles constituem paineis de controle com foco em demonstrar justamente como os recursos de TI e I&O impactam o resultado financeiro das empresas. Mas já existem ferramentas para dar suporte à TI e I&O, você pode argumentar. Sim, existem.

A grande diferença entre elas e essa novidade do Gartner é que os IOBVDs podem incorporar indicadores das áreas de TI, Infraestrutura e Operações e fazer cruzamentos com métricas financeiras, oferecendo aos gestores uma visão detalhada de como e o quanto elas contribuem para o negócio. Outra consequência será a maior participação dos gestores de TI e IoT nas tomadas de decisão, graças aos dados estratégicos e precisos, dando-lhes um novo papel a cumprir dentro da organização.

Segundo pesquisas recentes, em até quatro anos metade das empresas que têm seus negócios baseados em infraestruturas estarão usando Business Value Dashboards (BVD). Prepare-se: em seguida você estará trabalhando com IOBVD.

Fontes:

http://www.emite.com/product/iobvd-dashboards.html

https://www.gartner.com/doc/2762217/select-purchase-io-business-value

http://computerworld.com.br/o-que-e-iobvd-nova-arma-dos-gestores-de-ti-infraestrutura-e-operacoes

http://blog.pureshare.com/PureShareBlog/?Tag=IOBVD

Chegou a hora do Big Data/Analytics. Logo, invista em infraestrutura e segurança.

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

Douglas Bento é Engenheiro de Sistemas da B.U Segurança do Grupo Binário

Ninguém que fale em transformação digital pode ignorar o advento da mobilidade como um dos fatores que desencadeou muitas das grandes mudanças a que estamos assistindo. Desde que conseguimos levar nosso trabalho e nossos dados para praticamente qualquer lugar, novas possibilidades foram surgindo. Computação em nuvem, movimentos como BYOD, a interação das redes sociais, BI, tendências, novas ferramentas e inúmeras outras soluções vêm mudando não só a vida pessoal no dia a dia, mas também o mundo dos negócios. E, para muitos especialistas, este cenário desenhou “a hora” de Big Data/Analytics, em muito graças à Internet das Coisas (ou IoT, da sigla em inglês para Internet of Things).

Há pelo menos dois anos se fala na Internet das Coisas, para muitos, uma grande revolução. Ela trata, basicamente, da integração entre diferentes dispositivos a partir de sensores conectados a hardware e software com grande capacidade de processamento e de armazenamento. Essas “coisas” (uma infinidade de dispositivos e equipamentos como relógios, roupas, carros, eletrodomésticos, casas, etc.) geram dados, se comunicam. Assim, todas as luzes ou o sistema de segurança de uma casa podem ser monitorados à distância, por exemplo. Um refrigerador “inteligente” pode mostrar, na tela da porta, quais os itens que estão em falta – pode até mesmo gerar uma lista de compras baseado no que a família consome habitualmente.

Num cenário que é cada vez mais complexo, com um volume e um fluxo de dados cada vez maiores, equipes e lideranças de TI buscam novos processos e soluções a implementar – com a pressão de sempre manter as operações em funcionamento. A tecnologia segue sua evolução, constante e ininterrupta, criando sempre mais possibilidades. Aos executivos cabe pensar em como utilizar as novidades na área de TI alinhando as tendências tecnológicas de maneira a atender as demandas e estratégias de negócios das suas empresas.

A IoT promete aplicações praticamente infinitas, mas traz um grande desafio: há que se ter tecnologia de sistemas e ambientes de infraestrutura tecnológica preparados para suportar o crescimento contínuo desse mundo da mobilidade, para que os dados gerados por bilhões de dispositivos possam ser transmitidos via conexões seguras e com confiabilidade – assim, a infraestrutura e a segurança são fundamentais, sempre – a fim de serem analisados e interpretados, de modo a se transformarem em informação útil e valioso.

Estima-se que os dados digitais cresçam cerca de 150% ao ano – e esta “abundância de dados” é o detalhe para que muitos analistas digam que chegou a hora de Big Data/Analytics. Graças à IoT. Como? Se considerarmos que a maior parte destes dados não é estruturada, veremos que não é fácil tê-los integrados nas bases de dados relacionais que as organizações usam. Já os dados gerados pelas “coisas” são estruturados, ou seja, não é necessário criar novos softwares ou aplicações para estes dados, pois os sensores que os emitem têm um layout definido. Então eles podem ser incorporados com mais rapidez às bases de dados que temos. E a criação de novos algoritmos que transformem os dados desestruturados em informações úteis que possam ser ligadas à inteligência dos negócios se torna mais eficaz. O resultado? O uso pleno destes dados, em tempo real ou num tempo que se aplique à eficiência dos negócios.

As aplicações, cada vez mais, serão desenvolvidas e programadas para trabalhar com um gigantesco e contínuo fluxo de dados, que precisarão ser processados. Pense em adotar soluções e ferramentas de Big Data e Analytics: a Internet das Coisas dará o impulso necessário para que estes movimentos ganhem força e se estabeleçam. Mas também pense, e muito bem, na infraestrutura para isso tudo. Sistemas precisam de uma infraestrutura sólida para rodar com bom desempenho, logo, investir em armazenamento e redes seguros, robustos e confiáveis é o caminho para o sucesso.

Parece óbvio, já que os dados só têm importância se podem ser transformados em informações de valor, ou seja, úteis. Internet das Coisas e Big Data significam volumes avassaladores de dados em um formato conhecido oferecendo informações de qualidade (Analytics) no tempo certo – de acordo com as demandas do negócio. Sem, é claro, esquecer da segurança. E o seu negócio já está preparado?

Por que o Wi-Fi Halow poderá impulsionar o mercado de internet das coisas?

Leonardo Mezzanotti, Systems Engineer do Grupo Binário

Leonardo Mezzanotti, Engenheiro de Sistemas do Grupo Binário

O Wi-Fi Halow é a resposta da Wi-Fi Alliance para a grande demanda no mercado de Internet das Coisas (IoT). Essa nova tecnologia segue o padrão IEEE 802.11ah e oferece conexões Wi-Fi na frequência de 900MHz. Entre suas inúmeras vantagens, está o uso de dispositivos com baixo consumo de energia/bateria (sensores de baixo consumo, como os corporais, smartwatches, automação residencial, câmeras de segurança etc), além de permitir grande alcance.

Vejo um erro comum na interpretação deste novo padrão: que ele é um Wi-Fi mais rápido que o atual 11ac de velocidade até 1.7Gbps. Pois, por ele ser voltado a pequenos dispositivos – cuja prioridade é prover grande área de cobertura e baixo consumo de energia – a sua taxa de transmissão de dados não é o fator mais importante, proporcionando velocidades mais baixas, entre 150Kbps e 18Mbps.

Como o Wi-Fi Halow opera na frequência de 900MHz – inferior aos padrões atuais de 802.11n (2.4GHz e 5GHz) e 802.11ac (5GHz) – essa tecnologia permite maior cobertura, sendo capaz de prover conexões para uma casa toda ou até mesmo fora dela, chegando a cobrir áreas como garagem, por exemplo. Esse maior alcance pode ser considerado uma vantagem em relação aos outros padrões atuais utilizados no mercado de IoT, como o Bluetooth e Zigbee de frequências em 2.4GHz.

Outro ponto forte dessa novidade é ser baseado no padrão IEEE 802.11, o que acelera o desenvolvimento de novos produtos por parte dos fabricantes e também possibilita a integração e a comunicação nativa com o vasto mundo IP.

Espera-se que essa tecnologia não demore a chegar no mercado local, porém isso dependerá da velocidade dos fabricantes para lançar os chipsets compatíveis. O custo será um fator muito importante já que o Bluetooth e Zigbee já alcançaram valores bastante acessíveis.

A Qualcomm, assim como demais players do mercado global, apoia a tecnologia, o que nos traz muito otimismo; e a Wi-Fi Alliance pretende iniciar a certificação dos produtos em 2018. Com esses movimentos a favor da implementação dessa tecnologia, estima-se para final deste ano o lançamento de produtos compatíveis. Acredito que os fabricantes lancem Access Points (Pontos de Acesso) com suporte a diversas tecnologias, o que aumentaria sensivelmente o número de rádios internos.

Se pensarmos no padrão 802.11ad que também é uma tendência, com conexões de até 7Gbps na frequência de 60GHz, podemos ver em breve APs com até 4 rádios baseados em tecnologias diversas.

O ideal seria que os APs fossem oferecidos com rádios programáveis, ou seja, ficaria a cargo do usuário escolher quais frequências ele gostaria de usar. Por exemplo, um AP com 3 rádios, um trabalhando com 11n, outro com 11ac (padrões mais comuns) e o terceiro poderia ser configurado entre 11ah e 11ad, dependendo da aplicação que o usuário precisa. Na escolha do padrão 11ah, alguns access points poderiam oferecer conectividade aos dispositivos IoT ou, a opção do padrão 11ad, seria indicada, por exemplo, a salas de reunião com uma área de cobertura limitada, porém, com altíssima velocidade. Outra vantagem do rádio programável é que os fabricantes poderiam desligar por software a frequência de 900MHz, utilizada pelo Wi-Fi Halow, para países onde a mesma é licenciada, e não pode ser usada livremente, deste modo permitindo a fabricação em escala dos APs.

Casas, veículos e cidades inteligentes, aparelhos vestíveis (wearables) e outros produtos que ainda estão por vir são todos mercados-alvo para esta nova tecnologia devido às suas características de alta performance (robusto), grande alcance, por vazar paredes e poupar bateria. Cada vez mais, caminhamos para a convergência de tecnologias, para ampliação do ecossistema IP e, consequentemente, para aplicação da internet em quase todas as coisas.

Este artigo foi publicado originalmente nos seguintes veículos:

http://computerworld.com.br/por-que-o-wi-fi-halow-podera-impulsionar-o-mercado-de-internet-das-coisas

http://www.tirio.org.br/info/37867/por-que-o-wi-fi-halow-podera-impulsionar-o-mercado-de-internet-das-coisas

http://www.timaior.com.br/2016/02/02/por-que-o-wi-fi-halow-podera-impulsionar-o-mercado-de-internet-das-coisas/

http://cio.com.br/tecnologia/2016/02/02/wifi-halow-chega-para-impulsionar-a-internet-das-coisas/